Textos de Saudade

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Trás da Minha Partida
"Querido,
Escrevo no limite do meu fôlego para me libertar da saudade corrosiva e da culpa que me afoga nesta imensidão de felicidades de fachada. Escrevo para arrancar você de mim, expurgando as lembranças do seu calor — que hoje não me aquece, mas me gela em pavor.
Escrevo para resgatar os escombros da minha mocidade e a gravidade daqueles dias de seriedade perdida. Escrevo para sentenciar, de uma vez por todas, que não te amo; ainda que este coração traidor, num último sussurro, insista em clamar o seu nome."

Diferença entre Solidão e Solitude: Enquanto a solidão pode ser a dor da ausência, a solitude é o prazer da própria presença, onde o medo de estar só desaparece,estar só é uma escolha consciente para encontrar paz interior, autoconhecimento e cura, preferindo o silêncio à falsidade ou a companhias que desorganizam. É um refúgio de maturidade emocional, não uma punição
𖹭⋆˚꩜。

𓂃 ོ𓂃
Saudades tuas, poesia.
Onde era para estar, encontro rimas
De negócio, política e religião.
Sei que está em tudo, fazendo versos,
Mas não vejo tal versão.
Saudades tuas, poesia.
Da tua, da minha e de outrem.
Onde a inspiração era música,
Canto do passarinho e o balançar do vento.
Saudades do antigo lugar,
Que hoje está ao relento
Sobre as ruínas do novo tempo.
𓅓

Saudades

Ninguém parte de verdade apenas no dia em que faz as malas. A verdadeira partida acontece aos poucos, quando o coração percebe que terá de aprender a chamar de casa um lugar onde ainda não conhece o próprio silêncio.
Eu deixei para trás ruas, rostos, abraços e uma parte de mim que nunca fez as malas.
Pensei que a distância apagaria as lembranças, mas descobri que a memória não precisa de passaporte. Ela atravessa oceanos num instante e nos faz voltar para casa sem que os pés saiam do chão.
Com o tempo, entendi que partir não foi um fim.
Foi um começo. E cada passo longe da minha terra também foi uma maneira de homenageá-la, porque nunca deixei de carregá-la comigo.
Há pessoas que viajam para encontrar um novo mundo. Eu viajei e descobri que o maior mundo que carregava era aquele que já vivia dentro de mim.

Saudades

Saudade é uma distância
que o coração se recusa a medir.
É olhar para o caminho percorrido
e descobrir que alguma parte de nós
ainda mora onde tudo começou.
Saudade é a voz de quem amamos
atravessando os anos em silêncio,
é um olhar guardado na memória,
um portão, uma despedida,
um “Deus te abençoe”
que o tempo nunca conseguiu apagar.
Partimos porque tínhamos sonhos,
mas ninguém nos contou
que alguns sonhos carregam ausências.
E seguimos…
entre conquistas e lembranças,
aprendendo que vencer também dói
quando não podemos abraçar
quem nos ensinou a sonhar.
Hoje compreendo:
quem parte não deixa tudo para trás.
Leva consigo os afetos, as raízes,
os gestos e as vozes.
Porque saudade talvez seja isso:
o amor quando já não cabe no presente
e decide morar para sempre
dentro de nós.

A Estranha Geometria da Ausência



Existem pessoas que a gente assume como parte da paisagem. Como a poltrona velha da sala, o barulho da chuva no telhado ou o cheiro de café passado às sete da manhã. Não precisamos olhar diretamente para saber que estão lá; elas apenas ocupam o espaço, garantindo que o mundo permaneça em ordem.


Ela era essa presença. A única que esteve lá o tempo todo.


Na mudança de apartamento, ela carregou as caixas mais pesadas não as de papelão, mas as da alma. Nas noites em que a ansiedade vinha, era a luz constante no fim do corredor. Conhecia minhas piadas sem graça e suportava meus silêncios de homem de poucas palavras, aquele mutismo típico de quem tenta resolver o universo sem usar verbos. Ela não cobrava explicações; apenas ocupava o espaço, segura.


Sempre achei que, se tudo ruísse, ela ainda estaria ali, segurando a última viga para que eu não fosse soterrado. Acreditava piamente na perenidade daquela âncora.


Mas a vida tem um jeito irônico de nos ensinar sobre a efemeridade. A pessoa que mais permaneceu foi a primeira a encontrar a porta de saída.


Hoje, quando chego em casa, a poltrona está no mesmo lugar, o café ainda tem o mesmo cheiro, mas o ar... o ar está leve. Leve demais. A ausência dela não é um grito, é um sussurro contínuo, uma frequência de rádio fora do ar que eu ainda tento sintonizar.


A única pessoa que esteve lá o tempo todo, é a única pessoa que não faz parte mais da minha vida.


