Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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⁠O inimigo não se assusta com nossas vitórias humanas, nossos bens ou status. Ele teme, sim, quando renunciamos ao pecado por amor a Deus. Cada renúncia, cada ato de mortificação, cada "sim" a Cristo e "não" ao mundo, fere o orgulho de Satanás.

Como nos ensina a Igreja Católica, a verdadeira vitória espiritual está na cruz, no sacrifício e na fidelidade. Quando negamos a nós mesmos, tomamos nossa cruz e seguimos Jesus (cf. Mt 16,24), mostramos que pertencemos a Ele. O diabo odeia isso, porque sabe que almas que vivem em estado de graça, frequentam os sacramentos e praticam a renúncia por amor, se tornam verdadeiras ameaças ao inferno.

Conquistas passam. Mas a santidade — fruto da renúncia e da graça — permanece eternamente.

Inserida por dirley_bastos

⁠Pensar todos pensamos, saber pensar, direi, já não é para todos.

Pensar aprende-se pelo exercício da mente, ou seja, pensando, mas retirando dessa experiência factos e amadurecimento intelectual, no aperfeiçoamento e repetição das "sinapses neuróticas": a mecânica da nossa intelectualidade.

Decorar, o aprender sem pensar, é mesmo um desastre. Isso não é sabedoria, é simples conhecimento, porque a sabedoria, a verdadeira, reside não no que sabemos, mas naquilo que fazemos com esse conhecimento.

A aprendizagem resulta do aprender a pensar.

Inserida por HCR7

Ser fiel a si mesmo é o primeiro passo para não se perder no outro. Quando quem amamos não está, percebemos o quanto a vida é dura — e curta. Esperar finais felizes parece ingênuo diante da realidade que insiste em nos quebrar.

Mas há força na dor. As partes que se quebram revelam quem realmente somos. A ausência do outro escancara a necessidade de presença de si. E quando dizemos “nunca mais”, talvez estejamos, enfim, dizendo “agora, sim” — para nós mesmos.⁠

Inserida por italo0140

⁠Sair da pressão da cidade, não pensar em nada (ou pensar em tudo, mas com leveza na alma), não olhar para o relógio, sentir o sol, ouvir cada barulho por perto, principalmente o barulho da água ou o canto dos pássaros, respirar se permitindo sentir cada aroma ao redor…
Ah, que riqueza! Uma riqueza única, pessoal e que não se traduz em uma batalha insana para “deixar para alguém como herança”. É um presente de Deus para nós. É um carinho de nós para nós mesmos.
Quantas vezes, no nosso dia a dia, notamos que nem estamos respirando direito, comendo, dormindo direito, tomando água, nutrindo corpo e alma? Quantas vezes…
Quantas vezes fazemos refeições em pé, monitorando cada segundo para dar conta de tudo. Quantas noites passamos virando de um lado para o outro, pensando em problemas cuja a solução não está ao nosso alcance…
Quantas vezes nos percebemos com a mandíbula dolorida, tensa, a língua presa e a respiração quase que escassa(apenas o suficiente para existir).
Em meio a isso tudo, uma vida (no sentido literal). Um coração, um corpo, uma mente, um espírito; todos exaustos e prestes a parar, afinal, nem um recebe os cuidados mínimos.
Mas antes que essa vida pare, paremos nós! O trabalho, onde vc será substituído em um ou dois dias após não existir mais, continuará lá, funcionando. Sua cadeira será ocupada por outra pessoa.
Suas contas logo serão esquecidas. Suas conquistas serão engavetadas e talvez lembradas por alguns. Seus filhos, é certo, chorarão, mas em breve também seguirão suas vidas e, talvez, em dias específicos, lembre-se de você . Seu marido, sua esposa, também precisarão seguir em frente. E talvez essa nova pessoa seja o seu extremo oposto, alguém que tem mais tempo.
O fato é que, a gente precisa normalizar o silêncio. Respeitar nossos limites e impô-los a quem quer que seja. Precisamos aprender a sair da presença de alguém e deixar aquela conversa dificil por lá. Sair do trabalho e deixar lá, todo e qualquer assunto que diga respeito a aquele local (afinal, já vendemos diariamente inúmeras horas das nossas vidas para um CNPJ. Não precisamos vender a alma também).
É preciso cultivar relações e hábitos que ficarão, mesmo quando chegar a hora de partir. É preciso ser mais que lembranças na parede de alguém e ser a recordação de momentos em corações diversos. É preciso ter o prazer de dormir uma noite inteira e de acordar no dia seguinte ouvindo a grandeza de Deus à nossa volta. E compreender o quão rico somos se pudermos ver OU ouvir OU falar OU andar OU sentir OU pensar. E se pudermos tudo isso então, somos MILIONÁRIOS. Muito mais que muita gente…

