Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
Entre as sombras do desconhecido,
Onde a ausência desenha o seu traço,
Eu me perco em sonhos, tateando,
O que seria ser pai, o que seria o abraço.
Nas horas em que o silêncio é profundo,
E a dúvida murmura em seu canto sereno,
Imagino o futuro, o toque do mundo,
O calor de um vínculo, suave e pleno.
Não conheço o rosto, nem o riso,
Mas sinto a presença, um eco distante,
E em cada pensamento, um delicado aviso,
Que em algum lugar, um filho é um instante.
O que seria eu, pai, em sua história?
Um guia, um porto, um alento, um farol,
Em cada gesto, a promessa de memória,
De um amor que transcende e consola o sol.
Aqui novamente.
Por que eu me sinto estranha sempre? Como se eu fosse o erro entre vários acertos? O que há de errado com isso, hein?
O que realmente está acontecendo? Estou cansada, mas o importante é que aconteceu, né?
Acabou.
Parece estar errado. Eu não sei o que fazer.
Nasce o Amor
Entre telas e pixels, nasce o sentir,
Um amor digital, difícil de definir.
Sem toques, com olhares e palavras na tela,
E ainda assim, tão forte, não para de crescer.
A distância é ponte, não é abismo,
Nos fios do invisível, tecemos o destino.
Cada mensagem é um abraço, cada chamada, um sorriso,
Num mundo de bits, encontramos o paraíso.
Te imagino aqui, do outro lado da tela,
E o coração bate, nessa dança tão bela.
O virtual é real, no que importa ao coração,
Porque o amor não precisa de matéria, só de emoção.
Não há espaço, nem tempo a separar,
Quando o sentimento é puro, e o desejo é amar.
E assim seguimos, no brilho do monitor,
Dois corações conectados por um simples amor.
SimoneCruvinel
Flores, Versos e Poesia
Entre flores e versos, brota a poesia, no jardim do coração, onde o amor é melodia.
As pétalas dançam no vento, como rimas na canção, e cada cor é um sentimento, pintado com devoção.
Os versos fluem suaves, como rio em calmaria, e em cada linha escrita, nasce nova alegria.
Flores, versos, poesia, trilogia do sentir, onde a alma se encontra, e a vida volta a florir.
SimoneCruvinel
Entre sombras e luz, cresci a dançar,
Na melodia do tempo, oscilando entre dor e paz,
Levando comigo o eco de uma infância difícil de narrar.
Agora entendo, com o olhar de quem sabe,
Que os espinhos e as flores coexistem na vida,
E em cada cicatriz, há uma alma que brilha,
Fortalecida pela jornada que nada é capaz de apagar.
TIPOS DE MORTES DA ALMA HUMANA E DIFERENÇA ENTRE VIVER, SOBREVIVER, DORMIR, MORRER E RENASCER
1. TIPOS DE MORTES DA ALMA HUMANA
1.1. MORTE ERRÁTICA
É a desarmonia ou separação da Alma com o seu Espírito apegando-se ao Corpo sem que o Espírito abandone o Corpo. Exemplo: A Existência Errante das Almas Humanas Terrestres.
1.2. MORTE IRREAL
É a cessação temporária do funcionamento da Alma no Corpo recolhendo-se no centro do seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo. Exemplo: Dormir num sono profundo sem sonho.
1.3. MORTE REAL
É a cessação definitiva do funcionamento da Alma no Corpo recolhendo-se no centro do seu Espírito que seguidamente abandona o Corpo. Exemplo: Óbito de uma Pessoa seguido de enterro ou cremação.
1.4. MORTE VERDADEIRA
É a harmonia ou união da Alma com o seu Espírito dissolvendo-se no Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo. Exemplo: O mais notável é a transfiguração de Jesus Cristo.
Na separação a Alma e o Espírito são Entidades desarmónicas, a Alma apega-se ao Corpo tornando-se um com ele, isso é nascer da Carne!
No recolhimento ou integração também são desarmónicas.
Mas, na união a Alma e o Espírito são Entidades harmónicas e tornam-se um revelando-se o Espírito, isso é nascer de novo do Espírito no Corpo.
2. DIFERENÇA ENTRE VIVER, SOBREVIVER, DORMIR, MORRER E RENASCER
2.1. VIVER
É fenômeno de manifestação da Alma segundo o Espírito e permite à Alma concretizar os desígnios do Espírito Cósmico ou Deus.
2.2. SOBREVIVER
É fenômeno de manifestação da Alma segundo o Corpo e permite à Alma experienciar o estado de ignorância.
