Textos sobre a Morte
Jesus nasceu, viveu e morreu por nós, mas a história não parou aí. Ele ressuscitou, venceu a morte e deixou claro: "Eu estou vivo!" Ele veio ao mundo para nos dar esperança e mostrar o caminho, mas desde aquele dia em que trocaram o Filho de Deus por um criminoso, o coração humano tem insistido em olhar para o lado errado.
Hoje, a gente vê a mesma troca acontecendo de novo. O Natal, que deveria ser sobre o nascimento de Jesus, virou só festa, presentes e distrações. Trocaram o verdadeiro significado por coisas passageiras, por figuras e histórias que não têm nada a ver com o propósito original.
É como se estivéssemos repetindo a mesma escolha da cruz: deixando de lado o Salvador por coisas que não preenchem o vazio. Mas ainda dá tempo de mudar. O Natal é sobre Jesus, sobre o amor que Ele nos deu. Bora colocar o foco no que realmente importa e lembrar que Ele nasceu, morreu e vive por nós até hoje.
Lembranças após morte !
Lembranças após morte,
de que adianta ?
Se quando vivi,ao teu lado,
nunca fui lembrando.
Poemas e versos sempre escrevir,
vistos por muitos, mas nada me foi dito.
Nem uma palavra de incentivo, nenhum
vá enfrente meu irmão.
Isso só me trouxe tristeza e muita decepção,
pois eu vi que meus amigos, não me tinham consideração. Pois todopoeta anseia, por um aperto de mão.
Precisou Alguém Morrer !
Precisou Alguém Morrer,
Pra dá um fim ao Look Down,
Se fosse a morte desse cabra,
Nós estaríamos muito mal.
Confinados em suas casas,
sem saber pra onde ir,
muitos ficaram deprimidos
e outros vieram a sucumbir.
Mas os gritos de um soldado da
Polícia Militar, do Estado da Bahia,
Fez o Look Down, parar.
Foi no Farol da Barra,
onde tudo aconteceu que
o pobre do soldado,
cravados de balas faleceu.
A morte !
A morte é único vilão,
de que ninguém consegue escapar.
Nós os vivos, temos que viver segundo a vontade de Deus.
Ele nos dar a vida, e a toma quando bem quiser.
Por isso não devemos questionar-lo,
quando chega a hora dos nossos
entiqueridos, tiveremque partir.
Eu sei de uma coisa, se eu posso
declarar para alguém que o amo,
terei que fazer isso, enquanto essa pessoa
pode me ouvir, porque depois que
decem a capa fria não poderá mas me ouvir.
Não adianta eu chorar, e nem gritos ficando dando, porque a pessoa do caixão, não está
mas me escutando.
Ou se nasce para a morte ou se morre para a vida!
A vida é o início do caminho que leva à morte, a dor é a conseqüência do que traz a lágrima, e o ranger de dentes é o mártir inconfundível nos olhos humanos.
Transverter o que não se pode sentir medir o que não se pode ver amarrar o que não se laça. Leva a morte o que da vida se fadiga e pouco se limita no enrijecer do coração. Nasce para a morte e morre para a vida.
Pasmaceira de tenebrosa abominação ao léu de um meio mundo de mortos inebriados por névoas.
A despeito da morte
Após passar por dois eventos morte em 40 dias na mesma família, assistindo o sofrimento dos familiares e amigos, sofrendo junto com eles essas tristes perdas, como também por ter sentido de perto, porém salva por um quase, obrigo-me a refletir sobre este tema:
Há realmente uma dualidade subjetiva no conceito morte?
Para os que partem, a libertação, a salvação, o descanso eterno.
Para os que ficam, o martírio da perda de um ser amado, querido e desejado.
A despeito da morte, a vida, o respirar, o fôlego, o viver, o andar, recusando-se a parar, o movimento continuo, o ressignificar!
Há quem diga que a morte também é transformação, um renascimento, um encerraramento de um ciclo, um fim, porém um recomeço, uma metamorfose.Como se fosse necessário morrer, matando a dor, para renascer e florescer sem culpa.
"E se também há mares, a morte digo, pois do universo inteiro, só quero a marte!"
