Textos de Mãe para Filho
Principalmente em regiões interioranas de estados mais conservadores, muitos pais educam seus filhos com base em interpretações equivocadas ou informações imprecisas sobre as leis, acreditando agir em benefício deles. No entanto, essa conduta pode, na prática, restringir direitos, comprometer a vida social e econômica e impor limitações e punições desnecessárias.
O Autor da santificação é Deus, o próprio Santo Pai, em seu Filho que é o Santo dos santos, através do Espírito de santidade. O instrumento externo é a Palavra de Deus, o interno é a rendição da fé a Palavra pregada. A Palavra não santificará, somente por ser pregada, a não ser que a fé lhe seja adicionada e assim através dela os corações dos homens sejam purificados.
Imagine você, seu filho e o semelhante: fazer brotar o "amar ao próximo como a si mesmo" sem a Bíblia — isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, seguindo as Escrituras, você apenas lê, mantém o conteúdo árido na mente e o racionaliza; pois o que você busca é o fazer brotar: reinteligir, captar a coisa por dentro, na prática, no nexo da vida, para impregnar na alma.
Dizem que o mundo tenta silenciar as mulheres, e que a jornada de criar um filho sozinha é um caminho solitário. Quem pensa assim só enxerga a superfície. Nunca cometa o erro de subestimar uma mãe solo decidida a crescer.Ela não carrega apenas o peso do presente. Ela carrega o combustível do futuro.Cada noite em claro, cada escolha difícil e cada gota de suor não são marcas de cansaço. São tijolos. Ela está construindo um império silencioso, onde a fundação é o amor e o teto é a liberdade. Ela sabe que as palavras ensinam, mas é o exemplo que arrasta.Por isso, ela não quer apenas vencer. Ela quer que a filha assista à sua vitória.Ela quer que a sua menina cresça sabendo que uma mulher não precisa de permissão para ser gigante. O maior legado que essa mãe vai deixar não é um bem material ou um sobrenome. É a certeza gravada na alma da filha de que, se o mundo fechar as portas, ela mesma terá a força necessária para derrubar as paredes.Subestimar essa mulher é esquecer que ela aprendeu a ser terra firme em meio à tempestade. E uma mãe que luta por sua filha não sabe o que significa desistir. Ela já venceu, antes mesmo do mundo notar.
Não temo o que ruge. Sou filho do silêncio que antecede o trovão. Eu tento apenas enxergar, no escuro, aquilo que me constitui, porque a noite já não me apaga nesse frio imensurável. Não peço abrigo ao mundo, pois sou feito da mesma matéria que o inaugura — sou, portanto, este mundo. Por isso, para mim, eliminar-se em nome da memória é apenas uma forma elegante de dizer que se suicidou.
Deus decreta, de eternidade a eternidade, que todos os que creem no Filho do Seu amor, devem se conformar à Sua imagem [...]. John Wesley - Sermons on Several Occasions (Nova Iorque: J. Emory e B. Waugh, para a Igreja Episcopal Metodista na Sede da Conferência, 14 Crosby Street, 1831), vol. 2, p. 39.
A pior herança não é deixar o filho sem dinheiro; é deixá-lo sem caráter para sobreviver sem ele. Pais que poupam os filhos da dor, do esforço e das consequências não criam pessoas fortes, apenas adultos grandes demais para a própria infância. A superproteção não educa: eterniza a dependência.
Poupar um filho da vida é condená-lo a viver sem si mesmo. Toda dificuldade que os pais sequestram da infância reaparece na vida adulta com juros de caráter: transforma limites em ofensa, responsabilidade em opressão, frustração em revolta e amor em chantagem. Quem protege do peso da existência não fortalece os ombros; atrofia a consciência. No fim, não cria filhos — fabrica adultos incapazes de carregar a própria história, sempre à procura de alguém que suporte o peso que nunca aprenderam a sustentar.