2.3. DORMIR
É fenômeno de recolhimento da Alma no centro do seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo e permite ao Espírito restabelecer o Corpo.
2.4. MORRER
É fenômeno de recolhimento da Alma no centro do seu Espírito que seguidamente abandona o Corpo e permite ao Espírito aperfeiçoar a Alma.
2.5. RENASCER
É fenômeno de dissolução da Alma no seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo e permite à Alma sentir-se eterna ou ter vida eterna.
A MULHER É SEU PRÓPRIO FORTE
A mulher e o mundo
Enlaçado entre as pernas
É antes de tudo uma forte
Sem escolhas, obrigada a ter pressa
Guerreira, sem opção
Uma forte na multidão
Contra tudo
Na contramão
A mulher é antes de tudo,
A mulher é antes de tudo,
Antes de tudo
Uma forte!
Guerreira
Com norte!
A mulher é antes de tudo
Seu próprio forte!
Há uma dor estranha no meu interior
Andei olhando para lado
E cai na divisa entre a calçada e a rua
Bati meu orgulho com tudo no chão
O engraçado é que estava olhando com a certeza que não podia cai
Talvez corri mais rápido do que era permitido
Ouvir antes de andar
" - Nunca olhe para o lado durante uma corrida
Para onde você olha é aonde se encontra seu foco. "
Conselho de um homen vaidoso caído;
Seja sincero, não tem como só olhar para frente
Então não se enganem achando que alguém é perfeito
Enganei a mim, e cai.
Entre milhas e memórias, sinto teu cheiro no vento e teu toque nas estrelas. A distância se faz presente, mas não apaga a chama do amor que em mim arde, mesmo que mil calendários passem ou oceanos se estendam entre nós.
Eu sou um viajante no tempo, um náufrago na saudade, buscando teu sorriso em cada amanhecer. Porque o que somos sem o outro senão um eco de nossos próprios sonhos?
Te amo entre o sol e a lua, entre o céu e o abismo. E mesmo que estejas a mil e quinhentos quilômetros ou a quatro anos de distância, meu coração ainda dança ao som da tua existência. E assim, sigo em frente, sabendo que um dia nossas almas se reencontrarão, como se nunca tivessem se perdido.
(06/09/2024)
Quando penso na matriz,
Eu, pobre mortal e feliz,
Vago entre o errado e o certo,
E todo o mal que já fiz.
Quando penso na partida,
Essa mucama fiel,
Sinto um arrepio de pavor,
Giro entre a sorte e a dor.
Quando penso na ligeireza
Com que a vida corre solta em mim,
Penso que calar é o certo,
Enquanto a cada dia me aproximo do fim.
Quando luto para melhorar,
Sem sorte, mas me esforçando,
Sinto que vou e volto,
Sem ter certeza alcançar.
Assim, fico firme no destino,
Evitando o desatino,
De levar pouco,
Pois, se muito tive, tudo ficará.
É a vida,
Doída,
Corroída,
À deriva.
Onde nada somos,
Nada levamos,
Mas tudo queremos,
Na ilusão que tivemos.
Lupaganini - Casa do Poeta
22/08/24
Rosas brancas comovem, transbordam sensações, assemelham-se aos anjos que emolduram o melhor entre o céu e a terra. Seriam eles os guardiões desse impressionante jardim? Um pouco de imaginação ou um olhar de longe, do pintor impressionista talvez, e poderíamos entrevê-los. Quem sabe?
Pareceriam, então, esvanecer-se no ar, misturando-se à atmosfera azul brilhando como seres etéreos... Puros, benditos, enviados por Deus, intocáveis, tanto quanto as rosas, pois estas poderiam desmanchar-se e cobririam de pétalas o ocre solo, deixando-o claramente mais suave.
Sensações...
Quem é amado deve...
Quem ama pede...
A lua se insinua...
Entre vielas escuras...
Há fogo que devora...
Que mata e que dá...
Arde a cabeça...
Enquanto o olhar vaga...
Nem entre as estrelas encontras...
O que procuras...
Só porque houve outrora...
No presente indeciso vives agora...
Será que haverá o futuro,
Do que necessitas e sonhas ?
Procura o ar onde a respiração é doce...
E canta para afugentar a tristeza...
Porque és do tamanho que vês...
Porque sentes a falta do que não tens...
Vaga..
Longe de todo céu...
E no inferno onde abitas nada encontra...
O verme da agonia te devora...
Onde estás afinal,
Nessas horas mortas?
