Textos sobre Caminhos
Oração da manhã
Pai amado, onipotente, onisciente e onipresente.
Peço que me guie nos caminhos que hoje devo trilhar, não me deixe desviar a atenção no propósito que tens para mim, que não me perca no caminho por desvios, distrações e más condutas. Neste dia não me deixe cair em tentação, livra meu coração das amarguras e infelicidades, impropriedades, iniquidades. Que minha mesa seja farta e próspera, sacia todo vazio existencial em mim, com amor ao próximo, bondade e caridade. Amém.
Título: "Sons da Eterna Melancolia"
Capítulo 1: "Queda dos Céus e Caminhos Sem Destino"
Desde a concepção do mundo, tornei-me uma humilde serva, condenada a vagar pela Terra após o cataclismo divino. Minha existência, agora testemunha silente das intricadas complexidades humanas, é um doloroso eco do que já fui. Ironicamente, em meio à grandiosa guerra celestial, eu era apenas um anjo, uma figura sem voz.
Minha posição pairava na nebulosidade, sem um compromisso político definido. Eu permaneci no epicentro da batalha celeste mais ardente já travada.
No entanto, como reza o provérbio, "o inferno guarda seu calor mais intenso para aqueles que ficam em cima do muro". Não me aprofundarei nesse assunto, pois o desfecho é familiar a todos.
Em minha defesa, eu me limitava a observar. Não tomei partido, não emiti opiniões, evitando perturbações. Eu era o anjo encarregado da limpeza celestial, uma espécie de zeladora cósmica, incumbida de manter a ordem e o esplendor. O céu costumava ser um paraíso radiante, repleto de júbilo, e ali eu era acolhida com benevolência. Anseio por aquela serenidade outra vez.
Minha vida celestial ecoava harmonia, permeada por laços e risos. O canto e a dança eram minhas paixões, chegando a almejar ser uma cantora. Evitava conflitos, afinal, por que buscar discórdias quando a busca pelo deleite era meu anseio? Entretanto, hoje percebo que não tomar partido é, de fato, escolher o fracasso.
O tributo por essa indecisão foi exorbitante. Fui exilada, junto aos anjos caídos, uma punição que jamais antevi. O processo foi doloroso, minha luminosidade esvanecendo e meu ser se partindo em agonia. Supliquei por clemência, embora soubesse que meu Criador jamais me escutaria novamente. A queda foi uma jornada tortuosa, pontuada por cometas e congêneres condenados.
A Terra se aproximava, ponto de virada naquela contenda e em minha própria sentença. Não era o inferno, mas sim uma terra gélida, onde meus irmãos caídos e eu nos reunimos antes de sermos arrastados ao abismo real. Despencamos como meteoros em uma paisagem desconhecida, chorando lágrimas celestiais durante horas a fio.
Minha punição divina era justa. Não nutria orgulho por minha nova função, embora ela fosse imprescindível. Eu carregava o fardo de coletar almas conforme a lista ditava, sem alternativa, sem juízo. Dias de descanso eram raros momentos de paz, quando buscava refúgio em ilhas paradisíacas para vislumbrar algum alento.
Capítulo 2: "A Melancolia na Vida Humana"
No âmago de uma alma atormentada, travava-se uma batalha incessante contra a pressão de manter dois empregos extenuantes. A busca por uma fuga era constante, porém ilusória. Essa alma parecia tentar se libertar do próprio ser, mas suas tentativas só ampliavam o sofrimento que a abraçava. Como uma sombra onipresente, a tristeza pairava sobre ela, imutável.
A ideia da morte surgia como uma alternativa incerta e perigosa. No entanto, havia o reconhecimento de que esse não seria um veredito definitivo para os tormentos. O mistério do desconhecido aguardava do outro lado, uma incógnita que aprisionava sua mente.
Enquanto o universo aparentemente conspirava para mantê-la viva, ela mergulhava cada vez mais em um abismo de desespero. Tudo à sua volta carecia de significado, incapaz de trazer um vislumbre de alegria. Cada esforço parecia fadado à inutilidade, e qualquer riso se tornava uma frágil máscara. Seus olhos eram narradores silenciosos de uma tristeza indescritível.
A busca por ajuda se manifestava através de consultas a psicólogos e médicos, numa tentativa de aliviar a solidão e a angústia que a consumiam. Eu, a Morte, presenciava esses esforços, sentindo uma compaixão impotente e desejando aliviar seu sofrimento de alguma maneira.
