Textos de Esquecimento

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Eu vim...





Eu vim para deixar algo que jamais você ira esquecer,

não tente entender o que não se pode tocar, apenas sinta o sabor do vinho sem derramar um gole da taça,

o que já foi livre agora está preso para por completo se libertar,

o aventureiro deixou de ser desconhecido, o que tinha pressa para acontecer, deseja de toda alma ficar,

o outro passo da história tem folhas molhadas, terra seca e um mundo a ser explorado.

(Verso 1)
Eu sinto muito,
como esquecer você se o meu coração é teu,
Eu sinto muito por nós, eu sinto muito por você,


(Verso 2)
Como não pensar no néctar que me consome,
tive medo no instante em que os meus dedos não encontraram mais os teus,
sair da tua direção foi um atraso de vida foi um erro do meu coração




(Refrão)
Eu sinto muito , deixar passar o tempo sem aproveitar aquela sombra de verão no horizonte sem você


(Verso 3)
A vida nos leva a tentar esconder as vezes o melhor de nós,
Pensamentos voam alto, atingem ilusões, causam impactos em atitudes que geram reações,


(Refrão)
Eu sinto muito, deixar passar o tempo sem aproveitar aquela sombra de verão no horizonte sem você.

Conexão que arde


Tentar esquecer uma conexão que arde é a mesma coisa que cutucar a saudade com a distância,


Um coração casca grossa é sensível a insistência do retorno, porque as ideias opostas não se separam com tanta facilidade,


Através do choro as noticias chegam sobre você e elas deixam marcas nas lembranças, então começo a montar o quebra-cabeça na linguagem do amor que apenas nós dois conhecemos,


E independente do que os meus olhos veem como arte o meu coração está preparando em silêncio na certeza do que nunca deveria ter acabado.

Um pro outro...




Jurei para as estrelas que não iria te esquecer,


No silêncio da noite a saudade cresce, as lembranças vão e vêm,


Existe algo no ar da madrugada quando estou sozinho pensando em nós,


Por vezes nas noites de domingo o tempo fica mais lento, tudo parece se mover diferente, as imaginações são profundas e isso me atinge,


Nós fomos feitos um pro outro e eu sei que depois das nuvens densas vêm um arco-íris e é lá que seremos felizes outra vez.

Não te esqueci


Em cada esquina que eu passar nas madrugadas vou continuar te encontrando sejam através das músicas, sejam em cada copo de cachaça ou sejam em cada abraço de saudades dados nas mulheres sem rostos.


As noites tem se tornado por vezes frias e demoradas, ou densas e cheias de narrativas vazias, mas em nenhuma delas posso dizer que esqueci de você.

Nunca te Esqueci
A Igreja ao fundo ao lado as muralhas do exército imponente,
minha casa com a vista de frente daquela praça, eram férias de verão, naquele dia acordei cedo fui a janela o Sol estava leve e radiante dando brilho aquela bela praça do interior.
Aconteceu ali, o amanhecer mais doce da minha vida.
Eu menino do interior, ela linda menina loira com traços de princesa recém- chegada da capital para passar suas férias.
Duas crianças, a inocência, dois corações ofegantes após o primeiro olhar.
Palavras, brincadeiras, toque suave nas mãos, nos divertimos sim, trocamos alguns selinhos, esqueci aquele dia que eu era muito tímido.
Quase um mês de felicidades, então veio o último abraço e um triste e doloroso adeus.
Conhecê-la foi a realização de um sonho, eu com o nome e jeito de Príncipe ela com o jeito de uma princesa e com o cheiro e nome de uma rosa.
Queria ter vivido mais um pouco o doce e inesquecível sonho de infância inocente.

É bem assim

Tentar esquecer quem deu valor;
Imaginar outro alguém com o dom de fazer esquecer o que era bom;
Aprender com as novas escolhas imaginando que vai da certo;
No entanto, magoar outra pessoa, por falta de dedicação;

Se enganar, achando que se afastar da própria realidade vai resolver;
Passar por tudo isso e depois partir sem aviso prévio;
E depois, se esconder nas "lembranças", local considerado o melhor lugar do mundo, para o pós abandono de um grande amor.

