Textos sobre Aprender a Viver com Fé
Sofrimento Guardado
Eu sinto um vazio dentro de mim
Não tenho mais vontade de viver
Um vazio que me destrói
Todo os dias quero morrer
Não estou mais aguentando essa distância
Ficar sem falar com você
Mesmo sofrendo tenho esperanças
Sei que um dia vou te ter
Meu peito dói
Me sinto sufocado
Isso me destrói
Me sinto abandonado
Por fora uma máscara de risos
Por dentro um coração destroçado
Brincando me vêem feliz
A cada sorriso uma inundação
Lágrimas escorrem do coração
Os que me conhecem sabem
Sofro por uma paixão
[A Humanidade não dá Trégua]
Viver em sociedade é viver assim:
Se você tem dinheiro,
você é um homem livre,
Se você tá quebrado,
que Deus te livre.
Se você tem amigos,
você está no céu,
Se te sobra inimigos
se amargou com o fel.
Construa uma prisão
para se proteger,
Dos que aí fora estão
para vencer você,
Se vive sempre na luta,
se tem boa conduta,
Não viu ainda
O que esse mundo lhe oculta.
Se você espera que eles te ouçam,
As portas têm ouvido, as muralhas não.
Se você espera consideração,
Vão passar por cima, te atropelarão.
Se não tá feliz com o que tem,
Para dois terços do mundo nem isso vem.
Tem guerra por terra, guerra por tesouros,
Tem guerra fria, guerra por louros,
Tem guerra mista e guerra dividida,
Só não tem guerra pela vida.
Vida difícil, extremamente sofrida,
Só depende de você aceitar a ferida.
O ser humano complica a situação, Transformando tudo em complicação.
Será que é isso que somos ?
Será que vamos viver ?
Porque se assim for, não quero saber,
O que o destino virá a reger.
A humanidade não dá trégua
(não dá trégua).
MENTIRAS
Jamais se desvie da verdade,
Não deixe a mentira te dominar,
Anima-te em viver na sinceridade,
Cuidando para não se contaminar!
A verdade pode ser dura,
E às vezes pode até machucar,
Mas é a atitude que cura,
E que faz a ferida sarar.
Qual vantagem daquele que mente?
Por um tempo pode durar,
Mas não dura para sempre,
Pois um dia a verdade à tona virá!
A mentira pode ser atrativa,
E até se mostrar eficiente,
Mas não traz boa perspectiva,
É confiável como uma serpente!
Por isso compre a verdade,
E nunca venda pela melhor oferta,
Não dê ouvidos às mentiras,
Porque um dia serão descobertas!
Rodivaldo Brito em 03.11.2018
·
liberdade de amar
liberdade de viver
liberdade é lei
pois sendo livre
desconhece ser cativo,
se tem tudo mas á um valor,
deferi se ao ser pensador
deferi a alma diante do respeito...
se tem para declarar independência
dito justiça se identifica a moral...
enquanto a ética desnutrida compadece
nas clareza dos bons costumes direitos iguais a todos,
até se prove ao contrario é inocente...
entre provas cabais o intuito ter um culpado,
tudo é relevante a tenha liberdade revogada.
no tramite legal ser livre uma questão de ponto de vista.
expressar o que é, apenas um desejo...
num corpo que não te pertence a falta do ser é puramente
do espaço vazio que acompanha de argumentos de privilegiativos acendentes com antecedentes criminais.
burlando as leis liberdade declarada é registrada no devido arquivo,
a sentença é um termo de circunstancias obtidas pela igualdade de direitos.
Sempre tive a convicção da forma que queria viver a vida.
Seguindo e acreditando nos mesmos aspectos. Percorrendo a mesma trilha, confiando que ali seria o caminho certo. De fato, era e continua sendo.
Mas chega um momento da sua vida, que você questiona sobre seus próprios pensamentos, suas próprias conclusões e se lamenta por não ter mais a mesma convicção de antes.
Você desmorona, abaixa a cabeça e desvia seus passos a outra direção.
Por que você quer acreditar que entrando em outro rumo, permanecerá a mesma pessoa, entretanto, vista com bons olhos. Você quer ser como aqueles que estão a tua volta, quer agrada-los, agindo como os próprios. Por que não?
Está apenas questionando sobre ser o que jamais foi. Que tem de errado nisso? T u d o e N a d a.
Você é vítima de auto-sabotagem.
Acredita que tomou as melhores decisões, enfrenta novos desafios, sem ao menos te-los estudado.
Sim, você sabe o que vai enfrentar quando o problema cai em suas mãos, está propício a soluciona-los, mas quando você os cria, difícil é reverter a situação, a cegueira é imperceptível. Já não sabe mais como chegou ali, não faz ideia de como voltar atrás ou avançar.
