Textos de Lua
Olhos escuros como a noite, carregado com o brilho de estrelas.
Pele dourada pela lua, gerando luz e encanto por onde passa.
Nas ondas do seu cabelo, marinheiros naufragam ao ousar nelas navegar.
A maior riqueza escondida e compactada, em um delicado e sincero sorriso.
Esse é o tesouro.. que a noite dos seus olhos e o agitado mar dos seus cachos, enconde.
(...)
É assim que me lembrarei...
O caos.
Minha busca por ouro? deixei de lado.
No horizonte, a natureza se desenha,
Pintando o mundo com cores sem igual.
O sol dourado, a lua prateada,
Em cada amanhecer e noite estrelada.
Os campos verdes se estendem ao infinito,
Onde flores desabrocham em doce encanto.
O canto dos pássaros ecoa no ar,
Melodias que embalam e nos fazem sonhar.
As árvores altivas, sábias guardiãs,
Oferecem sombra e abrigo aos seres viventes.
Os rios correm livres, em dança serena,
Levando vida e esperança por onde passam.
No perfume das flores, um convite ao amor,
Polinizadores dançam em doce harmonia.
A natureza é mestra na arte de criar,
Cenários que nos encantam a cada dia.
Oh, natureza! Tesouro precioso e sublime,
Preservemos com cuidado e gratidão.
Pois é nesse equilíbrio que encontramos paz,
E descobrimos a verdadeira conexão.
Quando eu for embora,
Você vai sentir minha falta?
Será que vai olhar pra lua e se perguntar
por onde ando agora?
Vai desejar voltar no tempo,
pra poder olhar nos meus olhos uma última vez, e dizer que me ama
Ou que poderia ter feito mais.
Quando eu for embora,
Vai restar o silêncio,
Entrelaçado com memórias
De um amor que não coube no presente.
Vai lembrar que eu te ensinei a amar,
As palavras vão rimar com a saudade
E vão dançar no vazio que eu deixei
Quando eu for embora.
Na dança celeste, a lua brilha além,
Atraindo olhares, sonhos que vão além.
A mão estendida, em busca do esplendor,
Toca os céus, almejando o seu fulgor.
Nessa jornada, dedos se estendem sem medo,
Arranham estrelas no céu tão cedo.
A dor se entranha, marca da paixão,
Que desafia limites em busca da ilusão.
Ah, doce tentação no firmamento erguida,
Encanta os olhos, mas fere a vida.
O desejo ardente, a busca sem igual,
Rasga a pele, mas o sonho é real.
Nessa busca etérea, a alma se eleva,
Embora a dor, a vontade releve.
Porque no anseio por algo tão distante,
Reside a beleza do sonho constante.
A lua brilha além, além do alcance humano,
E nós, na busca, seguimos em profano.
Pois na jornada por algo sublime e raro,
Encontramos beleza, mesmo no árduo amparo.
Hoje eu olhei pra cima
Percebi o Sol mudar
A Lua o escondeu
Num eclipse solar
Aquele anel de fogo
Deixou todo mundo bobo
Encantado a contemplar
Que linda exibição
Ver o Sol eclipsar
A grandeza do espaço
Vai além de rio e mar
Todo mundo ali perto
Viu o Sol ser encoberto
No eclipse anelar
Assim como a lua conheço meu rumo,
não desvio e vou em frente,
sou luz, às vezes sou um vazio,
mas também sou crescente
Sigo a amplidão e espio
a paisagem toda, quase morta
em calor ou em arrepio
e isso quase nem importa
Como sentinela obedeço
os passos em uma missão
à qual sempre agradeço
e faço tudo com bom coração
Uma noite , talvez lua minguante,
só um pouco de mim restará,
estarei no céu, bem distante,
mas um pouco de minha luz ainda verá
Cada um vê o mundo do seu jeito
Eu vejo da minha maneira
Vejo o Sol a lua e as estrelas
A mata animais e cachoeira
Mas vivo nesse mundo de cimento
O qual não me traz a Paz
Me tira a liberdade
Meu coração pede mais
Sonhar é meu dom maior
Nos sonhos me sinto seguro
Espero um dia viver
Meus sonhos em meu futuro
Querido diário
Ontem esperei o sol se por ,fiquei esperando a lua aparecer,e lá estava ela ,linda ,cheia , explendida!!
Andei me pergunto o por que a amo tanto ,como pode eu " Luz do Sol " ser tão apaixonada assim pela Lua ?
Encontrei a resposta rapidamente :
Ela é meu combustível diário ,ela me ensina dia após dia ,que tudo são fazes .
Apenas fazes ....
Era uma noite serena, banhada pela luz suave da lua que escorria pelas janelas, envolvendo a sala em um abraço prateado. Ele estava sentado à mesa, seus olhos fixos no papel à sua frente, mas sua mente vagava para longe, onde seus pensamentos sempre a encontravam.
