Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Tudo está sendo corrompido pois eu lutei ,lutei e chorei e chorei por você e eu me quebrei em pedaços esperando que você fosse embora comigo,eu te agradeço por nada que eu tive de muito, eu estou sendo séria de mais como nunca antes ,hoje é um dia sujo de mentiras.
Minha dor era tão transparente pra você quanto a água,meu coração está farto de suas mentiras mesquinhas.
Eu senti saudades do tempo que o fogo ainda estava aceso agora é só cinzas ,pra mim nada mais importa ,eu estou bem agora sozinha,eu tenho que te agradecer por cada soco que suas palavras traziam para mim,minha vida não precisa disso,eu te pedi por favor eu respirava mas ao mesmo tempo não estava viva, minha dor nunca significou nada pra você ,eu juro que tentei droga,mas você não ajudou ,chega minha vida não precisa disso.
Eu deixei meus sorrisos mais sinceros com você, e você os jogou fora, eu disse que te amava e foi o momento mais sincero que vivi com você.
TÃO FÁCIL
Tudo pareceu tão fácil,quando tranquei meu coração e quando não precisei mais confiar em ninguém ,nem me ''vender'' para agradar.Troquei o duvidoso pelo certo e amigos ''para sempre'' por uns que durariam mais,hoje agradeço a cada grito que dei,porque em algum dia o sol vai brilhar e irei repetir que sou muito mais do que eu era.Quando abro meus olhos não me sinto sozinha,porque tenho pessoas que me deixam felizes e que me tornaram uma pessoa melhor do que eu fui um dia.
(menino)
- Eu quero terminar com você.
(menina)
- Tá bom,se é isso que você quer...
(menino)
- Espera! Você aceitou numa boa??
(menina)
- Sim,por que? Você achou que eu iria me ajoelhar e pedir pra você ficar?
(silêncio)
(menina)
- Engano seu...Estou indo.
(menino)
- Espera,você vai onde?
(menina)
- Não que agora eu te deva mais alguma satisfação do que eu vou fazer,mas mesmo não precisando eu vou lhe dizer.Eu vou viver minha vida sem você.
Ás pessoas hoje em dia me julgam pelo que ver,quanto que na verdade elas nem conhece o meu outro lado. Não vou dizer que não me importo com a opinião das pessoas sobre mim,pois seria hipocrisia da minha parte dizer que não,pois convivemos em uma sociedade consumista que oque importa é como me visto e como me comporto,e pouco importa os meus sentimentos.
Bom,eu sou bailarina eu danço no palco da vida ,eu rodopio em cima dos meus problemas eu salto nos obstáculos que a vida me impõem,eu estrelo no meu espetáculo,eu solo no palco da minha vida,onde eu tenho que me manter firme e viva para quando as cortinas se fecharem eu ter certeza que eu fiz o melhor que pude num espetáculo onde só eu sei os erros que cometi,numa coreografia inventada com o tempo.
Eu tentei,juro que tentei e não pense que é fácil pra mim ficar escrevendo pra você porque não é.
Eu fui só sua,te ajudei,eu te amei ...Mas ainda estou com raiva de você! Você pensa que pode vir,abrir meu coração se empreguinar nele pisá-lo,rouba-lo e eu não me importar??
Não,eu me importo,eu te dediquei os últimos mêses da minha vida,eu merecia uma explicação,ela não fez nada por você ela não se sacrificou um minuto pra ficar contigo,ela cedeu só a boca dela e isso bastou pra você,na verdade eu nunca fui importante,nunca fui sua princesa,sua linda,seu amor...Eu sempre fui sua ridícula,sua idiota, sua boba.
Se estou sofrendo?
SIM
se é por você??
NÃO
E sim pelo tempo que perdi amando um idiota feito você.O tempo não volta e essa lição levo pra sempre,pelo menos pra isso você serve.
A FORÇA DA NOSSA PAIXÃO
Quando eu te conheci
Meu sobreveio à confusão.
Hesitei em decidir
Mas entreguei-me à emoção
Que me impediu de cair
Nas armadilhas da desilusão.
Então me esforcei
Para contigo partilhar.
Foi então que me entreguei,
Em teus braços me joguei,
Sem nenhum medo de errar.
