Textos sobre Aprender a Viver com Fé
Atuar é viver!
Atuar é viver, viver um pensamento,
Uma ideia abstrata, é imaginar
A vida sempre florindo, é sentir a realização,
Mesmo sendo apenas uma ideia.
O que falar para as crianças?
Que a vida não é tão real?
Que as ideias não podem se materializar?
Seria um pecado sem perdão,
Fazer tamanha e triste façanha...
Ser Pai
Ser pai é viver novamente as fases já vivida, porém agora com experiencias a ser transferidas e ainda assim, aprender novamente.
É olhar para o passado e não se perder no presente, é semear o futuro e ser paciente, para colher o cultivo ao longo do tempo. Espere, pois toda semeadura bem cultivada, dará frutos incríveis.
A inspiração para meus dias, é só mais um dia, poder viver, cantar, querer, desejar e amar.
Eu escrevo poesias no pensar, amo o mundo, amo o véu, o céu e o mar.
E no pensar, eu não consigo imaginar mais um dia sem adivinhar, sem deixar.
Mais logo penso que, com o passar do tempo, poesias novas irão se formar, e com as próprias, novas pessoas irão cantar.
Difícil para alguém que está no espectro autista a viver em mudanças contínuas e constantes nesse mundo. Creio que a pior dor é viver em uma época que não existe mais, e ter que olhar e perceber que muitos se foram e levaram um pedacinho que seja da nossa história, assim aos poucos dia dia deixo de existir.
"Memente mouri"
Neo7
Só te ver para meu coração disparar e voltar a viver
é te amando que o mundo se torna real para mim
é no amor que sinto por você que o prazer se completa em corpos suados queimando de prazer é com um beijo depois de dizer
eu te amo
que o amor é selado
fica só eu e você ...
Não disse o motivo, nem olhou para trás,
Alguém me contou que você se cansou,
De viver ao meu lado...
E eu, que sempre te amei DO MEU JEITO.
Agora me pergunto, em dor e SEM JEITO.
Qual foi o pecado que cometi,
Para te ver partir sem uma despedida?
Será que errei em te amar demais,
Ou fui frio, distante, sem perceber?
O que fiz para merecer teu adeus,
Sem um motivo, sem nada a dizer?
O vazio que deixaste é um fardo,
Um peso que carrego sem saber por quê,
E na escuridão do que não entendo,
Só me resta a pergunta: onde foi que eu errei?
MATERNIDADE ATÍPICA
Maternar de forma atípica é viver uma montanha-russa de emoções, onde dias de luta são superados com amor e perseverança, e dias de glória iluminam todo o caminho.
O Autismo traz desafios únicos, mas também revela forças que nunca imaginamos ter.
Cada pequena vitória é uma grande conquista, e cada dificuldade enfrentada fortalece ainda mais o vínculo entre Mãe e Filho.
A nossa jornada não é fácil, eu sei... e como sei... mas ela é única, e nela descobrimos que o amor é capaz sim de superar qualquer desafio!
VIVER ENTRE MUNDOS DIFERENTES
Viver em mundos diferentes, entre sonhos, fantasias, introspecções e a realidade - é mais comezinho do que pensa a nossa vã filosofia. A coexistência de diferentes mundos na nossa vida começa cedo na infância e se estende com nossos pensamentos inquietos da juventude, dos tempos de adultos e com mais intensidade na velhice. Por serem assim, esses mais diversos casos são tratados pela ciência, pela filosofia, pelas artes e por muitos outros campos de conhecimentos.
A psicologia, através de Sigmund Freud, explora o papel dos sonhos, sugerindo que eles são uma janela para o inconsciente. Carl Jung também investigou os sonhos, mas focou nos arquétipos e no inconsciente coletivo.
A filosofia, como Platão, refletiu sobre a natureza da realidade e a distinção entre o mundo dos sentidos e o mundo das ideias. Enquanto Descartes questionou a certeza do conhecimento sensorial, propondo o famoso “Cogito, ergo sum” (Penso, logo existo).
Nas artes, Franz Kafka em “A Metamorfose” tratou de mundos surreais que coexistem com a realidade cotidiana. No cinema, filmes como “A Origem” e “Matrix” investigam a linha tênue entre sonho e realidade.
Esses diferentes campos de conhecimentos e muitos outros não menos importantes mostram que a interação entre os mundos internos e a realidade é uma parte intrínseca da experiência humana, influenciando nossas emoções, comportamentos e percepções de maneiras complexas e interconectadas.
É fato que os sonhos interferem em nossas ideias e cenários sem as limitações da lógica e da realidade. Isso pode nos levar a pensamentos mais livres e criativos, permitindo que a mente experimente novas possibilidades. No mundo dos sonhos, as emoções são intensas e as experiências vividas têm um impacto direto no nosso estado psicológico, deixando uma marca na mente e no coração.