Todo parasita morre quando o hospedeiro desaparece. O filho educado para depender, porém, continua vivo carregando uma fome que ninguém mais consegue alimentar. Pais que poupam os filhos do esforço, das consequências e da responsabilidade não lhes entregam amor; sequestram-lhes a autonomia. Criam adultos que confundem afeto com sustento, direitos com privilégios e maturidade com idade. Quem protege demais não prepara para a vida: prepara para o colapso inevitável quando já não houver quem carregue o peso que nunca os deixou aprender a suportar.
Não há ato mais irresponsável do que transformar um filho em um eterno dependente e chamar isso de amor. Amor que poupa da disciplina não ama; enfraquece. Amor que livra das consequências não protege; incapacita. Amor que compra silêncio, evita conflitos e remove cada obstáculo não educa; domestica para a dependência. Pais assim não criam homens e mulheres livres, mas adultos que esperam ser sustentados financeiramente, emocionalmente e moralmente por alguém. Quando os pais já não estiverem presentes, esses filhos descobrirão, da forma mais cruel, que ninguém herda competência, caráter, responsabilidade ou maturidade. Tudo aquilo de que foram poupados na infância a vida cobrará na idade adulta, com uma diferença devastadora: a infância admite desculpas; a realidade, não. Educar não é facilitar a vida dos filhos. É impedir que eles se tornem incapazes de viver sem os pais. Quem não compreende essa diferença pode deixar patrimônio, imóveis e dinheiro, mas terá falhado na única herança que realmente importa: formar um ser humano capaz de permanecer de pé quando não houver mais nenhuma mão para segurá-lo.
A herança mais benéfica que se pode deixar para um filho é a percepção do que é bom e do que ruim,se conseguires afastá-lo de certos pensamentos ou atitudes perversas conseguirás mantê-lo como uma rocha: firme,seguro e íntegro e portanto,não existirá a necessidade constante de auto-afirmar-se.
Fui a uma palestra e sua voz a dizer que não é para incentivar ao filho a ser 10, ser 7 - e alguma vezes - 6 basta. Onde já se viu tamanho disparate? E continua a dizer o óbvio, que crianças devem se alimentar bem. (evitar refrigerantes) (novidades, não? APRENDA, ENTÃO!) E continuou a fazer comentários espirituosos - isso era segredo dela - como: "- estava na central da picanha e o filho pediu cerveja ao pai e ele recusou" . Dizei-me, que nova há nisso? O que posso frutificar a partir deste almanaque 1985? Creio, acho que uma boa explicação é que o referido espetáculo era para pessoas patentes, de raciocínio lento de senso por demais comum. Foi torturante, apesar de serem boas as intenções dos idealizadores.
Quinze de fevereiro é um dia muito especial para mim. É o dia em que dei à luz meu primeiro filho. E também o dia em que meu marido me deixou. Como ele esteve presente ao parto, só posso supor que os dois acontecimentos tiveram alguma relação entre si. Eu sabia que deveria ter seguido meus instintos. Era a favor do papel clássico, ou, digamos, tradicional, que o pai desempenha no nascimento dos seus filhos. Que é o seguinte: tranque-o num corredor do lado de fora da sala de parto. Não deixe que entre, em momento algum. Dê-lhe quarenta cigarros e um isqueiro. Instrua-o a caminhar até o fim do corredor. Quando chegar a essa feliz posição, instrua-o a dar a volta e retornar ao local de onde veio. Repita, se necessário.
