Textos sobre Dor
As lagrimas que te escorrem pelo rosto
Chegam a minha alma
As dúvidas que pairam na sua cabeça
Inquietam minha mente
Seu corpo que não repousa
Entristece minha vida
Seu machucado que queima
Arde sem cessar em mim
O ar que falta
Em mim não vem
Meu peito como travesseiro
Com sua lagrimas a escorrer
Me machuca também
As duvidas
O lamento
A tristeza
O que posso fazer
O que posso te dar
Como seu coração tentar aquietar
Sempre vou tentar
Suas lagrimas secar
Sempre vou buscar
Sua dor amenizar
Sempre a procurar
Assim cada dia
Assim procurar uma cura
Que o tempo há de trazer
E na alma a dor há de apagar.
Sabe daquela vez em que eu te vi?!
Senti o coração realmente pulsar,
A novidade me surpreendeu!
E fui levado a duvidar, até dos meus caminhos
E quando eu acordei vi o mundo realmente mudar.
Senti na pele o dançar serenatas e de plantar jardins coloridos em meu interior,
Mas a cada passo, a dor em nossos corações,
A cada ida se tornara uma ferida.
de galho em galhos o macaco foi perdendo a visão,
E os cacos da vida solitária dominou o amago dos seres por bajulações incoerentes,
Transformando o belo jardim em irá e fogo, queimando qualquer probabilidade de vida
E matando, estuprando, explodindo, qualquer traço de amor.
Se a vida é cruel, sou 100x matador de minha alma
se o sangue derramado por centenas, milhões, bilhões valem realmente a pena
Sou assassino sedento por amor.
E se isso não valer... sou poeta, aquele que distribui amor
Despedaçado
Um lápis,
Um caderno
E uma paixão
o jovem apaixonado
inspirado por um coração quebrado
reestruturando-se em suas escritas
de um amor sem visitas
Amadurecendo sua paixão
De amores antepassados
e cicatrizes amordaçadas
acostumando-se com a doce ilusão
desacreditado de um amor futuro
assustado, enfurecido
estava o ser atordoado
no fundo de sua alma
as ultimas forças de seu coração gritavam
ERGA-SE PERANTE OS ASSASSINOS DA FELICIDADE
AME, SEJA AMADO, SEU DESGRAÇADO
Manhã Poética
Deu a hora agora
Sozinho em casa, depois de comprado o pão
E feito o café, água pura outrora
Senta, relaxa e pega o canecão
Gastou seus esforços em algo simples
Uma bebida quente, amarga & difícil de preparar
Depois de tentar deixá-lo mais frio
Apoiando-o no pires
Bebe um bocadinho com medo de se machucar
E se machucou
A bebida do cuidado não tomou
Queimou a língua & agora deixa-o de lado esfriando
Esqueçe-o por um momento, para esqueçer a dor
Pode ser doloroso para quem está começando
Ele pega uma arma, uma faca
Poderia ser usada para matar gente, quem diria
Nas mãos da pessoa errada
Mas está amanteigando o pão de cada dia
Se bem manuseada
No processo ele sujou a mão
Não só a mão, mas o pano, o prato e a mesa
Apenas para cortar & rechear o pão
O custo & o preço de deixar algo mais agradável
Então se lembra do canecão
Toma coragem para tentar mais uma vez
Dessa vez não sentiu dor, mas amargura
Amargura pela criação que fez
Mas ele gosta
Parece controverso, sei como se sente
Mas a bebida no canecão faz ele se sentir mais vivo
Mas ele tenta adoçar com leite
Para ser mais fácil de ingerí-lo
Amargura se toma de vez em quando
Mas quando tomado as montes
A pessoa fica viciada, viciada em uma ilusão
De culpa, tristeza & depressão
Mas ele gosta e bebe mais
Bebe demais
E no doce também não se exagera
Senão só paz, tranquilidade & alegria enxerga
E o mundo não é só paz, tranquilidade & alegria
É necessário um balanço, um equilíbrio precisaria
Então teve uma idéia
Um pouco de amargura aqui
Um pouco de doçura ali
Café com leite
Bebida da vida
ANSEIO
O arrepio. O piscar de olhos. A sensação de tristeza e solidão.
