Textos de Mar

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nunca toquei o mar com tanta propriedade
assim ao toque do vento quando esbarra nos olha
da distância de 20 passos ou menos
na altura das ilhas ao mar aberto de possibilidades
ainda mais furticoloridas das virtudes já vividas
nossa maior idade nossa mala da vida frasqueira alheia
ao olhar dos falsos amigos uma virtude explode ao ouvido
se villas boas ou guitarra voa o tempo dos meus pensamentos
não troco um homem de 60 por um de 30 nem por 5 min
não tem a hora nem a precisão de quem sabe ao menos a importância
dos segundos, dias, semanas, ah quem sabe
um dia desses você aqui na nossa cama
agora resta sonhar na sala de estar e
brincar de vier sonhar talvez dormir florescer...

ÁGUA MENINA
Água que nasce lá no alto da serra.
O Igarapé segue rumo às águas do mar.
Desce e segue molhando a velha terra.
no seu longo caminho, para chegar ao mar.
Passeia livre e leve, pela gruta que te espera.
Sempre doce e viva, como as flores na primavera
Com seu gosto original, vindo da nascente
Vai traçando, seu rumo em curvas, na chuva, na noite e, no sol ardente.
Vai lavando pedras, areias e cascalhos.
Vai no seu critérios, num caminho
longo e sem atalhos
A procura de um rio para desaguar
E encontrar o sal, das águas do mar
Formando cascatas, cachoeiras, a derramar
de encanto, pra te encontrar
Vai descendo pelas escadas da alta serra
Molha a paisagem de todo o canto desse lugar.
Mas não deu não…
não encontrou. o mar
Não foi pro mar, esperou o mar…
O mar não veio não.
Ele passava em outro lugar
Não faz parte das espumas brancas das ondas do mar
E das águas de iemanjá
Ficou perdida feito estrelas cadentes.
Que caem nas madrugadas.
Suas águas ficaram paradas, num certo lugar.
Feito as águas na margem interna.
E antes de entrar, na escura caverna.
depois seu caminho trilhado
Passou na palhoça no canto da serra
E visitou a meiga senhorita.
E o Zé Geraldo.

Ah!!


Esse mar, de águas
cristalinas, de Marinhos Cavalos.
Velas ao vento,
embarcações a dentro
te navegar. Mar de ilusões,
de promessas para Iemanjá.
Garrafas com juras de amor lançadas ao mar.
Mar, de verde Esmeralda, que é raso.
Crianças brincam,
Pegam jacaré.
Nas areias fazem castelos de contos de sereias, e princesas.
Ah!!
Esse mar, mar de amor.
Mar de amar, de navegar.
Sereno mar.

Você se foi desse mundo...
do nosso mar...
do nosso amar...
para longe ...
muito longe...
para além do meu olhar
mergulhado no teu...


Deve existir um ângulo
nas páginas do mistério
entre a vida e a morte
onde os meus versos escritos
possam alcançar a tua leitura ...


✍©️#MiriamDaCosta

Eu e o Mar... uma simbiose ancestral.


Antes mesmo do meu olhar
ter visualizado o Mar
pela primeira vez...
a visão Dele
já havia me capturado.


Eu até posso distanciar-me
de suas ondas 🌊🌊🌊
mas... antes mesmo de eu nascer...
a minh'alma
fora batizada por sua maresia.


✍©️@MiriamDaCosta

Na Praia de Itaipu,
o mar não grita,
ele conversa baixo
com quem sabe escutar.


Aqui,
na Região Oceânica de Niterói
o horizonte verde
não é promessa turística,
é confidência.


Eles correm
como se o mundo
não tivesse muros e portão
como se a areia
fosse extensão do peito
e a liberdade
não precisasse de plateia.


O vento penteia o pelo,
a onda beija as patas,
e o tempo,
(Ah, o Tempo!)
desaprende a pressa.


Entre a restinga e a espuma
há um pacto silencioso:
coabitar é respeitar
o ritmo das marés.


Eles,
como eu,
amam a praia deserta.


E eu,
amo vê-los livres,
longe do ruído humano,
longe do excesso,
longe da invasão dos sem noção.


Na Praia de Itaipu,
até o silêncio tem corpo.
E a liberdade
anda de quatro patas
ao lado da minha alma. 🐾🌊
✍©️@MiriamDaCosta

Oh, Itaipu!
reconheço as raízes profundas
dos meus pés
entre o vosso mar, vossa lagoa,
vossas dunas, ilhas e igarapés.


Os meus passos eu sei de cor
nesse sereno andejar a compor
o meu singrar o tempo,
o vento e o sol
mansamente a se pôr...


Oh, Itaipu!
Em vós reconheço
que o movimento dos meus pés
não são passos,
são raízes que caminham.


Entre o vosso mar salgado
de eternidades,
a lagoa que espelha silêncios,
as dunas que guardam
segredos do vento,
as ilhas que flutuam
como pensamentos antigos
e os igarapés que sussurram histórias
que só a poesia da terra entende...
eu me reconheço.


Os meus passos, eu sei de cor,
não porque os decorei,
mas porque fui escrita por eles.


