Textos de Mar
{ENTRE OS RIOS E O MAR}
Escuta meu amor, o que tenho para te dizer...
É MUITO BONITO ENTRE NÓS...
QUANDO VOCÊ QUER AMOR LHE DOU.
Você SABE QUE ISSO EU NÃO POSSO NEGAR...
POIS COMO OS RIOS CORREM PARA O MAR.
EU CORRO FEITO LOUCO PARA te encontrar.
Olha bem!
SE OS RIOS CORREM PARA O MAR...
SE A LUA DEPENDE DO SOL E AS ESTRELAS...
PRECISAM DA ESCURIDÃO PARA BRILHAR...
POIS ASSIM SOMOS NÓS, DEPENDENDO UM DO...
OUTRO PARA AMAR, para amar de verdade.
Acredite!
EU NUNCA VI DIZER, QUE O AMOR FAZ...
MAL PARA ALGUÉM.
SEM O AR EU NÃO RESPIRO...
E SEM VOCÊ NÃO POSSO AMAR.
POIS TEM QUE TER INTUIÇÃO NO AMOR...
E SENTIR O CORPO VIBRAR, de tanto prazer.
EU NÃO VIVO SEM VOCÊ E VOCÊ NÃO VIVE SEM MIM.
Minha eterna namorada meu eterno amor.
Nós nascemos um para o outro, assim penso eu.
Saiba disso!
{Um namoro é o inicio do conhecer, através dele é que se conquista um coração}
{Um noivado já é uma forma de confiança para ser ter um futuro com o seu parceiro}
{Um casamento é à base de uma vida com harmonia e compatibilidade entre o casal}
Poeta: Ray Dan Dantas. [email protected]
12 de junho é um dia especial para todos que se amam de verdade.
Nesta data especial, quero
trazer meu sincero
cumprimento e
desejar que sua vida seja
sempre marcada pelo
sucesso e
pela concretização de seus
objetivos, Que Deus te abençoe e te
proteja,
dando-lhe paz, amor, saúde
e felicidade.
e que derrame Bençãos
sem medidas sobre a sua
vida
Hoje e Sempre!
Parabéns pelo seu Dia
Feliz Aniversário!
Essa dor que não passa.
Talvez eu esteja querendo me afogar num mar de ilusões, como forma de me manter distante dos problemas. Quisera eu poder adentrar até a última gota que há de vida, neste mundo de tentativas frustradas. Para mim esse futuro incerto é o que me destrói, esse medo da realidade, medo de abraçar essa dor que me rodeia, sem dó, nem piedade. É impossível alguém decifrar do que estou falando, ou que estou sentindo. Mas posso revelar não é dor de amor, pois essa dor eu já consigo pelo menos camuflar, é uma dor mais cortante, que consegue transpor minhas veias, caminhar rapidamente e atingir até mesmo minha alma. E tudo que eu queria era um abraço sincero, um silêncio, e uma certeza no olhar de alguém que me dissesse que não estou sozinha. Alguém pra segurar minha mão, quando eu precisar atravessar a ponte das aprovações, da realidade, de encontro comigo mesma, sem máscara, sem disfarce, pois talvez meu mundo “perfeito” esteja prestes a desmoronar, mas desta vez não vou poder fugir, pois se a vida é uma batalha desejo vence-la a cada nova luta, mas agora tudo o que eu preciso é de um aconchego, um sorriso feito de amor, para quem sabe conseguir manter viva um pouco de esperança neste mar de ilusões.
O coração do Mundo
Se com homem ou não
Mata seca ou deserto com vegetação
O mar não aprisiona a ventania
O vento canta para a dança da maresia
Um evento público sem plateia
Onde peixes e pássaros formam a assembleia
Com ou sem a intervenção da tua mão
Abrem-se os buracos do cemitério no nosso chão
Enxadas movidas a base de gasolina
Criações criadas para destruir a Grande Criação
Árvores são os papéis onde assinamos a "disciplina"
Onde a eletricidade traz de volta a lamparina
O mundo não para de girar
O coração não para de bater
Quando o coração parar
O mundo não irá perceber
E quando o mundo se esgotar
Não haverá coração sem se arrepender
E quando o mundo de fato se esgotar
Não haverá coração sem sofrer
Uma nau sem mar
No seu olhar calmo e sereno de antigamente, não encontrei meu mar e nenhuma praia aonde eu pudesse repousar meu “eu”. Encontrei apenas algumas interrogações fugindo de todas as respostas que eu poderia Ter.
Foi como ver em uma manhã a ressaca, a fuga para outra encosta e a sensação de algo esparramando, descansando em si mesmo.
Pela primeira vez parei para pensar e fiquei perdida dentro do meu vazio, dentro do meu próprio porto sem nenhuma sinalização.