Quando a noite chega os pensamentos vem junto com ela. Não devia ter essa tempestade dentro de mim. Olho para as paredes, tão simples, tão objetivas, e imagino com é estar assim tão imóvel, tão fria. Me recordo então com um piscar de olhos e uma lágrima caída, de que por um bom tempo já venho sendo tão igual.
O futuro já se torna um luxo, agora não consigo nem me concentrar no presente, sentir, as vezes é alegria de não desistir e as vezes tristeza de querer partir, todos os dias sentimentos diferentes, mas a noite, essa sim é cruel.
Me deito e sinto perder o controle, o silêncio se torna vazio, e sinto cada vez mais as batidas do meu coração, aquele que agora despara, sinto não respirar, sinto o corpo tremer, sinto tanto que deixo de sentir e por um instante me torno um pouco menos racional, e são nesses momentos que a dor passa sem passar, a pele arde, o corpo dói e os olhos choram.
Equidistante
Por ora chamo eu esse momento estagnação.
Pois outrora bons momentos entraram em desconstrução.
O concerto de Bocelli era um sonho a se realizar.
E os cordéis de Bráulio Bessa nós ajudava a sonhar.
O amanhecer já nós pertencia
horas de conversas toda noite se fazia
As orações se fez presente mas não foi o suficiente pra manter o amor da gente
Um dilema se instaurou entre a paz e o amor
Contudo para a minha dor a paz foi o vencedor
Uma inércia se fez presente
As águas não são mais correntes
E devido ao contexto você se fez ausente
Desistindo da gente como se não houvesse amor
O que antes era ponte de encontro a Deus agora segue equidistante
E como se não fosse o bastante se esqueceu do meu amor.
Reilane P. Santos
TEXTO PUBLICADO EM 12/05/2013
Existem coisas que não gostaria de ter escrito,mas como
são coisas que acontecem, coisas da vida, e merecem ser
narradas...
Osculos e amplexos, Marcial
A DOR MAIS DOÍDA
Marcial Salaverry
Certamente toda e qualquer dor costuma doer muito, mas a dor que dói mais fundo, é aquela causada na alma, quando existe o abandono por parte de quem se ama muito, e por quem uma vida foi dedicada... Vamos entender como dói essa dor...
Quando viajamos, muitas vezes tomamos conhecimento de certos casos que mais do que nunca atestam a sabedoria de nosso saudoso "maluco beleza", quando em uma de suas músicas disse que "só queria ser civilizado como os animais". E casos como este, de que tomei conhecimento, através de um alguém que dedica seu tempo a prestar assistência a internos em asilos, nos fazem entender a que ponto chega a maldade e a ingratidão do ser humano.
É a triste história de Dona Belmira, que foi internada por seu filho em um asilo, e lá esquecida por ele, que jamais a foi visitar.
Como sua saúde era precária, ele se limitava a comprar os remédios de que ela precisava e os mandava entregar. Sequer se dava ao trabalho de os levar, para ao menos mostrar sua presença àquela pobre mãe, que tanto fizera por ele. Agora velha e doente, apenas servia para "atrapalhar sua existência". Sempre alegava "ter muito que fazer..." Como se isso justificasse tamanho descaso. E segundo essa assistente, ela definhava mergulhada na tristeza e nas lágrimas, inconformada com tanta ingratidão.
Quando finalmente o Amigão dela se lembrou e a levou, o cidadão foi chamado para tomar providências sobre o enterro. Apenas disse, pelo telefone: "como já morreu, enterre para não feder..." Para que não fosse simplesmente enterrada como indigente, os funcionários e assistentes do asilo se cotizaram e pagaram um enterro decente, e mandaram o aviso para o infeliz, que sequer apareceu para dar um adeus para sua mãe.
Ela havia escrito umas linhas em um caderno de memórias, onde perguntava onde poderia andar seu filho, "certamente trabalha muito e não tem tempo para me visitar, coitado..." "Mas eu gostaria tanto de vê-lo, de poder mais uma vez ainda dar-lhe um abraço"... "Puxa, nem no Dia das Mães veio me ver..." "Bem... certamente ele sabe que as moças do asilo cuidam tão bem de mim, por isso não se preocupa..." "Como era gostoso quando eu o tinha no meu colo e o amamentava..." "Será que ele se esqueceu daquelas noites que passei em claro cuidando dele?" "Os dias passam... e com eles a esperança se vai...
