Textos sobre a Consciência
Os humanos, uma raça consciente cheios de remorso, terror, raiva e vingança, criaturas que mesmo com consciência fazem coisas horríveis com seus próprios com os seus iguais, será que é está consciência que os faz tão preconceituosos e racista ? e que faz eles se sentirem superior as criaturas de sua própria raça ? Enfim percebo que mesmo que me seja doloroso admitir, esse e quem sou, esse e quem somos humanos conscientes
Quando um pensamento se embaralha, percebo que minha mente tá embaralhada, e não o pensamento. Mais do que cuidar do pensamento, preciso cuidar da mente. O pensamento não produz a mente. A mente produz o pensamento. O pensamento pode mudar, pode deixar de existir, mas a mente sempre vai estar ali. Não faz sentido se perder num pensamento, se a mente é maior que o pensamento. É preciso voltar a atenção pra mente.
Se me for permitido, escolho não reencarnar novamente nesse mundo. Conviver com tanta injustiça e gente maldosa não é pra mim. As vezes acho que não sou desse mundo, mas sei que tenho meus resgates pendentes. Trabalho minha consciência, minha índole e minha evolução pra merecer um lugar mais justo e honesto. Que assim seja! 🙏
Na jornada da evolução, deixamos para trás o que não nos agrega. Compreendemos que muitos prazeres momentâneos não trazem a plenitude que buscamos. Avançar exige sacrifício e investimento, seja de tempo, dinheiro ou energia. Então, reflita: o que você investe hoje te conduz ao merecimento ou te mantém preso à escassez?
Se a educação começasse no berço as pessoas não dependeriam de igrejas para serem honestas, Deus não precisaria do medo delas para que fizessem o que precisa ser feito, e nem de "porta-vozes" para falar a seus corações, os mesmos que, em vez de juntá-las, as dividem entre "escolhidas" e "condenadas".
Ainda que se mostre inteligente para definir objetivos e montar seus planos, o aético é um ignorante funcional, uma vez que não consegue distinguir certo de errado. Daí porque se mostra potencialmente mais perigoso que o antiético, que pelo menos é consciente o bastante para não colocar a mão num vespeiro com maior potencial agressivo do que o dele próprio.
Sabem qual a principal diferença entre um bandido oportunista – que entrou no esquema por uma vantagem imediata – e o pulha de carteirinha, contumaz e consciente? É que o primeiro treme nas bases quando é apanhado, morre de vergonha de ter sua foto nos jornais e depois entrega o jogo todo em que foi envolvido. O segundo jamais! Vai subir na tribuna, desafiar todo mundo a apresentar as provas, aparecer na TV, dar entrevistas e continuar segurando seu cargo até o último instante, e mesmo quando já estiver na cadeia com tudo provado, vai erguer o punho triunfante e se posicionar perante a sua gangue como um paladino da coragem frente à corja de "justiceiros" que "armaram" para o deixarem fora do front de batalha! De admirável mesmo, só possuem o cinismo inabalável e a obstinação para sustentar o insustentável!
Quem cresceu sem a presença dos pais sabe da dificuldade absurda que é desenvolver sua linha de conduta por falta desse importante componente norteador. Tão triste quanto, porém, é descobrir-se órfão emocional de pais que jamais puderam servir-lhe de espelho, pois que sua compreensão do modelo a seguir precisou, a duras penas, contrariar radicalmente o exemplo que lhe foi apresentado ao longo de toda uma vida.
Aceite, não fuja, viva todas as suas dores; mas no final tire as devidas conclusões. De nada vale um tombo se não o aprendizado de como não cair mais. Um dia vai tomar consciência que todas as desavenças e desagrados servem para lapidar quem você é. O que hoje lhe parece algo ruim pode ser um esclarecimento amanhã. Mantenha o foco e não ignore os sinais
Todo "desbranquecimento" de uma cultura deve ser procedido de forma gradual, nunca de forma abrupta e artificial, para não gerar desconfiança, medo e rancor. Afinal o mundo não pode em um dia, amanhecer, e nem deve acordar negro, índio e amarelo por que os interesses políticos, comunicativos e midiáticos, querem de repente contemplarem um maior numero de pessoas esquecidas e invisíveis.
