Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Eu realmente desejo que seu maior sucesso na vida aconteça nos bastidores. Que tenhas reconhecimento nos palcos afora, mas que, ao sair de cena, ao sair da frente das pessoas, no seu quarto, antes de dormir, com sua cabeça recostada no travesseiro, você realmente esteja feliz, em paz e realizado. Afinal, o que realmente nós somos é aquilo que fazemos e sentimos quando ninguém está nos vendo.
O que é essa coisa que nós pega e joga no ar, em um imenso vazio onde só existe o próprio "eu", onde o "são" e "eles" são inválidos. E como se só bastasse o você somente por você mesmo, tornando algo pesado demais para se sustentar. Valendo ou não valendo nada, a gente simplesmente não se importa nem suporta o que os outros tem a pensar, é aquela velha história de sempre, nós mudamos ou nós sonhamos nada vai mudar.
"O que mais me dizem é que tenho que tomar cuidado com o que eu escrevo pois "sou da igreja", ou "sou religioso" e outros blábláblás. Primeiro, a sociedade possui um modelo de religiosidade que não sou obrigado a seguir, e segundo que não sou todo mundo, nem fui feito numa fôrma única, quando colocaram os religiosos na esteira para serem moldados eu cai, bati de cabeça e fugi, então não me meça pelos teus padrões."
Eu escrevo e, escrevo e, escrevo. Eu escrevo até doer os dedos e, queimar minha alma. A sensação de asfixia é grande, é exorbitante. A garganta pigarreia e o corpo desmorona. Eu tento, eu tento, mas eu não consigo libertar minhas dores. De escritora amadora, passei a ser o buda no caminho do nirvana. A minha cabeça pede trégua, meus músculos pedem trégua, meu coração pede trégua. Tudo em mim levanta a bandeira branca, mas só consigo ouvir o sopro do vento lá fora, não tem ninguém para responder. Não tem ninguém com vontade o bastante para fazer com que eu pare com isso. E, eu escrevo e, escrevo e, escrevo, mas o nó continua entalado em mim. Eu escuto músicas reflexivas que me ajudam, naquele dó escravo do piano, eu me sinto um pouco melhor, mas volto a escrever. Não me falta inspiração, me falta dedicação. Me falta ser viva assim fora do papel, fora dos meus textos. Todos os dias a caminho do trabalho, pegando o transporte público, eu me transporto dentro da bolha e, fico lá. Fico lá, observando as pessoas a minha volta, escuto suas conversas, eu rio em silêncio, tiro minhas conclusões e, as vejo partir. E, é assim que me sinto, uma espectadora observando a vida das pessoas, observando o resquício de vida que parte, sem eu me dar conta. A cada dia, um dos meus suspiros leva mais um sopro da minha vida. E, eu continuo a escrever e, escrever, para que assim me sobre alguma coisa. Eu não queria ser lembrada, não queria marcar a vida de ninguém, não queria me tornar passado ou futuro, sempre quis ser presente, quis ser vida, quis ser alegria, quis ser luz, mas acontece que escritores deixam sua marca no mundo. Escritores são lembrados depois de suas mortes, depois de terem vivido suas vidas mesquinhas. E, eles escrevem e, escrevem. E, eu não paro de escrever e; escrever, porque minha vida se tornou um labirinto cheio de caminhos que me carregam de volta para o ponto de partida. De todas as minhas escolhas, nada parecer mudar, nada parece dar certo, nada parece seguir o rumo do mundo. Me arde o peito correr e, perceber que corri em círculos, apenas. Minha cabeça me arrebenta os neurônios. E, eu quero chorar para isso acabar, mas o sofrimento é insistente. Se ao menos alguém lesse meus textos, a dor seria menor, mas não é. E, os meus temores começam a se tornar realidade, porque as coisas nunca mudam. O meu relógio biológico estagnou no tempo e, agora eu me sinto presa. Eu estou presa. E, eu continuo a escrever; eu continuo, porque isso é a única coisa que não acaba, porque é a única coisa em mim que é capaz de mudar o curso natural das coisas.