Daqui a pouco Deus me chama, e ele não vem me ver..." "Uma outra daqui, disse que ele não virá mais, porque os filhos são uns ingratos, e se esquecem das mães quando começam a dar trabalho..." "Acho que ele não vem mesmo... Já me esqueceu, e quer que eu morra..." "Não vou mais tomar os remédios, assim morro mais depressa..." "Será que ele vai ter remorso?"
"Filho querido, cansei de te esperar..." "Agora só quero morrer mais depressa..." "Mas se é verdade que a vida continua do outro lado, vou continuar tomando conta de você..." "Se alguém ler isto, entregue para ele, para ele saber que apesar de tudo, sempre o amei... é meu filho..."
Bem... O mais triste de tudo, é saber que essa história é algo que se repete muitas vezes a cada dia. Basta visitar qualquer asilo, casa de repouso, e constatar como é sofrido o sofrimento de mães e pais, que são simplesmente abandonados por seus filhos, que jamais os vão visitar.
Muitas vezes, quando instados por alguém a faze-lo, limitam-se a dar de ombros e dizer que "aquele velho imprestável até que é muito bem cuidado..." Pode até ser que tenha um excelente atendimento profissional, mas nada substitui o carinho de um filho. Nada é melhor do que receber um abraço sincero, um gesto de carinho, para minimizar a dor do abandono. E nada justifica um abandono total e completo. Sempre haverá tempo para, pelo menos, passar meia hora por semana ao lado de quem lhe deu vida.
E isso é algo que não podemos esquecer, ou seja, que devemos a vida a nossos pais. É necessário considerar que a velhice requer a mesma atenção que na infância, com a mesma troca de fraldas e a necessidade de se colocar o alimento na boca. E se aquele mãe tivesse abandonado o filho quando ele era bebê, ele não estaria vivo para pagar a vida recebida com essa ingratidão. E ainda temos que nos lembrar de que lá poderemos chegar...
Não sei se o filho de Dona Belmira recebeu o caderno de sua mãe, mas penso que de nada serviria, porque depois da atitude que tomou quando de sua morte, dificilmente poderá sentir algum remorso. Parece ser empedernido demais para sentimentos tão comezinhos assim.
Lamentando que fatos assim ocorram, desejo um LINDO DIA, que possa amenizar o sofrimento de pais e mães abandonados.
"PS: O nome de Dona Belmira foi preservado, para ver se de alguma maneira este recado vai chegar até os olhos do infeliz que a abandonou dessa maneira..."
Queime, queime, rosa bendita
Não és mais bem-vinda em meu jardim
Não deixe sementes, nem raiz
E acabe com esse sentimento dentro de mim
Quando recebi vossas sementes,
As recebi de bom grado,
Mas agora que já nascestes,
Me arrependo desse trato
Sua cor é linda e vibrante como sangue.
Sangue meu que eu plantei,
Vi crescer pétalas lindas e gigantes,
Do amor intenso que plantei
Mesmo deslumbrado com tua beleza,
Não ignorei os espinhos afiados,
Mas mesmo cortando e podando-a,
Eles se espalharam por todo lado
Então queime, queime, rosa maldita
E depois suma por favor.
Meu jardim precisa de descanso,
Dessa droga de amor
Lançaram-me ao vale
Desonrando à minha integridade
Desmerecendo minha capacidade
desmotivam-me para a ruína.
De certo, desfalecerei todos os dias
Como hei de sair desse vale?
Se o que me inspirava,
agora assombra-me.
O que os meus olhos escondem
Revelam-se em lágrimas,
Desesperadas, desrespeitadas
No vale, você não vale nada.
A dor na queda, a dor na procela
Feridas, julgam a descautela
E sob o escuro nada se enxerga,
Não há luz para os que estão nas trevas.
Sempre neste dia sinto esse vazio no peito,
Quase como um imenso vácuo que sufoca a garganta e aperta minhas entranhas.
Um buraco negro que suga toda a alegria.
Como eu gostaria,
Gostaria que o tempo fosse só uma ilusão
Que pudesse acordar e ver que tudo não passou de um sonho.
Um sonho não, um pesadelo.
