Textos de Luis de Camoes

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Quantas palavras foram gastas para falar do silêncio. Quantos abraços foram aceitos impregnando o meu campo energético com um peso denso, e quantas vezes me protegi de uma carícia sincera. Quantas vezes suguei e fui sugada chamando isto de bondade. Quanto mais adequada eu tentava ser, mas eu me perdia do que eu era. E abafei minha loucura no peito comprimido para ser socialmente agradável. E escrevi coisas otimistas quando estava sofrendo de tanto medo. E ninguém sabia que aqui do outro lado eu estava chorando. E deixei que me julgassem sábia quando sou apenas mais uma buscadora tateando no escuro à procura da luz que pretendo beber a grandes goles.

Há na cultura mundial de hoje toda uma mitologia, toda uma idealização das revoluções, como se não fossem acontecimentos separados, mas sim etapas de uma caminhada em direção à liberdade crescente. Pode-se discernir, de fato, um sentido geral e unitário na sucessão de revoluções — mas ele não aponta na direção da liberdade crescente e sim no do crescimento do poder, no do aumento da distância entre o poderoso e o homem comum.

O médico verdadeiro não tem o direito de acabar a refeição, de escolher a hora, de inquirir se é longe ou perto. O que não atende por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta noite, mau o caminho ou tempo, ficar longe, ou no morro; o que sobretudo pede um carro a quem não tem como pagar a receita, ou diz a quem chora à porta que procure outro – esse não é médico, é negociante de negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros os gastos da formatura. Esse é um desgraçado, que manda, para outro, o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu espírito, a única que jamais se perderá nos vaivens da vida.

A era do gelo.

O Apóstolo Paulo, Shakespeare, Camões e Renato Russo - um se inspirando no outro - parecerem mesmo ter composto uma canção perfeita. Contudo eles, cada um há seu tempo, falaram sobre um sentimento que hoje em dia está em baixa popularidade. Temo não haver neste século um ser capaz de compreender algo sobre o amor.

Vou direto ao ponto. É preocupante como o amor tem se tornado frágil. Os relacionamentos estão envoltos num escudo de seda, onde cada palavra e cada atitude devem ser analisadas friamente antes de serem proferidas, não há mais espaço para erros, nem mesmo os comuns. Será que a espontaneidade - assim como as baleias nos oceanos do hemisfério sul - está extinta?! Não há disposição ao sacrifício. Eu e você fomos tragados por um sistema negro, que nos exige postura fria, essa postura nos garantirá a continuidade da vida, mas em troca nos tira o sabor.

Aprendemos a dizer: Meus sonhos. Meus interesses. Minhas vontades. Meu orgulho.
O que ganho com isso? É praticamente - com o perdão da palavra - um dane-se você!
E sobre essas frases construímos nossas amizades, estamos nos enamorando... sobre essas frases ariscamo-nos de vez em quando a fazer uma oração.

Quanta fragilidade... quanto interesse próprio! Esse amor não me lembra em nada o maior mandamento. Aliás, perece ser uma versão escrachada, ridícula. Mas como quase tudo que é escrachado e ridículo - feito para as massas - essa versão está no topo das paradas.

Hoje eu entendo
As definições de Camões
Servir a quem vence o vencedor

Hoje eu entendo
Que pra tantos entregar os corações
Causa medo, temor

Hoje eu entendo
E ao mesmo tempo não me reconheço
Minhas mãos tremendo ao digitar este texto

Hoje eu entendo
E me espanto comigo
Ao sentir tanta saudade
E dizer seu nome baixinho
E por momentos delirar
Achar que podes me escutar
E depois perceber que puro delírio
Não haveria de ser
Pois a compreensão
Logo estarei a receber
Contigo

Hoje eu entendo
Que amor é fogo que arde sem se ver
Como é estar preso por vontade
Como no grande laço se prender
Seguir o rastro do amor, na insanidade
E no caminho se perder

Hoje eu entendo
O quanto se sente
A força e a grandeza
Ser mesmo dependente
Do amor em sua beleza

Hoje eu entendo
E me surpreendo
Quando um dia inteiro
Fico à sua espera
E no fim
Se não o vejo
Esse dia não se completa

Hoje eu entendo
O amor
E toda sua contradição
Toda ela
Mas como?
Eu vivo nela!

Sendo o mais feliz
Ou o mais miserável ser
Tudo que aprendi
Não haverá de se obter
Em romances e livros
Mas tudo isso
Confirmado terá sido
Quando o mais confuso sentimento
O coração preencher

No fundo da alma que se clama
Com o mais profundo entendimento
“Está entre o pior dos males e o bem supremo”
Falou-se em voz de esplendor
Esta verdade e encantamento
“A que se chama...”
Sem esclarecimento
“levianamente de amor”!