As memórias do passado eram como cicatrizes invisíveis, profundamente enraizadas desde a infância. Lembro-me dela aos oito anos, lágrimas derramadas pela falta dos materiais necessários para uma tarefa escolar. Era uma tristeza profunda e incompreensível, uma expressão de sua dificuldade em comunicar seus sentimentos.
Criada numa família religiosa, imersa em regras rígidas, ela cresceu em isolamento, sem verdadeiros amigos. A religião, em vez de trazer conforto, instilou medo e exclusão. As restrições impostas por uma mãe que sofria de depressão sufocaram sua habilidade de se relacionar com o mundo exterior.
Seus pais, imersos na fé, privaram-na de uma infância convencional. A falta de brinquedos e a ausência de conexões sociais a mantiveram distante da alegria que uma criança merece. Enquanto eu observava sua trajetória, a Morte, questionava o fardo que ela carregava e quem deveria suportar a culpa.
E assim, ela vagava, a melancolia a seguindo como uma sombra leal. Mesmo em suas tentativas de distração, a tristeza sempre a alcançava. As feridas da infância não curadas, os traumas persistentes, continuavam a sangrar. E mesmo eu, com todo o meu poder, era impotente para salvar essa alma atormentada.
Capítulo 3i: "O Peso Invisível do Passado"
O vazio que crescia dentro dela era um buraco negro, absorvendo qualquer lampejo de esperança ou alegria. Cada tentativa de preenchê-lo resultava em frustração. Mesmo as buscas por prazer e distração eram efêmeras, pois a tristeza sempre retornava, fiel à sua constante companhia.
Talvez tenha sido a busca pelo divino que a orientou. Ela enxergava na espiritualidade uma possível cura, mas até mesmo suas preces pareciam ecoar vazias. Seu desejo por um Deus que a escutasse era um apelo silencioso por alívio, porém a solidão persistia.
Sua jornada tumultuada pela vida refletia-se em minha presença, testemunhando cada momento de sofrimento silencioso. Eu, a Morte, era uma testemunha sombria, incapaz de intervir no tormento que a consumia. Sentava-me ao seu lado, enxugando lágrimas invisíveis, sentindo a agitação de sua alma.
Lembro-me de seu sorriso forçado, uma tentativa de esconder o desespero que transparecia em seus olhos. Ela travava batalhas internas, enfrentando inimigos invisíveis que minavam sua força. Ansiava por compreender os segredos que a corroíam, por conhecer os medos que a assombravam.
Sua infância fora maculada pelo isolamento imposto pela fé. O ambiente doméstico, dominado pela religião de sua mãe, erigia barreiras que sufocavam qualquer exploração do mundo exterior. A religião, que deveria trazer consolo, transformou-se em uma fonte de angústia. Os temores do inferno incutidos por seus pais formaram um labirinto de ansiedade.
À medida que ela amadurecia, a dor não resolvida se transformava em uma presença constante, um fardo emocional cada vez mais difícil de suportar. Seus sorrisos, suas tentativas de interação, eram máscaras que ocultavam sua verdadeira aflição.
Observando-a, eu, a Morte, ansiava de alguma forma libertá-la do abismo em que estava imersa. Contudo, como uma espectadora impotente, eu não podia intervir. A tristeza dela se misturava à minha própria, criando uma conexão inexplicável.
"Ecos da Eternidade"
A trama da vida e da melancolia se entrelaçava, cada momento de desespero ecoando através das eras. Ela era uma alma perdida, uma narrativa triste que parecia não encontrar um desfecho. A cada suspiro, a cada lágrima, ela prosseguia em busca de uma saída da escuridão que a envolvia.
Eu, a Morte, permanecia a seu lado em sua jornada, testemunhando sua luta silenciosa. Cada capítulo de sua vida era uma página manchada de dor, uma busca incessante por alívio que parecia inalcançável. Mas quem, afinal, poderia resgatar essa alma atormentada? A resposta, talvez, estivesse enterrada nas profundezas de sua própria jornada.
Em tuas pernas me perco
Quando nelas fixo o olhar
Fazem lembrar caminhos
Proibidos de trilhar
E quando o olhar subo
Outras coisas descortino
Imagino o paraíso
Como sendo o destino
Não passo de um louco
Que sonha o impossível
Sonhos irrealizáveis
Se atravessam no meu caminho.
