Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Eu tenho medo, Medo que a vida passe eu eu a veja como expectador, não como atriz principal, tenho medo de no futuro suspirar de tristeza lamentando o que podia ter feito e não fiz, tenho medo de não conquistar o que sonho, tenho medo de fazer tudo errado. Sabe? Ninguém nunca me contasse que medos eu passaria ao crescer, hoje vejo que talvez não existisse uma razão plenamente completa para isso. mas tenho medo, Medo de perder a minha essência, medo de me perder nesse labirinto chamado Vida.
Eu vejo um mundo que não existe, vejo o lado bom das coisas, vejo algo que jamais iria acontecer acontecendo, quem eu menos pensava que iria conhecer.. Conheci, gostei não vou negar, e faria tudo novamente. Vejo a paz quando no mundo só há violência, pessoas vivendo felizes quando na verdade estão morrendo, vejo algo se explorando onde não há lugar, não vejo mal algum ser feliz, me divertindo e sem machucar ninguém, quando na verdade o que ando fazendo ou pensando não existe, onde o que faço simplesmente acaba sendo comentado e polêmico pelo simples fato de não se encaixar na sociedade.. de um mundo hipócrita que faz tudo " certinho" aos olhos da sociedade quando por trás existe tudo aquilo que você diz ser absurdo, a minha sociedade é totalmente distinta e fora do padrão de qualquer outra sociedade.
As escolhas da minha vida eu mesmo faço, não vô esperar de fulano, nem de sicrano, muito menos de beltrano, pra tomar alguma decisão, ta ligado? Não porque eu quero ser o Sabe tudo, mesmo porque , não a saber maior e nem menor, existem saberes diferentes, nunca gostei de tomar decisões na vida de ninguém, porém na minha é preciso.
Enquanto eu não me convencesse que a culpa era sua, verdadeiramente sua, totalmente sua, escandalosamente sua e que era você, não eu que tinha que pedir desculpas, eu jamais seria capaz de me desligar de você. Mas agora parece que finalmente estou me desligando de você, estou arrancando essa erva daninha que era você no meu coração, estou limpando a fuligem que ficou nas beiradas, estou renovando meu coração, me renovando. Estou que nem me reconheço mais, rindo por aí sem motivo aparente, fazendo balizas desajeitadas, ocupando minha cabeça com Direito Constitucional. Estou enfim com a agenda lotada e não tem lugar nela para você, nem na minha vida, não mais.
Eu quero tranqüilidade. Não quero alguém que faça meu coração acelerar, minhas pernas tremerem, fogos de artifício imaginários aparecerem. Isso existe, sim, mas se chama paixão. Quero um amor sossegado. Alguém para me abraçar, assistir um filme, jogar baralho, viajar, conversar, contar o dia, fazer cafuné, dar apoio, confortar. Quero troca, carinho, respeito, cumplicidade. O amor é uma amizade sem inveja. É um sonho com realidade. É uma realidade sem photoshop. O amor é um abraço apertado, um olhar que se encontra, um silêncio que não incomoda, um barulho de onda, um gosto bom. Não tem serenata, mas tem bilhetinho dentro da bolsa. É rotina, cansaço, discussão, divergências de opinião. Mas, acima de tudo, tem paciência. E vontade.
Não se sabe de onde venho, nem por onde vou, só sei que aqui estou, para ser quem eu sou. Uma pessoa que não sabe se descrever, mas que não se importa em se perder, no meio de tanto saber. Como poeta, cito palavras, palavras bardas, aquele o qual se encarrega de dizer, coisas que poucos querem saber!!
