Textos de Esquecimento
Eles querem seu corpo mas não querem sua alma.
Querem sua boca mas esquecem que dela saem palavras extraordinárias.
Preferem tocar em suas partes mais íntimas à tocar em seu coração.
Falam palavras impulsivas em seu ouvido mas não ouvem as palavras do seu interior.
Querem estar em cima de você mas nunca dentro de você.
Querem ter seu corpo mas nunca o seu monumento espiritual.
Querem te desejar mas nunca te amar
Querem ser de todas mas nunca querem ser só de você.
-Assim dizia as menininhas
O esquecimento de nós
A calma que tanto procuramos nos momentos de ansiedade, muitas vezes, está escondida em um abraço.
A importância que insistimos em buscar no outro, talvez precise primeiro ser encontrada dentro de nós.
A abstinência da droga que consumimos, por vezes, revela apenas a urgência de preencher um vazio que sempre esperamos que alguém preencha por nós.
Corremos o mundo em busca de respostas, de afeto, de sentido. Mas, no caminho, esquecemos da pessoa que mais precisa da nossa presença: nós mesmos.
Talvez a maior ausência da nossa vida não seja a do outro, mas a distância que criamos de quem realmente somos.
Escrito por Caio Vinicius dos Santos Costa.
A Simplicidade que a Alma Esquece
Ouvindo a pureza de uma criança de sete anos dizer que a sua maior alegria é simplesmente brincar na rua, o nosso coração é convidado a uma profunda reflexão. Qual tem sido a nossa alegria comparada à simplicidade de uma criança? Ao longo do caminho, fomos soterrados por cobranças, metas e preocupações, esquecendo-nos de que a felicidade não exige grandes cenários. O amadurecimento espiritual não deveria nos roubar a capacidade de sorrir com o que é simples. Que a gente possa resgatar essa pureza infantil e reaprender que a vida se torna infinitamente mais leve quando encontramos satisfação nos pequenos passos e na beleza do agora.
Até o final
Um destino certo e sombrio
Medo do desconhecido
Corroído pelo ciclo esquecido
A alma e o coração vazio
Os olhos que pouco acompanha
Menos impulsivo estou
Se a idade me preocupa
Feliz pelo que passou
Se devagar ainda Caminho
Mais ou menos
Merecido
Quem ira dizer o que farei
Viajo pelo abstraido
Tento fugir do transpasso
Ainda o que me resta não sei..
TSAS A MORTE LENTA
Pela manhã a tela acende,
faz da janela um muro digital.
O corpo esquece o movimento,
a alma perde o rumo natural.
O sofá abraça sem maldade,
convida ao descanso e à rendição.
Pouco a pouco prende os passos,
transforma a força em ilusão.
O açúcar veste roupa de festa,
adoça a boca, seduz o paladar.
Mas cobra caro pelo encanto,
quando chega a hora de cobrar.
O sal tempera a convivência,
dá sabor ao feijão e ao pão.
Porém, em excesso silencioso,
cerca a vida de preocupação.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
No brilho da tela, no abraço do sofá,
no doce do açúcar e no sal a transbordar.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Não vieram como inimigos,
nem carregam espada ou canhão.
Entram sorrindo pela porta,
ganham espaço no coração.
A televisão rouba o tempo,
o sofá negocia a disposição.
O açúcar compra o instante,
o sal disfarça a condição.
Enquanto o mundo corre lá fora,
a vida pede participação.
Caminho, esforço e equilíbrio
são remédios sem prescrição.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Quando o excesso vira costume,
e o costume vira prisão,
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Então façamos nova escolha,
sem guerra, culpa ou radicalismo.
Que a tela informe, não domine;
que o descanso não seja abismo.
Que o açúcar seja visita,
não morador do coração.
Que o sal conheça limites,
respeitando a moderação.
Pois viver é mais que prazer,
é movimento, consciência e valor.
E o tempo, que tudo revela,
é o mais exigente julgador.
Não vamos nos esquecer que as coisa do Espírito só conhece quem é do espírito. Portanto, é desnecessário e exaustivo debater com quem não conhece as coisas espirituais, porque o assunto sempre será desconhecido, e causará polêmicas até que o indivíduo tenha o seus olhos " espirituais" abertos, caso contrário, o assunto espiritual nunca soará bem nos ouvidos de quem vive o natural (Carne)
Os entendidos entenderão.
O Abraço do Criador .
Sabe aquele momento em que a gente só quer descansar a cabeça e esquecer os problemas? O Criador tem um colo quentinho esperando por você. Ele não nos julga, não nos cobra e conhece cada uma das nossas dores. Toda a força que você manifesta no seu dia a dia é o sopro divino agindo em você. Permita-se ser acolhido por esse amparo sagrado. Sinta a presença que te abraça por dentro, acalma a sua mente e sussurra ao seu ouvido: "Não temas, Eu estou aqui com você"
PERDOAI-OS, SENHOR: A ORAÇÃO QUE O CÉU NÃO ESQUECE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há um Calvário oculto em cada peito humano, onde a cruz se ergue em silêncio, sem madeira e sem prego; ali sangra o homem antigo, e ali Deus espera o instante do perdão.
