Textos de Chuva
Ontem a chuva caiu
Como uma luva
Fazendo brotar a esperança
O amor e a fé
Aqui dentro do meu peito
Ela se derrama feito as lágrimas
Que brotam dos meus olhos
Com sentida e profunda emoção
Renascendo em mim
O que há de melhor
Molha o meu ser com carinho
E só tenho a agradecer a Deus
Por tantas bênçãos
Ela se faz música
Perante meus ouvidos
Ao mesmo tempo que umedece
Meu seco coração e pele
Ela faz transbordar meu ser
De alegria, me inundando de amor
Ela lava toda sujeira
Dos meus olhos e mãos
Ela pinga e respinga
A essência de Deus sobre nós!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Hoje choveu, após muito tempo.
Chorei ao ver a chuva, dela sentia saudade.
Chorei ao olhar a vida, lembrar dores passadas.
A chuva me fez voltar ao finito, vez por outra arrepender-me de verdade.
Das coisas feitas sem medo, das frases ditas em partes, dos sonhos partidos ao meio e das metas não alcançadas.
Depois a chuva passou, restando seu cheiro no ar, o choro então cessou, a vida voltou ao normal, até chegar outra chuva, ou, até um novo final.
A chuva caia mansa
em um início de noite de
quarta-feira,
a noite começava
a dar seus primeiros
passos.
Estaciono meu carro
e você entra,
como em um filme clássico,
as palavras não saem
da minha boca,
seu sorriso já dominava
o ambiente.
Como em um conto de Bukowski,
''A mulher mais linda da cidade''
me encontrava agora,
seu olhar penetrava em mim,
seu sorriso me dominava,
eu era apenas mais um
homem bobo e desorientado
por ela.
Agora,
ligo meu carro
e seguimos juntos,
eu e a mulher mais linda da cidade,
o sorriso mais lindo,
a voz mais linda,
o olhar,
a vida era boa,
a vida era como ela,
linda!
A chuva cai no telhado e um vento forte bate lá fora, estou aqui dentro na solidão, um frio com intensidade e morrendo de vontade de estar em teus braços, sentir teu cheiro e teu corpo no meu e teus beijos que há tempos meus lábios procuram por eles.
Se estou te esperando?
Nem sei explicar o que sinto agora, só sei que sinto saudades, eu sei que você não é mais aquilo que sempre sonhei, então fico assim nessa saudade que dilacera meu coração, não sabendo como te esquecer,
Não é que eu seja boba, é que desapegar não é tão fácil assim, afinal, você passou muito tempo na minha vida.
Eu sei, daria tudo pra ser diferente, mas o que sobrou de mim foi saudades do que não volta mais, ah como eu o amei, como tudo foi verdadeiro, como amava tudo o que você tinha, mas o cristal quebrou, só lamento não poder mudar nada, sinto tanta saudades que chega a doer, mas vai passar.
Inquérito.
Vendo a chuva cair lá fora
Como sinto as lágrimas caindo aqui dentro
Respiro fundo ao sentir seu cheiro vir com o vento
De olhos fechados mas de coração aberto
A melodia da flauta ecoa e no frio ajuda a
Demonstrar o quanto lamento
Por longos anos
A mesma melodia tocada pela mesma flauta
O som do inquérito ainda a ecoar no mesmo frio e gélido ar
Ainda sem respostas
Isso me faz pensar que talvez
Você jamais vá voltar
Ainda sem respostas
Isso me faz pensar que talvez
Você de fato tenha partido
E jamais irá voltar.
A garrafa branca quebrada
Logo abaixo do telhado
Quebrada como meu coração
Que não perde a esperança
De que por este lugar consternado
Seu riso voltará a reinar.
Obra de mãe
Esculpida no angico
Na angina dos dias
Ao meio-dia
Respirei
Havia chuva
No meio do dia
Brotei
Havia santos
Todos os santos
E me benzi
De todos os dias
Havia
Dor
Amores
Tumores
Andei
Dei formas
De acácias
A cafés
Negociei
O gosto do aroma
A infusão
E nas xícaras destilei
Mãe me recolhe
Quero seu colo... Embrionário
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Não desanime...