Eu estava pensando em lhe dizer coisas bonitas ,elogios e palavras afetuosas, mas cheguei a conclusão de que você não merece , não merece um texto meu , uma carta, uma frase, uma citação . Você não merece nem um monossílabo vindo de mim porque é - comum e vazio demais para caber no meu vocabulário , e consequentemente , na minha vida.
Eu tenho essa urgência de viver, essa pressa de qualquer coisa que ultrapasse a inércia. É isso que me faz jogar dados ao acaso e me atirar de carros em movimento, é por isso que ando longe de viadutos. Meu suicídio diário não é uma forma de morrer. É uma tentativa desesperada de encontrar vida.
Eu gosto de poder confiar nas pessoas, isso me trás conforto, mas ao mesmo tempo também é perigoso. Em algum momento alguém irá te decepcionar de alguma forma, porém quando a decepção vem daquele que você confia demasiadamente, o golpe é sempre maior e mais doloroso. O desafio então é ter que viver nessa linha tênue entre o confiar e o desconfiar, porque com o passar do tempo e dos golpes da vida, as pessoas e os fatos vão deixando cicatrizes, e cabe a nós tentar não se contaminar com isso ou usá-los para não cometer novos erros.
Sabe, se eu soubesse há alguns anos atrás, o que eu sei hoje, várias coisas seriam diferentes. Eu não me arrependo de nada do que eu já fiz no passado, pois eu fiz o melhor que eu pude, acreditando no quê pra mim era o correto, mesmo quando eu estava errado. Aprendi do pior jeito que... Não se pode mudar o passado, mas se pode mudar o presente, pois o presente é o martelo que se forja o futuro.
Eu me pego pensando ate agora, por que os livros nos fazem viajar no mas intimo de nossa imaginação ? E minha unica resposta é ..Por que é na nossa imaginação que conseguimos ver a beleza real de um mundo melhor, de uma paz inabalável, de ser o que desejamos... dentro da nossa capa de faz de contas , é fugir desta correria , deste mundo tão cruel, que cada dia nos absorve pra uma dimensão sem voltas e sem rumos e sem palavras certas ´apenas bobagens.. não existem mas autores e poetas , músicos e canções que nos faça pensar no AMOR, no próximo ,na cultura, na sociedade, na igualdade.. Os livros abre as mentes fechadas para a vida de sonhos , a vida completa , a transformação que pode existir em cada um de nós..Mesmo com milhares de tecnologias eu não trocaria por paginas amareladas, por paginas com cheiros de conhecimentos , de emoções , sentir cheiro de paginas de livros e sentir perfume suave de um MUNDO melhor e de gente que ainda pode fazer a diferença a mudança...Escrever e um ato de ajudar o nosso próximo a sentir e a mergulhar cada vez mas na imaginação do seu próprio "EU"...O que você ama? EU AMO LIVROS QUE FAZEM A DIFERENÇA NA VIDA DE CADA UM..
Se um dia eu tiver a desventura que escolher entre o vozear e a oscilação de minhas mãos, escolho minhas mãos. Com elas eu impetro a altivez da caligrafia, exatamente aquilo que indubitavelmente todos leem! O que se fala pode ser instável; e pelo logro de precários trovadores o que se ouve, nem sempre é o que se quer dizer!