Eu tirei a sorte grande,
Pois, minha escolha não foi errada.
Então subi o mais alto monte
Construindo uma estrada.
Joguei pétalas desde onde
Renovei-me e iniciei minha jornada.
Encontrei-te no começo
Da estrada da minha vida
Que dá o meu coração
Como ponto de partida
A subir até a minha cabeça
Por favor: desça antes que eu enlouqueça
Mas não desvie-se de sua ida.
Por favor: não me abandones
Com carinho eu te peço
Que por mim não só te apaixones
Mas que ame tudo e todo o resto;
Que sejamos como clones,
Almas gêmeas, e que de amores
Padeçamos sempre. Eu meço
Palavras para dizer,
E demonstrar o meu querer,
E novamente eu te peço:
Esconda-se dentro de mim
Faça morada em meu coração.
Que tenha um começo, mas não um fim
E que confessemos, enfim
A força da nossa paixão.
A VOLTA DE QUEM SE FOI
Me transportei por teus amores
Até que um dia encontrei
Oh! Meu amigo; aquela que de dores
Deixei e não mais lhe procurei.
Fiquei vermelho incolor
Sem medo, com pavor
Minha inocência ali verteu.
Na estrada, ouvindo o ronco do meu motor
Estava eu enfermo de amor
Meu freio se perdeu.
Capotei e gravemente me feri
Por três meses fiquei inconsciente no CTI
Até que você me apareceu
Foi quando abri o olho e ouvi um suave “Oi!”
Com a volta de quem se foi
Minha morte reviveu.
AH! O SOL...
Certo dia estive viajando
Em busca daquela bela hora
Em que pudesse presenciar o encanto
Do levantar de sua aurora.
Quando de saudade viria apontando
Como a essência em suma flora
De forma que acordando,
Pela janela vêm adentrando
Os raios de sua glória.
Ah! O Sol...
Sol que em nós acende a dita,
Demonstrando quem em nossa vida
Tem papel de primogênito.
Sim! O Criador de todas as coisas
Que o Sol originou e ordenou que as folhas
Fossem queimadas e amareladas e caíssem ao relento.
Ah! A Folha...
E caindo ao relento
Inundada pelo orvalho,
Brisando contra o vento,
E lutou noite adentro
Até ser parada por um galho.
Ah! O Galho...
Galho que a expôs para quem a visse
Julgando-a por atravessar rumos errados
Injustiçado por profunda mesmice
Confinado com galhos por todos os lados
Num reality de pura canalhice
Ao parar-lhe em seu “voo de dardos”
Ah! O Galho... Ele me disse:
– Não! Eis que é chegada tão desejada hora,
Em que se finda tremenda burrice.
Sou puxado como peixe no anzol
Veja, essa é a minha aurora!
E quem eu sou?
Ah! O Sol...
AMOR PERDIDO
De vida em vida
Venho nascendo denovo
Provando que ao dia
Jamais serei estorvo
Negando que sabia
Descontornar o meu entorno.
Foi complicando que simplifiquei
Acrescentando foi que eu resumi
Dentre incomuns me identifiquei
Aos anormais e resolvi
Tomar a triste decisão de sumir
Para encontrar algo que jamais encontrei.
O amor de verdade em falsos corações
Onde se ama a raios e trovões
Tão rude como um nunca esperei.
LÁ FORA
Não sei como começou
Mas foi diferente
O cupido acertou
E conseguiu juntar a gente.
Sempre soube o que queria
Não foi fácil aceitar.
Tua ausência me afetou
Em você só sei pensar.
Lá fora na chuva fria
Teu abraço me esquenta
E transbordo de alegria
Com teu beijo sabor de menta.
Tenho ciúmes de você
E será sempre assim
Vivo louco pra te ver
E te quero só pra mim.
MÍSERA COMPLICAÇÃO
Ah!
Como eu queria ver as cores
Coloridas como elas são
Abstratas como puros sentimentos,
Mas concretas como o amor e a oração.
Ah!
Como eu queria ser esperto
Para me valer da sua burrice
E envolver-me em seu “espanta-insetos”
Tal qual gatos em momentos de cachorrice.
Ah!
Como são os trocadilhos
De um poeta louco e sonhador
Que demonstra que todos os rios
Deságuam em seu despertador
Para acordar seus zero filhos
Para brincar de serrador.