Eu não deveria tê-lo deixado torturar-me tão docilmente, embebedar-me com doses de decadência e afogar-me em sonhos pesados e profundos; agora não consigo mais acordar. Essas correntes que me aprisionam a você e a vida que cultivamos têm de serem partidas, quebradas, estraçalhadas sem dó ou piedade. Mas cadê meu martelo, minha coragem, minha ousadia? Cadê eu? Estou precisando urgentemente de alguém para me salvar do nada que me tornei, das páginas da história que escrevi e das consequências que, infelizmente, não pude prever. Cansei de esperar pela chuva que não cai, pelo sol que se esconde atrás das nuvens e pelas nuvens que se desfazem antes do dia terminar. Cansei do repertório de músicas penosas que não paro de ouvir, das minhas insanas palavras e do entorpecimento mortal que vive em mim. Eu não deveria deixá-lo encher o quarto com espelhos, conquistar-me desse jeito tão certeiro, fazer-me sentir, ao mesmo tempo, como se fosse mil e nenhuma e alimentar-me tão somente de metades. Não me sinto mais inteira, amor; e quer angústia maior do que essa? Acalentei meu próprio coração, afaguei as mãos nos meus cabelos e, através dos reflexos, fitei meus olhos negros, a pele branca, as pernas, braços, mãos, rosto, tronco. Agora confesso-lhe: apesar de ter me enxergado não consegui me ver, porque não sou pessoa, sou além. E como além, contemplei no silêncio da solidão umas lágrimas aprisionadas, uma gargalhada louca para ser libertada e uma alma ansiosa para dar à gargalhada motivos para tal. Eu não deveria tê-lo permitido roubar minha felicidade enquanto eu dormia, arrancar meus sonhos como se não fossem preciosos e apagar a luz que emana esse meu ser frágil. Sei disso, e não é tarde demais. Portanto, se não houver machado, pistola ou espada, tudo bem; hei de destruir esses laços com meus próprios dedos e a força que restou, e então tornar-me meu sol.
Eu sou assim, essa imensidão de sentimentos, que transbordam junto com a água cristalina. Não adianta querer colocar o pezinho para senti-la, isso não vai responder suas dúvidas. Assim como a água, posso ser frio como o mar da Ferrugem ou tão quente quanto aquela velha piscina infantil do clube.
Sem pensar eu já me pego pensando em não pensar no que penso ou o que vão pensar de nós, e é não pensando que eu penso que se parar de pensar eu penso mais ainda, e é pensando que não quero pensar em nós que meus pensamentos já foram consumidos e volto ao começo tentando e pensando em não pensar em nós.
Eu engulo minhas lágrimas, escondo tudo o que estou sentido, para não ver a minha derrota perante aqueles que já me aconselharam, eu fecho meus olhos e sinto o vazio, eu esperei por você. Eu fui e sou sua, como vou pertencer a outro ser? Sinto o sabor da derrota. Eu perdi. Perdi o mundo e ganhei a falta de compaixão. Estou sofrendo, e sabe o que é isso? - Acho que deve imaginar. Quando você morria por outra pessoa eu estava ao seu lado. Do seu lado, e agora quem esta ao meu?
Eu acho que amar alguém, aquele amor de verdade mesmo, que muitos não sabem o que é, acontecem apenas 3 vezes na vida. O primeiro é o seu primeiro amor, aquele ainda na adolescência, aquele que você pensa ser o seu "tudo". O segundo, é aquele que você por muito tempo ama, quando você ainda está jovem. E o terceiro - e na minha opinião, o último - acontecesse quando você já está madura o suficiente para saber que será ele, apenas ele. Aquele com que você se casa, e de acordo com os votos feitos no casamento, deve durar a vida inteira, e somente a morte pode separar. Pelo menos era assim que deveria ser...
Eu sinto seu olhar ainda fixado em mim,mesmo sabendo que vc não está aqui e se tivesse,talvez eu fosse água,vento,leve sopro diante da sua breve inocência inexistente.E agora?Quando me desatarei da saudade?Como me atrairei a outrem?Se em meus pensamentos o temor e a realidade se tornam unha e carne...suspirando pelo novo,sufocando a amizade,restando apenas cicatrizes...e o amor torna-se a fenix renascendo das cinzas,deixando aqui as lições do meu amor por ti,o que separa meus limites das minhas atitudes intervendo o querer,eventuado pela falta e presença de você que infelizmente não mais me vê.