DESCOBRIR A VIDA NA MORTE
Eu já faleci, há uns anitos...
Fizeram-me todas as encomendações
E recomendações conforme a fé familiar...
Segui, por fases, todos os trâmites legais
E funcionais, entre os quais:
Como era grande pecador,
Passei primeiro pelo crivo
Doloroso da peneira das penas do Inferno,
Que me chamuscava os sovacos da primavera ao inverno.
Passaram-me depois a outra repartição:
Esta, bem mais animadora,
Graças minhas a Nossa Senhora!
Eram os tempos do Purgatório,
Onde me fizeram purgar tudo e o acessório.
Mas, senhores, puseram-me tão magrinho!
Chegada a hora de melhor sorte,
Fizeram-me chegar de elevador ao piso seguinte,
Numa manhã luminosa e serena,
Ao Céu, aos Pés de Nosso Senhor da Boa Morte!
Olhou contristado para mim e falou:
Que purga! Que magrinho e tão tristinho!
Aí, eu fiz uma cara de anjinho e Ele continuou:
Rapaz! Vais ter direito a banho de sais e mais...
Vão dar-te calção de praia, óculos de sol e t-shirt.
Depois, vais mas é divertir-te!...
Respondi, com decisão:
Não, Meu Senhor!
Se estou no Céu, quero primeiro ver a minha mãe, meu pai, irmãzinha e tantos mais!
Não é que Nosso Senhor, começou a arrotar
E a deitar pelos olhos luzes fatais!?...
Sentei-me no chão e comecei a chorar, a chorar...cada vez mais!
Senti uma mão no ombro, tão leve e serena, como uma pena...
Era o Nosso Senhor a dizer: Vamos lá, rapaz, vamos à nossa vigília.
Não demora muito e verás a tua família. E eu sosseguei!...
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 09-05-2023)
TRÂNSITO NA PASSADEIRA DA MORTE
Ensinaram-me a andar,
Atento e devagar,
Para não ser atropelado
Nem atropelar
Quem se cruze no fado
Comigo,
Mesmo em único sentido
Na vida.
Senhor, com tanta brida,
Nem se respeitam sinais
Nem prioridades,
Tantos mortais senhores de nada
Que querem fazer da estrada
A coutada dos seus ruins ideais!
Têm cara de demónio
O único prazer património
Que querem auferir na vida,
É matar gente já sofrida.
Ontem, pela manhãzinha,
O sol raiava pela fresquinha
E eu meti pés ao caminho
Para aspirar a vida de mansinho.
Alguém em potente máquina de matar
Quem na frente deles se atravessar,
Me ia levando inutilmente pelo ar,
Como já morto e inerte passarinho.
Salvou-me alguém lá dos céus,
Que mesmo sem ouvir os brados meus,
Deu-me a força de me atirar à valeta
Em voo rasante, como em tempos,
De tantos outros contratempos,
Eu, como uma leve borboleta,
Pousava e saltava sem parar
Sempre que me queriam matar.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 01-07-2023)
AI, SE A MORTE NÃO FOSSE VIDA
Já pouco falta para descer à cova fria
Do campo santo da minha freguesia
Uma irmã minha em Cristo estimada
Velhinha anciã por todos amada
A sempre esbelta senhora Maria.
Jamais quis a idade dos Profetas
Que eram seres de outros planetas
Mas ela ia subindo a escala da vida
Que agora acabou mas já comprida
A cumprir as promessas de suas metas.
Do pó nasceste, ao pó voltarás na fé
De ti e daqueles que acreditam que é
A nova semente que cria a Ressurreição
De um dia na mais gloriosa e pura União
Vivermos todos em harmonia talvez até
Com Cristo, o Messias, mesmo ao pé.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Muito Triste Por Escrever, em 18-03-2026)
Vivendo como se fosse alienada
Tendo a vida como inimiga
E a morte como aliada
E esse paradoxo me fadiga
Sigo tendo o medo como combustível
Vou andando um passo de cada vez
Nessa situação tão lastimável
Vencer e focar eu possa talvez
Não quero cair nesse abismo
Que leva a auto piedade
Não que seja ceticismo
Por que quero viver com dignidade
Não creio que um milagre me aconteça
Por que tudo se ganha com muita luta
Por isso levanto a minha cabeça
Disposta e resoluta!