Ah!
Como é complicado
Entender esses poetas
Que escrevem como atletas
Competindo por um texto bizarro.
Bizarro, mas profundo
Que espanta a solidão.
Então se acompanha de uma caneta,
Um papel e uma caderneta
Onde escreve como realeza
Essa mísera complicação.
NAS ESQUINAS DE SALVADOR...
Amargura que me abate
E despedaça-me o coração,
Solidão que me retrate
Nas marés da emoção.
O rancor que me espiona
Bem da fresta do pavor,
E a angústia que se apaixona
Pela frieza do meu calor.
Intrigas que me convém
Em maldades que me faz óbvio,
Vírus mais que me detém
No teu falso amor, mórbido.
Mas um dia lhe encontrei
E esqueci-me daquela dor
Com a qual me despedacei
E de amores me debrucei
Nas esquinas de Salvador...
E depois de encontrar-lhe
Respirei da tua luz.
Na esperança que me amasse
Como Deus ama Jesus.
Mas tu disseste: Irei amar-te!
E eu disse: Vem! E me conduz...
Hoje em dia estou alegre
Com a luz de meu amor
Num cantil que de mim bebe
A tristeza, a solidão, a amargura e toda dor.
Esperando que assim se sele
Este amor, e sim! De graça Deus nos reveste
Em tuas várias luas...
Caminhando pelas ruas:
Nas esquinas de Salvador...
OS VALES DA NOSSA ALEGRIA
Esperei por tanto tempo
Para mergulhar em tuas margens
Quanta amargura, quanta dor
Mas não é ódio, e sim o amor
Em esperar por um simples momento.
Ferida que cicatriza machucando
Como a doce amarga poesia
Que de prazeres vai se calando
Para gritar ao mundo, escalando
Os vales da nossa alegria.
PURA ILUSÃO
Revelei-me teu amante
Na fachada do meu sobrado
Bem do alto, feio palanque
Lá de baixo você se esconde,
Preservando-se para os meus braços.
Após dois meses nos casamos
E fomos morar em Santa Maria
Numa casinha de sapé
Que apesar da simplicidade,
Esbanjava alegria.
Com seus moradores da cidade
Mas que tinha humildade,
Compaixão e simpatia.
Foram cinco anos de trabalho duro
Até a reforma se acabar.
Era uma casa luxuosa,
De paredes cor-de-rosa,
Bonita de se acabar.
Mas então, após um ano
Sua esposa foi mudando.
Pois ao vê-la passar pano
Reconheceu que estava aos prantos;
Não avistei sua aliança
Foi então que perdi a esperança
De tornar a beijá-la pelos cantos.
Passou pano e saiu
Com pisadas que me assustaram.
Sua aliança então caiu.
Seus calcanhares a chutaram;
Parou diante de mim.
Gritei: – Por que saíste assim?
Eles nem haviam se abraçado.
“Meia hora depois ouvi motores
E barulhos de gatilho
Fui olhar com muitas dores
Em meu coração totalmente ferido.
Avistei então três homens e dois senhores
Que as escadas vinham subindo;
Minha cabeça foi se explodindo,
Minha visão foi sumindo,
Desmaiei sem ver as cores.”
“Acordei ouvindo gritos
Dos crápulas que me levaram.
– Me tiraram de junto aos grilos,
me jogaram num viaduto fedido,
e ainda escaparam?”
“Mas antes de partir
Conseguiram me avisar
Que depois de eu sumir
Minha mulher estava a casar.
– Com meu irmão?
Aquele filho de um cão...
Ah! Ele há de me pagar!”
“Não sabia onde estava
Mas informação logo fui ajuntando
Até que em Santa Maria cheguei,
E em meu quintal fui adentrando.
Encontrei a casa em cinzas
E meu pai no canto chorando.”
– Pensava que tinha morrido
que mais um filho havia partido.
Suas lágrimas para si eram um manto.
– Por que mais um filho, pai?
Perguntei-lhe então.
– Num acidente morreu seu tio,
sua mãe e seu irmão.
Mas pensei que já soubesse
E que em cinzas estivesse.
Respondei seu pai, chorão.
“E o que me aconteceu?