Olho para o lado e há um vazio inabitado. Aprendi, da maneira mais seca possível, que presença não é garantia de permanência. E que o silêncio dela, agora, fala mais alto do que qualquer "adeus" que eu jamais ouvi. O tempo segue, as coisas mudam, e eu, um homem de poucos verbos, me vejo tentando aprender a gramática da solidão.

*A Presença Que Virou Saudade*
Enquanto a pessoa incrível tá ali, perto, sendo porto seguro, muitos não valorizam.
Acham que sempre vai estar disponível.
Aí traem, mentem, enganam... e só quando perdem é que limpam o espelho e enxergam quem tinham do lado.
Por quê?
Porque valor, pra alguns, só aparece na ausência.
É imaturidade.
É ego.
É achar que grama do vizinho é sempre mais verde.
Quando a fome bate e a porta se fecha.
_Van Escher_

Aí você sente saudades
Mas não procura
Sente falta mas não procura
E acha que assim você está se mantendo firme
Que orgulho é esse que faz você se afastar de quem quer tanto ter perto.
Aproveita por que é efêmera a vida
enquanto seu orgulho te alimenta o
EGO
esse mesmo orgulho
Está te matando a alma.
te deixando
Cego
Para ver que a mudança da sua vida
Depende de você
Enquanto você sofre a distância
Pra não ser o primeiro a dizer
Entenda que é sua escolha de continuar a sofrer
A vida não espera você decidir
Enquanto você fica entre sentir ou não sentir
Acabou a vida
Você deixou de existir...
Fim .
Pamela Pacheco @sobreapam

Inversão dos valores éticos e morais.
sensatez ganha moldes fakes news.
Dando ausência ao valor da sensatez.
Baseando em achismo e novas verdade dentro das meias verdades.
Moralidade e corrompida pelas correntes dos rumores de novas crônicas da desconexão da realidade.
Essa vertente faz divisão entre linhas de pensamentos sendo sensatez ser sábio e obediente ao sistema de alienação.
A escravidão desconectou o ser pensante da realidade ambígua.
Tão ocupados que cegueira a surdez fazem parte da evolução dão dominação onírica da alienação social.

⁠Guardei a saudade numa gaveta... Escondi lá no fundo da alma..
Que é pra ver se dói menos ou se não dói nada...
Que é pra ver se esqueço ou apenas aprendo conviver com essa dor que rasga...
Mas mesmo lá de dentro da gaveta... Ela judia, bate, lateja... Ela me invade... Me sufoca e me tortura todos os dias, todas as horas...
E mesmo que eu tente ser uma nova pessoa...
Ela vem me lembrar o tempo todo... Que nunca mais tudo vai ser como era antes...

"'Amor, estou morrendo de saudades.'
Ah, meu bem, saudade foi feita pra ser sentida.
O engano foi feito para aperfeiçoar a vida.
Ledo engano deste que há muito lhe ama, achei que você fosse feita pra ser minha.
Infelizmente, meu amor, o seu beijo, seu abraço, a nudez do seu corpo serão incapazes de curar as minhas feridas.
Mas sou grato pela tentativa.
Mas é o seu 'morrer' que me drena a vida.
Sei que não tem inocência, és um todo de malícia.
Lascívia.
Pronta para novamente destruir a minha vida.
Agora vens e me dizes algo que há muito eu queria.
'Amor, estou morrendo de saudades.'
Quisera eu ser capaz de novamente afogar-me em seu poço de leviandades e resolver a minha vida.
Eu sei, você sabe, perdão não cura ferida.
E a saudade, amor, foi feita para ser sentida..."

Só Falta Você


A saudade de um amor que me deixou
O eco das risadas ainda pela minha casa
Seus presentes de crochê na minha gaveta


Então por que você não me diz como é que eu faço pra te esquecer,
Se tudo o que sobrou ainda me lembra você?
Mesmo com a casa estando vazia,
Todo o meu ser só consegue dizer o quanto sinto falta de você.


Há mais de um mês que eu não sei o que é dormir direito,
Deito do lado contrário da cama, tentando arrumar um jeito.
Já fiz de tudo pra mudar o meu pensamento,
Mas não se apaga um sentimento assim no vento.


Eu tentei te esquecer, fiz de tudo pra mudar,
Mas quanto mais eu tento, mais eu quero te buscar.
Você se foi, mas o meu peito não entendeu...
Que o amor que era nosso, agora é só meu.


Então por que você não me diz como é que eu faço pra te esquecer,
Se tudo o que sobrou ainda me lembra você?
Mesmo com a casa estando vazia,
Todo o meu ser só consegue dizer o quanto sinto falta de você...
Falta de você...
Só falta você.