Ser alguém que existe em outros mundos mais intensamente do que no mundo real, explorando aspectos de si mesmo – paixões paralelas que não deixam oportunidade de alguém não poder expressar na vida cotidiana uma forma de escapar das pressões e limitações do mundo real, que não se permita ser quem realmente é, sem julgamentos ou restrições, essa dualidade é desafiadora. A linha entre sonho e realidade é tênue, e se alguém não questiona o que é real e o que não é, pode ser difícil equilibrar as duas vidas, especialmente se os sonhos começam a influenciar as emoções de sua identidade, tal fator se torna empecilho para encontrar um equilíbrio entre fantasia e decisões racionais no mundo real.
Essas pessoas que pensam assim vivem uma profunda e verdadeira introspecção. Pensam e se envolvem com ideais de beleza, de sucesso e felicidade, com vidas ilusórias de imagens esculpidas, efêmeras, tangíveis com as quais estão inclinadas a conviver. Vivem de simulação, onde os signos e os símbolos substituem a realidade por representações não verdadeiras da essência das coisas, pois carecem de profundidade e significado, onde a aparência se sobrepõe à realidade, criando uma desconexão entre o ser e o parecer. Vestem seus rostos com máscaras que não mostram um ideal tangível na busca de uma vida autêntica e significativa, uma existência baseada, nas suas próprias vulnerabilidades e não na verdade e na liberdade de uma vida factível.
Assim, o confronto das ilusões de mundos diferentes projetados pela nossa mente. nos tira a profundidade da experiência humana de vivermos de acordo com nossos valores e verdades mais profundos.
Eu quero viver ao seu lado como se fosse a última vez,
Sentir o sabor dos seus lábios como na primeira vez.
Criar momentos únicos ao lado de quem amo,
É uma espada de dois gumes, um prazer que também pode ser engano.
Nunca encontrarei flor mais bela,
Não há privilégio maior do que olhar para ela.
Apesar das diferenças e crenças,
Admiro sua simplicidade e a essência que a cerca.
Ela é calma como o mar, mas pode ser tempestade,
Não creio que exista alma tão bela em outra realidade.
Como deve ser a vida sem amor?
Se você para de amar, para de viver,
E ao parar de viver, começa a morrer.
Será que o amor não tem valor?
Sem ele, a vida perde a cor,
E seu prazer se torna diminuído, sem vigor.
Se neste mundo não há amor,
Então me arrependo de ter nascido.
A vida é simples e passageira,
Trivial, corriqueira.
Sem ao menos te perguntar,
Ela passa e te deixa marcas, sem parar.
TIPOS DE MORTES DA ALMA HUMANA E DIFERENÇA ENTRE VIVER, SOBREVIVER, DORMIR, MORRER E RENASCER
1. TIPOS DE MORTES DA ALMA HUMANA
1.1. MORTE ERRÁTICA
É a desarmonia ou separação da Alma com o seu Espírito apegando-se ao Corpo sem que o Espírito abandone o Corpo. Exemplo: A Existência Errante das Almas Humanas Terrestres.
1.2. MORTE IRREAL
É a cessação temporária do funcionamento da Alma no Corpo recolhendo-se no centro do seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo. Exemplo: Dormir num sono profundo sem sonho.
1.3. MORTE REAL
É a cessação definitiva do funcionamento da Alma no Corpo recolhendo-se no centro do seu Espírito que seguidamente abandona o Corpo. Exemplo: Óbito de uma Pessoa seguido de enterro ou cremação.
1.4. MORTE VERDADEIRA
É a harmonia ou união da Alma com o seu Espírito dissolvendo-se no Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo. Exemplo: O mais notável é a transfiguração de Jesus Cristo.
Na separação a Alma e o Espírito são Entidades desarmónicas, a Alma apega-se ao Corpo tornando-se um com ele, isso é nascer da Carne!
No recolhimento ou integração também são desarmónicas.
Mas, na união a Alma e o Espírito são Entidades harmónicas e tornam-se um revelando-se o Espírito, isso é nascer de novo do Espírito no Corpo.
2. DIFERENÇA ENTRE VIVER, SOBREVIVER, DORMIR, MORRER E RENASCER
2.1. VIVER
É fenômeno de manifestação da Alma segundo o Espírito e permite à Alma concretizar os desígnios do Espírito Cósmico ou Deus.
2.2. SOBREVIVER
É fenômeno de manifestação da Alma segundo o Corpo e permite à Alma experienciar o estado de ignorância.
2.3. DORMIR
É fenômeno de recolhimento da Alma no centro do seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo e permite ao Espírito restabelecer o Corpo.
