Textos de Comédia
Máscaras
Máscaras, passeiam entre nós...
Máscaras de amantes,
Máscaras de algoz.
Máscaras de pessoas vazias...
Máscaras de pessoas sem vida.
Máscaras de pessoas que sentem medo de serem esquecidas.
Máscaras, inveja de alguém que julga-se perfeito.
Máscaras, disfarçando sentimentos ruins que traz no peito.
Máscaras, por favor, não enxergue os meus erros.
Máscaras, usa-as para esconder os defeitos,
Máscaras, necessidade de fingir que o mundo é perfeito.
Máscaras, para esconder o que trás dentro do peito.
Máscaras, é o teatro da vida...
Máscaras, a realidade é que as pessoas são tão egoístas.
Máscaras, jogadores desse jogo que é a nossa vida.
Máscaras, o que esconde de nós?
Máscaras, medo de escutar o ruído da própria voz.
Máscaras, o que irão pensar sobre nós?
Máscaras, medo de ser julgada.
Máscaras, tanto receio de ser condenada.
Máscaras, ninguém é o que aparentava.
Máscaras, não me olhe desse jeito.
Máscaras, os seus olhos brilham de um jeito.
Máscaras, por favor, não sorria para mim desse jeito.
Máscaras, ninguém conhece minha alma.
Máscaras, meu tom de voz é baixo para encantar sua alma.
Máscaras, algumas atitude nunca esperava.
Máscaras, só o inimigo conhece os meus defeitos.
Máscaras, tenho vergonha do que eu trago no peito.
Máscaras, de um ser humano que desejava ser perfeito.
Máscaras, o show tem de continuar.
Máscaras, não seja desmascarada antes da cortina do palco se fechar.
Máscaras, assisto a comédia da vida, e não arredo o pé do lugar.
Máscaras, que medo é esse de dizer o que sente.
Máscaras, não se lamente, lembre-se todos nos temos nossos medos e defeitos.
Máscaras, também tenho segredos que trago na alma, escondo tesouros no fundo do peito.
Nome: Khenya Tathiany
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Meu Ernesto Azul...
Voltava eu daquelas paragens de Pirapora, dirigindo meu possante Gordini Delfini, carinhosamente tratado por Ernesto, já de cor não muito definida, trazia uns leves amassados em ambas as portas, umas ferrugens no piso, faltava-lhe o retrovisor esquerdo e o para-choque traseiro... nada demais!
Mas aquele Gordini era meu xodó, até carreto o “bravo Ernesto” fazia: meio metro de brita ou de areia pra ele não era nada. Só não se dava bem com subidas, em compensação, nas descidas, ninguém e nem nada o segurava. Um detalhe que não podia de esquecer, no momento de passar a marcha, tinha de ir da primeira pra terceira... em algum momento ou lugar, ele perdeu a segunda marcha, porém, uma certeza eu tinha: um dia, mesmo que não parecesse, sua já havia sido cor foi azul, mas, não um azul qualquer, um de respeito, admirável e solenemente azul. Bem, mas isso se deu em tempos que eu ainda não havia vindo ao mundo.
Dona Orsina, mãe de “Zé Goiaba”, me encomendou um carreto: levar 14 frangos até o sítio de João da Grelha. Em troca de “dois dedos” de pinga, Juvenal aceitou a incumbência de me ajudar nessa empreitada, mas, não deu muito certo, numa curva de chão batido, entre a porteira da Fazenda Craviola e a ponte do Manguezal, meu amigo Ernesto foi, literalmente, atropelado por um boi. Mas, não um boi qualquer! Foi um desses de grande porte, de passos firmes, grandes orelhas caídas, negro focinho, peitoral extenso, parecia ter sido “construído” de concreto e músculos, coberto por uma pele negra, com algumas manchas brancas e outras, em leves tons marrons, reluzentes. Estava selado o destino de Ernesto: faleceu ali, naquela curva e o boi, seguiu em frente... sequer olhou pra trás. Seguiu seu caminho, me deixando apenas com o que sobrou de meu companheiro, dores pelo corpo e vendo os frangos entrando no manguezal.
Pensei até em fazer o velório e o enterro de Ernesto, mas o Padre Policarpo me aconselhou a não fazer, segundo palavras dele, “seria uma sandice”, na hora, entendi sanduiche, e rebati: “Não sô padre, vô fazê é o enterramento do Ernesto, num é um lanche não”, e o Padre nem respondeu, virou as costas e saiu resmungando: “é cada uma que parecem duas...”.