A sua existência vazia é pior que pensar que não existia.
Ter vivido com sua ausência,
Ter ouvido ou lido suas cartas de puro ódio,
Nada disso deveria me afetar,
Mas afeta, dia após dia.
Ainda que eu veja um sorriso seu,
Ainda que me esforce pra sorrir de volta,
Ainda que meus frutos te amem,
O tempo não retorna.
Eu não o tive como deveria,
Sua presença rara só trazia dor,
Agora, ainda que amadurecida eu esteja,
ainda que seja possível entender,
Infelizmente, toda a dor insiste em bater e bater,
De novo e de novo.
Gostaria que o tempo fosse só ilusão
E nada disso tivesse se passado.
que eu fosse filha de um pai amado,
Que eu fosse filha de alguém pra me proteger.
Mas, o tempo não vai voltar,
Eu não voltarei.
Sua ausência na minha vida, por minha ausência na sua, se perdeu também.
Sabe aquela sensação de querer abandonar e desistir? Sensação forte que nos puxa para trás e parece que estamos nadando contra a correnteza? Pois é. Em alguns momentos sentimos assim...
Paremos por alguns minutos. Interiorizemos-nos. Confiemos em nós. Acreditemos em nosso potencial e vamos! Se der medo, iremos assim mesmo!
Tenhamos convicção que tudo dará certo e conquistaremos o que sempre sonhamos.
ADVERSO DUM VERSO
Essa sensação de face cansada
Que vês no meu poetar azedo
De trova tremente e mirrada
É falta que lamenta no enredo
O versejar pouco camarada
Da satisfação já em degredo
De rima velha e desgraçada
Em que não se profere ledo
Ontem, de viço e alegria
Hoje, o choro e sofrência
Um fado. Na vã poesia
Nesta dura sina em riste
Do canto em decadência
Verseja um poeta triste!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/08/2020, 16’45” – Triângulo Mineiro
Não tenho que esperar
Não preciso de tanta cautela
O amor é muito mais que isso
É momento de entrega
De dedicação
É fogo, é desejo
É pele e coração
Valorizo a intensidade
Um convite surpresa
Um " me deu saudade"
Um " quero te ver"
Depois o café esfria
O cigarro vira cinzas
Os minutos viram dias
Semanas, anos
E o que restara daquele amor?
Lindas lembranças, saudade ou dor?
A faca de dois gumes.
Tudo na vida é escolha e consequência, tudo tem um lado bom e o ruim e no final somos nós que somos responsáveis pelas nossas escolhas e o caminho que elas vão nos levando.
Então seria a vida uma faca de dois gumes?
Que não importa qual lado escolheremos da faca sempre terá uma consequência ruim?
O que nos resta é escolher qual dos dois lados é o menos afiado e causará menos dor?
Porque ambos os lados terão suas consequências boas e más ao serem seguradas,todos os lados da faca irão doer de alguma forma, pelo fato dela serem uma e a vida é isso, é uma faca de dois gumes e se não escolhemos com sabedoria podemos pegar na parte mais afiada. E talvez esse lado não valha a pena a dor em troca de felicidade, nem mesmo a experiência e nem mesmo o aprendizado.
A Traição
É o homicídio de uma alma, por uma boa parte da vida…
O adiar ou o eliminar de sonhos.
Quando se furta a paz e ignora-se o amor…
É o auto desvalorizar-se, e tornar-se sombra, passado…
É pobreza de espírito, um desviar de caráter…
Ver no outro, um nada.
Nesse golpe fatal, derrama-se lágrimas e angústia…
Uma dor cortante, constante.
Um náufrago em um mar de tristezas…
Ao traído é o que resta, o desamor, a amargura e a dor.
No melhor dos casos, aconfusão do recomeço.
SÚPLICA (soneto)
Se tudo muda e tudo perece
Se tudo cai aos pés da negaça
Se veloz a vida por nós passa
Pondo de lado o teor da prece
Se, se a inspiração desfalece
Se dói a dor que a dor enlaça
Se perde o encanto, a graça
O lhano, e aí a gente cresce
Se o amor tem a alma pura
E este amor também tortura
Nos gerando tolos e loucos
Se tudo tem no tempo valeria
Tudo vai, Pai! Por que não alivia
O sentir que me traga aos poucos?