Os relógios há muito esqueceram como cantar.
Agora apenas moem a ferrugem dentro dos meus ossos,
enquanto cada amanhecer chega como uma dívida antiga
e cada entardecer dobra mais um ano sobre a minha pele.
A solidão não é um quarto.
É um ferreiro paciente,
forjando o silêncio em correntes,
ensinando o coração a envelhecer antes do corpo.
Acordo apenas para adiar o amanhã.
Toda promessa é riscada antes mesmo de respirar;
tornei-me um colecionador cuidadoso
de manhãs inacabadas.
Minha alma permanece pendurada sob o tempo
como um lampião abandonado,
cuja luz não se apaga de uma vez,
mas descasca lentamente,
como o ferro que aprende a aceitar a ferrugem.
As estações já não batem à minha janela.
Passam como estranhas
que um dia souberam o meu nome
e escolheram a misericórdia do esquecimento.
Se ainda existe esperança,
ela aprendeu a sussurrar de outro século.
Não consigo ouvi-la acima da lenta corrosão
das horas alimentando-se do meu peito.
E assim permaneço —
nem vivendo, nem morrendo,
apenas assistindo ao tempo oxidar, pacientemente,
os últimos cantos luminosos de uma alma solitária,
enquanto todas as noites
cancelo o amanhã com delicadeza,
como se o futuro fosse uma carta
que jamais tivesse sido escrita para mim

Ah O AMOR
Um abraço
Que aperta
Um sorriso
Que deslumbra
Um beijo
Que não se esquece
Um canto
Que encanta
Um vaso
Que enfeita
Um poeta
Que toca
Um beija-flor
Que embeleza
Um luar
Que lindo
Um sol
Que bronzeado
Um amanhecer
Que recomeço
Um por do sol
Que bela vista
Um trabalho
Que transforma
Um chover
Que florido
Um ser
Que ama
Um inicio
Que luz
Um fim
Que saudade
Um Deus
Que início
Sem fim.

Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Teus olhos — castanhos, calmos, inteiros —
guardam o outono em pleno verão.
Neles, o tempo adormece primeiro,
e o amor desperta em contramão.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul escondido no brilho moreno,
um silêncio que sabe cantar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.


Se o mundo apagar a retina,
ficarei nos teus olhos — castanha e sina.

Moooooooo,


Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul em teus olhos, tão sereno,
que o céu se curva pra te imitar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.

Meu Pai do Céu, eu nunca me esqueci.
(Cresci)
Teu amor velou por mim.
(Protegendo)
Que seja feito assim.
Conforme a tua vontade!
Juntos em oração.
Não nos deixeis sozinhos.
Nesse mundo de maldades.
Cuida das nossas crianças.
Livrai-nos de todo o mal.
Livrai-nos da omissão.
Onde houver trevas, que o amor prevaleça.
Começa mais um dia comum.
Terminem, como crianças.
Que elas cresçam na Fé .
Com a paz de Jesus Cristo.
Onde não houver saída.
Dei-lhes uma solução.
Faça-se voltar à infância.
(Á)
Esses pobres pagãos...

Esquece o que passou de ruim.
Perdoa quem te magoou.
Segue acreditando que tudo vale a pena, que sua alma não é pequena e que sua luz brilha mais forte e que você consegue iluminar qualquer escuridão.
Não deseje o mal para ninguém e o bem estará sempre presente na sua vida.
Deus abençoe sempre você 🫵


Amém!

Lições de vida.
Esqueça o passado e enfrente a realidade.
Hoje já é um novo começo, o ontem te deixou lições que te servirão como aprendizado amanhã. Tanto as coisas boas quanto as ruins são o que nos guiarão para saber valorizar o certo e o errado!
São lições de vida que aprendemos caindo e levantando.
Caminhando sempre sem desanimar!
Embora o desânimo esteja aqui agora.
Somente eu posso dispensá-lo.
E seguir os bons conselhos que me dou.
Evangelizando o meu dia com amor... ♡

O que é o amor?