Não voltaremos atrás. Eu sei que não voltaremos, nem para recolher as mágoas, nem para recolher os aplausos. Guardaremos dentro de nós esse silêncio gritante, explodindo dentro de nós. Eclodindo dentro do nosso ser que já não é. Deixou de ser quando se fragmentou, e os pedaços espalhados não se fizeram formas novamente. São lâminas, areias dentro do nosso mar, desse mar vazio sem nenhuma nau, sem nenhum anjo esperando a embarcação. Acabaram os sonhos e tudo se fez real.
E, no entanto, olhando pelas frestas de nosso interior eu vi um menino correndo em direção às ondas imaginárias, eu vi um menino brincando de “gente grande”, guardando dentro de si um medo danado dessa vida tão dura, muitas vezes impiedosa. O que esse menino não aprendeu (porque teve medo), foi a fantasticidade que é desafiar a vida com todas as quedas, com seu tempo imperativo. E como é gostoso tirar da vida o néctar, o doce, o essencial, mesmo quando ela insiste em nos dar o amargo.
Foi isso que vi em seus olhos e compreendi que não era calmaria, e sim olhos inertes. E foi por isso que o mar foi embora, sem nau, sem anjo, sem nada para deixar de rastro, de simples lembranças.
Também estou indo. Deixarei as marcas digitais de uma sombra se movendo ao tique-taque do relógio. Deixarei meus fragmentos de sonhos espalhados nesse chão frio. Talvez um dia os absorvam ou triture-os até o fim. Tudo isso são marcas de um passado que ainda dói muito percorrer.
Mas estou indo. A minha nau parte amanhã, sem os seus olhos, sem o seu mar.
Haverá de soprar ventos leves, ventos fortes, que certamente nos levará a navegar em outro tempo.
uanta Porrada você aguenta levar??
O mundo não é um mar de rosas. É um lugar asqueroso, e não me importo quão durão você é ele te deixará de joelhos e te manterá assim se permitir. Nem você, nem eu, nem ninguém batera tão forte quanto à vida. Mas isso não se trata de quão forte pode bater se trata de quão forte pode ser atingido e continuar seguindo em frente. Quanto você pode receber e continuar seguindo em frente. Se você sabe seu valor, vá e conquiste. Mas lembreçe deve estar preparado para ser atingido...
E finalmente, deitada ao som do mar ela descobriu o real motivo para o adormecer de todas as noites.
Como poderia existir esperança se não houvesse outro dia e tudo fosse uma coisa só?
Precisamos dormir para ter esperanças, para existir outra coisa, para aquilo não existir mais. Seja para ter saudade, ou superar.
Os humanos são tais como ondas do mar. Incomparáveis.
Ao contemplarmos o mar podemos facilmente diferenciar cada uma delas.
Algumas enormes com muita força, outras pequeninas,tem as quebram antes da chegada e outras se mantém inteiras indiferentes ao vento. E do mesmo modo tem as ondas que quase nem mostram a sua movimentação na superfície,
mas estão lá, fazendo exatamente o que deve ser feito...
De qualquer maneira um espetáculo único, lindo e maravilhoso.
Perfeições do Criador.
Ah! Como eu queria ser o mar, o céu azul e as estrelas. Tudo aquilo de mais belo que existe. Também queria ser aquelas flores que vc colheu no jardim e ser também aquela garota que você sempre oferece flores.
Queria ser aquelas folhas que caíram sobre seus lindos cabelos castanhos.
Também queria ser aquele brinquedo mais engraçado, no qual quando você olhasse, eu poderia ver brotar um sorriso dos teus lábios...
Ponto Belo - ES - 14/10/1985
Realidade inventada
Vejo o sol, vejo o mar;
Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar;
Vejo que estou sob a luz do luar, vejo o tempo passar;
Vejo a chuva tudo molhar, vejo a estrela brilhar;
Vejo esse meu sonho acabar, vejo-me a tentar tudo melhorar;
Vejo esse meu pensamento tentando melhorar se acabar;
Vejo esperança no olho brilhar, vejo a beleza em tudo que há;
Vejo esperança nos olhos de uma criança, mas não vejo mais em meu olhar;
Vejo a beleza em todos, mas não vejo em mim, tão pouco reconheço meu reflexo;
Vejo que estou presa neste baú a que devo chamar de coração, estou aqui esquecida;
Vejo que não tenho ações nem reações, pois estou presa neste coração;
Vejo que tudo que há de bom em mim está aqui, mas está guardado e preso no fundo deste baú onde ninguém pode ver além de mim;
Vejo que deixei de sentir, vejo meu olhar se apagar e se calar;
Vejo o meu sorriso aqui escondido e preso neste baú a que devo chamar de coração;
Vejo meus sonhos se perderem, minhas esperanças desaparecerem e eu estamos aqui presos sem ter como reagir diante a essas injustiças;
Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lua a noite iluminar;
Vejo que meu baú foi-se a atirar sobre as ondas deste mar;
Vejo que dói me lembrar, vejo eu neste mar me atirar presa dentro deste baú;
Vejo que aqui não é mais meu lugar, mas não tenho como escapar terei que junto a este baú, chamado coração, devo me atirar;
Vejo meu lar desmoronar, meu ser desaparecer e meu sonho de esperança acabar;
Vejo agora que acordei tudo ainda está aqui, nada mudou;
Desse sonho de desabafo e esperança acordei;
Na beira do mar estou-me a te esperar.