Saudade fazem lágrimas rolar
Beijam lábios, sentem o paladar
E o sabor da saudade
Misturam-se nas voltas do tempo
Viajam nas ondas do vento
Onde giram pensamentos
Por tantos vividos momentos
Para alguns tem breve sentido
Outros emoções febris
Lembranças tristes ou alegres
Mas o que se apura de verdade
É o tempo que não tem idade
Mesmo que entre lágrimas e risos
Para alguns saudade, poucas ou demais
Dos tempos que não voltam nunca, jamais!
Tão somente restam saudade!

Preciso sentir saudades sua
Pois juntos demais vira costume
Saio andando pela noite lua
Pra que aconteça o descostume.

A distância rompe o tempo
E surgem tanta lembrança
Soprando você no pensamento
Fico feliz como criança.

A noite ao brilho do vaga-lume
Sinto falta de seu corpo e seu cheiro
Inebriado então pelo seu perfume
Retorno a seus braços tão ligeiro!

ALGUÉM CHORA POR VOCÊ!

Alguém já chorou por você!
Alguém sofreu e lamentou sua ausência
E para aliviar tanta dor que persistia
Somente restava o choro e orações.
Alguém em algum lugar sofreu por você!
Quando nem ao menos se lembrava
O quanto fez esta pessoa por amor
Chorar o quanto chorou por você.
Ela nada pediu em troca do que sentia
Somente desejava que lembrasse
Das lágrimas e sorrisos compartilhados.
Alguém em algum lugar ainda chora!
Chora a ingratidão que não merecia
Mas que ainda deseja de todo coração
Que siga seu caminho em paz.
E, mesmo que ainda chore num canto qualquer
Deseja que você seja realmente feliz!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
Poesia

Não é a saudade comum das horas mortas,
Nem a dor previsível que o tempo traz.
É algo maior que habita em mim, e me devora,
Um fantasma de vida que não me deixa em paz.
Existe um mistério além do meu próprio peito,
Algo que sobrevive e pulsa no ar,
Enquanto eu me perco no labirinto imperfeito
De contar as horas sem te tocar.
O dia amanhece como uma sentença fria:
Saber que não terei o calor do teu corpo ao meu lado,
Que tua respiração mansa não vai embalar o meu dia,
E teu sorriso... Ah, teu sorriso estará guardado
Em algum lugar distante do meu alcance,
Deixando minha retina em um eclipse forçado.
Isto não cabe no molde estreito do dicionário,
Palavra nenhuma traduz a forma como me desfaço.
É um flagelo sem nome, um hábito diário,
Uma auto-tortura tecida em cada espaço.
É existir sabendo que parte de mim está em ti,
E que sem o teu toque, sou só a sobra do que sou.

Tempo

A tristeza assola essa terra
Tristeza sem fim, sem trégua
Nostalgia outonal
Saudade condicional

O vento sopra a poeira do que restou
Trazendo consigo lembranças de um tempo...
Lembranças que vivi...
Lembranças que sempre sonhei...

Tristeza e saudade de tudo
Recordações doces de uma vida amarga
Tempo que não volta...
Tempo que não para...

Saudade de você


É estranho sentir saudade
de alguém que ainda está tão perto,
mas que já mora tão fundo em mim.


Às vezes, não é a distância que faz falta...
é o seu jeito,
a sua voz,
a paz que existe quando você está.


E então percebo
que saudade não é apenas querer alguém por perto.


É carregar sua presença
mesmo quando você não está.


É fechar os olhos
e encontrar você
onde ninguém mais consegue chegar.


Talvez seja isso que você fez comigo...


Sem perceber,
deixou um pouco de você em mim.


E agora,
onde quer que eu esteja,
sempre existe um lugar
onde você está.

