Textos sobre Mar

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Você é como o som das ondas do mar quebrando.
É a felicidade num momento triste.
É a calma em meio ao desespero.
É a clareza quando só existe caos.
É a esperança que surgiu quando tudo que eu conhecia era o medo.
É a confiança em meio a todas as inseguranças.
É a estrela mais brilhante e especial.
É o amor inexplicável que existe em cada poema, carta, livro, filme ou música de amor.
É a mais bela forma de arte.
Você não é o mundo, mas é o que o faz o mundo ser bom.
É o que faz a vida valer a pena.

Maré de Lua — Câncer

És mar sereno e tempestade súbita,
Um coração que pulsa em ondas.
Tens no peito uma casa inteira,
Onde todos cabem — e ninguém quer sair.

Teu cuidado é remédio e abrigo,
Sabes sentir até o silêncio.
A intuição te guia como farol,
E teu amor é mar que nunca seca.

Mas… oh, Câncer, quando o medo morde,
Recolhes-te ao casco, frio e distante.
A mesma água que acalenta, afoga;
A mesma lua que encanta, oscila.

Guardas lembranças como tesouros,
Mas às vezes são âncoras que pesam.
Teu apego é calor e prisão,
E teu drama… ah, esse, enche o oceano.

És sensível, mas também forte;
Choras, mas segues nadando.
Virtude e defeito dançam contigo,
No vai e vem eterno da maré de Câncer.

Lembranças...de ontem!

Desabam no mar pingos celestiais
Anseio ascender em ondas de sussurros
Porque deixei de voar nas ilusões...
Mas vejo pássaros trajados de tantas cores
E Gaivotas voando sobre o mar...

O silêncio da solidão mostra-se aos meus olhos
Eu queria mais um tempo no teu infinito e
incomensurável mundo...

Como nos acalma as juras de amor
Ainda me inflama à alma tuas palavras...

Na voraz caminhada dos difíceis dias
Tão-somente quero esquecer as mágoas...

Será na primavera que tua alma posso achar
Para onde se ausentou teu coração?

Mais tarde quando estiver silencioso meu espírito
porque meus pássaros silenciaram...e não mais houver o amanhã
Uma voz fale aos teus ouvidos....de todos os meus sonhos
E guardes de mim dentro de ti....as lembranças deste amor de ontem!

⁠O amor é como o mar, imenso e profundo,
Com ondas que nos envolvem sem aviso,
E nos levam em direção a um mundo
De sensações incríveis, sonhos e sorrisos.
O amor é como o sol, quente e brilhante,
Que nos aquece mesmo nos dias frios,
E ilumina nosso caminho adiante
Com uma luz que vem do coração.
O amor é como a flor, delicada e bela,
Que nasce em meio às pedras do caminho,
E perfuma a vida de quem dela cuida
Com um aroma doce e suave como mel.
O amor é a força que nos move e inspira,
Que nos faz sentir vivos e mais humanos,
E que nos une numa só harmonia
Com tudo o que há de bom nesse enorme universo.
Por isso, que o amor seja sempre celebrado,
Em todos os cantos e recantos da vida,
Como uma luz que jamais se apaga,
E uma fonte de esperança renovada

O canto da sereia




O canto das sereias acalma as ondas do mar,


O canto das sereias causa ilusão profunda nos homens,


O canto das sereias foi ouvido e aplaudido pela lua e então ela deu vida ao brilho das estrelas,


O canto das sereias ao mesmo tempo que trás paz e oferece sua luz, ele cega e trás o caos de um jeito sínico e malicioso.

CARTA I: A Condenação


Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:


— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!


Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.


Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.


Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.


Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:


— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!


Uns até debochavam, dizendo:


— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?


E soltavam gargalhadas em tom agudo:


Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!


Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:


— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?


Então respondi-lhes:


— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.


Eles insistiram:


— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?


E eu respondi:


— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.


Novamente perguntaram:


— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?


Então respondi-lhes:


— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.


Furiosos com a minha resposta, disseram:


— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.


A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.


E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:


— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?


Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.


Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.


"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."


In Cartas de Um Condenado. ✍️

LIVRE AO MAR
Na terra, preso estou.
Livre em ondas serei.
Junto ao meu barco vou.
Neste mar viverei.