Foi pura encenação?
Minha mulher me abandonando
Para ficar com meu irmão.
– Era mentira da canalha!
E que morra com tuas falhas
Toda tua geração!
Pergunto-me como pude
E o que foi que aconteceu”
Foi só pura ilusão.
O DESTINO É PARA TODOS
Ouçam com atenção a história que irei contar. Este fato é muito triste, mas interessante de se escutar.
Havia um boiadeiro chamado Alfredo aqui nascido e criado, mas o seu destino impôs o seu dedo e o levou para Santiago. Chegando lá encontrou um primo, com quem iria se encontrar, sua intenção era trabalho, mas foi forçado a voltar a estudar. Estudos junto ao trabalho entraram para sua rotina, e apesar de seu cansaço, se lembrava que homem de palavra não desanima.
Por ganância certo dia se encontrou no mais distante paradeiro, pois se perdeu em seu trajeto e foi parar em um mosteiro. Adentrando naquele lugar, o perdido foi se achando, pois ao ver irmãos e irmãs, informação já foi buscando. Entretanto algo de errado o impedia, de descobrir o seu distante paradeiro, pois não pertencia a mesma etnia e assim lembrou-se que era estrangeiro.
Sendo assim se questionava: “Como pude me perder, pelo caminho em que eu andava?”.
Mas em meio ao seu desespero, a solução se aproximava, pois uma integrante do mosteiro brasileira ali chegava.
- Ao saber de tal notícia, às carreiras logo vim.
- Obrigado minha senhora, pela ajuda e, sendo assim, lhe convido a um passeio, com as despesas bancadas por mim.
Dessa forma assim nascia a paixão que a padre proibia, mas eles confirmam sim! Dessa forma a tal revelia, de paixão foi aumentando, e logo após o acontecido, no mundo um bebê foi adentrando, de fininho e tristonho, pois nascia de um fornico, de um pai astuto e pronto! Pois ainda no Brasil, havia outra mãe aos pratos.
Alfredo era casado e tinha uma filha de três anos. As duas eram daqui, mas depois do acontecido saíram do Espírito Santo. Caladas partiram, só deixaram dor e pranto.
Após dois meses ali chegava, o homem astuto e enganador. Encontrou a casa em cinzas e uma carta de seu amor. Dizendo: “Alfredo, és homem safado, mentiroso e traidor. Soube de seu bebê, que em Santiago adentrou, vindo de uma integrante de mosteiro; que pecado seu enganador! Não me procures mais, esqueça que eu existo. Aqui jaz sua ex-mulher, sua filha e tudo o que era previsto. Vá cuidar de sua família, mas cuidado para não a perder, pois uma carta foi enviada para a mãe de seu bebê. Avisando-a de suas mentiras e maldades; Ah! Lembra-se de sua filha? Hoje tem vergonha de você.”
Com os olhos margeando e com a cabeça aos rodeios embarcou num avião, que o levou a Santiago onde foi para o mosteiro confessar-se para o padre, que recusou o boiadeiro.
Saiu em busca àquela mulher, que um dia o ajudou, que dele engravidou, mas não havia rastros quaisquer. Nem mesmo uma carta ou o perfume, que usava de costume; nem um cisco sequer
Logo após o boiadeiro enlouqueceu. Na audácia de duas famílias, sem as mesmas ali faleceu de desgosto e infarto por um coração que apodreceu. Num mosteiro chileno foi velado, em Cariacica foi enterrado, aquele que um dia o destino castigou. Por não ter a esperança, que homem certo sempre alcança o caminho de volta para casa que para o estrangeiro o levou.
Assim termina esta triste história. Espero não ouvir outras iguais. Mas deixo aqui um recado, para filhos e pais: na vida há coisas mais importantes, que bens materiais. Dessa forma vos ensino, que para todos é o destino, sem exceção, mosteiros, Alfredos e sem voltas atrás.
O AUTOR DA MINHA VIDA
Quando Deus me gerou, junto com a minha vida ele me deu um jardim: o jardim da minha vida. Esse mesmo jardim me foi concedido com várias flores de beleza inigualável. Dentre essas flores, duas em especial destacavam-se com maior intensidade.