Eu entristecia por Borges, Camões, Jonh Milton, James Joyce, Aldous Huxley, Roberto Bolãno... Ele tocou-me no ombro, era a ternura a falar por si.
- Temos um exemplo ainda mais árduo de limitação que cantou tantas histórias, Beethoven! Se a perda de visão não impediu os escritores de escreverem, imagine compor música sem ouvir... Tentei imaginar o inimaginável.

A flor da Antártida - (Clay Werley)


Em mais um dia que se passa,
eu não consigo ler Camões...
Mais uma tentativa fracassa
no cotidiano e seus padrões...
Eu, inserido nessa desgraça...
Sigo acorrentado a grilhões
e o biltre sistema comemora
exitoso, exultante por agora...


Segue o fiar da ampulheta
nem nela tenho uma aliada,
mais uma hedionda faceta
ter a consciência aviltada,
esquecer sonhos na gaveta
ter toda esperança roubada,
um resilir que, de tanto, já nem dói;
forja rmór de todo anti-herói...


Que emerge em meio ao nada
no fugaz berço do improvável...
Fazendo do caos sua morada
na qualidade de ser adaptável,
frustrando a norma instaurada
constrangedor e Indesejável...
Um anticarismático apátrida,
a subversiva flor da Antártida!

Martin Luther King enfatiza no seu discurso a seguinte frase “Eu tenho um Sonho”; já Camões em um dos seus versos diz “ Amor é um fogo que arde sem se ver; ”, enquanto Martinho Lutero tentar provar a essência desse amor dizendo “Os que amam profundamente, jamais envelhecem; podem morrer de velhice, mas morrem jovens.” E o meu autor preferido, diz no livro de 1 joão 4:8
Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. E ainda relata como é esse amor em outro livro, 1 Coríntios 13 “ O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; ´
Então, eu acredito que é algo que vale a pena.

Inserida por RainelleOliveira

SERÁ MESMO, CAMÕES?

Amar nem sempre é fogo
Por vezes, só uma chama
Digo... nem sempre arde
Acaba sendo só morno.

Sinto, nem sempre, tal ferida
Que nem exista no meu mundo
Esvaindo, então, nem dor
Acaba que acaba sendo somente isso.

Talvez seja um ganhar em perder
Confuso demais para contentar
Levando a todos a acreditar
Que essa faísca possa a vir a fogo ser.

Nem preso queira está
Junto a ela poderia até pensar
Se afastando cada vez mais, não dá
Por isso, nem arde, nem há dor.

Inserida por Janeilson

Camões x Musa

Glória incomparável da amada Musa.
São Camões vossa mão não pára mais
de confundir o meu coração com a paz,
peço a vossa licença para parar antes
que aqui jaza voando em suas asas.
pois, depois, continuaremos muito mais
e para concluir, à Musa peço escusas
e a Camões: Sua bênção parnasiana.

Inserida por camposcampos

Poema a Camões (O Amor Verdadeiro)

Por entre as longínquas
Serras verdejantes,
Olhos viajavam, distantes
Da pura e miserável
Desilusão de amor.
Com as duas pupilas,
Via uma natureza
Inalcançável, beleza
Trazida pelos deuses,
Deixada assim ao mundo.
Mas nada se igualava
À mulher do seu coração,
Repentina e bela perfeição
Que se mostrava imensa
À luz de uma só visão,
Visão do nosso querido
E estimado poeta morto.

LCF

Inserida por LCF-Poesia

Estava meio surumbático, esquisito, melancólico, tão, que só Camões,quando morreu sua esposa Chinesa, no naufrágio de seu navio no mar da China. Depois, foi ele se exilar e garantir as possessões Portuguesas no estreito de Hurmog, hoje Hormuz, e nos brindou com a grande epopeia lusitana, que o soldado luiz Vaz de Camões, versos inigualáveis nos Lusíadas. Livro obrigatório, pois ali, mesmo com a exaltação vista por todo o texto, estava claro a tristeza, a saudade e a melancolia, como podemos ver nestes versos:

"Anda tao unido o meu tormento comigo que eu mesmo sou meu perigo"

