Textos em versos
Meu caderno de poemas
Procuro um caderno de poemas...
Com versos inventados,
De palavras sentidas,
E outras não vividas.
Um caderno cheio de ternura...
Abraços,
Sorrisos,
Olhares ,
Loucuras.
E muitos
beijos roubados que a lembrança guardou.
Nele há encontros, desencontros ,
Paixões
Desabores.
Amizades não esquecidas,
Em meu caderno de poemas.
Tem segredos que eu jamais posso contar...
Saudades e desejos que até me fazem sonhar.
Meu caderno de poemas,
Não foi feito por mim.
Apenas escrevi sentimentos que meu coração queria dizer.
O caderno foi feito por Lígia.
Uma poetisa de verdade,
Pianista que utilizava as notas e os verbos para encantar a vida em muitos tons.
Meu caderno de poemas..
Foi feito com delicadeza,
Nele há tanta beleza de alguém que sabe amar!
Foi o presente mais caro,
O poema de amor mais raro,
Que em nenhum momento a distância apagou.
Penso que o perdi,
Penso que dediquei aos poetas,
Penso que foi larapiado,
Penso ser só meu;
Penso ser teu,
Mas, bem sei que é nosso,
Porém, o poema acontece...
Acontece assim!
Dentro,
Fora,
Longe ou perto de mim.
Meu caderno vive, sempre na memória.
Cada página é uma história.
Cada rima uma canção.
Do tempo de andar sozinho ,
E sussurrar baixinho,
Cousas do meu coração.
Paulo Shangio
Poeta! Teus versos mexem comigo...
Ah! Poeta teus versos são um encanto
Um devaneio uma calma
Liberta o meu triste pranto
Teu aconchego me acalma
É o mais terno acalanto
Desfaz toda dor e trauma
É o mais afinado canto
Que trás alento em minh'alma
Penetra em meu coração
Faz-me até ser mais bonito
Soa feito uma bela canção.
Alegra o meu ser finito
É como céu infinito
Que me desperta a paixão.
Versos Para Dindi
Ah, Dindi
Se eu pudesse faria tudo de novo
Puxaria assunto sobre um livro qualquer
Te arrancaria gargalhadas
Faria tudo que você quiser
Observaria teu semblante de longe
Só pra matar um pouco dessa saudade que nos deixa tão distante
Escreveria vários bilhetes novamente
Só pra ver aquele teu sorriso reluzente
Mas não me importa se o acaso não me deixa te ver
Todas as noites em meus sonhos eu lembro de você.
"Choram as rosas,Vagando em versos."
Andréa.Correia.
Quando os lobos choram, as rosas falam baixinho, do seu cruel destino, se apaixonou pelo cacto por isso os seus espinhos. Chora o meu coração, como choram as rosas, o seu perfume ... transforma-se em lágrimas... eu me sinto tão perdida... como um pássaro de asas partidas, as lágrimas que invadem o meu coração ... são palavras da minha alma a linguagem do amor ... A ROSA SE APAIXONOU PELO CACTO, COMPREENDE SEUS ESPINHOS... A rosa é a flor mais bela e mais linda de todos os jardins, perante a sua beleza o sol se esconde, a lua chora, e as rosas murcham.
POR QUEM CHORAM AS ROSAS ...! As rosas cálidas choram sozinhas, coberta por um pudor gélido se lançam a um prazer refutável no canteiro do jardim do tédio, as rosas gélidas gemem concisas obedecidas pelo cravo da dor, tão cálidas, pálidas,implóridas ajoelhadas no solo do amor.
Qualquer um pode amar uma rosa, mas é preciso um grande coração para incluir os espinhos. Há pessoas que choram por saber, que as rosas tem espinhos, outras há que sorriem, por saber que os espinhos tem ROSAS ...
🌹Andréa.Correia.🌹
06/06/2018.
ás 02 horas e 33 minutos.
Em versos criados
ventos horizontes
nos dias inventados
caminhos, pontes...
A água descendo do morro
teu canto infinito no espaço
em brancos dias...
Voa, pássaro...
......479
Dona dos meus pensamentos
Musa de minha inspiração
Tu que fazes desses versos sentimentos
Escritos foram do meu coração
Incapaz sou de recita.los
Sendo que os mesmos escrevi
Mas teu amor é que os tem citados
Falas dum amor de mim para ti
Parece coisa louca essa inversão
Em que tu mim inspiras. Falo de tí
Sei que esse amor mim enches o coração
Fazem.me desse amor falar assim.
Eu sentindo de ti tantas saudades
Julgo.me também culpado de sua ida
Sendo que nosso amor é de eternidade
Eu em ti, sinto.me nele tão fortalecido
Até calmo sinto seu coração
De tudo dito aqui nesse meu amor
Causas.me também doce excitação
De lembrar.me do dia que me apaixonou
Elvando Santoscerqueira
180618
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Em meio a tanto por quê?
Apareceu Você, tudo mudou tudo bagunçou!
Mas quando os versos saem rasgando meu peito à paz volta por um momento e mesmo que as lagrimas rolem prefiro esse meu jeito.