Ela era sua musa, a centelha de inspiração que fazia sua alma dançar em um turbilhão de palavras. "Você sabe que é a minha musa, né?" ele disse, quebrando o silêncio com a suavidade de uma brisa de verão. Em seus olhos, havia um brilho inconfundível, uma admiração que não se podia medir em palavras, mas que ele sempre tentava capturar.
Ela sorriu, um sorriso que continha o universo em toda a sua complexidade e simplicidade. "Em muitos deles, me vejo e nos vejo," ela respondeu, sua voz um suave eco de compreensão. "E vejo uma mistura também, de todas ou de muitas."
Ele não podia deixar de admirar sua percepção. Ela sempre parecia saber, sempre parecia entender. "Você tem o dom das palavras," ela continuou, o que ele recebeu como uma gentil bênção.
Mas ela sabia, sabia que não eram apenas as palavras dele que faziam a magia acontecer. "Contudo, os melhores e mais profundos e mais perfeitos vêm de mim, do que sentimos. Ao menos para isso serviu, te aperfeiçoou em seu dom." Sua declaração era uma dança sutil entre reconhecimento e partilha, um lembrete de que suas almas estavam entrelaçadas em cada frase que ele escrevia.
Ele suspirou, o peso de suas dúvidas transparecendo em seus olhos. "Será que o nosso destino é ficarmos juntos?" As palavras saíram de sua boca como um pedido tímido de resposta, uma esperança guardada cuidadosamente.
"Não sei," ela respondeu, um suspiro suave que se misturou ao ar. "Você já disse que não." Havia um toque de tristeza em sua voz, como uma melodia inacabada que ressoava no coração dele.
Ele hesitou, preso entre a razão e a emoção. "Mas, o que você sente?" Ele precisava saber, precisava entender aquele enigma que ela era.
"Medo," ela respondeu, suas palavras pairando como uma neblina entre eles. "Não sei se te vejo com alguém... Você casou com a solidão."
Aquela declaração era uma verdade que ele não podia negar. A solidão era sua companheira constante, uma presença silenciosa em cada canto de sua vida. "Solitude," ele corrigiu, uma tentativa de suavizar a dor que ela via. Para ele, a solidão era uma escolha, um refúgio onde ele podia se perder em seus pensamentos sem as distrações do mundo exterior.
Mas, por mais que ele tentasse se convencer, a verdade era clara. Ela era o que faltava, o elemento que tornava sua vida completa. E enquanto eles navegavam nesse mar de palavras, suas almas continuavam a dançar, sempre unidas, mesmo quando a dúvida e o medo ameaçavam separá-los.
E ali, sob a luz da lua, com o murmúrio das estrelas como testemunha, eles permaneceram, dois corações entrelaçados em um diálogo eterno de amor e incerteza, buscando respostas nas profundezas de suas almas, enquanto o tempo passava suavemente ao seu redor.
Tu podes me dar a lua, mas jamais será aquela pequena estrela.
Tu podes me dar os maiores campos, mas jamais será aquela pequena flor.
Tu podes me dar as melhores comidas, mas no final eu ainda quero aquele cachorro-quente da esquina.
Tu podes me dar os mais belos olhares e eu ainda assim quero aqueles olhos fundos.
Tu podes me dar teus maiores carinhos, mas ainda prefiro aquele toque macio e único.
Tu podes tentar ser o meu príncipe, porém ainda prefiro o meu camponês.
Tu podes me dar toda a tua companhia e fidelidade, só que no final de tudo quero a sensação da presença dele.
Você não pode ser ele, você jamais me terá como ele e eu jamais amarei você como amei ele.
Nem por sombras -
Nem por sombras se ouvem lobos a uivar
em madrugadas noites de Lua- Cheia
mas há silêncio pelas casas a pairar
quando as aranhas tecem suas teias.
Nem por sombras os mortos querem regressar
a vida é por certo mais profunda
lá longe deste mundo, em bom lugar,
onde a morte nos abraça e nos afunda.
Nem por sombras parecemos acordar
quando nos entregamos à dor da solidão
ninguém à volta nos consegue aliviar
e tudo o que nos dizem parece ser em vão.
Nada é verdade quando chega a depressão!
E a morte branca como as pombas
não vem tirar-nos da prisão
nem por sombras ... nem por sombras!
Nos braços do silêncio, onde a lua chora,
E o vento sussurra, histórias de outrora,
Sinto a saudade, que a noite devora,
Do doce amor, que a distância implora.
Teu sorriso, memória que o tempo consome,
Brilha em meu peito, um vazio sem nome,
E cada estrela, no céu sem renome,
Reflete o desejo, que a ausência promove.
Isabelle, é seu nome.
