Textos sobre Mar

Cerca de 4578 textos sobre Mar

⁠Área de muita tranquilidade proporcionando um momento simplesmente marcante com a presença de uma arte venusta, grandiosa⁠, atraente, naturalmente, emocionante,
tocada gentilmente pela suavidade dos ventos, iluminada por alguns raios de sol, mas sem agressividade, nem ninguém para perturbar, tempo bastante acolhedor, inegavelmente, salutar
até a areia fina sob os seus pés, enquanto vê um lindo mar diante dos seus olhos, profundez repleta de vitalidade que faz uma diferença e tanto, um jeito satisfatório de viver para não se perder o ânimo.

Inserida por jefferson_freitas_1

Pois Quero.

Quero te beijar como o sol beija o horizonte.
Quero te amar como a areia ama o Mar.
Quero te tocar como as raízes das arvores tocam a terra.
Quero me deitar ao seu lado como as sombras se deitam no chão.
Quero te Iluminar como a Lua faz.
Quero te cobrir como o lençol.
Te proteger como o maior dos Escudos.
Quero te ver viver como a vida.
Te ver cair pelo fracasso.
Te levantar como amigo.
Te beijar como amor.
Te amar como seu.
Ser seu como a Vida.

Andar de mãos dadas naquela areia com o mar sem fim,
Sentir o vento, o sol do entardecer e teu sorriso pra mim.
Se de um lado o oceano, do outro o teu olhar,
E naquela imensidão, eu represada em amar.
Quantas luas este brado sustentou-se pra te adorar?
Venho rio a nado em busca só deste teu despertar;
Sigo aquele caminho, sem tua mão forte largar.
Não te pego mais sozinho: tens a mim pra caminhar.

Filha de Yemanjá é onda que te empurra em direção a areia e te arrasta em direção ao fundo do mar.
Filha de Yemanjá é bipolaridade intensa, é troca de humor em segundos.
Filha de Yemanjá é maresia mas também é tsunami.
Filha de Yemanjá é amor, é serenidade, calma, paz... Filha de Yemanjá é intensidade demais pra gente fraca e sem planos futuros.
Filha de Yemanjá pensa alto, pensa longe, pensa firme.
A filha de Yemanjá sempre vai ser aquela amiga que lhe dará ótimos conselhos, te fará rir até a barriga doer e chorar ao seu lado por se decepcionar mais uma vez com um amor mal correspondido.
Filha de Yemanjá é moça que devemos manter numa caixinha de conchas e guardar só pra gente nos momentos mais difíceis de nossas vidas.
Quem tem uma filha de Yemanjá tem um mar de proteção e afeto.

“Tarde de Sol”

Que linda tarde de sol.
O mar…
… a areia.
Você.

E melhor seria!

Se eu estivesse…
... me molhando neste mar.
Se eu estivesse…
... caminhando nesta areia.
Se eu estivesse…
... com teus lábios aqui!
Bem coladinho nos meus.

Que linda tarde de sol.
O mar…
… a areia.
Você.

Sem dúvida seria…
… uma grande alegria.
Sem dúvida seria…
… uma página feliz.
Sem dúvida seria…
… uma saudade curada.

Que linda tarde de sol.
O mar…
… a areia.
Você.

Admilson
13/01/2018

Nota sobre ela

Adora brincar na areia,
apreciar o mar,
volta a ser criança
deixa seu pensamento viajar.
De dia trabalha,
de noite sonha,
as vezes chora sozinha
sentada no sofá,
mas logo depois coloca um sorriso no rosto
e sai para passear.
Corajosa e valente
enfrenta os problemas de frente,
as vezes gosta de ficar vendo um filme sozinha
outras rodeada de gente.
Mulher decidida,
menina querida.
Um dia cabelo comprido,baton e vestido
no outro jeans, camiseta curta e cara lavada
Acredita no amor,
adora flor,
espalha carinho
pelo seu caminho.
Sergio Fornasari.

EU QUERO

Um pôr do sol na beira do mar
Sentar na areia ouvir uma canção
Dedilhada nas cordas de um violão
Esperar a noite chegar...

Quero num dia qualquer
Sair de mãos dadas pela rua
Sentar na praça olhar a lua
Ser menina ou ser mulher...

Nas noites frias um chocolate quente
Um cobertor numa noite chuvosa
Uma sopa quentinha bem gostosa
Aqui no sofá só a gente...

Quero uma risada sincera
Um olhar apaixonado
Um abraço bem apertado.

Quero liberdade- ser o que sou
Não ligar para o que irão pensar
Se eu sonho ou deixo de sonhar
Quero o hoje e nunca o que passou.

