Textos sobre Livros
Nosso caráter é influenciado pelas pessoas com quem optamos conviver. Infelizmente, muitos de nossos estudantes estão cercados por modelos de comportamento hediondos. A juventude tem mostrado claramente a necessidade de amadurecer suas ideias. É preocupante que tantos estudantes estejam sendo manipulados, e é improvável que escapem cedo deste ciclo prejudicial para a formação.
A mídia se deleita em conceder os holofotes aos criminosos, como se fosse uma sinfonia para seus ouvidos! Para eles, isso representa uma espécie de troféu, uma validação do seu status no submundo. Enquanto isso, o governo, tão imerso na corrupção quanto alguns desses delinquentes, poderia direcionar seus recursos para promover cultura e segurança nas comunidades periféricas. Caso contrário, o crime persistirá em sua soberania, alimentando ininterruptamente o ciclo vicioso da criminalidade.
A vida é uma tela em branco esperando pelas pinceladas do nosso propósito, uma sinfonia pronta para ser tocada com nossas escolhas e experiências. É um constante fluxo de momentos, onde encontramos desafios para superar, alegrias para celebrar e lições para aprender. Na sua essência, a vida é uma oportunidade única de crescimento, conexão e amor. Que possamos vivê-la plenamente, aproveitando cada instante como uma dádiva preciosa.
Na ânsia de concluir, muitas vezes esquecemos de viver. O verdadeiro sentido da vida não reside na pressa de alcançar metas, mas sim no percurso que nos molda, nos ensina e nos transforma. É nos momentos de pausa, reflexão e conexão com o presente que encontramos a verdadeira essência do existir. Portanto, desacelere, aprecie cada passo do caminho e descubra a beleza oculta nos detalhes.
“Não seja ímpio contigo mesmo, pois não sabes como seja o ar, apenas sinta o toque sincero e os efeitos e não se derive, porque as melhores coisas ela simplesmente acontecem. Veja o sol, brilha, mas não sabe ele que pode até indicar a hora através do tempo, como também, não sabe sua localização, apenas aquece, alimenta e cuida com seu calor. Não se despreende por incertezas tolas. Porém, no espaço de tempo entre o pôr do sol e o amanhecer ele espera o dia chegar, abraçando a noite. E no dia seguinte, cuida novamente daquilo que mereceu ser apreciada.”
A noite desce, e, sentado na poltrona da minha velha cabana, o teclado do computador se transforma em uma extensão da minha mente, desvendando um universo contemporâneo de ideias. Ao lado, minha fiel máquina de escrever acolhe o peso das lembranças, onde cada tecla ecoa como um sussurro de histórias passadas. O presente pulsa com inovação, enquanto o passado se revela em tinta e papel. Entre esses mundos, a criação flui, unindo a urgência do agora à nostalgia de tempos idos, lembrando que toda narrativa é um diálogo entre eras. A vida é uma escrita em uma folha qualquer, destinada a um mundo ainda desconhecido.
E quando nos ataca a melancolia e a tristeza se apossa do nosso coração, quando aos sentimos lacerados e tristes, as recordações servem-nos de lenitivo e vivificam-nos, tal como o fresco orvalho que, após um dia de canícula, refrigera, na tarde húmida, as pobres flores murchas pelo ardor do sol, e lhes dá nova vida.
"Naquela manhã, Irene estava em um transe especial, lembrando de diversas situações da sua vida, não conseguia subir as escadas para chamar a sua amiga, em seu quarto. Parou no meio do caminho e se pôs a pensar como era parecida com um pássaro em sua gaiola, sentia-se presa, mas segura, já que não sabia como era a sensação de voar." O Destino de Irene
"Os homens falam de sonhar como se fosse um fenômeno da noite e do sono. Deveriam pensar melhor. Todos os resultados que alcançamos são promessas feitas por nós mesmos, e todas feitas em sonhos quando estamos acordados. Sonhar é o alívio de nosso trabalho, o vinho que nos sustenta. Aprendemos a amar o trabalho não por ele, mas pela oportunidade que nos fornece para o sonhar, que implica a grande fuga da monotonia da vida real, escondida, despercebida, por causa da sua constância. Viver é sonhar. Só no túmulo não há sonhos."