Ali, podemos entender toda nossa contemporaneidade e nossos medos que desde o século XVI, o mesmo dos navegadores continua a nos assombrar. Através de Camões podemos entender toda a nossa desilusão e melancolia, entrelaçada de furores de jubilo e esperança. Ali Camões, curou toda a tristeza da perda de sua amada. Porém, ao que parece, pois não há dados históricos verossímeis, mesmo em batalha, pois estas sempre lhe acompanharam, curou-se da saudade, mas a tristeza e melancolia que o habitava, permaneceria em toda sua vida.Como tudo na vida tem algo de bom, fomos brindados com uma saga e versos dignos de nos darmos o título de civilizados. Cada dia que passa, sinto que a única coisa que nós fará sermos lembrados daqui uns 10, 20 mil anos, se muito, serão os livros. Mas voltando a minha dor camoniana, estava eu pronto para ir para Brasília e sabia de antemão, que a cidade havia se tornado um deserto. Ninguém queria falar com ninguém, os tribunais e repartições estavam parados, as boates antes tão cheias, vazias. até as garotas de programa, tão procuradas pelos nobiliárquicos ores do poder, estavam dando 50% de desconto ou mais, ou seja, a cidade estava sendo movida a lexotan e pronazepan, era uma melancolia estampada no rosto de todos. Nunca a cidade esteve tão desesperada, não havia Hormuz, para ninguém se exilar e esperar o tempo curar todas as dores. O tempo conspirava contra todos, os cargos e empregos ia virar pó. Mas eu tinha que ir, havia recebido os honorários e tinha que despachar no tribunal, não tinha, depois que vazou a lista de processados ou citados pela procuradoria da república. Alguns, mesmo deixando claro que não tinha outra saída. peguei o voô e em uma hora, já estávamos desembarcando, quando num dos assentos, vi uma propaganda da prefeitura de Curitiba, que algum passageiro havia deixado, me interessei e a levei comigo. Enquanto ia pegar minha mala, fui lendo e eme interessando cada vez mais. sabia, que dado o baixo astral da cidade, eis que ali é uma rede e todos, todos sem exceção fazem parte dela, seria inútil minha ida naquele céu exuberante como tão bem Toninho Horta, retratou na música céu de Brasília. Cheguei ao Hotel e havia decorado todo o panfleto, confesso que já me sentia um especialista. Nem mal me aloquei no quarto e já fui visitar uns sites chinesas, pois se você procura conhecer de coisas bizarras, tem de procurar na china. nós ocidentais somos muito caretas. E não é que achei, li tudo, decorei, as diversas cores, prendi a ler a sorte e o futuro, pequenos tocos, pois eu que nunca pensara ser possível, depois que me dei conta, que desde sempre ele esteve comigo. Ao final, tendo todas as minhas previsões que Brasília, estava uma bosta, curei-me de minha melancolia, me tornando um especialista em cocô, afinal um país que tem uma elite de merda, só sendo especialista em cocô, é que é possível sobreviver, neste deserto sem qualquer futuro.

Inserida por robertoauad

Sobre um mote de Camões

Se me desta terra for
eu vos levarei amor.
Nem amor deixo na terra
que deixando levarei.

Deixo a dor de te deixar
na terra onde amor não vive
na que levar levarei
amor onde só dor tive.

Nem amor pode ser livre
se não há na terra amor.
Deixo a dor de não levar
a dor de onde amor não vive.

E levo a terra que deixo
onde deixo a dor que tive.
Na que levar levarei
este amor que é livre livre.

Inserida por aderito2010

Tributo a Camões

20
Quando os Deuses no Olimpo luminoso,
Analisavam com corações ardorosos,
Onde o governo está da humana gente,
Numa bela reunião beneficente,
Se ajuntam em concilio glorioso,
Ao postarem-se de espírito frondoso
Sobre as cousas futuras do Oriente.
Apesar de andarem por terras quentes
Pisando o cristalino Céu fermoso,
O clarão do verdadeiro céu ditoso.
Vem pela Via Láctea juntamente,
À reunião da união de brava gente,
Convocados, da parte do Tonante,
Ao se tornarem imponentes e constantes
Pelo neto gentil do velho Atlante.
Afeitos à insistência luzidia e fremente...

21
Deixam dos Sete Céus o regimento,
Dum dulcíssimo véu resplandecente
Que do poder mais alto lhe foi dado,
Pelo valoroso dote de soldado.
Alto Poder, que só co pensamento
Se faz belo, moderado e estridente.
Governa o Céu, a Terra e o Mar irado.
Seria Zeus o morador desse condado?
Ali se acharam juntos num momento,
Quiçá, iguais ao castiçal queimado.
Os que habitam o Arcturo congelado
O ar também queima quando gelado.
E os que o Austro têm e as partes onde
O amor da guerra incrível se expande.
A Aurora nasce e o claro Sol se esconde.
Camões sem desdém de vez toma esse bonde.