Nesse sereno andejar
que me atravessa,
vou compondo o que sou
com o que me antecede.


E singro,
não apenas o tempo,
mas o sopro invisível das horas,
o vento que me desarruma e arruma
inteira por dentro,
e esse sol que, ao se pôr,
não morre,
me dissolve em serena luz.


Oh, Itaipu!
Há raízes nos meus pés
que só em ti reconhecem
o seu lugar.


Entre o mar, a lagoa,
as dunas que respiram
e os caminhos de água
que murmuram,
eu caminho lentamente,
como quem se escuta.


Sei de cor os meus passos
(versos tatuados de brisa e areia),
porque eles já me conheciam
antes mesmo de eu existir.


E nesse manso caminhar,
vou singrando o tempo,
o vento
e o sol que se despede,
como quem aprende,
em silêncio, a pertencer
mais do que já pertence.


Óh! Itaipu!
Posso até distanciar-me de vós,
mas nunca serás distante de mim.
✍©️ @MiriamDaCosta

Mar branco


Em tempos difíceis, cada irmão é um alento...
Naufragamos, fomos dragados ao inferno;
Nunca sozinhos! pois não há mal eterno
capaz de apagar o legado que ostento.


A paixão não nos cega ao discernimento,
nem o novo apaga o que é eterno;
a indignação do tempo moderno,
é não denegrir o clássico em movimento.


Assim que nos vemos, cada qual um irmão!
Emergindo juntos das profundezas,
buscando retomar nossa real vocação


de embalar façanhas, conquistas e proezas...
A esperança deixa de ser um surrado jargão,
e a lágrima da vitória reflete em branco sua beleza.

CARTA I: A Condenação


Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:


— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!


Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.


Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.


Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.


Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:


— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!


Uns até debochavam, dizendo:


— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?


E soltavam gargalhadas em tom agudo:


Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!


Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:


— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?


Então respondi-lhes:


— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.


Eles insistiram:


— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?


E eu respondi:


— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.


Novamente perguntaram:


— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?


Então respondi-lhes:


— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.


Furiosos com a minha resposta, disseram:


— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.


A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.


E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:


— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?


Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.


Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.


"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."


In Cartas de Um Condenado. ✍️

Tem caminho de terra batida e tem caminho de mar aberto.
Tem gente que é céu, e tem gente que é tempestade.
Tem amor que planta e tem medo que arranca.
Vi quem estende a mão na dor do outro.
Vi quem desvia o olhar pra não carregar peso que não é seu.
Vi boca que abençoa o dia alheio logo cedo.
Vi boca que tranca bom dia como se custasse ouro.
Vi bondade sem plateia. Vi maldade de terno e gravata.
A vida é isso: gente se cruzando na pressa, escolhendo o que deixa.
Eu escolhi te olhar nos olhos enquanto deu.
Escolhi te desejar estrada leve, mesmo que a minha dobre pra outro lado.
Não vou acenar. Não vou explicar.
Tem despedida que não pede licença, só acontece.
É quando o passo muda de rumo e ninguém nota,
porque o coração já avisou antes da boca.
Se um dia você sentir um vento diferente,
um silêncio bom no meio do barulho,
sabe que sou eu, seguindo.
E te querendo bem, mesmo de longe.
O mundo gira. A gente vai junto, cada um no seu giro.

Azul, será que é ali no sul...
Ou será que é logo ali no mar...
Sei que estou andando pelo ar
Estou a caminho de Istambul


A maravilha
Ecoa toda ilha
Onde luzes que saem do cristal
Detona todo o mal..


Na ida me perdi
Flutuei perdida no ar
Achando que era logo ali no mar


Hoje viajo ao acaso
Onde não haverá atraso.
Sou Papalegua
E ando no ágil percurso com uma egua


E enfim chego nas águas de março
Dou oi ao Tom
Ah como é bom
Lá está a promessa de vida para meu coração.

O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.

Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.

O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.

#Abstracionismo

#PoesiaContemporanea

#Decassilabo

#EpicoArcaico

#FusaoArtistica

#ArteLisboa

LIVRE AO MAR
Na terra, preso estou.
Livre em ondas serei.
Junto ao meu barco vou.
Neste mar viverei.


Os ventos do leste guiam-me ao sol,
Neste maravilhoso anoitecer.
Ventos leves nas velas me levam
A procura do meu tesouro, viver.


Ondas, tormentas e tufões começam
Na chuva noturna, o vento forte sopra e me quebra
O casco do barco parte no atlântico. No fim viverei?


A deriva...
Jovem ao mar, sem salvação...
Livre agora sou...

Me encontro em alto mar sem sequer saber nadar, quando o amor não cabe no peito e escorre pelos olhos, transformando cada lágrima em sal que se mistura às ondas. O vento rasga minha pele e a distância ecoa dentro de mim, mas ainda assim, me recuso a desistir. Entre altos e baixos, eu e ela nos perdemos e nos encontramos, como navios à deriva que insistem em cruzar o mesmo horizonte.