Os ventos do leste guiam-me ao sol,
Neste maravilhoso anoitecer.
Ventos leves nas velas me levam
A procura do meu tesouro, viver.


Ondas, tormentas e tufões começam
Na chuva noturna, o vento forte sopra e me quebra
O casco do barco parte no atlântico. No fim viverei?


A deriva...
Jovem ao mar, sem salvação...
Livre agora sou...

Na simetria das tuas curvas, as grandes ondas de um mar intenso: corpo belo de uma estrutura fascinante, alma profunda, sentimentos verdadeiros e cheios de vida como as águas expressivas e transparentes; a estrutura de um mundo que inspira

Tal similaridade é significativa, exuberante e faz todo sentido. Os olhos ficam facilmente exultantes, agradecidos, contemplando pessoalmente essa existência tão genuína, interessante, que, às vezes, aparenta ser uma espécie de arte marítima inevitavelmente marcante.

A essência do teu coração é um mar aberto, um lugar mais afastado, um acesso difícil que, depois de ser conquistado, faz compensar todo o esforço atribuído. Lidando com os teus comportamentos agitados, nadando pelo teu íntimo renovador, encontra-se mais amor e veemência a cada nado.

❝ ...⁠Ela tem a rigidez da rocha, mas por dentro é mar, Onde a tempestade mora e as ondas não têm fim. Quantas vezes ela teve que sangrar para se salvar? Guardando a dor, para que a dor não matasse o jardim.
Quando a chamas Mulher Guerreira, lembra-te do custo: Do sorriso ensaiado para não preocupar ninguém, Do grito abafado, do coração em susto, Da ferida secreta que só a Lua sabe de quem...⁠❞
----- Poetisa Eliana Anel Wolf⁠

No mar do pensar,
Nesse instante a nadar,
As ondas escutar,
O vento a pairar.

O nevoeiro do bem estar,
No furacão do apagar,
Rumo ao tsunami do sonhar,
Ao Rio do bem falar.

A temperatura a alternar,
À deriva de um lar,
Em direção à praia do mofar,
Da ilha que veio a abandonar.

O horizonte quisera somar,
Dar um Norte insular,
Talvez um Sul de congelar,
Ou mesmo um frio sem par.

ATRAÇÃO DO MAR
Murmura o mar
No barulho das ondas
Na profundeza de suas águas
No infinito, onde o sol no entardecer se esconde

No mar...Tudo é magia tudo é mistério
E o meu olhar meio que perdido, mas perplexo acompanha
Gaivotas que pousam em ilhas distantes
Peixes enormes e saltitantes

E é nessa calmaria e volúpia constante
Que me aproximo devagarinho, meio que intimidada
Diria até mesmo que hipinotizada
Molhando meus pés nas águas frias e salgadas
Pelas ondas mansinhas de espuma prateada

Aos poucos vou sentindo todo meu corpo molhado
Mergulho entre as ondas me sentindo beijada
Num abraço apertado sou lançada na areia
Me sentindo como se fosse a própria sereia

E num cansaço gostoso me deito na praia
Como se tivesse ao mar me entregado
E com todo o amor, o mar me amado

Inserida por Waldetes

Nem tanto ao mar, nem tanto ao céu.
Nem tanto como as ondas, nem tanto como as nuvens.
Mude para acompanhar o movimento da Terra e das pessoas.
A gente procura resposta para todas as perguntas e todos os dias a vida muda as perguntas e as propostas, fazendo com que as respostas certas de ontem não sejam tão certas hoje.
As prioridades mudam, as pessoas que nos cercam mudam e se não formos ágeis, o suficiente para acompanhar as mudanças, corremos sérios riscos de tropeçar com esses movimentos naturais.
Não tenha tanta certeza de nada.
Não busque a única certeza da vida porque ela vai acabar com você...

Inserida por marinhoguzman

Mar de calmaria

O mar em mim
Se faz calmo e sereno
Em ondas que veem e vão
Em regressos e partidas
Em ganhos e perdas
Saindo...ficando...

O sol e o céu azul
Me invadem e me aquecem
Me faz ver poesia
No colorido de mais um dia
Que nasce no alvorecer
E morre no crepúsculo
Trazendo o pratear da lua...

O mar em mim está assim
Transbordando calmaria
No umedecer da areia
Com espumas de sal
Num doce despejar
De sonhos e fantasias...