2.4. MORRER
É fenômeno de recolhimento da Alma no centro do seu Espírito que seguidamente abandona o Corpo e permite ao Espírito aperfeiçoar a Alma.
2.5. RENASCER
É fenômeno de dissolução da Alma no seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo e permite à Alma sentir-se eterna ou ter vida eterna.
Será que ainda é possível viver o Amor?
Não esse em dissolução,
Líquido,
Estaria Bauman correto?
Porque todos me escorrem pelos dedos,
E quando se vão deixam gosto de facada torcida,
Só se sobram vísceras, resto e dor,
Choro,
Não se pode mais,
Ninguém é capaz,
Não se admite erros,
Não se constrói,
Só o sangue que se espalha,
Não exatamente a hemoglobina,
Mas, o invisível e inestancável,
De alma.
SENTIMENTOS
Sentimento é sentir,
Sentimento é viver,
Sentimento é chorar.
Sentimento é algo que
você já sentiu,
O sentimento é uma emoção, positiva e negativa.
O sentimento é a convivência
e a resiliência,
O sentimento é chorar
por motivo de alegria.
O sentimento não é uma brincadeira não,
Mas sim uma emoção
Senti e senti,
os sentimentos das pessoas.
Senti a emoção,
Senti a compaixão,
Senti a expressão e a dedicação de cada paixão.
Senti o sentir,
O sentido de sonhar,
O sentido de viver,
O sentido de amar.
Tal qual o refrão de uma certa música que disse, "É preciso saber viver!!!" Também, precisamos saber entender.
Entender que a vida é ciclo.
Ciclos duros e doloridos.
Por isso o conceito "Viver intensamente o dia de hoje como se fosse o último. E, é! Porque o amanhã tornado hoje é uma nova etapa.
Por isso a gratidão pelas pessoas deve ser perene, algo continuo e amoroso.
Assim tem que ser com os que partem pra uma nova etapa, e claro para os que acreditam. Minhas condolências à família.
Entendo que viver com transtorno bipolar pode ser um desafio diário. A montanha-russa de emoções e a oscilação entre momentos de euforia e fases de depressão podem tornar a experiência de vida intensa e, muitas vezes, confusa. No entanto, é importante lembrar que, com o tratamento certo, como acompanhamento psicológico, psiquiátrico e o apoio de familiares e amigos, é possível levar uma vida equilibrada.
O transtorno bipolar é caracterizado por episódios de mania ou hipomania, onde há uma elevação de humor, energia e atividade, seguidos por episódios de depressão, com sentimentos de tristeza profunda, desânimo e falta de energia. Esses altos e baixos podem interferir nas relações, no trabalho e no autocuidado. No entanto, o reconhecimento da condição é um passo importante para o autocuidado, permitindo que você busque os recursos necessários para gerenciar os sintomas.
Uma vida com bipolaridade também pode trazer momentos de autoconhecimento. Cada desafio pode se transformar em uma oportunidade de entender mais sobre suas emoções, limites e necessidades. Com o tempo, muitas pessoas aprendem a identificar os gatilhos, a regular suas emoções e a viver com mais harmonia.
Sem dúvida, viver sozinha pode ser muito mais saudável e libertador do que estar em um relacionamento ruim. Um relacionamento que traz mais dor, estresse ou insegurança do que felicidade pode afetar seriamente a saúde mental, emocional e até física. Estar sozinha, por outro lado, oferece a oportunidade de focar em si mesma, em seu crescimento pessoal, seus interesses e seu bem-estar.
Quando estamos sozinhos, temos a chance de nos reconectar com nossas próprias necessidades e desejos, sem comprometer nossa paz em prol de uma relação que não nos valoriza. Um relacionamento ruim pode drenar nossa energia, minar nossa autoestima e nos impedir de viver plenamente.
Viver sozinha também pode ser uma escolha consciente de autocuidado e de respeito pelos próprios limites. Em vez de se contentar com uma relação que não traz felicidade, é melhor esperar por algo que realmente acrescente à sua vida. Afinal, estar em paz consigo mesma é o primeiro passo para construir relações saudáveis no futuro, se for seu desejo.
A solidão, quando vista de uma perspectiva de autossuficiência e bem-estar, pode ser uma fonte de força e autoconhecimento.
A vida mostram nos oque é viver
Viver não é só acordar um dia para outro, só passar o dia e já está.
Viver é reconhecer cada actividade que agente faz dia pós dia.
Os erros negativos e positivos, fazem parte da vivência.
Cada batalha, dificuldade, angústia, lamentações, etc. Faz parte da vida!
Ninguém quis que a vida fosse assim, hoje estamos bem, amanhã não, depois de amanhã idem.
Viver é isso, conhecer cada obstáculo da vida.