Porém, por mais difícil que seja, sabe-se que uma das ( "soluções chave ")
É a A P R E N D I Z A G E M.
" Eu aprendi com isso? "
Claro que sim. Tudo que fazes é sinônimo de aprendizagem.
Acertando e errando. É assim que se aprende, sabes onde está o certo e errado.
Não apenas compreende, como amadurece,
Sabe onde caminhar, onde não deve pisar.
Por que além de acertar, os erros são essenciais para que não possas repetir mais. E se repete, alguma coisa ali ainda não foi solucionada. E sairá desde círculo vicioso apenas quando encontrar este problema.
Enfim. Percebeu como para tudo tem uma solução? Por mais que não acredite, que ache que jamais encontrará caminhos até chegar o ponto que parou, ACREDITE. Este caminho existe. E estará esperando por você, quando menos crer. Pode até mesmo não perceber e só se dar conta, quando olhar parar trás e compreender tudo o que passou:
-Eu venci mais um obstáculo! E para lá, não voltarei mais.
Conto da vida real - 1
Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.
Se você ainda não está disposto a viver cada dia da sua vida aproveitando todas as oportunidades de ser feliz, sem medo de quebrar a cara, então seus pensamentos estão distantes da criatividade, imaginação e inovação.
A inovação não é um livro; inovação é vida, é risco, inovação é experimentar o inexplicável. inovar é fazer aquilo que qualquer outra pessoa ainda não capaz de fazer.
Inove, faça diferente, faça o que ninguém fez!
Meus pensamentos.
O sentido do amor:
"O amor é sentido, mesmo sem querer.
É vivido, mesmo sem viver."
Patrícia ama Paulo, mas Paulo ama a Ana, que ama o João. E o João que ama a vida, só ama a si próprio, por opção.
O amor não se escolhe, ele que te encontra e te acolhe.
É o sentido de sobreviver.
De amor ninguém morre. Mas morre por dentro, pela falta de amar além de viver.
E se amar é viver, ame a ti mesmo e aos outros além do "poder".
O amor é precioso, ame antes que possa perder!
Pois o João da história que ama tanto a vida, aprendeu amar a si primeiro, e logo aparecerá a Maria para se tornar o amor da sua vida!
A Patrícia, o Paulo e a Ana, ora vão desencanar, que amor não correspondido, não merecem dias perdidos.
E enquanto menos eles esperam, um amor verdadeiro aparece assim, meio que sem jeito.
Amor dá sentido a vida e a vida dá sentido ao amor.
Amar é o melhor momento, quando a gente está amando, tudo se transforma por dentro!
_Autora #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 09/11/2018 às 14:20 hrs
Viver, se Prender, Olhar e não perceber que o caminho se encerra na chegada do oceano, tornando insignificante a sua existência perante a magnitude do mar!
Viver, escolher, errar se surpreender, tentar, fazer valer a cada segundo para nunca se arrepender e jamais chegar a dizer ouve um tempo que gostaria de esquecer!
A cada dia que passa Dependo mais da Tua Graça! Os dias são maus,não sei viver sem a sua proteção,dependo da tua misericódia a cada momento em minha vida.
Não sei viver sem ti Jesus! Meu eterno Salvador! Tu És a Luz que me guia na escuridão, Tu estás sempre presente nas horas de aflição.
(Maio - 2011)
Passado / presente
Amar o passado
te faz condenado
a viver o presente
sem olhar para frente
Viver de passado
é tempo roubado
é horas perdidas
de viver alegrias
Passado passou
não precisa esquecer
porém o agora
te chama para viver
Se joga se atira
porque o relógio
da vida ora para de bater
Amores vão e vem
das dores se aprende
que nem tudo
é como a vida
que acontece
só uma vez
Então aproveite
seu tempo
de segunda a segunda
enquanto respira
faça acontecer.
#Poema #autora #Andrea_Domingues ©
Direitos autorais reservados 12/11/2018 às 9:00 hrs
Amar a vida é a primeira fase do saber viver.
Não importa onde você parou, em que momentos da vida se cansou,
Renovar: é acreditar em você de Novo.
Lembre-se que somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar.
Amar a Deus, Amar a vida, Amar os pais e irmãos, Amar o próximo, Amar o Amor da sua vida.
Afinal de contas, nós somos o "Amor".
És o fogo que me consome, a incerteza do meu viver, a luz do meu olhar uma das razões mais fortes do meu sorriso.
Inquietas o meu coração, sinto-me suster a respiração quando me olhas.