Voltando àquela curva, onde jazia Ernesto, me deparei com Bento Carroceiro e, entre uma prosa e outra, contei a ele de meu luto e que não ia conseguir enterrar Ernesto. Foi quando Bento me disse: “mas ocê é bobo demais, sô! Hoje, ninguém enterra mais ninguém não, só toca fogo e pronto. Depois, pega as cinzas e joga no rio. Isso é que é coisa chique”.
Pensei, matutei e decidi seguir o conselho de Bento. Toquei fogo em Ernesto ali mesmo e fiquei olhando ele queimar. Chorei muito, doeu fazer aquilo, mas o que mais me intrigou foi o caminhão de feno de Tião Matadô passar ali exatamente na hora que Ernesto queimava. Senti cheiro de mato queimando e, logo que olhei pro fim da curva, vi que o feno que o caminhão de Tião Matadô levava, queimava e a chama já subia pra mais de 10 metros...
Olha por onde andarei para chegar a você imperatriz Beatriz dos meus sonhos, perdido sobre seus pecados na floresta perdido estava
A incontinência levou a violência para praticar a fraude, sabe-se que quanto mais sabe pior a falta, caminhos devaneios a levar a um velho portão achar, e nele as palavras grafadas a estampar deste lugar “deixai toda a esperança, ó vos que entrais”
Pelo báratro Virgílio me acompanha ao aqueronte rio de fogo em busca do barqueiro Caronte, após a travessia no limbo chegar se espantar no que possa encontrar por lá, virtudes e soberba habitam esse lugar
Onde as tempestades de ventos não cessam, os luxuriosos não têm fresta
Um protetor esse lugar há cão raivento de ampla visão cabeça bisada três vezes a boca espumar e com olhar não para de observar gulosos que a
Avarentos a carregar pedras imensas, a marcha ao longe até aonde a vista alcançar
Carrancudos e insolentes espalhados pela lama efervescente, na porta das cidades em chamas túmulos a espalhar hereges no fundo estão, sicários na cidade atormentados por centauros
Chuva queimante iluminando o que há, correria desenfreada daqueles que correram de deus
No fim do precipício a galeria congelada aparenta ainda mais medo e terror a propagar, onde os tenentes, príncipes do seu senhor a esperar onde o anjo da luz a devorar seus subordinados sem piedade a executar no frio de cócito seu espetáculo horrendo realizar
No fim enfim do túnel o cruzeiro do Sul, a uma ilha ligar lá o purgatório está, montanha altaneira, em que arrependidos estão afim de busca a luz e pagar o que fez
Agoniada a espera é, mais e preciso esses pecados solucionar para expiação de suas faltas ascender a montanha com alegria, a tarefa cumprir para junto aos celestial morar
Virgílio que acompanhou, não poderá prosseguir agora a parti do Lete será com você, beba dessa água ascenda a redenção suba para os braços de beatriz para novamente se aconchegar
Nas esferas do paraíso revoar, na primeira estação da lua encontrar almas virtuosas por todos os lados a, após algum tempo em mercúrio chegar e brilhantismo aqui tem a comprovar
Vênus tem amor como Beatriz me fez mais uma vez apaixonar, com o sol a ostentar com sabedoria essas campinas fazer brilhar a cada manhã
Em marte coragem e bravura ter para desempenhar e defender sem armaduras de peito aberto lutar contra a injustiça, amém a vocês que probo sois a águia imperial lhe regozija em sua honra na terra de júpiter
A verdade está próxima e com temperança de saturno, seguir para até o fim das estrelas onde a fé e testada e as falsidades desmascaradas
Alcançar a última estrela a que movimenta tudo que nesse mundo existe, num toque de encanto empíreo observar, uma grandiosa rosa no centro no fim três círculos representado pai, filho e espirito no abismo de emoções concedido foi a compreensão na vida
Muito além do entendimento humano tudo separado é junto no mesmo tempo, um ar que não se pode respirar, é com certeza uma dificuldade que não pode enfrentar.
Não há maior dor do que recordar a felicidade nos tempos de miséria
Recordar quando acordava e já havia uma mensagem de bom dia
Recordar de ter alguém pra conversar durante o dia todos os dias
Agora a miséria da solidão aonde só se sente só
A miséria de ter que mentir ao responder "tudo bem" quando felicidade nenhuma se tem
Chorar ao ouvir uma música e de alguém lembrar
Se dar conta de que não tem mais a quem dividir o fone de ouvido, sonhar quando está dormindo
E por fim recordar a felicidade que era antes desses tempos de miséria
"A vida
dela, uma estrada
muito longa"
*
Logo cedo na sua adolescência,
conheceu o amor,
mas ela disse que foi uma comédia,
que a fez chorar...