A única solução para tudo isso, é a aceitar a sua vida, sei que você não quis que seja assim, mais lute, sei que não é fácil, mais é só questão de acreditar em Deus e em si mesma, todo mal no fim é quebrado. Dias melhores virão, é só questão de paciência e aceitar a vida como é e como vive.
Viver no mundo da lua é necessário,
quando a sobriedade na Terra virou ópio.
Caminhar com os loucos está mais saudável,
aqueles que são o que são, cheios de esperança,
com uma alegria que ninguém pode estirpar.
Bem-vindos, lunáticos, onde o sonho fura o bolo com o dedo, onde despedaçam as cascas da sandice e do óbvio, para explodir de criatividade um mundo de paletas cinzas.
A loucura de se doar sem nada esperar.
O devaneio de sentir sem nada encobrir.
Bem-vindos, estranhos no ninho, se o mundo está surreal de frieza,
vivamos a cada dia com beleza, de sermos da Lua na Terra,
e a dança no palanque dos vazios.
Da Lua para a Terra,
Do coração para a extratosfera.
Viver com Afantasia em uma Sociedade de Fantasias
Imaginar o mundo ao nosso redor é algo que a maioria das pessoas faz naturalmente, mas para mim, isso é uma impossibilidade. Vivo com afantasia, uma condição onde o ato de visualizar imagens mentais simplesmente não acontece. Enquanto outros conseguem projetar lembranças, cenários e sonhos com vivacidade, minha mente opera em um plano puramente conectado à realidade objetiva. Minha realidade é feita de informações (memórias semânticas), sem o colorido de imagens mentais. Isso já cria uma distância imensa entre como eu experiencio o mundo e como os outros parecem vivê-lo.
Além disso, existe outra camada de complexidade. Vivo também com autismo e outras neurodivergências, condições que moldam ainda mais minha percepção e interação com o mundo. E uma parte fundamental dessa vivência é o fato de que, objetivamente, só consigo experienciar o sentimento do agora. Não tenho uma herança sentimental que me ajude a filtrar o valor das coisas. Vivo de forma intensa e imediata, cada momento sem referências do passado, sem scripts mentais, não importa quantas experiências eu tenha tido. As decisões importantes que tomo são baseadas nesse único sentimento presente e na frieza do conhecimento semântico, porque não consigo conectar essas decisões a uma compreensão emocional do passado ou do futuro.
Essa ausência de uma herança emocional faz com que eu não entenda o valor das pessoas da forma como a sociedade espera. Sentimentos como gratidão me escapam, assim como os comportamentos sociais derivados disso. Eu não sei o que é "puxar saco", não faz sentido para mim, e nunca vou participar de padrões de comportamento que considero desprezíveis, apenas porque as pessoas rotuladas como "normais" dizem que isso é uma fórmula para o sucesso – sendo que é claramente parte da trajetória que levou a humanidade a construir um sistema podre.
Para mim, o que chamam de "sucesso" e "meritocracia" são lendas urbanas. A realidade é outra: é uma sociedade movida por aprovações sociais e fantasias, onde o que importa é a adequação a normas, expectativas e imagens mentais compartilhadas – algo que, na minha experiência, não faz sentido e nunca fará. Vivo desconectado desses padrões, porque, para mim, eles simplesmente não se aplicam.
Essa desconexão se torna ainda mais intensa em uma sociedade que insiste em vender a ilusão de que todos têm as mesmas oportunidades e opções. O positivismo, com sua insistência na superação individual, ignora as limitações reais que muitas pessoas, como eu, enfrentam diariamente. Para mim, que sou misantropo por questões cognitivas, o positivismo soa vazio. Ele ignora as limitações reais da vivência de grande parte da população, que sofre por ignorância e miséria, sem oportunidades reais – e de uma minoria de neurodivergentes que sequer compreende as regras sociais forjadas para manter a ilusão.
No final, o que resta é a busca por um espaço onde minha existência, sem fantasias e sem ilusões, seja reconhecida. Não me interessa seguir roteiros sociais que só reforçam comportamentos vazios. Vivo em um mundo que valoriza essas fantasias, mas para mim, o presente, com toda a sua objetividade e limitações, é tudo o que eu conheço. E nesse espaço, eu não encontro sentido nos padrões sociais que outros consideram normais.
Estar adaptado a uma sociedade que valoriza indivíduos com transtorno de conduta não é um bom sinal de saúde mental.
Maldita saudades que não há de me deixar em paz, tal saudade que não me deixa viver em paz.
Fecho meus olhos mas ainda sim sinto teu corpo,escuto tua risada e ouço a tua voz, sinto o teu cheiro e minha vontade é de te dar um beijo... mas não tenho mas o direito de fazer isto, pois tu terminou comigo e me deixou com meu amor falido
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