Aguardando ansioso você vir me procurar.
Olhava para o infinito e não te achava.
Mas alguma coisa dentro de mim dizia que por ali você estava.
Não sei oque me mantinha ali parado esperando por alguém que talvez fosse não vir.
Acho que sobre mim você tem um poder que jamais poderei distinguir.
Um poder capaz de mexer com os meus pensamentos.
Que mexe intensamente com o meu subconsciente e causa em minha mente um grande tormento.
Mesmo que você não venha, ali estarei a sua espera.
Pois só contigo terei motivação pra seguir em frente e construir minha Nova era.
Porque sem você não tenho história. sem você não tem o agora.
Sem você eu vou morrer, sem você não sei viver.
Sem você eu fico carente, sem você não tem a gente...
Um dia eu mudo.
Paro de procurar solucionar
A dor do outro.
De procurar baleia onde
Não há mar.
Deixo de buscar discurso onde
Há esmola.
Finjo que não vejo
A casa destelhada.
Evito consertar o poema
Quando não existe rima.
Tento esquecer
Que não há mais ou menos.
Basta desprezar os números!
O jeito é evaporar-me em formas outras
Que me permitam
Vislumbrar cada manhã
Sonho de novo tempo.
Vento
Vento, sopro divino!
Vento, brisa do mar,
Vento que leva minhas mágoas
Vento, puríssimo ar...
Que balança as folhas
Do meu pé de caju
Ondula as águas
Da foz do Iguaçu
Purifica minha alma
Oh brisa do mar;
Quando tá calor
Vem me refrescar
Oh vento ligeiro
Oh sopro divino
Oh vento fagueiro
Que me faz menino
Oh vento de chuva
Do mês de janeiro
Que passa ligeiro
Rondando em curva
Beleza da natureza
O mar, beleza da natureza.
Mesmo com seus tons tão belos.
Tem inveja dos seus olhos
tão bonitos e tão singelos.
O pássaro, beleza das matas.
Que tão charmoso canta.
Tem inveja da tua voz,
Pois todos que a ouve se encanta.
O vento, que por ele todos voam.
Com sua brisa chega a tocar a alma.
Tem inveja de seus gestos,
que a todos acalma.
A flor, que o campo enche de vida.
Com seu aroma e elegância.
Tem inveja do seu cheiro,
que não há melhor fragrância.
Eu queria ser um anjo.
Pra nos seus sonhos poder entrar.
Tenho inveja do seu travesseiro,
que com você a noite pode deitar.
O mar tem inveja dos teus olhos.
Os pássaros inveja da tua voz.
O vento da tua delicadeza.
As flores do teu perfume.
Eu de seu travesseiro,
porque dorme com você!
Maria e João
É uma história de amor
Uma história de emoção
É um espinho com flor
Uma vida, Maria e João.
O amor chegou aos poucos
E mudou-se ao coração
Apaixonados feito loucos
Apaixonaram-se, Maria e João.
As vidas misturaram
Tudo foi pela paixão
As bocas se beijaram
Se beijaram, Maria e João.
O levou adiante
Fez viver uma atração
Ela é a melhor amante
É o casal, Maria e João.
No fundo, ele temia
Não queria ouvir um não
Na verdade, ele sabia
Que seriam, Maria e João.
Mas chegou outra menina
Uma que veio de outro chão
Ela tem linda retina
E separou Maria e João.
Eu quero viver.
Quero o dia, o pôr do sol,
A praia, o mar, o camarão,
O suco de abacaxi com hortelã.
Quero o avião, as nuvens, as luzes da cidade ao aterrizar, a noite, a lua cheia,
Novas paisagens, novos cheiros, novos sabores, novas risadas.
Quero a estrada, o acelerador, cabelos ao vento, a música.
Quero o gramado, o cheiro de terra molhada, o milho verde, o bolo de fubá,
A serra e o frio.
A loucura de São Paulo,
A alegria do Pará,
A intensidade de Brasília,
A extravagância de Las Vegas,
O luxo de Dubai,
O capitalismo da China,
O bom gosto francês,
A astúcia italiana,
A responsabilidade japonesa,
A inovação coreana,
A boemia artística.
Eu quero o tudo e o nada,
O luxo e o simples.
Quero viver.