Inserida por triers

Bom dia, meus amigos e amigas.

Hoje, excepcionalmente, não vamos iniciar uma nova série.
Recebi uma mensagem tão forte, tão verdadeira, que decidi que ela seria o nosso bom dia.

Vale cada palavra. Vale cada reflexão.
Leia com o coração aberto.

Com Deus, coragem e caráter, seguimos juntos.

⁠Mensagem Extra – 5+1 | Depoimento que toca a alma

“Manoel, eu te acompanho faz mais de cinco anos… e nunca tinha te escrito assim.

Mas essa série sobre inteligência emocional me pegou. Me atravessou. Porque chegou bem no meio de uma guerra dentro da minha própria casa.

E no primeiro áudio, quando li a frase ‘transforma talentos em problemas e famílias em campos de guerra’, eu chorei. Porque era exatamente isso.

Te confesso… Eu estava prestes a estourar com meu filho. Mais uma vez. Por nada. Por tudo.

Mas aí, algo dentro de mim gritou: ‘Respira. Lembra o que o Manoel sempre fala… repete, grava, aplica.’

E eu fiz.

Respirei.

Fiquei em silêncio, como tu ensinaste. E pela primeira vez em meses… a conversa não virou briga. Virou ponte.

Eu ouvi. Ele chorou. Eu chorei. E sabe? Foi o começo de algo novo.

Ainda lembro da tua voz numa palestra: ‘A mente aprende por repetição. Grave no coração o que quer viver na prática.’
Pois eu gravei, Manoel. Gravei tudo.

E agora eu entendo: inteligência emocional salva vidas sem levantar a voz.
Eu só queria te agradecer. De verdade.

Hoje, se eu sou uma presença de paz… é porque um dia você plantou essa semente em mim.

Obrigado por não escrever textos… mas deixar cicatrizes de cura nas entrelinhas.

Com Deus, com coragem, com caráter. Estamos juntos. Sempre."

Inserida por MDP007

⁠Se o tempo parar

É como se as estrelas numa noite estrelada não me alumiassem...
Se negassem a clarear a solidão que está dentro do meu coração.
É como se a escuridão se tornasse mais escura e por isso se alegrasse.
É como se o sol escaldante... tórrido de uma tarde de verão minha fronte queimasse...

Até virar cinzas...
E com isso não se importasse.
É como se eu caísse em um abismo escuro...
E só mais abismo encontrasse...
É como se esta terra não mais me quisesse...
E pro mundo do nada me exportasse.
É como se nada mais importasse.

Se o tempo por um momento parar cogitasse.

Inserida por RosangelaCalza

⁠No teu Porto

Por que me olhas assim?
Não vês? Sou um barco à deriva...
Qual é a tua satisfação
se eu for engolida pela imensidão?
Imensidão do mar...
imensidão das trevas
imensidão da dor
é para tais caminhos que tu me levas...

A quem queres mentir?
Não vês nos meus olhos a agonia
de ir afundando pouco a pouco
um pouco a cada dia?

Por que me roubas dos bolsos o meu pouco de alegria?
Ajude-me a desatar os nós…
todos os nós...
Seja meu Porto seguro
e asseguro... o resultado será bom.
Deixaremos o vento soprar,
a maré nos levar,
a onda balançar,
tudo o que é ruim que está por perto pra bem longe arrastar.

Inserida por RosangelaCalza

⁠Não há nenhum mapa

Diga-me que há algo de bom neste mundo
que as dores duram apenas segundos
que o tempo passa
e leva com ele toda desgraça.