Autoria- Irá Rodrigues

Sonhei com você

Passei a noite numa ilha
Areia fina, mar azul, céu de estrelas
Acompanhada pela lua a me espreitar
Caminhava lentamente admirando a paisagem
A perfeição da natureza ao meu redor
Coqueiros e palmeiras frondosas
Brisa leve a tocar meu rosto
O local parecia ainda intocado
A disposição das dunas
As conchas na areia, o barulho das águas
O assovio do vento
Estávamos ali naquela caminhada
Eu e aquele luar
Até que ao fechar meus olhos
Deparei-me com você
Habitante dos meus pensamentos
Dono do meu coração
Olhavamo-nos olhos nos olhos
Numa mesma respiração
Num silêncio que gritava ao mundo
O nosso sentimento
Nessa noite o amor inundou aquela ilha
Foi um sonho maravilhoso com você...

OINICSAF

Não me incomoda
se teus pés pisam areia
e que salgas tua boca com água do mar.
Não me peças que fale de vida
nem de vai e vem de ondas.
Não me interessam as conchas que
não vou ganhar, nem que te
fascines com o mar.
Não me incomoda nada ser
e nem ter um sorriso de ontem nos lábios.
Me incomoda saber-me não mais teu cais.

Vago Poema

Cheirando à areia e sal,
sou gaivota a sobrevoar o mar.
Sou mistério neste vazio,
Sou o tranquilo vôo das aves,
rumo à linha oscilante, mar e maresia.
Enquanto o vento no areal vai passando,
como as marcas desenhadas na areia,
somem as palavras da lembrança,
como rastros na maré cheia.
Íntima idéia, clara no pensamento,
que se perde em devaneios, e
na latência deste silêncio,
me alimento da poesia alheia.

És para mim.

Assim como a lua é para o sol;
Como a areia é para o mar;
Como a noite é para o dia;
És para mim a inspiração das minhas poesias.

Como as estrelas são para o céu;
Como as nuvens para a chuva;
Como a chuva para a terra;
És para mim como um sonho de primavera.

Como o orvalho para as manhãs;
Como a brisa para o ar;
Como os peixes para o rio;
És para mim um dos motivos que hoje me faz sorrir e cantar.

Como as notas que faz uma canção;
Como as letras que dão sentido a poesia;
És para mim o toque suave da mais linda melodia.

Jamie, Jamie, Jamille is the name
A caminhar na areia
E o mar indo e vindo
Com seu cabelo ao sol,
E o seu sorriso lindo

Jamie, Jamie, Jamille is the name
Ah, esse mar sabe o que quer.
Espera você chegar
Ah vem de onde vier
Menina mulher
Pro mar se alegrar

Jamie, Jamie, Jamille is the name
As ondas trazem um balanço
Num ritmo alegre da tua alma boa
A sua alegria a todos contagia
A noite vem trazendo maré tão boa

Jamie, Jamie, Jamille is the name
Um céu de estrelas a brilhar
É por você que esse mar se agita
A imensidão te convida a navegar
Mas o amor por hora não o sinta

Jamie, Jamie, Jamille is the name
A espera de um grande amor
Tu guardas um tesouro
É a chave do teu coração
E isso a guarda feito ouro

Jamie, Jamie, Jamille is the name
Mas só você pode entregar
O que tens guardado em seu coração
Espera teu amor chegar
Espera com mansidão

Jamie, Jamie, Jamille is the name
Àquele que espera por você.
Aquele que é teu escolhido
A ele entrega teu coração
Que ele te tome pela mão
E deixa a lua te levar,
Ao imenso amor do mar.

Jamie, Jamie, Jamille is the name

🎹 Areia Vermelha 🇵🇹

Do rio ao mar… o povo quer viver, não só resistir.

No meio do deserto, a poeira é memória,
Pedra sobre pedra, cada uma tem história.
Criança cresce ouvindo o som de sirene,
Enquanto o mundo finge que não entende.

Muro separa o pão, a água e a fé,
Drone sobre o teto, medo no café.
Tanta dor filmada, mas o algoritmo cega,
Quem fala demais, o sistema deleta.

[Refrão]

Areia vermelha, lágrimas no chão,
O som da verdade ecoa na ocupação.
Não é guerra justa, é sobrevivência,
Palestina viva, pura resistência.

Tiro em hospital, câmera congela o frame,
Quem aperta o gatilho nunca mostra o nome.
Enquanto isso, em Gaza, o sol ainda nasce,
Mesmo sob escombro, ainda tem classe.