O nevoeiro é tão grande...
E o final não encontras...
Sim...
Tu bem sabes...
Tendes total culpa...
Entre o temor e o espanto...
Reconhece o amor perdido...
Peito endurecido...
Por mostrar-se soberbo e presumido...
Feristes e não percebeste o real sentido...
Tendo o teu erro algum desconto...
Saberia que sendo amado deve...
E que amando...
Deveria ter pouco pedido...
Agora buscas a noite escura...
Cujo medo te afigura...
Tão certa desaventura...
De vagas esperanças...
Nem mesmo te ajuda a lua...
Sandro Paschoal Nogueira
Há uma diferença imensa entre o quanto você é mais influente e o quanto você é mais influenciado. Poder é influenciar outras pessoas a fazerem o que você deseja. Isso pode ser usado para o bem e para o mal. Não tem nada a ver com fama ou sucesso financeiro, mas com poder de influência sobre os outros, principalmente sobre a massa e os formadores de opinião sobre a mesma.
Como ativista e influenciador político, além de filósofo, auxilio movimentos antiocidente há muitos anos. Esse trabalho intelectual, político, filosófico e apostólico visa remodelar a realidade do mundo. Não estou nesse propósito sozinho, mas possuo um certo mérito a respeito dos acontecimentos.
Mulheres de Fé e Empreendimento
Lídia, entre púrpuras, tecia sua história,
Com mãos hábeis e coração temente,
Convertida pela fé, abriu sua casa,
Negócios e hospitalidade, lado a lado, presente.
A mulher virtuosa, de Provérbios descrita,
Nas terras e vinhas, fez seu nome brilhar,
Sábia empreendedora, com zelo cuida,
De sua casa, de seu campo, e de amar.
Priscila, ao lado de Áquila, tendas erguia,
Mulher de negócios e do ensino fiel,
Com coragem, a verdade ela defendia,
Construindo em sua fé, um novo céu.
Rute, em terras distantes, encontrou seu caminho,
Com trabalho e amor, sua vida guiou,
Ao lado de Noemi, plantou novo destino,
E em Boaz, a esperança floresceu e brotou.
A Viúva de Sarepta, em meio à escassez,
Dividiu o que tinha, sem hesitar,
E Deus, em sua fé, fez o milagre acontecer,
Multiplicando o que o coração pôde doar.
Dorcas, com agulha e linha, deu vida ao seu labor,
Tecia para os pobres, com amor e dedicação,
Sua caridade empreendedora florescia em cor,
E seu exemplo deixou eterna lição.
Mulheres que empreendem com alma e coração,
Que, em meio à fé, construíram seus caminhos,
Nos mostram que o verdadeiro poder da ação
Nasce no amor, na coragem e nos carinhos.
amplecti singula et vivere in totum
Entre o silêncio e a lembrança
Há um vazio que ainda respira
Não se trata de partida
Nem de chegada
É o eco de passos que já se foram
Mas que ainda ressoam
Bem baixo quase inaudível
Os dias seguem
Mas há momentos em que o ar pesa
Como se o tempo insistisse
Em carregar consigo fragmentos do que foi
Não é dor
Mas uma sombra leve
Que se estende ao final de cada tarde
O toque que não se repete
Mas que a pele ainda guarda
Um olhar que já não encontra
Mas que os olhos ainda procuram
Nos reflexos dos dias
Há uma paz que tenta nascer
Mas é abafada
Não é ausência
É uma presença sutil
Como folhas que caem sem alarde
"A distância entre a fonte luminosa e o objeto afeta o ajuste do ângulo de iluminação, a definição do feixe, o controle de ofuscamento, a intensidade luminosa sobre o objeto e a dissipação de calor, além do impacto da radiação luminosa em materiais fotossensíveis. Da mesma forma, é vital perceber como a fonte deve ser preservada e não desperdiçada ao tentar iluminar aqueles que constantemente se iludem quanto ao próprio posicionamento."
Rafael Serradura, 2024
"A integração entre design e eficiência é alcançada através de um estudo cuidadoso dos materiais, promovendo a união entre técnicas de construção, estruturação e funcionalidade. Essa abordagem permite que o resultado final seja atemporal, conectando o emocional ao racional e equilibrando o belo com o funcional. O uso de materiais anteriormente não aplicados torna-se uma inovação disruptiva, trazendo originalidade e novas possibilidades ao processo criativo."