Sinto-me diante do abismo quando estou contigo, teus braços são o salto do abismo, a prova de fogo em como és a loucura que consome o meu corpo, a minha mente.
O teu beijo permite-me esquecer que existo, que tudo o resto existe. És o universo, a calma, o desejo e a paixão, és tudo e nada!
O meu raio de sol em dias de chuva e o meu nevoeiro em dias de sol...
Será que é amor, paixão ou loucura, não é felicidade absoluta!
Deixa-me ser luz, quem quiser escurecer que se apague;
Deixa eu ser amor, quem quiser viver o ódio que se envolva no mal;
Deixa eu sorrir, quem quiser ser antipático que se deixe levar pelo fel;
Deixe eu ser Sol, quem quiser ser alma fria, que seja gelo.
Só não queira me levar para o seu mundo,
Só não queira me induzir a amargar contigo.
Eu sou livre para viver,
Se fores preso no teu chão, é culpa de escolhas erradas.
Saudades de quando eu podia viver
Saudades de quando livre eu podia ser
Saudades do amor que eu sentia
Saudades dos amigos
Saudades da família
Saudades de rir por onde eu ia
Saudades de correr, pular, andar, dançar, cantar
Saudades de falar o que eu sentia
Saudades só não tenho da minha triste agonia
Saudades de quando o vento no meu corpo batia
Saudades de olhar no olho daquela bela menina
Saudades e o que da pra ter daqui de cima
Saudades e o que deixei com a minha partida.
VIVO ✍
Vivo sem viver
Caminho por caminhar
Alma minha despida
Despida sem saber
Da dor que me flagela
Que ceifa as flores do meu ser
Já a morte cobiça-me
Ridiculariza-me sem piedade
Dá-me uma silvestre flor
No meu corpo adormecido
Nesta primavera que tento
Com força esperar por ti
Neste dia que amanhece
Rasga-me como numa luta de morte
As sombras que me cobrem
Que se abrem ao silêncio, ao esquecimento
Ferida em agonia neste medo de viver
Ilusão numa cova coberta de flores ciprestes
Nas emoções que geram o sal da vida
Como pode o peixe vivo
Viver fora da água fria
Como pode o peixe vivo
Viver fora da água fria
Como poderei viver
Como poderei viver
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Os pastores desta aldeia
Fazem prece noite e dia
Os pastores desta aldeia
Fazem prece noite e dia
Por me verem assim chorando
Por me verem assim chorando
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
MEU VIVER
Mais uma vez escrevo,
E me inspiro em você.
Driblo a incerteza e o medo,
Consigo a tristeza vencer!
Apenas por um momento,
Sinto que o tempo não correu,
Tão longe vai meu pensamento,
Nada que lembre um adeus!
Crio imagens e planos,
Todos retratam você.
Conto os dias e anos,
Nada me faz esquecer!
Embora o tempo passe,
Não passarei sem te querer,
Na poesias e nos sonhos,
Vou construir meu viver!
Rodivaldo Brito em 22.05.1983D
►A Vida Sem Você
Eu gostaria de escrever sobre você
Pois, a muito tempo deixei de viver
E, contigo eu sentia isso, a vida
A mesma que já não me gera mais alegria,
A mesma que deixou de ter aquela nostalgia.
Aqui, agora, eu não escrevo minha felicidade
Tão pouco minhas aventuras e amizades
O máximo que consigo soletrar é a criatividade,
Aquela que me salva de um mundo de várias faces
De um mundo de pessoas que parecem,
Mas que não são amigáveis.
Eu gostaria de escrever sobre você
Talvez por sentir falta, não sei dizer
Mas, precisa de um motivo?
Talvez eu esteja apenas me sentindo sozinho
Talvez você seja importante para mim
Ou quem sabe eu só esteja cativo.
Ficar observando os carros indo e vindo é uma tortura
Pois, sei que não a verei em um Gol ou Fusca
As luzes da cidade são lindas e me ofuscam,
Enquanto a saudade por ti, chama
Eis que me vejo em um dilema, em chamas
Enquanto sofro a ausência de minha dama,
Da pessoa que meu coração tanto ama
E que se debate de saudade por todas as semanas.
Liberdade é ir, seguir, transformar o passado em lições, fazer aquilo que ama. É transceder, viver com aqueles que trocam experiências, aprendizados, respeito, amor e fraternidade. Para eles o que menos importa é o seu seu status ou aparência...
Liberdade é poder compartilhar conhecimentos e receber em troca um abraço, uma troca de experiências, é amar a natureza e sentir o pulsar desse Todo ao nosso redor ...
Liberdade é Ser e não estar...
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