*
Daí não acreditou mais em amor,
prometeu a si mesmo
que chegaria ao extremo,
pra judiar de quem dela se aproximasse,
e faria isso sem sentir temor...
*
A vida
corria
e ela fazia,
do sentimento uma piada,
e se divertia
quando alguém lhe confessava estar apaixonado...💗
*
Até seu terapeuta ✍️
se transformou em poeta,
em doces reflexões
declarava a ela o seu amor,
e ela rejeitava dizendo que sentimento
era o próprio sinônimo da dor,
e ela abandonou a terapia,
e jazia
pela vida inspirando histórias,
e seu coração 💓
era só um vulcão 🌋
de paixões mal resolvidas...
*
Suas vítimas fazem
filas pra derramar suas lágrimas
nos divans dos terapeutas...🛋️
*
<<< Francisca Lucas >>>
Três Portas
No meio escuro da vereda errante,
perdi-me além do mapa da razão.
Eis que surgiu, com olhos de diamante,
a sombra em forma de revelação.
“Abandona a esperança”, disse a brisa,
no arco negro onde o mundo se despia.
Caminhei, e a dor virou divisa,
na terra em que o tempo se esquecia.
Vi línguas feitas só de penitência,
reis em tronos de fogo e de vergonha.
A carne é fraca, mas há consequência —
o espírito é quem mais apanha.
Depois do Inferno, ergui-me em lamento.
No Purgatório, aprendi a subir.
Em cada passo, o céu, como argumento,
me abriu um verbo: “Amar é resistir.”
E quando a luz do Éter me tocou,
senti que Deus não era um velho rei.
Era o silêncio, eterno, que brotou
em mim — o paraíso que busquei.
Empenhado em provocar risos
Deixando um pouco de lado
seus problemas, seus conflitos
Ofuscando tragédias alheias
ou transformando-as em comédia
Causando boas risadas
como um santo remédio,
Pra almas cansadas,
um possível refrigério
O senso de humor não é constante
mas é fundamental, principalmente,
na vida de um comediante.
O nosso amor foi como uma comédia romântica, nós vivíamos brigando. Lembra, Stiles? Lembra quando brigamos pela primeira vez? Você foi na janela do meu quarto com um rádio, você pôs minha música favorita, e começou a cantar. Era noite de Lua Cheia, eu não aguentei e comecei a rir. Você sorriu e disse: “Me concede essa dança?”. Até então estava tudo bem, mas quando eu fui pegar na sua mão, meu pai apareceu e estragou tudo. Primeiro você riu, então percebeu que ele estava sério e se jogou da janela. Eu confesso que naquele dia fui dormir sorrindo, rezando para sonhar com você. Mas você era um pouco clichê. Era sempre a mesma coisa. Quando brigávamos você ia na casa dos meus pais, com um buquê de flores e com aqueles cartões decorados, cheio de coraçãozinhos com frases de filmes. Sim, Stiles, eu sei que você só aceitava assistir filmes românticos comigo, para ter idéias ou para me mimar, você odiava me ver zangada. Mas você se enganou, o nosso amor não era como um filme, não podia ser. O nosso amor era real, não era por trás das câmeras, não tinha roteiro. Porque era o nosso amor, era a nossa história.
A nossa vida é realmente como um livro , em certos momentos vivemos numa Comédia, depois passamos por um drama , há quem viva até mesmo um terror , mas em toda boa história tem seus momentos românticos, alegres , e de muita esperança, por isso cabe nos apenas viver intensamente e deixar que o autor maior Deus, defina quais serão os próximos capítulos.
"Eu já sorri e já chorei até não ter mais lágrimas. Eu já assisti todos os filmes de comêdia romântica que foram lançados ultimamente e acabei com o sorvete da geladeira. Eu já passei noites em claro e já tomei remédios pra dormir, que me deixaram meio grogue no dia seguinte. Eu já disse que não me importava e que já tinha superado. Já fiquei horas relendos suas sms antigas e vendo sua foto que ainda está no meio do meu caderno. Eu já te liguei e já rejeitei ligações tuas, desejando que você ligasse diversas outras vezes. Eu já disse pra todo mundo que você não valia nada. Eu “já” tantas coisas, que não sei qual delas foi verdade e quais eu realmente queria que fosse." -Querido John
Sou um livro , sem páginas em branco, um livro de ação misturado com Romance e um toque de comédia, páginas preto e branco? Sim tem,mas a maioria parece um arco íris, várias histórias, vários recomeços, cheio de acertos e erros, cheio de amigos, família...ah quanto amor, quanto aprendizado, quanta reflexão e quanta GRATIDÃO.