Sendo assim, à medida que eu crescia, algumas flores morriam, outras nasciam e cresciam, e o mais importante, elas não estavam desprovidas de cuidados, havia um jardineiro que zelava por elas.
Quando eu olhava para esse jardim, percebi que o jardineiro cuidava de cada uma das flores com um carinho diferente; cada uma exigia uma maneira especial de ser cuidada, e o jardineiro sabia como cuidar de todas elas. Ele as regava todas elas, podava as murchas e defeituosas, outras ele simplesmente arrancava juntamente com a raiz.
Em uma de minhas observações ao meu jardim, percebi que todas as manhãs, ao nascer do sol, o jardineiro recolhia água de uma nascente que havia ao lado direito do jardim e regava primeiramente aquelas duas flores que se destacavam; algumas outras ele as regava somente ao meio-dia e ao entardecer.
Com o passar do tempo, dentre as flores que possuíam maior destaque, uma delas morreu. O jardineiro cuidadosamente retirou-a do jardim, para que o mesmo permanecesse sempre belo. Todavia, eram duas as flores mais belas e, na ausência de uma flor, a outra murchou e perdeu a sua beleza. O jardineiro ao ver o esmorecer daquela flor apanhou uma tesoura, cortando-a de modo a permanecer somente a raiz no solo. Saiu do jardim e caminhou até o meu coração. Quando enfim chegou ao seu destino, bateu na porta do meu coração e, quando eu ouvi as batidas, abri a porta e permiti que ele entrasse. Lá ele permaneceu...
Certo dia, sem ter o que fazer, visitei o meu jardim em busca da beleza daquelas flores... foi quando me lembrei que elas não estavam mais lá; uma havia morrido e outra levada para dentro do meu coração, onde permaneceu juntamente com o jardineiro. Contudo, apesar da ausência do jardineiro, meu jardim permanecia perfeito e com um grande aroma campestre.
Apesar de tais fatos, resolvi visitar o jardineiro e com ele conversar. Foi quando abri meu coração, e a sua presença me pus. Ao avistá-lo, não consegui ver seu rosto, suas mãos e nem os seus pés, mas percebi que ele tinha consigo plantada em um vaso, aquela flor que ele havia retirado murcha do meu jardim. Ele havia entrado nas dependências do meu coração com ela nas mãos sem que eu a percebesse, e mais, agora ela estava bela novamente!
Foi quando questionei a respeito de sua ausência:
– Senhor, esqueceste de mim?
– Eu nunca me esquecerei de ti!
– Mas... e o meu jardim? Embora permaneça intacto, não o vejo mais por lá.
– Depois que me recebeu em seu coração, aqui me instalei permanentemente. E quanto ao seu jardim, meu pai é quem tomou a responsabilidade de zelar por ele.
– Mas senhor, quem é o seu pai? Eu não o vejo, não o conheço.
– Acalme-se! Meu pai é aquele que me ensinou a sofrer.
– Sofrer?! E como terei certeza que meu jardim não sofrerá em suas mãos?
– Em meu pai você pode confiar! Tudo está em suas mãos. Ele é o que repousa assentado sobre o globo terrestre. Tudo depende dele.
– Mas senhor, como assim? Eu não entendo...
– Não é necessário entender, mas sim confiar. As flores do seu jardim representam suas conquistas, seus sonhos, seus desejos e suas vontades mais íntimas. Quando uma flor morria, eu a recolhia e semeava outra em seu lugar. A água que eu usava para regá-las eu apanhava naquela nascente de águas vivas, à destra de meu pai e as regava todos os duas, em especial duas, que falando de mim representa uma família: pai e filho. Quando aquela bela flor morreu, eu a recolhi e a levei para os braços do meu pai; para você ela sempre esteve morta, mas meu pai a abençoou com a salvação. Em seguida, a outra flor murchou. Meu pai mandou que eu a cortasse com uma tesoura de ouro de modo a deixar somente a raiz permanecer plantada no solo daquele jardim. Dessa forma, mandou-me que a plantasse em um vaso com terra de Canaã e batesse na porta do seu coração. Você me recebeu e saiu. Enquanto isso, meu trouxe a flor morta para que dentro do seu coração eu a guardasse e juntamente com a flor morta, trouxe-me uma porção de águas vivas para que regasse diariamente aquela flor plantada no vaso.