' Leva ó Deus, este teu filho que por tí tanto clama, tira da sua vida, toda a amargura, a tristeza e o desprezo que por tanto tempo, teimam em se manter presentes na vida deste mesmo, este teu filho que tanto sonhou em levar uma vida suave, serena e pacífica, e que hoje vive o "inferno" na terra, guardai com carinho e ternura, o coração deste que possuí saúde, 2 braços e 2 pernas, mas que não encontra forças para levantar, caminhar e seguir a vida, guardai-me ó Deus, pois sou teu filho, em tí confio e contigo quero estar, ao lado de meu Pai, oh Deus! '
Filho meu, vai andar descalço pela rua, pegar bicho de pé, porque é assim que se vive! Filho meu, vai brincar de pega-pega com os amigos, vai subir em árvore, cair e se ralar todo. Filho meu, vai se lambuzar tomando sorvete a beira mar, vai ser feliz e vai surfar. Filho meu, vai ser honesto, vai ter caráter e vai lutar pelos seus ideais. Filho meu, vai ser orgulho, vai ser saúde, vai ser AMOR!
É tão bom sentir a vida na inocência do meu filho, na inocência de toda infância, no despertar de uma vontade, na realização de qualquer coisa que seja, mas que seja desejada, pode ser um doce. É bom sentir a vida suave mesmo que nesta suavidade o tempo esteja, como sempre, passando, mas a cada segundo a paz invade e mostre porque vale a pena contemplar o horizonte, porque vale a pena sonhar um momento seguinte, um amanhã, um futuro. Sentir que se o coração é sincero tudo está certo, mesmo que aparentemente não esteja. Inspirar a Vida, expirar a alegria de Vivê-la.
" acreditar que seu filho nunca vai se envolver com drogas é um grande perigo. Pesquisas mostram que o acesso de crianças às drogas é muito mais fácil do que os pais imaginam. Porém, não há ninguém melhor do que os pais e professores para vencer o desafio de manter um jovem longe da droga."
Meu filho tem 12 anos. Ontem fomos comprar roupas novas para ele mais uma vez. A cada 3 meses preciso trocar todo o guarda-roupa porque ele entrou naquela fase do estirão. Entrei com ele na loja e percebi que a minha opinião sobre as roupas e calçados que ele deveria levar já não contava mais. Ele tem o próprio estilo, gosta ou não gosta das coisas e pronto! E não é que meu bebê já está falando grosso?! Tomando as primeiras decisões sozinho?! Quando vi que já era um homenzinho em processo de independência, me afastei, percebi que aos poucos ele está aprendendo a voar sozinho e eu preciso deixar que isso aconteça. Logo, logo os vôos serão realmente altos e solitários e eu preciso estar pronta apenas para cuidar de suas asas quando elas estiverem quebradas até que ele possa novamente levantar vôo... Viajei pensando nisso tudo enquanto ele experimentava a camisa xadrez e os sapatênis tamanho 41! Me peguei de repente olhando para a seção infantil com saudades daqueles pezinhos... É, ele está crescendo, tem opinião e decidiu tudo o que iria levar sozinho (consegui não me intrometer!). A mim só coube pagar porque isso ele não tem autonomia para fazer... por enquanto!
O amor maior foi o amor de Deus que deu seu unico filho,pra morrer em uma cruz,o amor verdadeiro é aquele que se sacrifica, em felicidade do outro,quem ama de verdade faz do imposivel,posivel,é se sente feliz,quando o outro consegue realizar um sonho,mesmo que este sonho o magoê' segue em frente sempre pensando! Que um dia,vai dar tudo certo,por que o amor vence tudo,é todos. Viva o amor,deixe o amor te viver.
O meio de se livrar do espírito de escravidão e temor, é saber que você é um filho de Deus, está destinado para o céu e para a glória, e que tudo o que você vê dentro e fora de si mesmo não pode impedir que esse plano seja cumprido. Então a vida cristã é uma questão de se preparar para isso. "Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé". Fé em quê? Fé no meu destino final. Ou considerem o que João diz em sua Primeira Epístola, no terceiro capítulo, versículo dois: "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos". Ao que isso nos leva? Leva-nos ao que lemos no versículo seguinte: "E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro". Não há nada tão capaz de promover santidade como a compreensão de que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, que nosso destino é certo e seguro, que nada pode impedir isso. Compreendendo isso, nós nos purificamos assim como Ele é puro, e sentimos que não há tempo a perder.
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