Rafael Serradura, 2024
O CARENTE
Entre as sombras dos desejos alheios,
Dança o carente em laços de vento,
Tateia sonhos de afeto, em gotas de orvalho, borda devaneios,
Em busca de um toque, de um abraço, de um consentimento.
Na penumbra suave de olhos que o negam,
Ele curva-se e molda-se na espera que é vã,
Não vê que a dor que o cerca e cega
É o reflexo frio da alma afã.
E o manipulador, maestro de silêncios,
Toca subtil as cordas do medo e da solidão,
Tece promessas que, como véus de incenso,
Dissipam-se no ar, sem forma ou direção.
O carente, perdido na fúria que calafrios lhe faz,
Não percebe que a prisão é leve, feita de ar,
Que no abandono é o outro que lhe rouba a paz,
Esta ironia amarga e silenciosa,
Onde o espelho engana os olhos marejados
Quem procura aprovação tão ansiosa,
Encontra um eco de corações fechados.
O amor próprio, joia oculta em si,
É o farol esquecido num porto de amor,
Enquanto se ajoelha a quem não quer ouví-lo,
A liberdade jaz, oculta em seu valor.
E o manipulador, ávido devorador de almas,
Sacia-se da fragilidade de quem amor lhe implora,
Mas, no fundo, a sua fome que aos demais causa traumas,
É de um parasita que tudo devora.
Doce tragédia de vultos entrelaçados,
Num teatro de sombras e desatino,
Onde a dor é cantada em fados,
E brincar com os sentimentos do outro, um perpétuo destino.
E assim dançam, como folhas ao vento,
O carente e o que o controla em segredo,
Até que o despertar seja um lamento,
E as correntes se desfaçam, sem dó nem medo.
Mas há uma força, latente, escondida,
Quando o carente por fim se olha
ao espelho,
A rejeição não é mais ferida renhida,
mas sim, o voo final, o adeus ao velho.
Então ele ergue-se, sem nunca mais se curvar,
Agora a sua busca não é por rostos, nem gestos vazios...
No brilho dos olhos que acabam de despertar,
Vê-se a liberdade, num coração que não é mais dos gentios.
E assim o jogo termina, não com gritos,
Mas com o silêncio da alma sabia, que por fim aprendeu,
Que a verdadeira luta não está nos conflitos,
Está em aceitar-se o que se é,
E não chorar o que se perdeu.
E no fim, o manipulador, solitário ao espelho,
Vê apenas o vazio que ele próprio bordou,
Sua arte, pintada num traço vermelho,
Nada construiu, apenas se desfez, e então... se finou...
T. M. GRACE
Esses dias escrevi sobre as Marias que moram em mim, mas só coloquei coisas divertidas, mas entre todas as Marias que moram em mim, também tem a Maria irritadinha, tem a Maria que diz vamos sair sim, e nunca lembra de marcar, porque adora seu sofá amarelo e sua TV,
Tem a Maria que precisa de um tempo de manhã, silêncio e um café quente.
Horizonte do Amor
Entre a Saudade e o Infinito
Estava aqui, só pensando,
No teu cheiro a imaginar,
Beijando tua boca louco,
No sonho a te desejar.
Queria ver teu sorriso,
E teu olhar encontrar.
Qualquer um que já provou
A torta de morango doce,
Sabe o gosto da alegria,
Que em meu peito se trouxe.
Quem já te abraçou na vida
Sente o que meu peito fosse.
Posso esquecer tanta coisa,
Mas o dia não esqueci,
Quando comecei contigo,
E pra sempre eu me perdi.
Te amar foi meu destino,
Mesmo sem saber que o vi.
Tu achaste um coração,
Que, mesmo longe, é presente.
Não é a distância que mata,
Mas sim o que a gente sente.
Nossa união é o que vale,
Pois ela é luz reluzente.
Sete mil litros bombeados,
No peito a pulsar forte.
É o sangue que me move,
Pra te alcançar de sul a norte.
Você, minha constelação,
Minha luz, meu puro norte.
Quando te vi, oh, meu bem,
O sonho virou verdade.
Meu mundo amanheceu claro,
Mas partiu-se em tempestade.
Você foi e me deixou,
Sem saber dessa saudade.
Luz das estrelas, meu laço,
Hoje leio o que escrevi,
Tantos textos e poemas,
Do amor que por ti vivi.
Não sei por que tudo mudou,
Nem por que te perdi.
Ficaram só as canções,
E você se foi, meu amor.
Minha linha do Equador,
Te afastou do meu calor.
Deixando-me a saudade,
E um céu sem cor, sem fulgor.
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