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Setembro, 05/2020 – Triângulo Mineiro
paráfrase Auta de Souza
Nunca pensei que fosse doer assim
Te ver tão longe
Tão longe de mim
Cada passo pra longe
É algo inexplicável
Desfaz a minha ponte
Não é algo tratável
Penso em você
A cada segundo
Aumentando o meu querer
De nos ver como um conjunto
Sem seu sorriso
Fico sem ar
Fico sem piso
Sem seu olhar
Nunca te esquecerei
Essa saudade é interminável
Não sei o que serei
Sem você é lamentável
Odeio está distância
E aceitar que já acabou
Mas tenho uma herança
De que a solidão me colocou
Analisar o processo do conflito e compreendê-lo para poder trabalhar sobre ele é o trabalho de quem vive a CNV. Verifica-se que o medo do conflito leva as pessoas à mentira, à hipocrisia, à depressão, à manipulação. A CNV ajuda-nos a entender que por essa via não criamos empatia e um mundo interior e exterior mais sãos, mais sábios, e mais pacíficos.
CNV — Comunicação Não Violenta
Tu és uma droga para mim, o meu bem é o meu mal. Quando estou contigo vem a sensação de euforia, de paz, de total entrega. Depois, no dia seguinte, quero mais. Me viciei. No início pensava em ti por 1 minuto e te esquecia por 2 horas, agora penso em ti por 2 horas e esqueço de ti por 1 minuto.
Não quero esta sensação de bem quando estou contigo para depois sentir a abstinência. Abstinência não só da tua presença, mas de saber q nunca poderás me dar o q tanto quero. Assim como os viciados roubam e se humilham para conseguir o que precisam, estive disposta a fazer qualquer coisa pelo teu amor (e já tentei de tudo q se possa fazer com dignidade sem te magoar e aos teus). Toda vez que me humilho, vem a esperança que tu vejas q é possível estares comigo e me assumires emocionalmente e fisicamente. E toda vez vem a frustração de não queres te esforçar em achar um meio disto acontecer. (onde há força de querer há um meio).
Eu percebo que queres manter esta ligação já q toda vez q te falo q quero me distanciar tu apareces e de novo fico com esperança para depois me frustrar.
Estou numa corda bamba contigo Manter o equilíbrio é difícil até mesmo no estado mais sóbrio; fazer isso num estado de abandono e tristeza (que atualmente passo) é praticamente impossível e sei q a longo prazo, será completamente impossível.
Preciso me distanciar de ti por um pouco. Não quero perder tua amizade. Sempre vou te amar, meu lindo. Deixa me curar deste vício.
É apartir desse momento , que as lembranças começam a se apagar, o desespero bate , a loucura cega, o coração treme e a dor arde dentro peito. É inimaginável aceitar que nada será como antes, que não à terei por perto, todos os dias , seu cheiro, seu abraço, seu sorriso. Tudo foi uma ilusão, ou se tornarar uma e, não importa o que eu faça , não importa quão desesperado esteja, a culpa está sempre presente em mim, culpa de ter desperdiçado minha chance de ser feliz, a culpa de cometer os mesmos erros, a culpa de ter perdido você e, apartir de hoje, começarei a esqucer essa culpa que te trás vividamente dentro de mim. Eu queria tentar mais uma vez, queria mesmo, mais do que qualquer coisa mas, não consigo imaginar a complexidade que tudo se tornou. Eu amo você com toda louca paixão que meu coração possar sentir, algo que não se explica, algo que se sente desesperadamente.
Não sei por que mas eu sinto a nescecidade de te mandar mais essa mensagem, não sei quando, nem como, nem onde. Não planejei nada, apenas escrevi e, criarei coragem de te enviar. Sei que não concerta nada do que já foi, mas me trara um pouco de paz.
Sofrer verdadeiramente por amor é algo que jamais vivenciei um dia e, você me deu a oportunidade de conhecer o amor e a dor, o que ele causa... sei que me tornarei alguém melhor com tudo isso que passamos, com perda... você se tornar a minha Sharon, mesmo eu querendo que fosse minha Jay. Entretanto, você é muito querida para mim, você viverar sempre em minhas memorias mais felizes... me desculpe e te amo.
PH.
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