Textos de Terror
A gente percebe que o mundo é predoderante de censura, de sangue, de ignorância, de terror, de poder, de desejo produzidos apenas pela humanidade... Por razão da falta do amor. O mundo é carente, a gente em si mesmo precisa da afetividade. Precisa-se pensar, planejar e agir: um processo para uma ação efetiva capaz de transformar o mundo mais colorido.
Diante da comoção gerada, nestes dias, pelos atos de terror perpetrados em território francês, somos convidados a rejeitar veementemente toda forma de violência como solução dos problemas, a resistir à tentação do ódio e da vingança, a superar ideologias e fundamentalismos e a nos engajar em prol de uma sociedade marcada pela solidariedade, pela inclusão e pelo respeito às diferenças, à justiça e à paz.
O terrorismo é um modo de impor a própria vontade por meio de atos de terror. Ele emprega sistematicamente a violência para fins políticos, promovendo a desorganização da sociedade e desejando a tomada do poder. Diante da violência absurda por ele produzida, somos, mais uma vez, convocados a construir percursos de compreensão, diálogo franco e cidadania, fundados em valores comuns, base de toda a convivência pacífica.
sou terror perdido em meus pensamentos deixado nos teores difusos e reclusos da minha mente, a dor transcende cada momento para o qual reflito, falho sentimento da imortalidade vos digo.... meramente no extremos dessa vida o digo... embora seja terror das profundezas, tudo passe num holocausto de tantas mortes de minha vida, tripudio a lucidez que predomina no que sou...
Alguns fazem da vinda de Jesus um terror, vivem preocupados com esse dia, só creem na matéria, no que veem e mal sabem que: Jesus está sempre presente na vida daqueles que o buscam, quem vive essa experiência sabe e não se preocupa com esse dia, a preocupação é se manter amigo de Jesus já agora, hoje.
Para que a ansiedade na vinda de Jesus Glorioso, fazendo o fim dos tempos um terror, se não sabemos quando será? Devemos nos preocupar sempre como está nossa vida com Jesus hoje, no irmão e em sua presença na Eucaristia, porque se o fim dos tempos não acontecer e Ele não vier Glorioso enquanto vivemos aqui, você poderá ser levado até Ele ainda hoje.
Para que a ansiedade na vinda de Jesus Glorioso, fazendo o fim dos tempos um terror? Não há o porque desespero! Devemos nos preocupar como está nossa vida com Jesus hoje, no irmão e na Eucaristia, porque não faz diferença, se o fim é com a vinda de Jesus Glorioso ou com o fim da nossa vida com a nossa morte, levado em conta essa vida, será o fim de todo jeito.
O despertar espiritual de cada ser é de fato um incômodo e uma ameaça de terror nessa vida de manadas dormentes, é um ser realmente taxado de louco diante de uma sociedade forjada nos dogmas religiosos, ideologias políticas, filosofias com as respostas prontas, trilhe o próprio destino sem as imitações as tendências que restringe o ser humano, tendo no caminho solitário conhecer se a si próprio com à força espiritual conferida pelo criador, orando e vigiando se conscientemente, acabando com os conflitos interior do coração com a mente, seguindo a si mesmo em um conjunto equilibrado de vontades perenes que pertences a ti buscando somente despertar as palavras ditas com sabedoria sendo sincero consigo mesmo, mostrando ao próximo o verdadeiro ser que se tornaste sem à hipocrisia desse mundo, que nos consomem diariamente das falsas doações de reciprocidade dessas manadas dormentes e acomodados com os sentidos presos à inverter os próprios princípios e valores com uma mente dominada pelo medo de coexistir pacificamente com as próprias escolhas e vontades.
Bukharin, tal como Lênin, considerava o sistema de basear a vida econômica no terror em massa não como uma necessidade transitória, mas como um princípio permanente da organização socialista. Ele não hesitou em justificar todos os meios de coerção e sustentou, tal como Trotsky no mesmo período, que o novo sistema exigia essencialmente a militarização do trabalho – ou seja, o uso da força policial e militar para obrigar toda a população a trabalhar em tais locais e condições que o Estado poderia decretar arbitrariamente. Na verdade, uma vez abolido o mercado, deixa de haver livre venda de mão de obra ou concorrência entre trabalhadores, e a coerção policial é, portanto, o único meio de alocar "recursos humanos". Se o trabalho contratado for eliminado, resta apenas o trabalho compulsório. Em outras palavras, o socialismo – tal como concebido por Trotsky e Bukharin nesta altura – é um campo de trabalho permanente, de âmbito nacional.