Eu já chorei , já sorrir. Eu já gritei e já falei manso . Eu já tive vontade de te beijar , como também já tive vontade de nem olhar pra sua cara . Eu já beijei outras bocas e lembrei dos seus beijos . Eu já abraçei alguém pra servir de consolo pois meu coração tava partido .Já passei noites escuras , enquanto pra mim tava tudo claro . Já fui durmi chorando segurando 'a aliança ' que você me deu . Como também já fui durmi feliz da vida com um esperança cheio de incertezas que você me dava. Já fui a uma balada me diverti bastante e no final aquela velha frase : ' trocaria isso tudo pra estar com ele ' .Já peguei o telefone na esperança de você ligar. Já liguei por varias vezes 'confidencial' pra escutar tua voz,pois agente antes não durmia sem ao menos escutar a voz um do outro . Já tive tantas emoções boas , como também já tive aquela quando vir você sendo feliz com outra, mas ainda assim desejava estar ao teu lado , com todos esses erros . Eu já fui a um show , gritei , tive emoções ... e me lembro como se fosse hoje , cada musica de jorge e mateus um trecho era te enviado . Já te disse 'eu te amo' sem querer , já me enganei tentando achar você . Já errei , errei por amor . Errei por acreditar em 'nunca vou te abandonar' , 'sempre vou estar ao seu lado' , 'pra sempre vou te amar' .Mas me diz , do que me serviu tudo isso ? NADA . Apenas enxergo a vida de outro jeito . Do jeito que pessoas enganam , menti e não se importa com o que fala , com o que diz sentir. Mas sabe de uma coisa , esse tempo todo eu perceber que 'momentos bons' as vezes confundi 'sentimentos' ... Eu gostei de te amar , mas NUNCA TE AMEI !
Vem cá! Deixa eu te proteger desse mundo cruel. Deixa eu curar tua febre. Deixa eu ser teu porto seguro, tua paz, tua alegria. Deixa eu te olhar dormir. Deixa eu te fazer sorrir. Deita no meu colo e relaxa, porque não vou deixar ninguém te fazer mal. Deixa eu ser tua Mulher Maravilha, meu Super Homem...
Eu lembro do passado, penso no presente e imagino o futuro. E as pessoas vivem por que? Por que tem medo da morte? Ou por que pensam que o futuro será melhor? Se o passado não foi bom e o presente também não é, por que será que o futuro há de ser? Quando imagino o meu, não vejo nada de bom. Eu vejo apenas uma velha solitária, fumando e bebendo feito louca, e escrevendo umas poesias de merda para um cara que nunca vai ser meu. Viverei meu futuro lembrando do passado. Viverei apenas de memórias.
eu só tenho motivos para desejar e estar feliz com a sua presença ,pois nada mais me completa a felicidade de um sorriso ou vários pelo dia ,não sorrisos a toa mas sim por lembrete de quem me faz tão feliz e felicidade que sempre procurei mas encontrei em alguém que adoro muito e também me adora ,nunca esqueço disso pois é impossível para mim não lembrar o quanto mereces minha sinceridade e com certeza há paz eu meu coração em saber que és formosa em caráter e linda a ponto de me fazer sonhar acordado várias vezes ao dia ,por isso só tenho a agradecer a sua existência que me faz sentir-se em um conto infantil no qual uma princesa se apaixona por um plebeu
Eu afastei todas as minhas chances quando disse à eles o quanto eu lhe amava. E, no final, eles me desejaram boa sorte. E sabe por quê? Porque eles sabem o quão impossível é esse amor e porque eles viram nos meus olhos e sentiram nas minhas palavras o quanto eu realmente lhe amo e como eu vou amar eternamente e eternamente sofrerei.
As pessoas falam tanto de estresse que até assusta... Eu sei, a vida está corrida, o mundo está perigoso, o caos é generalizado... mas se pensarmos bem, não é privilégio da nossa geração apenas. Olhemos o que nos conta a História, maldades, dificuldades, sempre existiram... Cada povo com o seu quinhão, a cada época, o seu próprio mal... No entanto, a luz sempre esteve, está e estará com aqueles que a buscam. Queira a luz e ela iluminará você. Esqueça o modismo e diga estou bem, estou em paz, graças a Deus.