"De uma grande maioria de nós exigem uma hipocrisia permanente, constituída em sistema. Não é possível, sem prejuízo para a saúde, dia após dia, revelar-se de forma contrária ao que se sente; fazer reverências diante de coisas de que não se gosta, alegrar-se com aquilo que lhe traz desgraças."
Qualquer que seja, entretanto, o chefe municipal, o elemento primário desse tipo de liderança é o "coronel", comanda discricionariamente um lote considerável de votos de cabresto. A força eleitoral empresta-lhe prestigio político, natural coroamento de sua privilegiada situação económica e social de dono de terras. Dentro da esfera própria de influência, o "coronel" como que resume em sua pessoa, sem substituí-las, importantes instituições sociais. Exerce, por exemplo, uma ampla jurisdição sobre seus dependentes, compondo rixas e desavenças e proferindo, às vezes, verdadeiros arbitramento, que os interessados respeitam. Também se enfeixam em suas mãos, com ou sem caráter oficial, extensas funções policiais, de que freqüentemente se desincumbe com a sua pura ascenden cia social, mas que eventualmente pode tornar efetivas como auxílio de empregados, agregados ou capangas. parte do livro Coronelismo, enxada e Voto do autor Victor Nunes Leal
Muitas das derrotas, mortes de civis e destruição teriam sido evitadas com o uso de "A Arte da Guerra": "Lutar e ganhar todas as batalhas não é a suprema glória, a glória suprema é quebrar o inimigo sem lutar". Nos últimos dias, vimos uma guerra que se preocupou mais em demonstrar o "poderio" do que em evitar o conflito. A vitória poderia ter sido assegurada de formas muito mais seguras e menos traumáticas para todos os envolvidos.
"Em meio a aridez dos nossos dias, encontrar momentos de refúgio e descanso para nossa alma é uma necessidade, e eles sempre estarão à nossa disposição, só é preciso querer, como em um singelo bate papo com verdadeiros e sinceros amigos, nas páginas de um livro que entusiasma, em um sorvete pra arejar a saudade de quem se ama, ou simplesmente no contemplar e sentir o lirismo e as delícias de estar vivo."
Quem lê enxerga mais longe e por vários ângulos, porque a leitura amplia os sentidos, desenvolve o discernimento e a nossa percepção do mundo; ler nos liberta da cegueira de ver o mundo com os olhos dos outros e cria um mundo a partir da nossa própria visão e realidade, desenvolvendo com base no conhecimento, o senso crítico e uma das maiores liberdades que o ser humano pode experimentar: a liberdade de escolha.
Quando o amor acontece, desperta o mais perfeito de cada ser, sublima o que estava encerrado a sete chaves, escancaram janelas, areja todos os cantos da alma de uma forma que você não consegue mais controlar, sacode os fragmentos de poeiras e dá sentido a todas as coisas. Por acaso, não se sente desse jeito?
O amor é uma forma de argumentação, onde defendemos nossos pontos de vista e consideramos as objeções e perspectivas alternativas. O amor é uma forma de reflexão, onde tomamos nossas próprias concepções sobre o outro e sobre nós mesmos como objetos de pensamento. O amor é uma forma de negociação, onde buscamos aumentar a aceitabilidade dos nossos sentimentos e reduzir as divergências entre as nossas concepções.