Quero estar aqui e ali,
Fazer isso e acolá,
Depende do momento,
De como me sinto.
Só quero ser inteira em fragmentos.
É pedir muito? Só quero o direito de escolher.
Ontem fui caminhar sozinha à beira-mar. O entardecer estava curiosamente especial, o sol levemente me tocava a pele com seu calorzinho, e o vento trazia um frescor necessário para manter a temperatura agradável. É interessante observar as pessoas correndo, caminhando com seus cachorros, jogando vôlei na praia, deitadas na areia tomando uma cerveja, ou lendo um livro. As crianças brincando como se não houvesse amanhã. Sentei-me em meio às pedras para escutar o mar, as ondas quebrando nas rochas, e senti aquele momento, à paisana com minha solidão. O que será que ela poderia me dizer daquela experiência única da minha vida?
Foi quando algo no mar me chamou a atenção. Um pássaro se divertia mergulhado no oceano. Apesar de poder voar, ele se permitiu estar em meio aquele plano. Analisei e senti profundamente aquele momento. Ele, inteiramente sozinho, não havia nenhum outro pássaro por ali, mergulhava e depois voltava a colocar sua cabecinha para fora. Talvez procurando por algum peixe, ou somente para se divertir em meio às águas, parecia tão entretido em seu objetivo. Às vezes, vinham ondas bravas e o mar ficava mais revolto, às vezes ele somente ficava a boiar no mar tranquilo. E mergulhava e voltava. Por alguns momentos se permitiu ir mais longe e mais a fundo, e às vezes voltava próximo às pedras para se assegurar de não se perder no caminho. Ele parecia tão despreocupado, tão sozinho, mas tão cheio de vida, apenas sentindo o movimento do mar, a dança das águas, e o entardecer a chegar. Poderia ficar por horas ali, só a observar.
Foi aí que parei para pensar. Alguns animais vivem suas vidas inteiramente solitários, como é o caso do lobo-guará, do urso polar, ou do ornitorrinco. Aquele pássaro poderia até viver em bando, mas naquele momento permitiu-se cuidar de si mesmo sozinho, a se aventurar. De vez em quando, a vida irá nos trazer momentos assim. E é preciso parar para refleti-los, pois acredito que a vida nos traz aquilo que realmente estamos carecidos. É preciso colocar nosso barquinho no mar, e passar pelas tempestades, fortes ondas, ou aproveitar os momentos de calmaria. Em nossa própria companhia. É preciso descobrir-se em nossa profunda força, nossa inteligência e capacidade de nos cuidarmos, e de nos revelarmos a nós mesmos como seres únicos e singulares que somos. Gostamos de cuidar dos outros, mas é tão difícil cuidarmos de nós mesmos com o objetivo de exclusivamente nos agradarmos de nós. Estamos sempre precisando de um motivo exterior, ou de um movimento de outrem, de um elogio, ou incentivo, estamos sempre querendo dividir-nos. E assim, nunca nem nos construímos, nunca nem escutamos as nossas próprias necessidades, ou o nosso próprio coração. Vivemos, muitas vezes, aos pedaços, ou levados pelo deslocamento das multidões. É necessário nos entretermos de nós mesmos, rirmos de nossos tropeços, ou nos alegramos de nossas vitórias. Sem precisar dos aplausos de alguém, pois duas mãos já podem se tocar e produzir o som de nossa própria aprovação. Mergulhados em nosso mar de solidão, podemos traçar nosso próximo plano de voo, mais direcionados e conectados com o profundo de nosso próprio coração.
O sol sobrancelha o mar
O mar se espalha na terra
A terra esconde meu caminhar
E meu caminhar me leva a sonhar.
Os sonhos de um dia ser
Como uma jangada a deriva
Sem a dor da despedida
Navegando a viver.
Na escuridão a desvanecer
Sem o sol anunciar que vai nascer
Sem água na fonte, sou horizonte,
A luz do amanhecer.
O sol desaponta por trás do mar e a luz se esconde na procela debaixo de um esplêndido luar, há águas, há horizonte, há lágrimas...
Chorarei por toda vida até que as águas de março inunda os meus mistérios e afogue um antigo amor em seus ministérios...
estarei a rezar em confissão por um amor vadio que conquistou meu coração.
Inutilmente
Irá anoitecer, este sol quente,
no mar frio e infinito do horizonte.
As aves candoras não mais cantarão,
e os lobos uivantes se calarão.
No silêncio da madrugada,
não farei além de mais nada,
a não ser te amar, e te amar vou viver te amando.
Com os mesmos desejos castos,
que te ofertam no altar dos altos.
Irei beber o teu sangue para que sejais o meu sangue, no pulsar de seu coração e no incomparável sabor de sua fertilização.
Inutilmente vou vivendo,
simplesmente,
com algo não sabido, porém, escondido em meu coração,
inutilmente.