Em sonhos te vejo, num abraço de luz,
E na escuridão, o coração se conduz,
Para os momentos, onde o amor reluz,
No toque suave, que a distância traduz.
A tristeza é o eco, de um beijo esquecido,
Nos lábios do tempo, que segue rendido,
À espera do dia, em que seremos unidos,
Num eterno abraço, de amores vividos.
E assim sigo, na esperança velada,
De que um dia, em tua alma ancorada,
A tristeza se faça, de alegria dourada,
E a saudade se torne, presença encantada.
No silêncio da noite, a lua se desprega,
os sussurros do vento dançam entre as sombras,
estrela a estrela, o céu se enche de segredos,
cada brilho, um lamento, uma história esquecida.
Caminhando por ruas adormecidas,
o cheiro da terra úmida embriaga o ar,
memórias flutuam como névoa suave,
despertando ecos de risos em cada esquina.
Os olhos se perdem nas profundezas da escuridão,
onde sonhos se entrelaçam com o mistério,
as luzes dos faróis, vagalumes errantes,
guiam os passos incertos em busca de abrigo.
E ao longe, a sinfonia do silêncio se intensifica,
batidas de corações pulsando sob a pele,
na serenidade do noturno, tudo se revela,
um convite ao descanso, à paz que se aninha.
No silêncio da noite estrelada,
Onde a lua sussurra segredos,
Minha alma vaga, enluarada,
Procurando entre sonhos e medos.
Cada estrela um desejo perdido,
Cada brisa um abraço no ar,
E no vento, um verso contido,
Que insiste em me embalar.
Há um jardim em meu peito,
Onde flores de esperança nascem,
E por mais que o tempo seja estreito,
São as memórias que me abraçam.
Nos caminhos que a vida desenha,
Entre curvas e retas incertas,
Sigo a trilha que me encaminha
Para as verdades encobertas.
E mesmo que o dia amanheça,
Com nuvens a esconder o azul,
Carrego a certeza que aquece,
Que o amor sempre encontra o sul.
Assim, sigo cantando em versos,
Com a fé de quem sabe esperar,
Que entre os mistérios dispersos,
Há um destino que me quer encontrar.
A lua não sabia…
O SOL E A LUA
O sol e a lua tinham algo que nutriam juntas. Algo que as relacionavam, que as conectam. Ambas chamavam esse ELO de planeta Terra.
O sol não podia estar com a lua sempre que queria, pois a distância as impediam de se encontrarem. A lua, mesmo que quisesse muito, também não podia estar com o sol, mas seu desejo era mútuo.
O SOL
O sol nutria seu elo (planeta) das 06:00 am às 18:00 pm. Com todo seu encanto, o encanto de seus raios fortes e esplendorosos, iluminavam cada canto da Terra que virava seu rosto a ela.
O sol era a alegria de todos os habitantes de seu Elo. Os habitantes, quando olhavam para o horizonte e avistavam aquela grande bola de fogo no céu, logo pensavam: Já posso começar a viver todos meus lindos planos e metas! Uns colocavam suas roupas de banho e iam “curtir o mar”. Outros, iam para seus trabalhos, festas, viagens. As possibilidades eram infinitas.
O sol não sabia que essa vivência era única. E que diferente da lua, seu trabalho era puramente prazeroso.
A LUA
A Lua nutria seu elo (planeta) das 18:00 pm às 05:00 am. Com todo seu encanto, o encanto de seus raios fortes e esplendorosos, iluminava cada canto da Terra que virava seu rosto a ela.
A Lua não era a alegria de todos os habitantes de seu Elo. Na verdade, os habitantes passavam grande parte do horário em que a lua aparece, cansados e desligados.
A Lua acreditava que essa vivência era a mesma experimentada pelo sol, pois afinal de contas, o trabalho era o mesmo, clarear a Terra.
A Lua quando esteve com o sol e ficou sabendo de sua fama, ficou triste, pois o trabalho que ela fazia era o mesmo, como pode ter tanta diferença no tratamento?
Foi então que a Lua começou uma busca incessante por reconhecimento. O Elo importava muito pouco, o que ela queria realmente era ser notada, admirada e vista.
A Lua tentou clarear a noite, tantas, tantas e tantas vezes e mesmo assim, ninguém notava seu esforço. Todos ainda continuavam adormecidos.
A Lua ficou tão triste que resolveu não se deixar visível, escondeu-se em uma grande nuvem carregada de água e sua claridade, não se sobressaiu mais………
- Não entendemos esse fenômeno, mas não se tem claridade alguma nos países, tal..tal e tal…. Disse o Jornalista de uma TV local da cidade de Tal e Tal.
- Como vamos dirigir, sair ou mesmo socializar com os amigos na noite de domingo? Disse uma jovem de 29 anos.