Sei que estou sendo repetitiva, e continuarei sendo, porque a TV também continua repetitiva. E eu não sei ficar ouvindo calada. Então eu insisto e repito, é a classe social que dita a capacidade de competir, e não a cor. Quanto mais pobre for a pessoa, maior o riSCO de ela ficar pra trás, e de até sofrer violência e de morrer também. Mas parece que preferem colocar a culpa na cor do que exigir do Estado políticas que visam melhores condições de vida pra todos nós, brancos, negros, pardos, indígenas..., uma política comprometida com a erradicação da fome, da exclusão social, e com o fortalecimento da educação... e que isso não viesse a ser só no papel.
A única coisa que eu acho revolucionária é a conscientização – sobre o que é a vida, o que é o mundo, o que são os outros –, que é o que, de fato, evolui a conduta humana. Infelizmente, a falta disso é o motivo por que tão poucos compreendem isso. Alguns poucos, na verdade muito poucos compreendem, sabem, ou podem compreender isso.
Quando algo te magoa profundamente, você se lembra e chora, é um processo natural, pois você está ferido; o tempo passa, com a prática do perdão seu choro irá cessando, até seu coração sentir um alívio, é seu processo de perdão se expandindo. Quando o amor próprio começa a crescer, você se lembra daquilo que lhe magoou e agradece pelos aprendizados em Gratidão. Quando a sabedoria chega você se lembra, e vê que pode usar sua dor ou amor como exemplo para ajudar outras pessoas, isto é expansão de consciência!
É preciso ampliar a visão, principalmente das universidades que não são lugares de militância, mas de conhecimento e reflexão... temos obrigação de mostrar todos os lados da história para que o aluno por si próprio decida seu caminho. E não doutrina-los por uma causa irrelevante que os tiram o direito de pensar livremente e os transformam em fantoches de governos abusivos que enganam e escravizam.
Todos devemos nos conscientizar de uma coisa: o ser humano está nesse mundo para buscar crescimento espiritual e para isso deve aprender a conviver e aceitar as diferenças. Devemos reconhecer que somos todos iguais em direitos e deveres, em nossas qualidades e defeitos, erros e acertos. Alguém uma vez já disse e eu concordo: só existe uma raça... a raça humana.
O dia dedicado à memória de qualquer coisa ou a alguém é um esforço de conscientização oferecido a quem não tem. Esta é a razão deles existirem e talvez este seja o aprendizado mais difícil que trazem: manter a consciência deles mesmos e dos processos relacionados acima das histórias contadas e dos heróis, até que não sejam necessários, pois todos os dias serão de tudo e de todos.
O desejo ardente e incansável de um coração intenso para que a reciprocidade se faça presente, que o seu amor não seja tratado com desprezo, que a falsidade permaneça ausente, que o tempo ao seu lado seja vivido com empenho, usufruído com sentimentos e afetos compartilhados, que alimentem a liberdade do seu espírito, por considerar que viver é raro, assim, não permite desperdício ou ensaios, menosprezar a prudência, seguir apenas a impuslidade, destruir a própria consciência, dessarte, a esta brevidade precisa ser vivenciada com muita consistência.
Posso percorrer o mundo em busca da felicidade, mas onde quer que eu esteja, que eu jamais esqueça que ela depende somente de mim, do meu bem estar, da minha paz de espírito, da minha consciência. Não há no mundo felicidade maior do que a certeza do dever cumprido e isso não tem preço. Somos eternos viajantes, e o que nos torna grande é a nossa capacidade de encontrar a felicidade em nosso íntimo e compartilhar com nossos semelhantes.
Na complexidade da mente, tentar persuadir alguém a abandonar convicções irracionais é uma tarefa árdua. A sabedoria sutilmente sugere que, muitas vezes, a razão não conquistada não cede ao raciocínio. É no delicado entendimento pessoal que as sementes da verdade devem ser plantadas, esperando pacientemente para florescerem na consciência.
Cada palavra absorvida é um tijolo na construção da sua identidade. O que você lê, ouve, assiste e pensa molda o ser que você está se tornando. Nossa mente é um jardim, e cada pensamento é uma semente. Cultive sabiamente, pois o que você planta, inevitavelmente, florescerá em sua realidade. Seja seletivo no alimento para sua mente, pois ele é a força que determina sua essência. Ao direcionar a atenção para influências positivas, cultivamos um solo fértil para o crescimento pessoal. Seja o arquiteto consciente de sua própria narrativa, escolhendo construir uma história alinhada com seus valores mais profundos. O poder de transformação reside na consciência de cada escolha, pois, ao prestar atenção, você forja a trajetória de quem você se tornará.