Elísio Cordeiro.
Na ausência tua, o coração chora,
Caminhos que a saudade explora.
Mas das lembranças, sorrisos a tecer,
Passado vivo, em cada amanhecer.
Do passado, a saudade traz a dor,
Vazio que parece crescer, sem pudor.
Mas olhando adiante, um novo começo,
A saudade é a ponte, não um retrocesso.
Leia de baixo para cima*
༻Caminhos…༺
༺༻
Primeiro foi o frio, depois a neve, agora o vento.
O frio permanece, afinal é seu tempo. Isto não é um lamento, mas sim um pensamento.
Lembrando os antigos dizeres hoje e obviamente tem um em que logo pensei: “Depois da tempestade logo vem a calmaria.” Vamos esperar então.
É assim mesmo, com muito pouco de certas previsões, pois neste mundo não temos nada nem ninguém que connosco para sempre permaneça, nada é eterno e mudanças chegam a toda e qualquer hora, boas e menos boas … ruins também!¡!
•••
Da minha parte à Vida um recado tenho para deixar: - Com fé e esperança aqui estou para continuar, porque quando todo o amor se tem, tudo vale a pena esperar.
༺༻
Tc.24112024/140
No dia de hoje abrimos os portais da libertação para que todos os caminhos sejam libertos de qualquer contrato feito no passado e presente. Que esteja impedindo nosso avanço e conquistas em todas as áreas de nossas vida.
Me permitindo percorrer os caminhos de possibilidade e atrair o melhor que o universo tem a nos oferecer.
Aceito receber o melhor do universo.
Apenas uma Mulher
Lá vai ela novamente toda serelepe
Por caminhos estranhos e irreverentes
Brincando com flores e borboletas
Achando que o mundo é um brinquedo
...
Lá vai ela novamente toda serelepe
Tem um monte de nomes
E um monte de definições
Mas, na verdade não tem rótulo não
Lua, chuva, sol, raio de sol
Nuvem cigana, biruta ao vento
Lenda, mito, diva, heroína, dona de si
Mas, apenas... Uma mulher!
De: Apenas uma Mulher em
Zaida Machado - Palavras em Pedaços
Pela folhagem
Em meio a folhagem te vejo, vens por
caminhos molhados pela chuva.
Tens teus sapatos enlameados, tuas
roupas coladas ao corpo e cheia de
pedaços pequenos de folhas coladas nela.
Caminhas devagar, e mostras a doçura
que és.
Quando perto chegas, com as mãos tiras
aquilo que em tua roupa tens.
Os sapatos jogas a um canto, e colocas
o teu chinelo. Aos poucos tiras a roupa molhada,
e as deixa caída sobre uma cadeira.
Para o banho caminhas, quando sais, eu não quero
que te enxugues.
Te abraço e deito o teu corpo, o meu irá secá-lo.
No iníco o sinto úmido, mas aos poucos teu corpo
aquece, os beijos o percorrem, e logo te sinto quente,
és minha, só minha por inteiro.
Passou o tempo e nem percebemos.
Da umidade um pouco há, só que não da chuva.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Artes Ciências e Artes
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
SOU 🌹
Sou apenas uma mulher
Nos sonhos mais íntimos
Sou apenas uma mãe
Nos caminhos que percorro
Sou o tempo que tento
Deixar saudades
Sou o instante no cansaço
Das ondas do mar
Sou o sussurro que há
Num pequeno momento
Sou o vento que sopra
Na terra num canto
Entre as quimeras de uma brisa
Sou apenas uma mulher
Não me posso esquecer.
Eu te descrevo
desenho as tuas linhas
percorro teus caminhos
aqueles sinuosos
tuas saliências eu desejo
nas tuas curvas me perco
enquanto isso sonho com beijos
aqueles que um dia
vou me deliciar em ti
Eu te desejo
inteiramente minha
quero ouvir-te pedir
ouvindo teus sussurros abafados
teus gemidos mais ousados
ecoando pela casa
pelo quarto....