"Perdoai-os, Senhor..." Não por fraqueza, mas porque o amor jamais conhece a vingança.
Quando a pedra da injúria feriu-me o templo da esperança, vi nascer dentro da alma uma infinita lembrança.
Era a voz do Cristo amado, mais suave que o luar: — "Filho, quem semeia espinhos não sabe o que faz brotar."
Então calei minha revolta, meu pranto, minha aflição; pois descobri que a amargura aprisiona o coração.
Quem golpeia outro semblante, cego pela própria dor, é mendigo da verdade, é órfão do eterno amor.
Perdoai-os, meu Senhor... Que a Tua luz os envolva; quem caminha entre as trevas não enxerga a própria cova.
Quem derrama fel nos lábios bebe antes seu veneno; faz do ódio a própria casa, faz da noite o seu terreno.
Vi inimigos sorrindo sobre o chão da minha queda; mas ouvi Teus passos místicos na mais escura vereda.
Então compreendi chorando, sem orgulho ou vaidade: ninguém fere por excesso... fere pela enfermidade.
Há feridas escondidas sob máscaras de grandeza; há desertos disfarçados sob mantos de fortaleza.
Quem humilha um semelhante já perdeu a própria paz; grita alto para esconder o silêncio que lhe apraz.
Perdoai-os, Pai bendito... Eles não sabem quem são; trazem gelo sobre os olhos e tempestades no chão.
Vi o pobre condenado blasfemar contra os céus, ignorando que seu pranto era escutado por Deus.
Vi soberbos levantando tronos feitos de ilusão; mas a morte, em seu silêncio, não distingue condição.
Toda lágrima escondida tem um anjo por vigia; cada dor que ninguém vê floresce na Eternidade um dia.
Não desejo recompensa, nem vitória sobre alguém; quero apenas que minh'alma não perca o supremo bem.
Que eu responda ao golpe injusto com a paz do coração; pois a cólera escraviza, mas liberta o perdão.
Se meu nome for lançado como folha sobre o chão, que meu espírito permaneça ajoelhado em oração.
Se me faltarem os amigos, se me cercar a solidão, que eu repita entre as estrelas: "Perdoai-os, meu Senhor."
Porque a cruz não foi derrota, nem o túmulo foi fim; o Amor venceu a morte, e deseja vencer em mim.
Quando enfim fechar os olhos para a última partida, quero ouvir Tua voz serena acolhendo minha vida:
— "Filho, vi teu sofrimento, vi teu pranto sem clamor; tu aprendeste o Meu caminho: respondeste com amor."
Então todo o universo cantará em comunhão, que a maior força do homem é a força do perdão.
E diante da Luz Eterna, livre enfim de toda dor, minha alma repetirá, como eterna flor:
Perdoai-os, Senhor... porque ainda aprendem o difícil Evangelho do Amor.
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O último estro do Esquecido.
Nas sombras frias do destino, tombado,
Fiquei na estrada, só, abandonado;
E os olhos pálidos, sem luz, sem claridade,
Negaram ver minha última verdade.
Chamaram silêncio aquilo que era pranto;
Vestiram de gelo o mais sincero encanto.
Quem tanto amei passou indiferente,
Como se eu nunca houvesse sido gente.
Sob lápides erguidas de ingratidão,
Sepultaram meu nome e minha afeição;
Restou-me apenas o abraço da memória,
Última vela da esquecida história.
As flores murcham sobre o peito inerte,
Enquanto ri, triunfante, a falsa sorte;
Mas toda cinza que o desprezo espalha
É semente oculta da divina batalha.
Ó ingratos! Vossos olhos já sem brilho
Perderam para sempre o antigo trilho;
Quem abandona um coração leal
Constrói, em si, o próprio funeral.
Quando a noite vestir o mundo de neblina,
E a consciência romper vossa cortina,
O eco da minha dor vos chamará,
E nenhum esquecimento vos salvará.
Dormirei, enfim, na paz dos esquecidos,
Longe dos falsos, frios e fingidos;
Pois quem morre fiel ao próprio amor
Jamais é vencido pelo desamor.
E, se um dia chorardes sobre minha ausência,
Será tardia a vossa penitência;
Porque o túmulo fecha, em seu negror,
O que não ressuscita: a confiança e o amor.
AO AMANHECER.
Quando a manhã desponta em véus dourados,
E a luz visita os becos esquecidos,
Vejo os destinos frágeis, consumidos,
Nos corredores tristes e calados.
Erguem-se os homens, sonhos fatigados,
Com olhos de esperança já vencidos;
Carregam seus fantasmas escondidos,
Sob os céus vastos, frios e nublados.
Mas há no sol nascente uma promessa,
Um sopro que renova a alma aflita,
Mesmo onde a dor se mostra mais espessa.
Pois toda aurora, humilde e infinita,
Revela que a existência recomeça,
E a fé resiste à sombra que a limita.