Antônimos
Tão certo quanto
Dois e dois são quatro
Diga-me, qual o antônimo de morte?
Diria vida, exato?
O antônimo de escuro
Sabemos que é claro
O antônimo de quente
Certamente é frio
Da vida deveria ser morte
Mas há quem proteste
Pois diz que a morte não é o fim
Diga-me qual o antônimo da morte?
A Morte em Anúncios de Sessão de Empregos
Como amanhã você é outro em relação a hoje, o que te alegra hoje poderá não te alegrar amanhã.
Como assim, eu sou outro amanhã em relação ao hoje?
Lógico que é, tudo amanhã trocou, Células morreram, células nasceram, as ideias são outras, os afetos são outros e tudo mudou. Aliás, é porque amanhã você é outro, que você morre, porque se amanhã você fosse o mesmo que hoje, você não poderia morrer. Como você vai morrer, é porque amanha você é outro.
Entendeu ?
A morte de Deus
Aironia de um existir é muito inteligente, pois revela, de forma lúdica, verdades em que muitos se enxergam mas não se reconhecem pelo simples fato de estarem com as mentes enraizadas pelos conceitos criados pela sociedade. Somos uma folha em branco quando nascemos, mas cada sociedade, cada grupo humano que vive de rótulos, nos transcreve a sua "verdade". Talvez, com essas saborosas ironias, a libertarmos desses rótulos que nos prende e escraviza. A verdadeira liberdade é a consciência que temos de nós e como a lidamos perante o mundo, sem o medo característico imposto pelas crenças mundanas com aparências espirituais.
A Morte da Imprensa programada
Antes de tudo, deixo claro que defendo a paz e torço para que o diálogo seja o grande vencedor.
Esta mensagem não é sobre Putin , mas sim sobre a morte do jornalismo. No lugar da informação, a propaganda. No lugar da análise, o ódio cego.
Aqui na imprensa da Europa, após eu ler em um jornal joga em uma sarjeta, meio amassado e totalmente sujo de barro, há um misto de medo e perplexidade. A contundência da crítica a Putin, é muito mais pela necessidade de repetição da propaganda do que por vontade de analisar o que realmente está acontecendo.
Ninguém quer avaliar a situação sob outra narrativa que não seja a a responsável. Por isso, é que estão sem saber o que fazer e falar. Comentam o episódio de hoje como se fosse um recorte isolado, um acontecimento inesperado. A Ucrânia tem sido usada como títere.
Os exemplos do Iraque, Líbia, Síria, Afeganistão, etc. não ensinaram nada? As armas de destruição em massa que nunca existiram, a destruição da Líbia, as mortes e miséria, o roubo do petróleo e outras riquezas. Parece que para a imprensa da Europa nada disso aconteceu.
Por isso, aviso que ninguém tem coragem de brigar com a Rússia. Os russos estão preparados para superar as sanções. Enquanto Biden diz que vai “orar”, os europeus vão pagar muito mais caro pelos derivados do petróleo e vão perder a competitividade industrial.
A Rússia e a Coreia do Norte só existem porquê possuem armas de dissuasão. Sem isso, ninguém estaria mais vivo nesses países, enquanto na Europa e EUA, estariam comentando sobre uma nova música ou um novo filme.
O mundo não é mais unipolar. A China é a uma nova potência e isso não é dito na imprensa daqui. Os russos estão aliados à China e são muito bem armados. Os chineses sabem que se a Rússia perder esta batalha, será o próximo alvo.
Taiwan será ocupado pelos chineses em breve. Aqui ninguém fala sobre isso. Querem apenas esperar isso acontecer para depois dizerem que a China é uma ditadura, etc. Esta chamada “civilização ocidental” é um engodo. Isso é marketing puro. A imprensa morreu.
Medo da morte
Você é um babaca que sai de casa
Achando que irá causar confusão
Talvez algum incidente lá na praça
Você fala que é fogo, mas é brasa
Tentando se destacar na multidão
Foge quando ocorre uma desgraça
Medo da morte, medo da morte
O seu fim está muito próximo
Medo da morte, medo da morte
Todos os outros achariam ótimo
De quantos você já correu até hoje
Depois de tentar expor a sua visão?