Bandeira tremula, mas o vento é pesado,
ONU fala, fala, e nada é mudado.
Hipocrisia no palco da diplomacia,
Enquanto mães enterram filhos todo dia.

[Refrão]

Areia vermelha, lágrimas no chão,
O som da verdade ecoa na ocupação.
Não é guerra justa, é sobrevivência,
Palestina viva, pura resistência.

Freedom for the people — not the politics.
Justice ain’t a trend — it’s a promise.

Querem calar, mas a rima atravessa,
Do gueto de Ramallah até a tua peça.
Internet censura, mas a rua decora,
Nome por nome, cada vida que chora.

Não é sobre lado, é sobre humano,
Sobre quem sofre há mais de cem anos.
Se a paz é o alvo, quem lucra com o medo?
Quem vende a guerra e chama isso de credo?

Então escreve no muro: “aqui ainda há fé”,
Mesmo sem luz, sem pão, sem café.
Do beat boom bap nasce o grito ancestral —
Palestina livre, sonho universal.

-

⁠Gosto do mar...
Ainda que seja só pra sentar na areia e ficar apreciando.
Sinto que a música intervalada das ondas me convida a um desacelerar do coração, da mente, da alma...
Desconectar das ansiedades da vida e me reconectar com a essência do que é eterno.
Gosto da maneira carinhosa que as ondas brincam de tocar meus pés na areia. Daquele "vou te pegar" que fazem comigo.
Parece que vejo o mar sorrindo, quando timidamente, em ondas brancas espumantes, ele me alcança, acarinha meus pés e rapidamente se recolhe.
Isso me ajuda a lembrar que a vida é feita de ciclos e que existe beleza na impermanência.

Dentre tantas estrelas no céu;
E grãos de areia no fundo do mar, todas parecem ser iguais;
Assim como os corações neste vasto mundo, e imensa galáxia somos o único dos planetas que abriga a vida;
Todas as pessoas parecem iguais perante a grande orquestra do ciclo sem fim;
No entanto, um dia você conhece alguém e tudo muda;
A estrela antes igual, agora é única;
a areia da praia se torna uma joia rara, e o coração amável e confortável;
o sorriso tornou-se mágico, e um simples abraço transformou se um sonho ao qual não queremos mais acordar,
Diante de tudo isso, vem o amor;
Uma mistura de sentimentos tão antigos e, ao mesmo tempo novos;
Ahhhhhh o amor como anseio por lhe encontrar;
Te encontrarei numa galáxia distante ou talvez você esteja num simples esbarrar em uma esquina vazia.

“Somente no recuo da maré é possível ver os presentes do mar deixados na areia.

Será o sol e as lembranças do verão que irão aquecer nossas manhãs de outono.

Serão os risos provocados e as demonstrações de afeto, que adoçarão a alma e nos ajudarão a suportar o dia do luto.

Por que a vida como tudo passa, mas algo de bonito sempre permanece”

Se o meu olhar te despe,
é porque tua pele me chama
como o mar chama a areia
numa ressaca constante.


Não tenho pressa em percorrer-te.
Quero decorar teus atalhos,
fazer morada em teus arrepios,
e beber do silêncio
que escapa da tua boca entreaberta.


Tu dizes que conversa o desejo,
mas eu escuto a tua alma.
E quando minhas mãos desenham
o mapa do teu corpo,
não busco o caminho de volta...


Eu busco o abismo.
Onde eu termino,
onde tu começas,
e onde nós, enfim, deixamos de ser dois. Ever .. .. ...

Seguir em frente nunca foi sobre apagar pegadas na areia como se o mar tivesse vindo com a missão de me inocentar da minha própria história. Não. Seguir em frente, eu descobri, é olhar para cada marca que ficou e dizer com uma calma quase desconcertante: você existiu, mas não manda mais em mim. E isso… isso é um tipo de poder silencioso, daqueles que não fazem barulho, mas reorganizam tudo por dentro.


Eu escrevi demais. Meu Deus, como eu escrevi. Parecia que cada palavra era uma tentativa desesperada de dar forma ao que eu sentia, como se organizar frases fosse o mesmo que organizar o coração. E eu chorei… chorei como quem rega um jardim que já não tinha mais raiz viva. E sonhei então, nem se fala. Sonhei tanto que, se sonho pagasse aluguel, eu já teria uma mansão emocional mobiliada com expectativas irreais. Só que eu sonhava sozinha. E essa é a parte que a gente demora para admitir, porque dói menos romantizar do que reconhecer a solidão dentro de algo que a gente chamou de amor.