Sabe o que é ter empatia?
É esquecer de si mesmo por algumas horas e viajar profundamente no interior do outro. É escalar seus sentimentos — principalmente sua tristeza e sua alegria. É chorar com a sua dor ou rir com as suas conquistas. Ter empatia é, acima de tudo, respeitar o espaço do outro, o tempo do outro e o mundo do outro, mesmo que ele fuja do seu ou se choque com o seu.Ter empatia é ser humano, sendo apenas um mero ser humano.
Uma arma velha, quebrada e esquecida
Jaz no chão, como um cadáver da memória
Seu metal enferrujado, seu coração de pólvora
Um dia foi forte, agora é apenas um peso morto
Seu cano está quebrado, sua alma está perdida
Ninguém a usa, ninguém a quer
Ela sonha com o passado, com os tiros que deu
Mas agora é apenas um objeto, um peso vazio e inútil
Ela lembra dos gatilhos puxados, dos sons de guerra
Dos gritos, das lágrimas, das vidas ceifadas
Agora, apenas um silêncio ensurdecedor
Um lembrete de que a violência é estéril, e a morte é vã
Ela espera pelo fim, pelo descarte final
Para ser derretida, transformada em algo novo
Mas até lá, ela jaz aqui, quebrada e sozinha
Um símbolo da destruição, da dor e da morte. 😔
Não esqueça!
Na minha inutilidade, peço só atenção
Não quero esmola, quero gesto de carinho
Quero ser lembrado
Mesmo que eu fique aqui sozinho
Que me levem ao sol no claro do dia
E não se esqueçam de me guardar
Que no banho me tratem com valia
Sem no frio me deixar
Que fiquem por perto para me escutar
Ouçam serenos a mesma história
Mesmo que eu torne a recontar
Guardem com afeto na memória
Que sejam meu amigo com lealdade
Sem de mim nada querer
Que me queiram bem de verdade
Só por me querer bem, por me querer.
É uma paráfrase de uma reflexão do Pe Fábio de Melo
Musicas para os Lobos.
Escute o som
Escute o ritmo de cada tom
Mas, não esqueça a harmonia
Sim a harmonia, ouve o som, preste a atenção na letra, não importa de que boca sai, das brancas ou das pretas, a musica não escolhe seres a catar, desde Anjos, humanos ou passarinhos, a som perpetua pelo caminho e vai abrindo portas para o alivio do coração, que aguarda o som da mesma bela harmonia da emoção.
Você é um lobo.
O futuro do país tá cada vez mais comprometido,
Na eleição, promessas, depois tudo é esquecido.
O povo sofre, paga a conta da inflação,
Enquanto escândalos estampam a televisão.
O futuro do país tá cada vez mais comprometido,
Na eleição, promessas, depois tudo é esquecido.
O povo sofre, paga a conta da inflação,
Enquanto escândalos estampam a televisão.
Helaine machado
Dar forma ao pensamento por meio das palavras é um ato de resistência contra o esquecimento. Uma ideia registrada em um livro é uma voz que continua sussurrando séculos depois de o autor ter silenciado. Mais do que deixar riquezas, o nosso maior desafio é garantir que o pensamento humano continue respirando através das histórias que decidimos contar.
(Marcelo S. Cruz)
: A Fome de Respeito.
Muitas vezes o mundo se esquece de que a maior fome do ser humano é a de ser compreendido e respeitado. A caridade mais pura não julga, não cobra e não faz barulho; ela simplesmente se faz presente nos pequenos gestos. É o dom de saber ouvir com a alma, de estender a mão sem superioridade e de oferecer o calor da nossa atenção a quem a sociedade muitas vezes insiste em ignorar. Esse olhar fraterno e despido de vaidade é a luz mais bonita que podemos acender na caminhada de alguém, mostrando que o afeto sincero é o único idioma universal.
O AMOR DE UMA MÃE COMEÇA ANTES DA PRIMEIRA LEMBRANÇA
“Um filho pode esquecer o colo que o protegeu, a voz que o acalmou e até as mãos que o ensinaram a caminhar. Ainda assim, haverá nele pedaços de um amor que começou antes que pudesse se lembrar.”
— Primeira Mãe, personagem de Ender: Genesis Protocol
Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
A palavra de ordem hoje é perseverança. Esqueça o será que vai acontecer? Em cez disso, acredite que já está acontecendo, os sonhos nada mais são que uma seta te direcionando qual rumo tomar para a realidade. A única verdade é que sonhos podem sim torna-se em realidade depende apenas de você em acreditar
Feliz Natal
Fabio Alexandre
Estudante
Não olhe para trás,
Fica comigo hoje e sempre.
Esquece o que você já sentiu.
Pense no que ira presenciar.
Peço que não vá.
Enche seu coração do amor que sinto por você.
Deixe a música tocar.
A poesia cifrar.
Não me de adeus,
Quero todos os sentimentos seus.
Pois, os meus, já lhe entreguei por te amar.