A chuva surgiu, mas há de ter o arco-íris.
A resposta foi não, mas há de chegar algum sim.
O sorriso se fechou, mas o brilho continua no olhar.
Então, respire fundo, ainda tem sopro nesse mundo.
Dias ruins não duram uma vida, mas uma vida dura, nos faz perceber o valor de um sonho ou a falta dele.
Lembre-se, basta uma fresta de luz, pro girassol se levantar.
Existem outros lugares, outras pessoas e folhas em branco empilhadas.
Abrir os olhos, às vezes é tudo que precisamos para voar.
Não vê que a noite acendeu a lua, para cobrir-te de coragem em dia de insônia?
Pegue o mapa das estrelas e uma borracha para apagar seus passos.
Você não precisa lembrar onde pisou, mas desenhar novos rumos.
A noite tudo dorme, menos o tempo, ele vai dando corda ao relógio, para que possamos sonhar e acordar mais decididos que ontem.
Gratidão é o início, acreditar é o meio e o fim é o incerto.
Portanto a única certeza, é que sempre há de ter idas e vindas.
A vida é só um bocado de momentos, que podem durar 50 anos ou 50 dias.
Aproveite o intervalo, é ali que se pode viver!
Texto autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 03/08/2020 às 13:45 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
e a chuva
vai caindo devagar
molha a plantação
molha o chão
molha o meu coração
e ele bate feliz
a natureza agradece
e eu mais ainda
o clima ameno
tarde serena
é paz
é luz
é gratidão
é amor de Deus
por nós!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo instagram: mentepoetica2020
A chuva lava a nossa alma e purifica nosso ser
Nos mostra realmente quem ou o que devemos ser
O mais importante, em quem devemos crer
Que eu nunca esqueça, que eu tenho o dever
De viver, amar, sorrir e tentar nunca mais sofrer!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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E a chuva continua
De forma contínua
Lavando a alma
Hidratando o espírito
É bênção divina
É amor incondicional
É vida
Sensação de alívio
De paz e serenidade
Banha o nosso ser
E cai aos nossos pés
Como sinal de simplicidade
Aprendamos com a chuva
A ter mais humildade
Ela vem naturalmente
Ao nosso encontro
Para nos tirar do calor infernal
Que por hora habita dentro de nós
Gratidão pela graça obtida
E perdão por reclamar tanto!!!
Fernanda De Paula
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Acordei com o barulho da chuva
Acariciando meus ouvidos
Massageando meu ego
E o cheiro da terra molhada
Adentrando minhas narinas
E o amor divino
Penetrando meu coração
E a chuva soa como música
A ser ouvida com alegria
Enchendo meu ser de satisfação
A chuva tem o poder de lavar tudo
Até que se transforme em amor
Gratidão ao Criador!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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Senhor
Te peço encarecidamente
Junto desta bendita chuva
Manda-nos o antídoto
Para as doenças
E todos os males
Que nos assolam
Levando vidas
Deixando marcas
Profundas em nosso coração
Lava nossa alma
Livrando-nos da depressão
Molha nossa terra
Minorando a sequidão
Agoa nossa plantação
Dessedenta a Tua criação
Umedece nosso corpo são
E nos faz agradecer
Em sentida e profunda oração!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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A chuva ao cair
Toca o meu telhado
(De vidro)
Toca a janela da minh'alma
Toca o meu (seco) coração
Toca-me com profunda emoção
Toca uma doce melodia
Aos meus ouvidos
Toca-me os pés rachados
E as sujas mãos
Toca-me os cabelos desgrenhados
Toca-me a pele arrepiada
E a face (des)corada
Toca o meu ser "pequeno"
E ressecado pela ação do tempo
E do vento que passou
Antes da chuva fluir normalmente
O seu curso final
E meus olhos ficaram úmidos!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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A chuva caiu mansa
E amansou o meu ser arredio
De gênio difícil, complicado
Teimoso e às vezes revoltado
Somente a melodia divina da chuva
Em meus ouvidos
Teve o poder de me acalmar
Me fez lembrar de agradecer
Ao Pai por todas as bênçãos
Que caem em minha vida
E por vezes não percebo
Mas a chuva é a maior das bênçãos
Pois ela faz brotar e renovar
A vida em si
E quando ela não aparece
Mesmo assim eu sinto
Seu cheiro e seus sinais!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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amanheceu
e não tem banho de sol
contente-se
com banho de chuva
nem tudo é conforme queremos
basta que desejemos
e por fim agradecermos
ter um dia alegre e feliz
onde precisamos passar
por todas as estações do ano
e também pelas tempestades
da vida
então faça hoje
o seu melhor dia!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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Limpeza d'alma
Caminho pela praia nua
numa manhã de chuva intensa
as águas escondem meus rastros,
minhas pegadas destes dias
em múltiplos tons de cinza
mas não apagam os meus anseios,
Caminho e liberto minh’alma
trazendo boas energias
Minha mente ficou ativa
e eu buscava todas as respostas
Muito mais leve eu fiquei
aguçando os sentidos.