Vejo aquela cena de filme de terror e tento sair arrastando-me para a canoa. A onça aparentemente não me vê, e saio remando para longe. Após alguns poucos metros de distância, a pintada vira-se e olha-me como um gato de rua que mia ao redor das casas do Educandos, em Manaus, em busca de uma guelra de um simples jaraqui pra saciar a fome. A pintada dá meia volta e embrenha-se mata adentro.
" Um rei governa seu reinado as vezes com clemencia ou terror, mas um verdadeiro rei não nasce em um berço de ouro, ou pela nobreza mas sim ele é criado, um verdadeiro rei governa seu povo como se fossem seus filhos, de um lado é afastado como um capitão de navio para ter uma barreira entre capitão e tripulação e de outro lado como se fosse um pai amoroso, então o verdadeiro rei é aquele cujo poder, moral e honra é maior que sua própria vida pois em algum momento vai deixar de existir deixando apenas, seu legado, seu povo e seu reino."
Qual gênero de filme você escolhe para sua vida? Drama, terror, suspense, ou talvez uma comédia repleta de alegria e diversão? Inicie cada dia com a trilha sonora que inspira sua alma, selecione cuidadosamente as locações que embelezam seu enredo, e seja o protagonista que vive cada cena com coragem e autenticidade. Escreva seu roteiro com atos de amor, momentos de riso e aventuras que deixam marcas. Lembre-se: você é o diretor desta magnífica jornada chamada vida.
Nos olhos imaculados de uma criatura, o terror do mundo se desenrola como um antigo filme projetado, quadro a quadro. No entanto, ela permanece ali, firme, sem medo e sem fugir. Com uma coragem serena, ela se prepara para o amanhã, onde a luta se transforma em prosperidade e cada desafio enfrentado pavimenta o caminho para um futuro mais esperançoso.
Os humanos, uma raça consciente cheios de remorso, terror, raiva e vingança, criaturas que mesmo com consciência fazem coisas horríveis com seus próprios com os seus iguais, será que é está consciência que os faz tão preconceituosos e racista ? e que faz eles se sentirem superior as criaturas de sua própria raça ? Enfim percebo que mesmo que me seja doloroso admitir, esse e quem sou, esse e quem somos humanos conscientes
Vai ser um show de terror, dores e sofrimentos eternos para aqueles que não creram nas Escrituras, não obedeceram a Deus e muito menos, aceitaram os mandamentos da Sua divindade, do Seu poder e da Sua mensagem de salvação, pondo e trocando outros deuses, filosofias, padroeiros e mediadores do coração no lugar do único, excelso, exclusivo e eterno Salvador Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo.
Sabe aqueles alunos que provocam o terror, batem nos professores, diretores, colegas, arrebentam bombas na escola etc... sempre tem um covarde manipulando por traz, ou na frente, provocando o terror. Nanipuladores, mentirosos, e por incrível que pareça, muitos caem nas suas conversas e destrói as suas vidas... Se não pararem essa mente doente e perversa, o Brasil terá uma guerra civil das mais sangrenta da história da humanidade.
Mes yeux, como pesam, mes yeux como lastimam, sombreado terror da reminiscência, regurgitando males que por dentro cada vez maiores me consomem. Minha velha alma cansada sente falta de casa, hoje o céu me contempla, minha pureza iluminará e brilhará infinitamente, pois cada parte de mim vive, sou tão eterna quanto a ignorância humana, perpétua como o universo.
Meus sentimentos são os móveis mais pesados da casa, é preciso dois para carregá-los. Nunca fui uma pessoa materialista, mas confesso que tenho ficado paranoico com a minha mobília velha e sem mudança. Passei a observar minha casa. Poderia ter mudado a copa, a sala ou até mesmo o quarto. Resolvi mudar-me.
Uma coisa é preocuparmo-nos com a morte de outro, ao longe. Outra é, de súbito, tomar consciência da própria putrescibilidade, de viver na vizinhança da própria morte, de contemplá-la enquanto possibilidade real. À partida, é esse o terror suscitado pelo confinamento a muita gente, a obrigação de, por fim, responder pela sua vida e nome.
Não posso negar que em determinado momento eu acreditei. Acreditei que existiria alguém transbordando dentre tantas pessoas rasas. Alguém que não desistiria quando tudo parecesse aterrorizante e impossível. Alguém que realmente se importaria. Mas acabou a espera. Diante de meus inúmeros fracassos percebi que a esperança é um fardo monumental para carregar.