Há dias em que o céu se fecha e o mundo parece ruir, quando seu silêncio pesa mais do que qualquer tempestade. Mas então, basta um só olhar dela para que o sol volte a nascer dentro de mim, mesmo que por instantes. O amor que carregamos é feito de cicatrizes e promessas, de gritos e abraços tardios, e por mais que doa, é isso que nos mantém flutuando.

Eu sigo, com o peito cheio de água e esperança, sentindo na pele o peso da minha própria voz cansada, lutando para estar ali, lutando por ela. Porque no fim, mesmo que o mar tente me engolir, é por esse amor que eu escolho continuar respirando...

⁠SE FOR APENAS UM SONHO


E, se... por algum motivo eu estive apenas sonhando que este mundo maravilhoso ao seu lado é real e que infelizmente não podemos estar juntos porque é apenas um sonho, eu diria que vou tentar todas as noites voltar a este mesmo. Por você, por nós eu tentarei. Porque eu não posso perdê-lo(a) e eu não posso simplesmente deixá-lo(a) aqui e me acordar mais tarde sabendo que você não estará ao meu lado; Eu iria para a guerra com os Mundos em que eu ainda nem sei que eles existem apenas por uma fração de segundo ao seu lado... Por apenas um beijo seu. E se isso é um sonho, então eu prefiro morrer do que acordar se você.

Raízes da Terra e do Mar.

Na dança dos tambores ecoa a herança ancestral
Cultura afro-indígena, raízes da nossa nação
Na pele, nas cores, a força de um povo imortal
Histórias entrelaçadas, em cada gesto e canção

Dos orixás aos pajés, o sagrado se revela
Em cada canto, em cada reza, a conexão divina
Na arte, na culinária, a sabedoria que se revela
Tradições que resistem, memórias que iluminam

Nas festas populares, a festa da resistência
Celebração da vida, da luta e da fé
Nos terreiros e aldeias, a força da existência
Entre rezas e cantos, a esperança se refaz

Cultura viva pulsando, no coração do Brasil
Afro-indígena é presente, é passado e é futuro
Nas danças, nos rituais, um povo em busca de paz
Lembrando sempre de onde veio e para onde aponta o rumo.

Admirável combinação da visão de um mar vasto e tranquilo e a felicidade de um sorriso cheio de gratidão, uma essência voltada para a profundidade, um momento de muita leveza sem nenhuma preocupação, Graças ao Senhor, um indício forte de resiliência, de um amor sensato, acompanhado da razão a respeito da própria existência

Percebendo o primor da natureza e o valor dos seus benefícios, o feito transformador de quando se tira um tempo para se observar, sentir o movimento dos ventos tocando a pele, percebendo que até o mar que fica muito agitado também consegue se acalmar e seguir vívido, assim, às vezes só é preciso respirar fundo e continuar seguindo

O mundo chega a ficar cinza, talvez pouco expressivo com o clima fechado por fatos que desmotivam, mas pode ser colorido caso alguém consiga não se deixar ser controlado pelo cansaço da rotina e assim, conseguir aproveitar a partir das brevidades que avivam pela grandeza de suas simplicidades, como admirar as águas do mar nos seus instantes de tranquilidade.

Céu mágico, cativante, cujo azul é do tom do mar, um lugar incomparável, radiante, lá o forte encanto pela simplicidade não se perdeu, o impacto exultante da magia da arte espalhada por todos os cantos

O imaginário certamente fica à vontade ao ponto de fazer imaginar que a bela música “La vie en rose” chegou até as alturas e foi colorindo as suas nuvens incontáveis com bastante capricho em cada parte

E assim, passaram a ter um rosa suave, apaixonante, nas suas formas e camadas, uma viagem emocionante graças a uma riqueza de detalhes, resultante de uma inspiração encantadora, de muita ludicidade.

Na simetria das tuas curvas, as grandes ondas de um mar intenso: corpo belo de uma estrutura fascinante, alma profunda, sentimentos verdadeiros e cheios de vida como as águas expressivas e transparentes; a estrutura de um mundo que inspira

Tal similaridade é significativa, exuberante e faz todo sentido. Os olhos ficam facilmente exultantes, agradecidos, contemplando pessoalmente essa existência tão genuína, interessante, que, às vezes, aparenta ser uma espécie de arte marítima inevitavelmente marcante.

A essência do teu coração é um mar aberto, um lugar mais afastado, um acesso difícil que, depois de ser conquistado, faz compensar todo o esforço atribuído. Lidando com os teus comportamentos agitados, nadando pelo teu íntimo renovador, encontra-se mais amor e veemência a cada nado.

Ludicidade Praiana entre a Lua e o Mar

Luar brilhando fortemente com elegância, lá no alto, entre algumas nuvens acinzentadas, refletindo o seu brilho admirável sobre as águas do mar,

O qual exibia as suas ondas baixas, movimentadas pela brisa como se estivesse acariciando gentilmente a areia da praia, marcada por pegadas de idas e vindas.

O resultado foi um cenário apaixonante, cheio de vida, que provou a magia da ludicidade, atraiu a percepção poética e expôs a leveza da simplicidade.

Parte bela da noite, de uma linda memória construída a partir de uma observação sincera da lua — o grande destaque de um lugar praiano, uma paisagem que liberta.