Eu te queria aqui
intensa...nua...
entregue aos meus braços
te despindo o corpo
livrando-te de pudores
deixando os outros de lado
Eu queria poder
gritar bem alto o teu nome
para que todos pudessem saber
quem és realmente
e que tomaste posse do meu coração
Mas, como não posso
não tenho o teu nome ainda
me restrinjo a escrever
criando as poesias
transcrevendo meus sonhos
meu desejos que a flor da pele
parecem os mais verdadeiros
Eu queria escrever o teu nome
bem aqui nesta poesia
que fiz pensando em ti
Mas estou imaginado...
sinto tua presença
aqui neste quarto...
Qual será o teu nome???
quem será você que invade
que habita meus sonhos loucos
mas saiba, que eu te desejo!
(2011)
Torne-se melhor do que ontem, para que seu presente te mostre os caminhos que farão seu futuro brilhar! Esses caminhos te levarão para o aprendizado, te ensinará e te mostrará tudo o que vas precisar para o estágio da vida; com essa conclusão o seu certificado vai ser inspiração para muitos. E de tudo isso, vc olhará para a vida e pensará no seu mais íntimo do subconsciente que:
- o intuito da vida é te tornar mais forte!
Saberá que o conhecimento é a chave para a liberdade!
Torne-se seu próprio fã, e isso se fará espelho para as próximas gerações.
"Vaguei por caminhos obscuros da vida, como uma criatura errante em busca de um lar.
Procurei por alguém que tirasse minha dor, preenchesse meu coração com o amor que sempre sonhei.
Tropecei muitas vezes, a luz foi tirada de meus pés, a escuridão invadiu meu caminho.
Vi o destino em muitas vezes reescrevendo minha vida, acrescentando ou tirando páginas de minha história.
Eu quis apagar muitas coisas, perdoar erros passados, tentar dar um novo rumo a vida.
Mas o caminho é escuro, obstáculos e espinhos por todos os lados, ferindo a pele com cicatrizes, marcas que não podem desaparecer.
Eu gritei tanto por socorro, já esgotada vi alguém chegar, imaginei que a tristeza iria acabar, então os pesadelos voltariam a ser sonhos.
(Roseane Rodrigues)
Os caminhos que escolhemos para, de alguma forma, sermos felizes não é uma conquista isolada onde sou responsável por absolutamente tudo. Desenvolver o sentido de compartilhar define, em muito, nossa forma de pensar e agir, e isso nos leva a descobertas sobre o inestimável valor dos afetos e da amizade para com todos à nossa volta, mesmo que não sejam do nosso convívio, pois, às vezes, o óbvio causa irreparáveis decepções. É importante termos convicção sobre que tipo de cumplicidade queremos repartir com as pessoas, de que maneira queremos compreender e ser compreendidos diante dos constantes desafios das diferentes situações que a vida nos mostra, seja na satisfação das alegrias ou nos pesares dos sofrimentos. Jamais devemos nos prender às definições do que nos cobram injustamente ou nos impõem sem merecimento, é preciso cristalizar na mente que felicidade não é uma forma fechada de verdades que não mudam e que tem de ser igual para todos. Sempre existirão desapercebidos gestos que podem transformar nossas certezas e nos mostrar que alguns erros podem ser corrigidos, outros reparados, e outros tantos evitados, mas para tanto é preciso se despir de todos os sentimentos e atitudes que causam mal a mim e aos outros, do contrário nunca poderei experimentar os benefícios da paz. Estar perto não é tarefa que se limita aos de dentro, àqueles cujos laços não são uma escolha, pois fraternidade, proteção, amizade, caridade e toda sorte de zelo e amor podem nascer do desconhecido e se fortalecer nas necessidades mais simples, e muitas vezes essa ligação ultrapassa a linha que separa a grandeza de espírito do sangue. Receber empatia não nos obriga a devolvê-la a quem nos oferece, contudo nos eleva ao universo das solidariedades e compadecimentos, e assim vamos multiplicando o que nos foi doado e filtrando com cuidado o que nos negaram, para evitar mágoas e arrependimentos. Nos conscientizarmos que os amparos podem vir por diversos caminhos nos dá a tranquilidade para compreender as pessoas e suas razões, sejam quais forem, assim como preferir fora da lógica nos permite escolher quem entra e quem sai. Então é muito bom observar honestidade, parceria, desprendimento, finalidade e os esforços para alimentar o bom viver e estreitar os laços que unem as boas intenções, se assim agirmos evitaremos sentimentos ruins e não seremos indiferentes a quem padece, pois ser uma pessoa boa não necessita da língua, e sim do coração.