Sonhei três vezes o mesmo sonho… Numa biblioteca com seções infinitas do saber. Um silêncio ensurdecedor foi interrompido por um alarme a bater. Eu tentei pegar todos os livros que podia ver, Mas a minha presença era ignorada, como se eu fosse desaparecer. Quando saí vi uma praça bonita que era redonda, pessoas de ternos brancos seguravam outras na ronda, tentando convencê-las a ficar. Um medo me invadiu, eu corri sem parar com os livros que furtei sem pestanejar. E então despertei do sonhar
"O amor me veio como uma flecha, um feitiço, um animal interior louco e indomável que insistia em querer sair, um aroma doce e persistente de perfume. Ele me levou a lugares inimagináveis; me fez escalar montanhas e dançar por entre campos de dentes-de-leão, e me jogou do prédio mais alto possível. As vezes penso que ainda estou caindo; lutando para me segurar em alguma janela aberta."
Quando escrevemos, não necessariamente estamos nos referindo a nós mesmos ou mandando alguma indireta, o escritor tem esta mania: "escrever, expor uma ideia, um fato, um incomodo", enfim. Nós escrevemos para um todo, algo que muitos talvez não entendam, outros nem gostam, pois certamente os atingem de alguma forma, positivamente ou não, mas o fato é: nossos devaneios os fazem pensar, refletir, idealizar... Se aconteceu, o escritor conseguiu atingir o seu objetivo!
Emigrou da Itália, novo ainda, acompanhado de duas irmãs. Ficou em Niterói. Filho de um oficial reformado da Marinha, tinha, certamente, forte inclinação para a carreira Naval. No Brasil, porém, circunstâncias adversas não lhe permitiam satisfazer esse desejo, ser oficial da Marinha. Optou, então, pelo magistério, matriculando-se na Escola Normal de Niterói, onde os três obtiveram o diploma de professor primário. Tão grande já era seu amor pelo Brasil que, ao preencher o formulário para matricular-se na Escola Normal, mentiu e declarou-se natural de Campos. Falava à brasileira. Por falar assim, muitos dos que com ele conviveram, ainda hoje, desconhecem sua origem.Depois de lecionar durante muitos anos dedicou-se, após a jubilação, ao comércio de livros usados, os sebos. Jornalista, iniciou suas atividades no periódico manuscrito e composto em papel almaço pelos próprios redatores, valia, por isso, como prova de caligrafia dos "responsáveis", contou. Deixando de circular O Normalista, passou a colaborar em alguns jornais, evidenciando profundos conhecimentos sobres problemas educacionais apontando falhas e soluções. Prevendo a pouca rentabilidade da profissão de jornalista e, quem sabe, desiludido pela inoperância dos artigos que escrevia, frente à pouca sensibilidade das autoridades da época, passou a escrever apostilas de aritmética e geografia para o curso primário chegando a editar uma Taboada Elementar adotada nas escolas de Niterói. Era também de sua autoria um abecedário na qual as letras eram memorizadas já compondo palavras como ave, banco, casa, dado, etc. Livreiro, instalou-se na Rua Marechal Deodoro quase chegando à Rua da Praia, pelo lado direito de quem desce a rua, em frente ao antigo Tesouro do Estado, junto a antiga loja Rosa de Ouro. Não tinha auxiliares, ele mesmo abria a loja e invariavelmente encerrava bem antes do horário normal, segundo dizia, para evitar despesa com a eletricidade. Mentia para sair mais cedo e encontrar os amigos no Clube de Literatura da cidade, onde recitavam concursos de trovas. Foi dele a autoria da primeira cartilha que li. Circulava lentamente entre rumas de livros, com um indefectível boné de seda preta na cabeça, marcando preços, separando livros por assuntos, colando folhas soltas ou rasgadas. Aos nossos olhos de criança, seu rosto parecia com os dos reis coloridos dos baralhos antigos. Após o almoço, dormia na cadeira, no fundo da livraria, por trás do balcão, com o abafado som de Nelson Gonçalves na vitrola. Não era raro, por isso, nessas ocasiões, o freguês bater palmas para acordá-lo. E, invariavelmente, restava a mim essa função. Bons tempos.
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