Diga-me que os gritos silenciosos
e os prantos em segredo
serão todos pelo tempo curados...

Diga-me: ‘não precisa ter medo’.
Diga-me que posso ser feliz
exatamente como o é uma criança...
diga-me que as belas lembranças que trago na memória
saberão por si só encontrar a trajetória...
... diga-me!

Diga-me que há uma representação que possa me guiar...
que não seguirei até o fim perdido e sozinho...

Diga-me que há esperança
Diga-me que há o mapa do caminho.

Inserida por RosangelaCalza

⁠A educação que as crianças recebem nas escolas não é suficiente para ensinar princípios básicos de caráter, esses só o exemplo dos pais ensina. Quando a criança vê os pais maltratarem uma pessoa menos favorecida quer seja financeiramente ou intelectualmente entende que aquele comportamento é certo, O mesmo acontece quando a criança vê os pais embolsarem troco a mais que a caixa lhe deu. O exemplo ensina mais que as palavras.

Inserida por antoniofelippo

Reparação Já!

Não é favor, é justiça.
Não é presente, é dívida antiga.
Não é concessão, é reparação.
É o grito do povo preto,
ecoando pelas ruas,
pelas periferias,
pelos corredores do poder
que por séculos nos ignoraram.

É a urgência das mães,
dos jovens,
dos anciãos,
que carregam na pele a marca da exclusão
e no peito o sonho interrompido.

É o Movimento Negro,
que não se curva, não se cala,
que planta consciência em solo fértil
e colhe a força de quem não se abala.
São organizações que se erguem
na borda do abismo social,
erguendo pontes,
construindo saídas,
escrevendo narrativas
para um futuro menos desigual.

Porque não basta sobreviver,
é preciso existir por inteiro.
Reconstruir o chão que nos negaram,
tomar de volta o que sempre foi nosso,
romper as cercas invisíveis,
criar espaços onde antes só havia negação.
Cotas, ações afirmativas,
educação com permanência e acesso,
crédito, emprego, oportunidades—
políticas que devolvem

o que nos foi roubado sem arrependimento.
Porque fomos empurrados ao porão da história,
mas seguimos de cabeça erguida,
com os pés fincados na luta,
com a alma acesa pela vida.
Reparar é corrigir o ontem,
é garantir o agora,
é fazer do amanhã um território
onde o racismo não mora.
Queremos igualdade de fato,
não apenas no papel.
Queremos justiça concreta,
e não um discurso superficial.

Reparar é romper as correntes invisíveis,
é libertar os corpos e os sonhos,
é construir um mundo
onde toda vida tenha o mesmo valor,
os mesmos caminhos,
as mesmas possibilidades.

Reparação é reconhecimento.
Reparação é reconstrução.
Reparação é justiça ancestral,
é equilíbrio histórico,
é dívida que precisa ser paga.

Reparação já, porque a nossa história não se apaga.
Reparação já, porque o tempo da espera não embala.
Reparação já, porque viver com dignidade
é direito, é raiz, é palavra sagrada.

Inserida por claudia_vitalino

⁠"Refúgio na Eternidade"

Há um barulho no mundo que não me deixa ouvir a minha própria alma. É tudo tão corrido, tão sem direção... Os homens passam por mim como vultos, perseguindo algo que não sabem nomear. Correm para onde? Fogem de quê? As torres brilham, mas brilham falsas. São feitas de vidro, sim — e, por dentro, ocas. Há corações ali... ou apenas sombras?

Eu me recuso. Recuso o barulho, a pressa, a vertigem de ter sem ser. Ergo meus olhos — mas não aos altares da modernidade. Não aos palcos, nem às telas que se alimentam de vaidades. Ergo meus olhos para o invisível. Para o que não muda. Para o que me chama quando o resto silencia. Ergo meus olhos para Deus. Nele, sim, há direção. Nele, sim, há casa.

E então me pergunto: o que são os prazeres modernos, senão relâmpagos que não aquecem? De que vale o ouro, quando o peito geme em silêncio? Há vozes por toda parte; há mentiras emolduradas em telas. Mas minha alma — ah, minha alma — deseja chão. E encontra esse chão em Deus.