John Pablo de La Mancha
NÃO ME LEVE A SÉRIO
Não me leve a sério, leve-me para passear
Por caminhos que conheces bem
Para ver o por-do-sol repetido
Entre brigas de beija-flores e azul celeste infinito
Não leve a sério meu jeito intempestivo,
Leve-me para passear entre as estrelas
Para que iluminem meu rosto
E luzes douradas de meus cabelos
Leve me por dunas de areia, alçaremos voos interplanetários
Alienigenas seremos, num espaço solitário
E da terra não sentiremos saudades...
Leve-me para passear em tua retina,
Adentrarei tua mente por rumos desconhecidos
E brincarei nos corredores da tua alma
Encontrarei rosas vermelhas e espinhos dourados
Versos escondidos e desejos reprimidos,
Não me leve a sério, leve-me contigo
Pela história sem final,
No capitulo inacabado,
Em parágrafos interrompidos por reticências
Leve-me para passear, mas não me traga de volta
Enquanto não me levares para ver a
FELICIDADE...
Escrito por Jane Uchoa em 07/07/13
Essa minha liberdade escolhida
Idas e vindas decididas
caminhos determinados
Anônimos consentidos
Essa minha liberdade faminta
Desejos incontroláveis
Vontades insaciáveis
Presenças intermináveis
Essa minha liberdade egoísta
Essa satisfação exclusiva
Essa motivação vaidosa
Essa realização pretensiosa
Essa minha liberdade vazia
A inquietude permanente
O desapego consciente
A felicidade comedida
-E mais uma noite que não termina
os caminhos do coração são as fronteiras dos seus sonhos,
eternamente sonhos, um glamour tão profundo no teu coração,
empilhado na tua alma em fonte de desejos para sempre.
o amor é culpado por me deixar no relento da tua alma,
nada pode ser como palavras ao vento, amor seja minha solitude,
entre tando minha vida tua amor, seja o único a ser tudo para sempre.
por celso roberto nadilo
Mais um amor se foi...
E você sente, uma vez mais, que
a vida segue por caminhos diferentes
por caminhos q você não sabe quais...
Mas continua seguindo... vc... a vida...
Por
caminhos iguais...
Por
caminhos desiguais...
Qual a diferença?
Que diferença faz?
São iguais? São diferentes? Por quê? Pra quem?
Pra quem vive sem ninguém?
Ou pra quem já tem alguém?
Iguais ou desiguais..... no fim
só o que realmente importa,
é que você mantenha sempre aberta a porta!
Escolhendo caminhos...
Um amigo me disse: há encruzilhadas na vida.
Olhei pra trás (na minha vida); confesso, apenas vi uma linha reta
Não vejo encruzilhadas
vejo escolhas certas
não vejo escolhas erradas...
Apenas caminhei meu caminho
Não me sinto torta
não me importa
se alguém considerar que foi uma vida torta...
Não vejo outros caminhos q porventura poderiam ter sido seguidos
Meu caminho está traçado
Apenas sigo por ele
um passo de cada vez....maybe...alguns sem sentido
Sigo, sem dúvidas, sem medos...
Ah! e se tivesse opção de escolha? - pergunta meu amigo
Se tivesse opção de escolha - respondo eu
Seguiria o caminho seguido ou o não seguido - definitivamente não importa
Ainda assim eu não seria torta
Seria eu...simplesmente eu
Porque....quem faz o caminho é o caminhante
E o caminhante é o caminhante... não importa o caminho
Você é um simples objeto da manipulação social.
Seus caminhos são direcionados e suas atitudes são oprimidas.
Você é escravo das leis para assim se sentir livre.
No entanto sua conduta incolor e sua aparência desagradável para muitos.
Transforma sua liberdade utópica em um grande cativeiro.
E você se pergunte porque até o simples e espontâneo gesto de pensar se encontra contraído e persuadido por esse sistema selvagem.
Mas a questão é saber se podes sonhar.
ao menos sonhar por dias melhores.
Pois nossos dias sobre a terra passam como sombra.
E o caminho da morte é o mesmo para todos.
Entendendo os Sinais
Sejamos delicados,
com os presentes que Deus
coloca em nossos caminhos!
Que possamos entender os sinais,
que Ele coloca à frente
dos nossos olhos,
na esperança de sermos cada dia melhores!
Percebamos a presença Divina do nosso Criador.
Assim...traremos para a alma,
a esperança de dias melhores!
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