Não sabe o que é o amor,
só conhece a dor.
A vida, nada generosa,
esqueceu-se de lhe mandar rosas.
Só lhe mostrou espinhos,
e segue ele seu solitário caminho,
deserto... nunca ninguém por perto.
Todas lágrimas derramadas,
todas as lágrimas choradas...
com a chuva misturadas
e ninguém notou nada.
A esperança... só por um átimo...
e sumiu, entre seus dedos...
desapareceu...
e no lugar deixou puro medo.
Vida sem amor, um silêncio profundo,
Um céu sem estrelas, vazio no mundo.
Caminhos desertas, corações sem cor,
Ecoa no peito o frio da dor.
Sem o toque suave que aquece a alma,
Falta o brilho terno, falta a calma.
Mas mesmo na sombra, uma luz a brilhar:
Esperança que um dia o amor vai chegar.
E ele é forte,
embora a dor quase não suporte,
segue... sabe que, no fim,
há um amor que a ele importe...
e, com ela, o doce fim de sua triste sorte.

Parem o tempo,
Virem todas as ampulhetas,
Calem os ventos da aurora,
Esqueçam suas rotas, os planetas.
Parem o tempo no ar:
Estou a beijar e boca dela.


​Agora sim, corram, às horas!
Na velocidade da luz,
Num instante do pôr do sol,
Nas asas do colibri,
No perfume do jasmim.
Voa, tempo, vai-te embora:
Estou à espera dela.

O Paradoxo de Te Esquecer.
Eis a armadilha:
para expulsar você da memória,
preciso primeiro encontrá-la.
Preciso lembrar do teu rosto
para dizer a mim mesmo
que não quero mais lembrá-lo.
Preciso pronunciar teu nome por dentro
para ordenar ao cérebro
que pare de chamá-lo.
Quanto mais tento apagar você,
mais desenho os teus contornos.
Quanto mais digo
“não vou pensar nela”,
mais o pensamento pergunta:
“nela, quem?”
E então você volta.
Porque esquecer exige lembrar
exatamente aquilo
que se deseja esquecer.
Talvez seja esse o paradoxo:
você já não precisa estar comigo
para continuar presente.
Basta que eu tente te esquecer.
Porque, enquanto eu lutar contra a lembrança,
ela continuará tendo teu nome.
E talvez o verdadeiro esquecimento
não aconteça quando eu finalmente disser:
“Eu te esqueci.”
Talvez aconteça em um dia qualquer,
quando o sol nascer,
a vida seguir,
e eu simplesmente não perceber
que passei o dia inteiro
sem tentar esquecer você.
Porque nesse dia, enfim,
para te esquecer,
eu não precisarei mais
pensar em você.

Pássaro
O corvo
Pássaro das ruínas do esquecimento...
O abraço da morte...
No arauto do amor...
Sinos em silêncio,
Na catedral apenas a ilusão das sombras.
A escuridão é convivência da estranha voz que murmurando da existência do nosso ser.
Madrugada a dentro folhas mortas...
Sentimentos amargurados...
Dentro da odisseia outro vulto
As velas dão perfume de rosas mortas.
Num suposto sonho somos abandonados pela luz do luar
Apenas o frio a dor que gela os ossos,
Lembranças no espaço vago da mente...
Lágrimas veladas queimam o peito...
Dor daqueles momentos em que sendo último instante eterno...

Nos atos insanos façam amor
Esqueça a guerra...
Mais não esqueçam das pessoas,
Todos atos insanos pela ganância,
Tantas lágrimas veladas pelos filhos perdidos.
Tudo é feito por louco...
Os grandiosos diluem a paz e a descoberta de novas descobertas...
De novos valores para a humanidade próspera...
Num suposto sonho de esperança vivemos em uma época remota no tempo...

Morremos a cada amanhecer.
Somos esquecidos a cada anoitecer.
No murmúrio do tempo, somos compelidos a lembrar que existimos.
Embora existir não se compreenda — pois o tempo passou, e quem fomos se esvai diante dele —,
resta apenas a equivalência da existência cognitiva num instante do espaço e do tempo.⁠