Ele não muda. Mesmo quando tudo muda. Mesmo quando o chão treme. Mesmo quando a dor veste o rosto das manhãs. Ele é meu refúgio, meu lugar seguro, quando o mundo desaba em mim. Seu amor é um abraço invisível que me sustenta quando já não há mais nada. Sua voz... é como o vento leve nos dias quentes: não se vê, mas se sente.

O mundo quer poder. Quer vaidade. Mas isso o torna cego por dentro. E os reis modernos, tão bem vestidos, caem sem fazer barulho — porque o vazio não pesa. Eu, ao contrário, descanso em Deus. É ali que respiro. É ali que existo sem me perder.

Quando tudo falha — a ciência, a razão, os discursos tão bem ensaiados —, quando a alma geme por algo que não se compra, é em Deus que encontro a canção. A cura. O pão. E, principalmente, o silêncio que me devolve a mim mesma. Porque Ele é o lugar onde minha fé descansa... e floresce.

Inserida por rosangela_montano

⁠Casa de Versos

Escrevo pra poucos.
Poesia escolhe os seus.
Vem mansa, mas não mente,
toca onde o barulho não chega,
acende o canto dos olhos,
sussurra o que o peito calou.


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Não escrevo pra multidões,
nem pra mãos apressadas.
Escrevo pra quem cultiva silêncios,
pra quem sente o mundo em segredo
e se emociona com o que não se diz.


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Poesia não bate à porta —
chega como brisa de fim de tarde,
se aninha sem alarde,
faz morada sem pedir.


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Quem habita meus versos
ouve música como quem respira,
sente o vinho como memória,
dança com a própria sombra
e descansa na solitude,
como quem voltou pra casa.

Jonatas Evangelista

Inserida por jonatas_evangelista_1

⁠A Sombra da Ideia

Em que canto se esconde o real,
senão na lembrança do que não foi?
O mundo é reflexo desigual
de algo que pulsa… mas já se foi.

Toquei o belo com olhos fechados,
buscando formas no véu da razão.
Mas o que vi eram traços borrados
de um ideal preso na ilusão.

A alma — essa prisioneira antiga —
geme por algo que não sabe dizer.
É sede de luz, mas sempre ambígua,
no espelho das coisas por conhecer.

Caminho entre sombras projetadas,
tentando lembrar o que nunca vivi.
Meu peito carrega estradas fechadas
e um silêncio maior do que eu previ.

Ó verdade, tão longe e tão pura,
por que deixaste migalhas no chão?
Sigo-as sem fé, mas com ternura,
como quem ama sua própria prisão.

Inserida por higor_capellari

Quimera da saudade.

Tempos idos que não voltam
Um sentimento que invade.
Desejos que me faltam
Me lembram a doce saudade.

Sob o devaneio tento olhar
Encaro o ser com peculiaridade.
Vejo a maldita quimera sangrar
Clamando por piedade.

As passadas coisas que inexistam
Eram as propagadoras da serenidade.
E por mais que não sintam,

Ainda percebe-se uma vivacidade.
Afinal são elas que orbitam
À doce saudade.

Inserida por Guilhermerramosz

⁠Meu Pilar:

Mãe, uma palavra que expressa amor,
Amor sem o qual não posso viver.
Uma sílaba que é sinônimo de flor,
Flor que alegra meu dia além de seu dever.

Mãe, és mulher de muito valor.
Cada sacrifício da senhora me faz ver
Que eu não seria nada sem teu calor.
Seu cuidado com os seus me faz comover.

Mãe, nos dias frios, tu és meu cobertor.
És meu guarda-chuva que me protege antes de chover.
Apesar de meus erros, tento a cada dia ser seu beija-flor.

Mãe, o pior cego é o que não quer ver
Que sem o teu amor
Eu não conseguiria viver.

Inserida por Guilhermerramosz

⁠DIA 2 – Vilões Invisíveis

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Nem sempre é o que aconteceu.
Às vezes, é o que não aconteceu.
O abraço que não veio. O "eu te amo" que nunca disseram.
A ausência de cuidado… que virou dor silenciosa.

Carregamos feridas de infância, traições, rejeições.
Palavras duras que se alojaram feito espinhos na alma.

E aí, qualquer coisa dispara esse passado não curado.