Encontrei uma porta fechada, mas pedi licença e entrei.
Aceitou escutar minha fala, então de tudo falei.
Perdi meu chão, pois jamais imaginei o que ali aconteceu,
Não precisei te prender, mas precisava aprender de você minha Rainha.
Sonho em acordar antes e invadir seus sonhos com meu beijo,
Te despertar-te com o doce desejo de me amar.
Pedi calma nessa nossa travessia, mas meu coração não quer sossegar, se ele parar ainda assim não deixaria de te amar.
Espero o tempo passar para poder te mostrar o meu amor, chegar com uma flor e um beijo meu.
Recompensa de tantas vezes em quis gritar ou ate mesmo explodir e tudo que fez foi me ouvir me acolheu se me tocar eu hei de aprender deixar o mundo girar e as coisas em seu lugar chegar.
Versos Bordados
Ao abraçar o dia
Sonhos me movem
Sussurros, silenciosos
Amago liberto...
Colho versos, que dormiam
Na alma despertam
Fazem de cada amanhecer
Uma nova trilha, a percorrer
Sublinhadas linhas bordadas
Cores diversas brotam
Arco-íris, anel de cores
Infinito circulo, a seguir...
A cada linha laçada
Universo a brotar, em versos
Todas as manhãs
Traços, recomeço
Um novo verso,
Bordo
Sentimentos diversos.
MEUS VERSOS (soneto)
Meus versos, o vento no cerrado ganindo
A angústia da alma vozeando melancolia
O silêncio fraguando rimas na monotonia
Duma solidão, da saudade indo e vindo
São a trilha do fado escrevendo romaria
Desatinadas, o meu próprio eu saindo
Das palavras de ansiedade, intervindo
Com minha voz sufocada, do dia a dia
Meus versos são a migalha cá luzindo
Na sequidão do vazio que me angustia
Que há entre a quimera e o real infindo
Meus versos são colisão com a ironia
Do choro e da alegria no peito latindo
Meus versos, minha voz, minha valia
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
Rosas, sonhos...
Flores, versos
Banhos,
Rios, mar !
Mar imenso
Água que me banha
Me toca leve.
Músicas no ar
Sons,
Paixão bate no peito
Olhar, lembra distante
Passado
Vejo no vento
Sinto
O ar que respiro traz teu cheiro
Gosto de mel
Tua boca na minha
Teu olhar no meu !
É tudo louco doido, maluquez...
Piração na mente
Frio
Quero apertos
Abraços seus.
Quero mais
Quero tudo: digo, peço !
17/06/2017
Já te enviei rosas em papel clichê, já te escrevi versos em flores ! Te fiz poemas de madrugada, toquei tua alma. Abracei teu lábios, beijei tua boca..toquei teu corpo nu. Fiz canções...abri os botões da tua camisa, te calei com beijos. Cavalguei na tua pele, dancei ! Sentindo, seduzindo...te arranquei gemidos, roubei palavras, ouvi suspiros ! Fui por estradas, perigo. Passeei na tua língua: deixei recados ! Mergulhei nas ondas dos teus braços, no mel do teu sorriso...me fiz pássaro e te cantei ! Contei desejos sagrados, pecados ! Me enrolei nos teus cabelos, ousei ! Em cada curva dos teus olhos, com cada pedaço, me deliciei ! Falei de sonhos, segredos...
22/06/2017
Auto algozes...
Saudade de ti Poesia!
Saudade dos versos ferinos;
dos versos sem seca ou denodo,
eivados de tons destemidos...
Cansei de escutar “céu azul”;
chamarem legal o ruim.
Zumbis se sucedem, eu vejo!
Tirando os tapetes dos pés,
entregam aos maus o pavês.
Eis! Lambem os pés, são pisados
e abanam rabinhos usados.
BIOGRAFIA DOS MEUS VERSOS (soneto)
Estes meus versos simplistas versados
Que aprenderam a poetar pelo cerrado
Choram, riem, entre o trovar suspirado
Suspiram e pelas rimas são moldados
Os meus versos que um dia tão calado
Voam sujeitos feitos apalavrares alados
Desenhando talhos, pouco rebuscados
Mas que do coração quer ser consolado
São versos adolescentes, e apavorados
Que tentam o encanto pra ser encantado
Tão contentes e, leves pra serem levados
Estes meus versos, no vário devaneado
Tantas outras vezes no peito silenciados
Agora vão, encenados no palco do fado!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, julho
Cerrado goiano
De tudo o poeta fala com os versos de uma poesia...
De seus amores, de sua dores, da Natureza,
e principalmente de Deus...
COM OS VERSOS DE UMA POESIA
Marcial Salaverry
Versos são como flores,
enchendo de cores
os olhos de quem os lê...
Com versos falamos de amor,
com versos sentimos saudade...
E também da felicidade,
falamos versejando...
Pela vida vamos amando,
e por amores nos apaixonando...
Falamos de doces sensações,
de ternas emoções,
sempre embalando corações...
E se paixões despertamos,
muito também amamos...
Sempre poetando,
a Natureza vamos cantando...
Com versos, vamos encantando,
e amores vivenciando...