E no meio desse excesso de tudo, eu fui me perdendo de mim. Porque quando a gente ama demais sem retorno, existe um risco silencioso e perigoso de se diminuir para caber. De negociar limites, de aceitar migalhas com cara de banquete, de se tornar… menor. E eu sei, com uma clareza que só vem depois, que eu não caberia ali. Não porque eu não fosse suficiente, mas porque aquele espaço nunca foi feito para me receber inteira. E quando a gente tenta se encaixar onde não cabe, a gente se dobra. E se dobra de novo. Até quase desaparecer.


E aí veio a escolha mais difícil e mais libertadora: escrever tudo e enviar. Não guardar, não suavizar, não transformar em poesia bonita para consumo próprio. Entregar. Colocar para fora, como quem finalmente solta uma mala pesada depois de uma viagem longa demais. E a resposta… ah, a resposta. Ela não foi mágica, não foi romântica, não foi aquilo que uma versão antiga de mim esperaria. Mas foi exatamente o que eu precisava no agora.


Porque ela encerrou.


E às vezes, o maior ato de amor que alguém pode nos dar é justamente mostrar que importamos e que nos considera especial. Porque apesar de nada mais existir entre ambos, existe o respeito pelo que foi vivido.


Foi ali que a serenidade começou a nascer. Não aquela alegria explosiva, mas uma paz mais quieta, mais madura. Uma dor diferente. Uma dor que não fere, mas ensina. Que não prende, mas organiza. Eu consegui olhar para tudo que vivi e reconhecer: foi pouco, foi breve, foi quase nada… mas dentro de mim virou tanto. E isso não me faz fraca. Me faz humana.


Eu inventei versões, criei histórias, ampliei gestos. Transformei fragmentos em universos inteiros. E tudo bem. Aquela era a minha forma de sentir, de tentar dar sentido. Mas hoje eu não preciso mais sustentar essas narrativas. Eu posso guardar tudo isso como se guarda uma relíquia antiga: com respeito, com cuidado… mas sem uso.
Essa ideia de almas que talvez não tenham se encontrado no tempo certo é bonita, eu admito. Tem um charme quase poético pensar que em outra vida poderia ter sido diferente. Mas a maturidade chega e sussurra uma verdade simples: é nesta vida que importa. É no agora. E o agora não tem espaço para fantasmas bem alimentados.


Então eu guardo. Coloco tudo naquele baú empoeirado, lá no fundo, naquele porão interno onde ficam as coisas que já foram importantes, mas não são mais necessárias. Não jogo fora, porque fez parte de mim. Mas também não deixo na sala, ocupando espaço, interrompendo o presente.


Porque o presente… ele exige presença. E eu tenho alguém ao meu lado agora. Uma história real, construída, imperfeita e viva. E talvez o maior aprendizado de todos seja esse: amar de novo, não como quem repete, mas como quem evolui. Amar com mais consciência, com mais limites, com mais verdade.


No fim, se libertar nunca foi sobre o outro. Nunca foi sobre fazer alguém entender, mudar, voltar ou sentir. Foi sobre eu parar de me prender. Foi sobre escolher não continuar sentindo algo que já não tinha para onde crescer.


E essa escolha… ela muda tudo.
Se você ainda está aí, segurando algo que já acabou, eu te entendo. Mas chega um momento em que continuar sentindo vira uma forma de não viver. E viver, minha querida, exige coragem.


Eu escolhi viver.

Gosto de céu e mar


Lembro dos dias de sol, areia escaldante
A lua, a fogueira, o violão tocante
E as "modas" que machucavam o coração
Plantando em mim a dor de uma paixão


E o amor, ainda hoje, tem o mesmo gosto
De rio, sol, mar, céu e de areia no teu rosto
Um sonho que só existia pra mim, que resistia em mim
Hoje só saudade e lembranças sem fim


O sereno da noite se mistura ao pranto
Páginas da vida que eu guardei no canto
Um amor proibido que ninguém pôde ler
Sem chance de ao menos tentar acontecer


E o amor, ainda hoje, tem o mesmo gosto
De rio, sol, mar, céu e de areia no teu rosto
Um sonho que só existia pra mim, que resistia em mim
Hoje só saudade e lembranças sem fim

"A chuva deslisa pela telha.. Cai no chão e escorre pela areia.
Este mar tão caumo e ao mesmo tempo, sombrio.. Nada vejo, se não meu interior.. e também nada sinto alem deste triste rancor.. as lagrimas caem.. junto a chuva.. que deslisa pelo rosto e escorre pela areia..
Teu corpo, junto e distante, nao me aquece nem encendeia.. nada tenho pra me acalmar além do pingar da chuva que deslisa pela telha..

Inserida por MoniqueRS