Cola a sua história na minha e juntos vamos viver um romance digno de cinema. Com drama, comédia e muito amor. Cola seu violão nos meus versos feitos à mão e juntos vamos criar a nossa trilha sonora. A nossa canção. Cola seus discos na minha vitrola e vem viajar no tempo comigo. Cola teu corpo ao meu e vamos reinventar o nosso jeito de estar no mundo. Cola teu nome na minha boca para que eu diga que você é a palavra mais bonita desse mundo. Do meu mundo. Cola tua pele na minha e juntos vamos produzir calor para acalmar esse inverno. Cola teus braços em volta de mim e vem dormir comigo essa noite. Bem coladinhos. De conchinha. Só você e eu...
Festas,mulheres,bebidas e tudo ilusão,antes era o Cara .depois vão te tratar como comédia ou otário e ate que você está sendo dominado,sabe porque isso ? porque eles não tiveram a capacidade de mudar!e quando a pessoa que dizia seu amigo não conseguir ninguém. vai querer que você fique igual a ele.contando vitória de algo que ainda nem conseguiu.pulando de galho em galho e sem ter nada na vida só historia pra contar de aventuras sem sucesso.
Olha meu amigo,aque não se trata de filme e nem novela,em que a história apresenta,comédia,acção,romance e drama em que na final acaba tudo bem , aque trata se de uma vida real em que tu encaras os seus problemas frontalmente,é preciso ser forte o bastante pra suportar tudo isso e com muita coragem.
Benfeitorias didáticas educacionais que atingem a todos, lançando na comédia o fino retrato da vida, a sua existência terrena e virtual, manifestam-se através do sinônimo, melhor vida, estrutura e bem-estar, definindo num aspecto cultural como aprender e como ensinar num processo contínuo, social e técnico, capazes de elevar os graus de conhecimentos e legitimando o progresso no universo.
Eu que não acreditava nessas histórias todas que se vê nos filmes de comédia romântica,agora me vejo aqui,romantizando tudo,E me perguntando como fui idiota ao ponto de desacreditar dessas coisas de amores.Eu estava errada,assumo.Custei a acreditar que eu que tinha fantasiado muito em cima de pessoas erradas.Agora estou aqui,cada dia mais dele,mais de nós.Faço planos,sorrio,brinco,sou eu!É isso.uma das coisas que o fazem diferente,quando estou com ele posso ser eu mesma.E eu nunca fui eu mesma com ninguém.E vou seguindo,com esse sentimento cada dia mais forte no meu peito,o que me deixa tão feliz,é que tem a tal da reciprocidade,e é disso que a gente precisa.Amar e ser amado de volta.
Qual gênero de filme você escolhe para sua vida? Drama, terror, suspense, ou talvez uma comédia repleta de alegria e diversão? Inicie cada dia com a trilha sonora que inspira sua alma, selecione cuidadosamente as locações que embelezam seu enredo, e seja o protagonista que vive cada cena com coragem e autenticidade. Escreva seu roteiro com atos de amor, momentos de riso e aventuras que deixam marcas. Lembre-se: você é o diretor desta magnífica jornada chamada vida.
Protagonista de uma comédia romântica não intencional. Só queria curtir, mas saí do rolê com fama de pegador(a), 7543 amizades novas, R$O na conta e uma ressaca digna de Oscar. Pelo menos fui simpátique, né? Final feliz? Só se for no Uber. Título: Liso, Bêbado e Injustiçade. O filme que ninguém pediu, mas todes já viveram. Indicaçõezinhas ao Liso Awards 2025, na categoria: "Melhor atuação fingindo que tava no controle."
Nessa vida temos momentos de dúvida, de luta, e de choro . Também provamos a alegria, a comédia, a partilha e o amor... Toda essa miscelânea faz parte de nossa fantástica aventura neste planeta...observe, prove, saboreie. Depois daqui o Universo será nosso lar novamente... incremente sua bagagem!
Hoje lembrei do seu sorriso, lembrei de quando nós ficávamos rindo daquelas séries de comédia que passavam na TV. Queria poder voltar no tempo e escutar você rir de novo e o melhor, chamando o meu nome e mandando eu aumentar o volume da TV pra você escutar da cozinha enquanto passava roupa. Era tão bom quando acontecia algo mais divertido e você vinha andando pelo corredor roendo as unhas e ficava em pé gargalhando. E eu olhando a TV e olhando pra você. Pra mim não existiu pessoa tão magnífica quanto o meu anjo, ele brigava, falava tanto na minha cabeça e eu ficava até com raiva mas como eu disse na 1° frase: queria poder voltar no tempo, até sua voz que me irritava me faria bem nesse momento. (16 anos)