Nossos versos usamos,
para dizer como amamos...
Poesia é liberdade,
poesia é fraternidade,
poesia é felicidade...
Poesia, enfim, é a expressão viva do amor,
amor que nos sai da alma,
diretamente para o coração de quem a lê...
É pra você
Que eu escrevo,
É pra você
Que eu verso.
Nesses versos bobos,
Deixo tudo bem certo!
Um dia entenderá,
Meu jeito louco de pensar,
Um dia entenderá,
Minha maneira de versar!
E,em cada verso
Eu tento expressar,
Pra que você,
Possa enxergar,
Meu jeito bobo,
De te amar!
Eu queria ser poeta mas poesia não sei fazer
Eu criuo versos mas esses versos nunca fazem eu ver
O mundo como deveria ver só bobeira vejo
Eu ler varias poesia e não descobrir a lógica que gerar uma poesia
Tento entender e explicar a lógica
Mas essa lógica nunca descobrir será que tu viajando
Não existe lógica para isso por que não
Já que tem muita gente faz poesia o que acontecer no mundo
E demonstrado de varias maneiras através de frases
Que si transformam em versos
Que mais tardes se transformam em estrofes
E essas estrofes se transformar
Em poemas e esses poemas
Se transformar em poesias
E essas poesias mudam o mundo
De jeito bem diferente que ninguém entender
Pois através de poucos leitores que a ler e a passar para frente
O pensamento do mundo mudar de jeito bem diferente
Eu quero mudar o mundo
Mas esse mundo eu não entendo
Eu quero entender mas da difícil
Pois não to conseguindo transformar o difícil em fácil
E tudo que penso não da tanto certo
Mas ate o errado diz que da errado
Ta brincando comigo como o errado pode me dizer que eu to errado
E simples me mostrando o erro que eu não estou enxergado
E esse erro me faz começar tudo de novo
E esse novo acabar si transformado em rotina
E essa rotina me faz pensar
Que minha mente tem que pensar de uma formar
Completamente diferente mas a cada secundo meu pensamento mudar
E esse mundo que min enxergar de jeito completamente Diferente
do que eu penso de min não digo que poesia
So tem qualidade mas ate agora so enxerguei coisa boa
E essas coisas boas vêem também em outras coisas que mudam o mundo
Mas está também ligado a poesia de maneira indireta ou direta
Pra min não faz a menor diferença o importante e que a
poesia
Mudar o mundo de uma maneira que ninguém pode imaginar
Versos em Quatro Estações
Quatro estações testemunharam nosso encontro
o encanto de seus olhos cor de mel.
Meu sentimento era ingênuo e não sabia:
floria amor na primavera de meu céu.
Seu amigo e ser presença ao seu lado,
enamorado, no entanto, eu fiquei
e amei-te à tarde, pela manhã e até a noite
te procurava, era verão aquele instante.
Amantes a sós no outono se aqueciam
e esqueciam as horas frias apressadas,
das semanas o inverno então rugiu
grunhiu o vento em seus cabelos sobre mim.
Assim, findava nossa história repentina:
naquela mesma estação que nos uniu
primavera veio agora traiçoeira
eira do amor, o sentimento fez-se vil.
Uma brisa vazia.
Todo medo vai pro vão
Meus versos mudos
Que ganha voz.
A minha boca sem brilho
Vem um sorriso mudo
Que não serve pra ninguém.
Quando no escaro da solidão
Eu tenho meu momento
A rima vai me achar.
Nas esquinas da alma
Respirar o meu ar
A vida irá ficar calma
Sem ninguém perturbar-me.
Já tentei sem você
Amar um pouco mais,
Mas nem chorar eu sei,
Nem te esquecer sou capaz.
Por aceitar sua ausência
Eu queria amar menos você
Na solidão perco a existência
A minha sina é sofrer.
Ando por aí sem cor
Pois nem a me pintei
A tristeza pegou-me distraída
A me mesma compliquei
Corroí a minha vida.
Sinto um vento a soprar
Uma brisa vazia
Sem vida, sem ar
Sem sua companhia
Sem poder te amar.
Um olhar
Um abraço
Um sorriso
Um ser humano
Completamente perdido
Nas esquinas da vida.
MEUS VERSOS
Não quero meus versos decorar
Para sair por aí a declamar
Quero sim dos versos absorver
A essência do saber viver!
Quero em meus versos soltos
A demência dos sábios loucos
Que na audácia do simples compor
Exalam a sublime essência do amor!
Este sim eu quero extrair dos versos
Trazer para a vida em seus reversos
Sublimando em cada canto do ser
A única razão pela qual viver.
AUTOR & PERSONAGEM
Não sou o personagem de meus versos,
Nem tenho essa liberdade, confesso.
Minhas asas tomam rumo inverso.
Não me confundam, eu lhes peço.
Quando escrevo só empresto
De minha mente a inspiração
Fico de lado deixando, modesto
Fluírem cada sonho e emoção.
Se me associarem com cada estrofe,
Vou acabar vivendo em duplicidade.
E ainda causarei uma catástrofe
Com minha própria personalidade.
mel - ((*_*))
19/01/2016