Mas Deus vê.
Ele conhece a ferida que você nunca contou a ninguém.

E hoje Ele te diz:
“Eu não te deixei. Eu te sustento. E posso te curar.”

Amanhã vamos falar sobre a armadilha do “tá tudo bem”...


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DIA 3 – A Armadilha do ‘Tá Tudo Bem’

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Quantas vezes você sorriu…
Mas por dentro, gritou?

Disse “tá tudo bem”…
Só pra não explicar o caos?

A verdade é: a gente cansa de parecer forte.

Mas Deus não cura o que você esconde.
Ele cura o que você entrega.

Hoje, permita-se ser sincero com o céu:
“Pai, eu não estou bem.”

É o começo da libertação.

Amanhã, vamos falar sobre perdão — o remédio que queima, mas cura.


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DIA 4 – Perdão: o Remédio Amargo que Cura

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Perdoar não é esquecer.
É escolher não carregar mais.

Não é dar razão ao outro.
É libertar a si mesmo.

Enquanto não perdoamos,
ficamos presos ao que nos feriu.

Mas Deus nos ensina:
"Perdoa como foste perdoado."
E quando obedecemos…
O coração respira. A alma recomeça.

Amanhã é o encerramento — e uma oração por cura.


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DIA 5 – A Cura Começa Aqui

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Chegamos ao último dia da série…
Mas talvez seja o primeiro da sua nova história.

Você olhou para dentro. Sentiu. Lembrou. Chorou.
Agora, é hora de entregar.

Feche os olhos e ore:
"Deus, eu reconheço as feridas que carrego.
Cura o que o tempo não curou.
Restaura o que a dor destruiu.
E me dá forças para recomeçar… de verdade."

Cura interior é isso: Deus tocando onde ninguém mais toca.

Continue essa jornada.
Gente curada transforma o mundo.

Inserida por MDP007



O céu nublado anuncia a tempestade
Que se apodera de mim
A indignação constante de quem não é compreendido

Chuva de flechas dilacerantes
Inundaram meu ser
Mais uma vez eu cai
Fui desacreditada de mim

Infelizmente um elo quebrado
Mil vezes dor .
Impune da minha crença perversa
Desejei a morte com muita dor

Quem diria , escrava de se
Banida maldita...

Inserida por Ariane28

⁠ATENÇÃO: PROCESSO COGNITIVO OU PROCESSO AFETIVO?

A Atenção não é um processo Cognitivo.

A Atenção é um processo Afetivo.

Porque a sua prática sistemática potencializa o Sistema Límbico e melhora estados afetivos do Sujeito Homem, tornando-o, por exemplo, mais sereno e mais tolerante.

Inserida por Amanciorego

Ecos da desolação

em um vale de sombras onde o sol não brilha caminhos perdidos a dor é minha filha as árvores murmuram segredos antigos sussurros de alma que não tem abrigo ecos da desolação gritos no vento a vida se arrasta eu sinto o tormento cada lágrima caída
é um peso a mais na estrada sombria não a paz
o tempo se arrasta como espectro sombrio memórias amargas em um sonho frio à noite eterna
o céu é de chumbo e cada passo dado sinto o profundo
a vida se arrasta eu sinto tormento cada lágrima caída é um peso a mais na estrada sombria não é uma paz e quando a tempestade vier me abraçar sem querer sua força me consumir devagar no abismo da mente a esperança
Se esvai
na escuridão eterna sou só apenas um cais então aceito a dor como minha amiga fiel na melodia triste que ecoa no céu enquanto a última chama se apaga em meu ser nos ecos da desolação vão renascer.

Inserida por dunga_trismegisto

Sabe… certas dores não gritam. Elas silenciam a alma devagar, como quem fecha as cortinas de um teatro depois do fim. Algumas feridas não sangram mais, mas seguem abertas dentro da gente, como páginas que o tempo não teve coragem de virar.

Elas criam um véu — sutil, quase invisível — sobre tudo o que fomos antes do abismo. E é nesse véu que a alma aprende a respirar diferente, com mais cautela, com menos fé. Nunca tente levantar esse véu… Ele não é esquecimento. É sobrevivência.⁠

Inserida por italo0140