22
Estava o Padre ali, sublime e dino,
Com seu olhar de brilho aquilino,
Que vibra os feros raios de Vulcano,
Os quais durarão seus eternos anos
Num assento de estrelas cristalino,
De infinita beleza é esse trono.
Com gesto alto, severo e soberano;
Advindo do decantado deus Vulcano
Do rosto respirava um ar divino,
Cujo ar vindo do mais profundo hino,
Que divino tornara um corpo humano;
Com Olimpo a traçar futuro plano.
Com hüa coroa e ceptro rutilante,
Ali se firmava o deus mais radiante
De outra pedra mais clara que diamante.
Postava-se esse colosso deus amante.

jbcampos

Inserida por camposcampos

AMOR;
Como já dizia o soneto de Camões, “Amor é ferida que dói e não se sente”. Seria essa então a maior virtude humana? Amar; poucos sabem o verdadeiro sentido dessa palavra, há alguns que digam que amar é cuidar, é..não é só isso. Amar é respeitar, amar é ter responsabilidade com o sentimento do próximo, amar é enfrentar bons e maus momentos. Pois é, o amor não é pra qualquer um, é reservado para aqueles que têm coragem. O amor não é essa coisa toda que muitos falam, é essa coisa toda que poucos fazem.
Existem diversos tipos de Amor, amor de mãe, pai, tio, avós, amigos, primos, irmãos, namorados e o amor próprio... ahh mas esse último é o que mais causa problemas hoje em dia não é mesmo? Amar a si mesmo é um desafio diário para muitos, inclusive pra mim. Grande parte da nossa vida estamos sempre cuidando e demonstrando carinho para com o próximo. Mas e quando isso não é recíproco?? É...dói, machuca e fere a alma. Nem sempre os outros vão ser da forma que pensamos e temos que aceitar isso, por que o mundo é feito de pessoas diferentes e nem todas defendem os mesmos princípios que os nossos.
Como então aliviar a dor do que não foi correspondido??A resposta é simples; se iludindo menos e vivendo mais!!
Mas continuo acreditando que embora o amor possa ferir, ele também seja capaz de curar.

Inserida por BiancaCSA

Para Camões, o amor é um fogo que arde sem ver, para mim, é aquela fração de segundo que eu fecho os olhos e vejo o seu sorriso.
É quando me lembro de você tirando a sua blusa branca de botões e jogando-a no chão, é quando eu me esqueço do mundo ao redor estando com você, e o seu nome sai abafado de minha boca.
É quando eu guardo meu amor para você, escondendo-o de todos.
Foi te reconhecer no meio da multidão, foi confiar mesmo não te conhecendo.
É o coração acelerado quando ouço seu nome, é a lembrança do seu toque, do seu gosto.
É te encontrar nos meus sonhos.
Só lá...

⁠Camões não exagerou, quando disse, que "o amor e o fogo que arde sem se ver", entretanto é relativo a maneira que o amor arde em cada um.
Existe situações em que o fogo ardente se fere a uma paixão, algo incontrolável ou bom, e existe situações em que o fogo ardente descrito por camões trata-se de um fogo ardente que destrói sem se ver pelo amor não correspondido ou nunca declarado.

Inserida por Balby9

Não descobrir nada e não sei descrever a dor tão sublimemente quando Camões tão pouco sei falar do amor, apenas sei viver assim como Confúcio tenho prazer pela vida. Não sou má quanto Beethoven mais sou linda e tímida como a madame Curie.
Eu não construí um palco universal feito Shakespeare nem domino a poesia como o mestre, mais tenho o prazer de escrever que veio de dentro dele. Ainda não tenho uma obra imortal como Miguel de Servantes, mais sonho em ter. Eu não sei contar histórias nas músicas igual a Mozart, mais sei apreciar as histórias das canções existentes. Não inventei a bomba atômica como Einstein, mais me sinto a inventora dos bons sentimentos. Não sou filósofo quanto Aristóteles, apenas me atrevo a falar dos sentimentos, da vida. Não tenho a coragem de Colombo pra descobrir algo difícil feito a América, mais tenho a coragem pra viver, pra passar pelos problemas, pra supera-los e pra sonhar mesmo que o mundo lá fora tente tirar os meus sonhos eu sempre estarei sonhando cada vez mais, pois assim como Kelen Keller eu tenho sonhos que para algumas pessoas parecem impossíveis mais para mim são sonhos como qualquer outro, possíveis de realizar.

Inserida por Thaynaamanda

Ah! Camões...
Ah! se tu soubesse o que se passa aqui dentro, voltaria para os dias atuais e teria um novo conceito sobre o AMOR.
Aquele teu poema, hoje vejo, está inacabado.
Volta Camões! Que o AMOR que foi "descrevido" por tu naquele momento que estavas completamente embriagado pelo amor, hoje tem um novo sentido.
Volta Camões! Vou te ajudar a entender o que é o AMOR.

Inserida por GyLimaria

⁠Nada mudou

Ah Camões!!!!
As coisas não melhoraram com o passar do tempo.
Como você vejo no mundo os bons passarem graves tormentos.
Os maus se deliciarem em mares de contentamento
Os bons em eterno sofrimento.
Os maus velejando com total ajuda do vento.
Os bons em tristezas noites mal dormidas.
Os maus ilesos sem nenhuma ferida.
É a vida, dirás tu...
Faz das gentes o que quer...
Que cada um fique pronto pro que der e vier.

Inserida por RosangelaCalza