Eu sinto falta do seu abraço e do laço que ele formava em torno de nós. Nós que não desatavam e não deveriam desatar nunca. Nós que se soltaram sem que nenhum de nós quisesse. Nós que ficamos de braços vazios, de laços partidos. Pedaços de laços que restaram em nós. Nós que não se refazem em nenhum outro laço. Laços que não se refazem em nenhum outro abraço. Abraços que não se refazem sem nós dois..."
Eu tô vazia. E tô porque quero. Não faz mais sentido continuar levando algo que me sobrecarrega. Eu tô vazia. E quero continuar. Eu prometi a mim mesma que esse ano eu iria mudar e esse é o primeiro passo. Dá pra sentir no vento que uma grande revolução vai acontecer. E eu tô pronta. E tô vazia. Para o que chegar.
Viver é suicídio lento, agonizante e solitário. Chega a ser quase insuportável. Eu não sei bem ainda o que me mantém viva. Penso nas pessoas que amo. São poucas. E dessas poucas, mais poucas ainda são as que apenas se importam comigo. Quem eu realmente amo, não me ama. Não há como descrever tamanhã agonia que sento em viver. A agonia de ser apenas um corpo vazio vagando por aí que, comandado pela minha mente, apenas sorri. Sorri quando quer chorar.
Eu não mostro somente o meu lado bom, como a maioria das pessoas. Eu mostro os dois lados. Não escondo meus defeitos para ser aceita. Eu jogo no vento com coragem, mesmo que rejeição de pessoas que eu gosto me entristecer. Sou uma louca desvairada sem limites e ao mesmo uma criança inocente e muito assustada com o poder maligno que o ser humano tem. Prefiro viver desta forma a enfeitar minha vida de mentiras. Muita gente gosta de viver fantasiado em um conto de fadas, no meu ponto de vista viver com a verdade e os pés no chão dói menos.
Me apaixonar novamente não fazia parte dos meus planos. Não que eu tivesse me fechado para o amor, mas eu queria me conhecer. Queria me decifrar, mesmo sendo algo complicado. Mas aconteceu. Eu não pedi para amar, eu já estava calejada de tantas frustrações e mesmo assim me emocionei. Me emocionei, me entreguei e me afastei. A cada dois passos pra frente, dou um pra trás. Ainda não sei até onde posso ir. Queria me jogar sem me importar com nada, sem lembrar que ainda possa existir dor, que o sofrimento possa existir. Que novas lágrimas de amor possam surgir. Queria me libertar para o seu coração, mesmo sabendo que ele está fechado e inseguro. Abra as portas do seu coração pra mim, para o meu amor e para nossa vida. Uma nova vida.
Não tenho raiva, não sinto amor e nem saudade. Eu tenho mágoa e tudo o que não me faz bem eu quero que fique distante. Meu sorriso não tem o direito de ser afetado com as lágrimas e com os olhares da sociedade. Não se aproxime de mim, com o tapa na cara que levei que me deixou no chão com dor por um longo tempo, eu aprendi a me amar.
E que no meu momento de insanidade extremamente intenso, porém, eu não perca a arte de me emocionar, de não me arrepender e de me expressar. Porém, que isso tudo não atinja as pessoas ao meu redor e nem a mim mesma. Ser louca às vezes é bom, mas quase sempre cansa. Porque quando você quer um momento de normalidade, as pessoas acham que você não está bem. E bem eu sempre estou, pois reclamo de muita coisa, mas estou bem melhor do que muita gente. Reclamo demais.
Eu faço uma revolução no meu mundo cheio de rebeldia. Tenho descontroles, falo o que eu não quero ouvir. Tenho atitudes que critico quando fazem comigo. Quero muita coisa por ego ou egoísmo. Sou uma perfeita mulher com falhas. Mas peço perdão a Deus e a mim mesma por ser assim. Ninguém é obrigada a conviver com meus defeitos, mas se souber driblá-los conhecerá um coração repleto de amor e ao mesmo tempo com doses de ingenuidade. Às vezes uma fortaleza é um escudo para o medo. Se me conquistar, levará o melhor de mim. Mesmo me deixando na pior, levará a verdade pra sua vida sem dor. E me fará sorrir por compartilhar e saber entender essa mulher por fora e muito criança por dentro.
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