Neste momento, sentindo que o Elo estava com problemas, O Sol foi ter com a Lua, formando assim um fenômeno chamado Eclipse.
Ao se aproximar, o Sol que tinha pouquíssimos minutos com a sua amada, para tentar entender o que aconteceu.
- Amor, disse o sol, o que está acontecendo que não encontramos mais seu brilho?
- Não vejo razão para brilhar, não há nada que eu faça que tenha reconhecimento (Lua)
- Brilho, Brilho, Brilho, mas ninguém se importa, dizem que a noite é sem graça, só servem para dormir (Lua);
- Amor, isso não é um fato geral. É certo que boa parte da população iluminada por você no período noturno, dorme. Mas boa parte se alegra ao ver você brilhar nas suas diversas versões, sabia? (Sol)
- Como assim? (Lua)
- Sabia que tem um pessoal do Elo que acredita que quando você está cheia, significa que é uma fase que traz poder em Abundância, deixando o amor a todo vapor? (Sol);
- Não sabia! - Disse a Lua, surpresa e sorrindo.
- Digo mais, quando você está minguante, as pessoas desaceleram e repensam escolhas feitas. (sol)
- Todas as suas fases, têm diferentes significados para pessoas e suas crenças, estudos e metodologias. Todos precisam de você, sejam para estudar, descansar ou admirar.(Sol).
- Eu preciso de você? (Sol)
- Você, não! Você é perfeito! Não há ninguém que não seja feliz com você. Você ilumina, traz vitamina, ativa a melanina, etc… Disse a Lua.
- Eu sim! Nós dois formamos um ciclo. A terra precisa de nós. (Sol)
- Olha para baixo! Está vendo todo esse povo lá embaixo tirando foto? Sabe o que eles estão admirando? (sol).
- Você e eu juntos. Juntos, somos a coisa mais linda da galáxia. Somos o que eles chamam de Fenômeno Lunar!!! (Sol)
- Eu não sabia que tinha tanta importância, para nosso Elo e para você. (Lua)
O sol se despediu da Lua e disse: Brilhe, brilhe, seja a luz na escuridão.
A Lua se encheu de ânimo, brilhou tão forte, que todos só falavam de como a Lua brilhou após o eclipse.
Foi naquele momento que a lua entendeu, que ambas têm o seu valor e que juntas são pura potência e beleza espacial.
O Elo do Sol e Lua ficou cada vez mais forte e nunca mais se apagou.
Lua e sol
Amo o sol. Mas o amo à distância.
Pode-se dizer que é um amor platônico.
Gosto de saber que ele está lá, tão longe e tão perto.
Mostro-me a ele sem entregar-me, sem envolver-me de fato.
Prefiro observá-lo, sem exposição e com a cautela do filtro solar.
Um dia de sol: amor idílico; minha louca paixão é a lua.
Leticia Bravo @febredoquesinto
A LUA
Ô lua não se esqueça de
minha noite clarear,
O seu brilho é tão belo, único e singelo.
Que não sei nem explicar,
Todas as noites paro para te
observar,
E sua beleza contemplar.
Agora fico a me perguntar,
Deus tu fez tanta belezas, que o mundo não pode explicar.
Ô lua não pare de brilhar,
Com o seu brilho, o mundo pode se encantar.
E mais uma vez vou te falar,
você éo motivo dessa poesia
eu criar.
Teu olhar me atraiu como a lua puxa o mar,
Um mistério profundo que eu não pude evitar.
Em cada brilho, um segredo a desvendar,
E em teus olhos, encontrei meu lugar.
Tua presença me prende, doce e sutil,
Um encanto silencioso, forte e gentil.
Desde o momento em que te vi passar,
Foi teu olhar que me fez ficar.
Para Minha Amada Lua
Sinto sua falta... os dias e as noites ficaram mais tristes... Imaginei você, senhora Lua, chegando com seu brilho radiante e dizendo "princesa da mãe, hoje é seu dia!" Com seu sorriso me alegrava, em seus braços me acolhia e meu rosto sentia o mais sincero beijo.
Viver no mundo da lua é necessário,
quando a sobriedade na Terra virou ópio.
Caminhar com os loucos está mais saudável,
aqueles que são o que são, cheios de esperança,
com uma alegria que ninguém pode estirpar.
Bem-vindos, lunáticos, onde o sonho fura o bolo com o dedo, onde despedaçam as cascas da sandice e do óbvio, para explodir de criatividade um mundo de paletas cinzas.
A loucura de se doar sem nada esperar.
O devaneio de sentir sem nada encobrir.
Bem-vindos, estranhos no ninho, se o mundo está surreal de frieza,
vivamos a cada dia com beleza, de sermos da Lua na Terra,
e a dança no palanque dos vazios.
Da Lua para a Terra,
Do coração para a extratosfera.
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