Com o passar dos anos, retornei ao jardim. Encontrei-o em perfeito estado e muito bem cuidado. Ao olhar para o local onde se avistava aquelas belas flores, vi que no lugar daquela flor que havia murchado, brotava uma pequena bela flor.
Foi quando resolvi novamente conversar com o jardineiro. Ao chegar à sua presença, perguntei:
– Senhor, quem tu és? Quem és o teu pai? O que são aquelas flores e aquele broto e o que eles representam na minha vida, que é o jardim?
– Duas pessoas em especial que compõem sua vida estavam representadas na figura daquelas duas flores especiais: seu pai e sua esposa. Quando o seu pai morreu, com meu pai ele foi morar e por saudade sua esposa chorou. Foi quando recolhi as suas lágrimas, tirei-a de lá e a trouxa para dentro do seu coração; meu pai mandou que eu a protegesse para que nada nem ninguém fossem capazes de tirá-la daqui. Aqui também estão preservadas as memórias de seu pai. Aqui estão os dois, pois eu e meu pai somos quem os sustenta contigo. Esse vaso com terra representa as vossas dificuldades; o povo de Israel muito sofreu por chegar a Canaã, a terra que meu pai os havia prometido e, quando lá chegaram, muito também foram felizes.
– Senhor, tudo realmente se encaixa, tudo faz sentido em minha vida. Mas quem tu és? Apresente-se a mim, por favor. Eu preciso...
– Eu sou Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo!
Simetria da Alegria
Sempre é lançada ao vento
Minha linha para alma sofrida,
Que me invade toda vez que tento
O sorriso de fora para dentro,
E a linha fica esquecida.
Mas, Quando o sofrer invade a vida,
quando a vida se mostra sofrida
Sigo na linha para não perder a amada
O poeta fala da linha do amor e da dor.
Quando a linha da vida assume o comando
O FIM DA LINHA DA VIDA É O FIM DA DOR.
Quando a linha da vida assume o comando?
O poeta fala da linha que liga o amor e a dor?
Sigo na linha para não perder a amada, e
quando a vida se mostra sofrida,
Quando o sofrer invade a vida,
E a linha fica esquecida,
O sorriso de fora para dentro,
Me invade toda vez que tento e
minha linha para alma sofrida,
Sempre é lançada ao vento.
E a Lua Chorou
Caminhando pela noite vi seus olhos caindo como estrelas cadentes, fechei os meus olhos e fiz um pedido em silêncio, para que vento trouxesse você para mim.
Caminhei entre as estrelas, mas me senti sozinha, olhava para o mar e no reflexo me via como Lua, aguardando o seu sorriso.
Mas estou aqui sem você, tudo isso é apenas eu e a escuridão gritando em silêncio, é a esperança perdida no vale da ilusão e consigo as frustrações e perdas.
E a Lua chorou, e a Lua chorou, segurou suas lagrimas, mas não aguentou, e a lua buscou um novo amor, mas não encontrou, e a Lua chorou , perdeu a voz, permaneceu em silêncio, acumulando vendavais de saudades, mas pensou ela que o tempo cura, e então fingiu ser forte e fez sozinha o seu grandioso luar.
Ah sei que te preciso,sei te quero perto de mim, mas oque adianta eu sentir isso? Você não tem os mesmos sentimentos que eu, não quer eu por perto,sei que não sou perfeita mais posso ti fazer feliz.
Meus pensamentos vão além quando te vejo,quando te sinto.
mais do quê nunca eu te preciso, mais acho que você não precisa de mim.
Quero atitude e não palavras.
Espero o toque, não apenas gestos,
que tenha conteúdo seu causo mais simples.
Que venha em qualquer hora, mas que venha o beijo,
que me tente, me irrite todo dia, pois já estara presente.
Que os murmurios da concorrência aumentem sua segurança,
pois se tiveres qualquer dúvida não vale a pena continuar.
Que sorria sinceramente, sinta minha falta como sinto a tua, e que se apegue aos detalhes bons e delete os defeitos que temos.
Que a vida continue assim, não peço muito, sou cheio de sonhos e pesadelos, mas não desanimo, pois quanto mais difíceis forem mas gana tenho, então apenas pegue minha mão.
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