Humildade serve como um lema
A alguém que tenha consideração
Mas o seu nada merece repúdio
Ninguém gosta de se aproximar
Medo do depois, medo do depois
Não existirá par a lhe consolar.
Lá estava eu, cara a cara com a morte
Olhando no fundo de seu crânio eu disse:
Obrigado, morte, esse inferno já não fazia mais sentido
Agora, ao seu lado, aproveito a paz e a liberdade de um mundo melhor
Ao lado de anjos ou demônios, pouco me importo
pois os demônios de verdade me chamavam de querido, de amigo, e de filho.
Bem ou mal, amor ou ódio, vida ou morte, Deus ou Demônio, ou VOCÊ? Quem pode mais?
Menos: seria VOCÊ.
Exaltam de um Deus do bem, do amor e da vida. A grande maioria falsifica a sua personalidade coletiva em busca somente de ambição individual e maligna.
Se é o Demônio que domina o todo o mal, o ódio e talvez a morte, para que nesses pobres ter essa herança na mente?
Seria Deus também um Demônio ou são filhos de uma mãe Deus envolvida por um Demônio pai?
Todos qualificados filhos de Deus, protegidos por essa divindade.
Disputa da guarda...
Que poder esse Demônio possui que tanto os envolvem, ou desenvolvem ao nascer?
Se dizem Filhos de um Deus da perfeição; Repletos de defeitos cruéis, profundos e obscuros. Por que correr nas veias esse negativo DNA?
Se existe uma salvação desse tal Demônio, por que podem optar e escolhê-lo internamente?
O porquê dessa semente mal germinada ainda não sabem...
Que castigo infernal, impostos a esses meros filhos do mal! Seria apenas uma breve passagem mortal, com reversa devolução à sua terra natal e a seu pai anti-celestial.
Ímpios e puros sempre praticam e ofertam a paz. Pare de mentir para si. Não seja o dono da verdade e enxergará a suprema piedade necessitada, que nunca te admite a veracidade de toda a realidade.
Todos iguais, o planeta pede paz.
Salve sua alma enquanto há tempo no seu minimo tempo ou alimente sua vida de condenação.
O luto não é só sobre a morte de alguém, mas sobre a morte de coisas que existiam dentro de nós, pode ser um casamento, um projeto que não deu certo...entre tantas outras perdas que vivemos na vida
Sei que o melhor a se fazer é viver esse momento, não lute contra, sabe aquela fase meeega clichê, mas que diz : "Aceita que dói menos, nunca fez tanta sentido como no luto, pode parecer pesado, mas assim como a morte, e a dura realidade.
Não adie, não engula, não deixe pra depois, chore sempre que achar necessário, é isso que vai te fazer renascer.
TEMOR DA MORTE.
" O homem, seja qual for o grau da escala social a que pertença, a partir do estado de selvageria, tem o sentimento inato do futuro. Diz-lhe a intuição que a morte não é a última palavra da existência e que aqueles que lamentamos não estão perdidos para sempre. "
Allan Kardec.
. A beleza da morte morte
A Morte sempre soube seu papel,
Chegava para todos, um final cruel.
Mas nunca parou para sentir o ar,
Até que a Vida, radiante, a fez sonhar.
Nos olhos da Vida, um brilho sem igual,
Tão magnífica, um amor sem par.
A Morte tentou, mas não pôde tocar,
Decidiu então, apenas acompanhar.
A cada passo, um novo encanto,
A Morte fascinada, em doce espanto.
Como a Vida era bela, sem disfarce,
Crueldade seria não se entregar a esse enlace.
Foi ali que a Morte se apaixonou,
Pela Vida, um amor que a transformou.
O mais puro que podia existir,
Vindo de algo sombrio, a Morte a sorrir.
Mas o dia chegou, o inevitável,
A Morte relutou, um nó apertado.
A Vida, sábia, compreendeu a dor,
Era o momento de cumprir o amor.
Num abraço final, o destino selado,
Nascemos sabendo o fim, predestinado.
Mesmo que doa, temos que aceitar,
Que aqueles que amamos, precisam partir, e nos deixar.