Mesmo que meu pranto
ficasse misturado com as gotas de chuva
escorrem pelo rosto, deslizam
e limpam os sentimentos
São tantos erros que carrego
mas, dei um basta...
desejo simplesmente um novo começo
num reiniciar do meu HD
(DiCello, 14/08/2020)
trago flores
junto com a primavera
que chega perfumando
deixando sorrisos
pela chuva que molha a terra
e nos tira da sequidão
nos abraçando calorosamente
e nos envolvendo em boas energias
renovando nosso jardim interior
com alegres beijos na alma!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
E eu estava ali,
Naquela chuva molhada.
Chorava desesperadamente,
Até você aparecer,
Muitos dirão que é loucura,
Mas de cara me apaixonei por você.
Eu já imaginava que seria um sonho,
Mas de verdade te espero,
Vinte e quatro horas por dia,
anseio te ver.
De verdade não te tiro da cabeça,
Não sei se estou louco, ou vou enlouquecer,
Nunca senti isso antes,
É loucura, pode crer.
Autora: Eu, ayane Britto
Em minha família
somos todos uns estranhos seres
que desligam o rádio e a tv para
ouvir a chuva e iluminar-se
diante das tormentas,
que apagam as lâmpadas
para ver o brilho da lua
e das estrelas no céu.
Na madrugada,
quando a cidade dorme,
por trás de seus cadeados,
nossa casa é um templo
varado de silêncio e luz
por todas as janelas abertas.
Cremos que os perigos
adormecem sob a lua.
Sons da madrugada (2)
A chuva mansa, na madrugada, quer me ajudar.
Como acalanto de colo de mãe,
Ela canta: dorme!
Em seus braços, sou criança.
Todavia, ambulâncias, na rua, se afligem.
Agora são muitas, tão próximas...
Arrancam-me do repouso sagrado
Levam-me aos sons do sofrimento alheio.
Liberto-me dos sons internos,
Consigo ouvir além.
Contemplo gritos que não vêm de mim,
Mas são meus. Sou um com aqueles que clamam.
Será que durmo?
Ou só agora desperto?
Os sons são tão perturbadores...
Como não os ouvia antes?
Som do sofrimento gerado pelo desprezo,
Som de exaustão causada pela humilhação,
Som atormentado por sentir o menosprezo,
Som do abatimento e da submissão.
Tantos sons na agonia terrível da noite insone.
Quatro e vinte, marcam os ponteiros
Há algo que esta questão solucione?
Lamentos ecoando no escuro traiçoeiro?
A chuva, dentro de mim, escorre pelos olhos
Lá fora, agora, a chuva chama.
Como instrução ministrada por mãe,
Embora mansa, clama: Levanta!
É o que permanece!
Só a chuva mansa.
Desperta-me e chama-me à ação.
A chuva... Avante!