AMAMOS, MESMO SABENDO QUE UM DIA SERÁ SAUDADE

Talvez uma das maiores coragens humanas seja amar sabendo que podemos perder. Sabemos disso desde o princípio, embora quase nunca tenhamos coragem de dizer em voz alta. Quem chega pode partir. Quem abraçamos hoje talvez amanhã exista apenas na memória. A voz que agora escutamos poderá um dia transformar-se em lembrança, e aquele rosto que conhecemos de olhos fechados talvez passe a habitar somente o território silencioso da saudade. Mesmo assim, amamos.
E talvez seja justamente nisso que o amor revele sua grandeza.
Porque amar nunca foi possuir. Possuir é desejar permanência; amar é compreender a impermanência e, ainda assim, permanecer enquanto for possível. Há uma espécie de loucura consciente no amor: entregamos partes de nós a pessoas que o tempo não prometeu conservar. Construímos casas sabendo que envelhecerão, fazemos planos sabendo que a vida poderá interrompê-los, criamos lembranças sabendo que algumas delas um dia doerão. Beijamos como se houvesse eternidade, embora saibamos que somos feitos de tempo.
E por que fazemos isso?
Porque talvez o contrário da perda não seja a permanência. Talvez seja nunca ter amado.
Quem tenta proteger-se de toda perda precisa proteger-se também de todo vínculo. Para jamais sentir saudade, seria necessário jamais ter alguém de quem sentir falta. Para nunca sofrer uma despedida, seria preciso nunca experimentar verdadeiramente um encontro. Para impedir que o coração se parta, teríamos que impedir também que ele se abrisse. E que espécie de vida seria essa?
Talvez seja por isso que o amor seja tão profundamente humano. Ele não exige garantias para existir. Ama-se sem contrato com o amanhã. Ama-se uma mãe sabendo, ainda que não queiramos pensar nisso, que um dia seu abraço poderá nos faltar. Ama-se um companheiro sabendo que nenhuma promessa pode derrotar completamente o tempo. Amam-se os filhos sabendo que eles crescerão, partirão e construirão caminhos onde talvez já não sejamos presença cotidiana. Amam-se amigos sabendo que a vida espalha pessoas por cidades, distâncias e destinos diferentes. Ainda assim, continuamos dizendo: fique. Venha. Sente-se ao meu lado. Conte-me sobre seu dia.
Isso é extraordinário.
Talvez Viktor Frankl estivesse certo ao perceber no amor uma das grandes possibilidades de sentido da existência. E talvez C. S. Lewis também compreendesse que amar nos torna vulneráveis justamente porque aquilo que realmente importa pode ferir-nos quando desaparece. Não existe amor profundo completamente protegido da dor.
Por isso não considero a saudade uma inimiga do amor.
A saudade é uma de suas consequências.
Só sentimos profundamente a ausência daquilo que um dia teve presença dentro de nós.
E há algo ainda mais difícil de aceitar: às vezes perderemos tudo.
Perderemos juventude, lugares, objetos, certezas, pessoas. Um dia outros entrarão nas casas onde vivemos. Nossos passos desaparecerão dos corredores. Nossos nomes serão pronunciados cada vez menos. O tempo continuará fazendo aquilo que sempre fez: passando.
Mas existe uma pergunta que o tempo não consegue responder por nós:
enquanto tivemos, nós amamos?
Talvez essa seja uma das poucas perguntas verdadeiramente importantes.
Não quanto acumulamos.
Não quanto conseguimos preservar.
Não quantas vezes vencemos.
Mas quanto estivemos presentes enquanto aquilo que amávamos ainda estava diante de nós.
Porque existe uma tragédia maior do que perder: perceber tarde demais que tivemos alguém ao nosso lado e não soubemos estar ali. Guardamos palavras para depois. Adiamos abraços. Economizamos “eu te amo”. Deixamos para amanhã uma conversa que pertencia a hoje, como se tivéssemos recebido alguma garantia secreta de que o amanhã nos seria concedido.
Não recebemos.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja urgente.
Não uma urgência desesperada, mas consciente. A consciência de olhar demoradamente para quem amamos. De escutar um pouco mais. De perdoar quando for possível. De dizer aquilo que precisa ser dito enquanto ainda existem ouvidos para ouvir. De abraçar enquanto ainda existem braços capazes de nos devolver o abraço.
Amar é aceitar silenciosamente uma verdade terrível e maravilhosa:
isto pode acabar.
E, em vez de fugir por causa disso, aproximar-se ainda mais.
Talvez a grandeza do amor não esteja em vencer o tempo.
Talvez esteja em dar sentido ao tempo que nos foi dado.
Porque no final talvez percamos muitas coisas que julgávamos nossas.
Mas aquilo que verdadeiramente amamos terá participado daquilo que nos tornamos.
E então compreenderemos que algumas pessoas podem partir de nossas mãos sem jamais partir completamente de nossa existência.
Elas permanecem na maneira como falamos, nas coisas que aprendemos, nos gestos que repetimos sem perceber, nas histórias que contamos, nas músicas que ainda nos comovem, nas palavras que herdamos e até naquele silêncio inexplicável que às vezes chega quando uma lembrança atravessa o coração.
Talvez seja isso que reste quando tudo parece perdido.
Não a posse.
Não a presença.
Mas a transformação.
Amamos alguém e nunca mais somos exatamente a mesma pessoa.
Por isso continuamos amando, mesmo sabendo que um dia poderemos perder aquilo que amamos.
Porque a alternativa seria atravessar esta breve existência intactos, protegidos e vazios.
E talvez a maior derrota de uma vida não seja terminar com o coração marcado pelas pessoas que amamos.
Talvez seja chegar ao fim com o coração perfeitamente inteiro porque nunca tivemos coragem de entregá-lo.

"Pais são abraços que permanecem mesmo quando os braços já não alcançam.
Na saudade, descobrimos que cada lembrança é gratidão;no silêncio, entendemos que não há arrependimento, apenas o eco de um amor eterno.
Ser filho é carregar no coração o abraço que nunca se desfaz."


— Roberto Ikeda