Que se faça do meu mar
Eterna mansidão
Trazendo na maré
Flores em botão
E que dessa calmaria
Se faça poesia
No meu mar de todo dia...

Inserida por Nanevs

Radiante como o brilho da lua;
Fascinante como as ondas do mar;
Beleza inigualável a sua;
Impossível não se apaixonar;
Sonho com o dia em que serei o motivo da tua alegria;
Ter teu amor da maneira mais profunda;
Te abraçar numa noite fria;
Beijar você na chuva;
Me dá tua mão;
Abre teu coração sem medo;
Te amar vai ser minha missão;
Toda felicidade do mundo te prometo.

Inserida por WlissesVibration

Pedido

Só quero algo que não quer acontecer,
Você, eu, o mar, o som das ondas, o vento
E meus braços ao redor dos seus
E nosso silêncio.
Mas posso diminuir meu desejo e ter somente os meus braços ao redor dos seus,
Mas aqui, agora,
Só vejo o mar,
Só ouço o som das ondas
Só sinto o vento
E o silêncio,
E ele me machuca, pois só queria no fundo você
Não importa onde, não importa o porquê.
Pois não quero lógica nessa hora, pois nada vai superar
Você aqui.
Então, largue o que estiver fazendo e venha pra perto de mim,
Se encolha e aproveite meus braços,
Pois eles precisam de você....
Só de você,
E o resto é o resto.

Inserida por MRocha83

Dia de chuva
noite serena
de lua cheia.

Ondas vão
ondas vem.
Se embaraçam pelo mar
seus dedos em meus cabelos.

Sinto-te beijar meus lábios
numa brisa de arrepios,
fazendo-me um canto.

Canto seus lábios
canção de amor.

Amo-te em meus braços.
Afago seus cabelos,
não meço os fios.

E o que me resta,
nada mais resta
se há você e eu
o resto
é só o resto
que ainda tem por vir.

Inserida por biacaires

Tempestuoso como o mar

Nosso amor, tempestuoso como o mar, tenta nas ondas bravias
Seu anseio fugaz saciar
Tenta consumir por inteiro o sentimento que em partes prometi te dar
Não que terás o meu amor pela metade,
Mas que por ser um sentimento trajado de eternidade
De parte em parte o terás...
Para que, porventura, ao teres ele por completo venhas a me deixar
Levando embora todo amor que há em mim e eu venha por amor nas esquinas da solidão mendigar

Inserida por rafaelsales

Oq sinto por vc jamais passara.
Como as ondas agitando o mar.
e as estrelas a brilhar.

Contando os minutos
para vc me encontrar
e com seu sorriso me encantar.

Estrela cadente a passar
um desejo a se tornar
do seu lado quero ficar

Para sempre vou te amar
de vc devo cuidar
e meu sonho realizar.

Inserida por jenipher987

Lembre-se que somos uma jangada nesse imenso mar que é a vida, as vezes a jangada balança com ondas violentas, mas como essa jangada foi esculpida no madeiro chamado Cruz de Jesus Cristo, jamais tombará em meio ao mar, ainda que esse mar grite conosco podemos esperar que Jesus dirá "Silêncio", afinal essa jangada foi feita pelo MAIOR carpinteiro que já existiu.
http://marinieermogenes.blogspot.com.br/2012/03/pensador-eduardo-marini.html

Inserida por marinieermogenes

Sempre tive uma paixão inexplicável pelo mar.
Desde pequena o fascínio da calmaria que suas ondas trazem naquele vai e vem, tem um poder sublime de me invadir a alma e me desligar do mundo inteiro.
Não sei se essa loucura por esse infinito de águas azuis, claras e salgadas herdei de meu pai, que por muitos anos da vida navegou por entre essas ondas...
E como ele mesmo diz: “Filha de marujo sabe nadar...”
E eu fico ali, nadando entre os meus pensamentos.
Leve... uma leveza de pluma! De borboleta! De vento!
Sentada na areia quentinha de fim de tarde, com aquele sol beijando o corpo todo, o vento forte assanhando meus cabelos, eu fecho os olhos, junto as mãos em forma de concha, e sopro com toda a força que vem de dentro, todos os meus desejos!
Eles sempre voltam pra mim realizados!

Inserida por paulinhaleite