“”Hoje eu contei as estrelas até cair no sono, e antes disso fiquei procurando uma aresta da escuridão ao qual nós despencamos. Sim, nós despencamos! Você caiu primeiro e ficou tão horrorizado com os tons de tristeza quanto eu. Você me conheceu no hiato das minhas pieguices e resolveu desfazer as malas, marcar o sofá sentando sempre no mesmo lugar. Eu entendia os teus dramas obscenos e deixava de lado os meus próprios dramas. Você tentou minimizar minha poesia e, por você, eu canalizei os meus excessos escrevendo-os apenas nas paredes sólidas do meu corpo. Implodia-me todos os dias para viver a tua realidade – tão triste. Perdia-me entre os teus atritos e achava que os meus beijos te despertariam para o meu mundo de fantasia. Tive então que dosar o meu amor justamente para não me afogar nele. Fui obrigada a conviver com um fantasma, ensiná-lo a ser menos solidão e mais nós. Já não tinham mais cores os olhos que tanto dançaram com os meus e, no lugar do brilho intenso, a imagem do caos ficou marcada em sua pupila como a última coisa que vira. Dói ter que transformar a primavera em inverno por tua causa. Doeu transformar-me num jornal velho que ninguém lê. Tive que refazer alguns versos, lidar com a presente ausência, juntamente com as tempestades, precisei fechar os meus olhos para me encontrar por dentro feito uma fugitiva. Precisei brincar de adulta enquanto virava um dos teus fantoches, ah meu amor, eu abri mão de tudo que tinha por um sentimento movediço que cisma em escapar pelos meus dedos. Eu era a louca das sílabas sem sentido que acreditava em horóscopo e você o menino dissolvido em ego e aceitação. Faças as tuas malas, meu amor, esgotou o estoque de piedade e covardia, porque você foi covarde, foi sim! Você não se adaptou ao meu conjunto de abismos e abreviações. Descobri então que assim como as estrelas mais brilhantes do céu, você já havia morrido há algum tempo também. É que eu preciso de um incêndio, sabe? Desordenar as frases, confundir os caminhos. Eu preciso mudar a cor do cabelo, tentar chegar à Lua apenas pisando em certezas inventadas. Porque, talvez, a realidade seja a minha parte insana que te quer por perto enquanto me mata de solidão e sede de ti. E no meu mundo de literatura barata você nunca morre. É por isso que me salva da própria loucura, amor. Insanidade. Foi o que sobrou de você em mim.”
Eu me importo muito com o que me faz feliz, hoje já sei distinguir bem o que quero e também o que não quero, faço somente o que eu quiser, pois respondo por todos os meus atos, e respondo para mim mesma e para minha consciência. Nunca me importei com o que as pessoas fazem de suas vidas, a vida alheia não é e nunca me foi um assunto interessante, me importo bastante com a minha vida e a de minha família. Não me importo com o que pensam ou o que dizem, simplesmente me preocupo com as coisas certas, com as coisas que são certas para mim.
Julho se foi, e levou com ele um pedacinho da nuvem de algodão que eu costuma repousar minha cabeça. Sem piscar os olhos, a vi diminuindo no horizonte a medida em que se distanciava. Não tive tempo de me despedir. Em uma caixinha decorada, em retalhos de cetim, guardei o abraço mais apertado, o olhar mais expressivo e o sorriso de felicidade. Guardei também a prosa, a poesia e a música cantada a capela. Quem sabe na próxima estação ela encontre o caminho de volta, e desagua mais uma vez em meu jardim, regando minhas flores preferidas, enquanto eu solto o laço bem trabalhado que usei para selar a caixinha. Mas, ainda é agosto. Acho que devo me agasalhar agora.
Se algum dia eu acreditar que conseguirás ser mais feliz sem me ter ao seu lado, sem meu corpo tocar o seu, sem meu sorriso olhando para os seus olhos, sem minhas mãos descobrindo eternamente os contornos e adornos do seu corpo, sem meus lábios procurando incessantemente como fazer para parar de beijar os teus e sentir o seu coração acelerar infinitamente de encontro ao meu peito enquanto meus cabelos negros se soltam involuntários sobre o seu rosto, neste dia eu vou entender o porquê eu resolvi partir.
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