Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
"Chuva Frontal
Inefávelmente derretido entre pensamentos sórdidos
Peço-lhe uma ultima benção
O ciclo está quase se completando
E sua missão se arrematando
Oh lactose monoidratada,
Celulose microcristalina,
Laurilsulfato de sódio
Minha querida Dopamina
Benzoato de potássio,
Dióxido de silício,
Estearato de magnésio
Meu querido sacrifício.
Não temos tempo!
O ciclo já está no final!
A chuva está cessando
O amor se torna fundamental,
O afogamento fora evitado
O pensamento, então inusitado, aflora
Despertando-se entre disparidades dualisticamente relativas
Pseudo singularidades herméticamente psicoativas.
E enfim,
A sincronicidade dialética e plena
Guia-me diante este dilema;
Obnubilado,
A Estética é racional
A Chávena, incondicional
Revelastes minha amada Jurema
Mostrando a cinética, o abismo
E toda sua beleza
Potencialmente estática
Tornando do estopim uma prática
E finalmente em excesso;
A ordem e o progresso são intermitentes
O caos e a plenitude são inerentes
E o dharma?
O dharma é (in)consequente!"
Amaneci en Tus Brazos
Amanecí otra vez entre tus brazos
y desperté
llorando de alegría;
me cobijé la cara con tus manos
para seguirte amando
todavía.
Despertaste tú casi dormida
y me querías decir no sé que
cosas,
pero callé tu boca con mis besos
y así pasaron muchas, muchas
horas.
Cuando llegó la noche,
apareció la Luna
y entró por tu
ventana,
qué cosa tan bonita
cuando la luz del cielo
iluminó tu
cara.
Yo me volví a meter entre tus brazos
y me querías decir no sé qué
cosa,
pero callé tu boca con mis besos
y así pasaron muchas, pero muchas
horas.
Eu não sei quantos anos Tolstoi tinha quando escreveu que a verdadeira felicidade está entre as alegrias da família. Tenho 34 anos e tenho certeza que não tem mesmo felicidade mais real que a de poder compartilhar momentos com a família.
Não me vejo morando mais que 100 km de distância da minha mãe ou do meu pai. Isso não quer dizer que não possa morar. Só acho difícil ser mais feliz do que sou com eles aqui, pertinho de mim.
Entre altos e baixos, erros e acertos, quem somos nós?
O próprio "ser" já trás consigo um questionamento. Você pode "ser" rico e perder tudo, "ser" alegre e entristecer "ser" o chefe e receber demissão, mas também pode "ser" um covarde e criar coragem, "ser" depressivo e tornar-se escandalosamente feliz , "ser" sozinho e enfim encontrar uma companhia para toda a vida.
Você não é, você está.
Já se perguntou "Quem estou eu"?
Antes do sonho.
Equilibrando o coração entre o ontem e o amanhã.
Fechando os olhos em vão, pois o que vejo o espírito enxerga sem precisar de servos do corpo.
Perdido entre muitos planos. Erguido por esperanças. Esperando por um mágico nascer do sol, para experimentar o universo e seus mistérios num puro amanhecer.
Lamentando a incapacidade de ser intenso, mas entendendo o ritmo do que sou.
Pedindo aos versos que sejam a vida.
Entregando a Deus minhas mentiras. Buscando ser liberto do medo de tentar de verdade e fracassar.
Espiando heróis e desejando não querer suas histórias. Sim, desejando ouvir o tempo e o lugar e viver neles o enredo que o Salvador tem pra mim.
Abraçado com a simplicidade, chegar ao fim de cada dia certo de que valeu a pena respirar.
Paz sempre.
O BOM POETA
O bom poeta gosta de mediar
A luta entre a pena e a espada
Não cala nem procura se emendar
Quando exagera ao contar sua toada
O bom poeta conhece os anseios mais quentes
E a natureza humana vive a espreitar
Entre suas paixões e desejos ardentes
Sua mente afiada cria vida ao recitar
Esse poeta que endurece no sofrimento
Sabe rir, entre a lágrima e o lamento
E derrama no papel sua tristeza
Ele goza, esse poeta, de merecimento
Se seus versos envolvem por um momento
Revelando a todos sua destreza
O EU DE ONTEM
Se um dia
Olhar pra trás e perceber
Chorando de tristeza
O eu de ontem
Entre tantos problemas padecer
Se um dia
Olhar pra trás e perceber
Brigando como um leão
O eu de ontem
A nenhum problema ceder
Se um dia
Olhar pra trás e perceber
Rangendo os dentes de esforço
O eu de ontem
Lutando mesmo sem entender
Se um dia
Olhar pra trás e perceber
A luta, o esforço e a vitória
O eu de ontem
Com alegria vou compreender
Que tudo terá valido a pena
Pois olhando, vou entender
Que devido às cicatrizes
Do eu de ontem
Jamais vou perecer
TRADUÇÃO - Que Me Faltas
"Ninguem pensou
mas aconteceu
o que tinhamos
que passar
entre você e eu
não se planejou
nem siquer o vimos vir
pois era tão obvio
que nos sorpreendeu
aos dois
e cada vez que me chamas
se agita meu mundo
e volto a sonhar
e cada manhã
da minha janela
eu quero gritar
assim fica mal
que me falta
que me falta
cada noite
que estou sozinho
sem você não posso continuar
morro de amor por você
que me falta
que me falta
cada noite
estou sozinho
sem você não posso seguir
morro de amor por você
por você
que me falta
que me falta
cada noite
que estou sozinho
sem você não posso continuar
morro de amor por você
que me falta
que me falta
cada noite
estou sozinho
sem você não posso seguir
morro de amor por você"
(Nadie pensó
Pero sucedió
Lo qe temiamos
Que pasara
Entre tu y yo
No se planeo
Ni siquiera lo vimos venir
Pues era tan obvio
Que nos sorprendió
A los dos
Y cada vez qe me llamas
Se agita mi mundo
Y vuelvo a soñar
Y cada mañana
Desde mi ventana
Yo quiero gritarte
Asi quede mal
Que me faltas
Que me faltas
Cada noche
Que estoy solo
Sin ti no puedo seguir
Me muero de amor por ti
Que me faltas
Que me faltas
Cada noche
Que estoy solo
Sin ti no puedo seguir
Me muero de amor por ti
Por ti
Que me faltas
Que me faltas
Cada noche
Que estoy solo
Sin ti no puedo seguir
Me muero de amor por ti
Que me faltas
Que me faltas
Cada noche
Que estoy solo
Sin ti no puedo seguir
Me muero de amor por ti
Por ti)
Domingo
Preciso de uma verdade para apalpar, pensava enquanto abria os olhos em um espaço entre o sofá e a mesa de centro. Levantou, foi até a janela, viu um lindo motivo para sorrir nos céus mas uma lágrima caia de seu rosto; em forma de piedade e condenação. Enquanto alguns amigos acordavam, enxugou a lágrima que secou antes de tocar suas mãos, sem querer conversar subiu para seu quarto.
Seu maior erro foi não perceber que enquanto tremia de medo do futuro, seu futuro seria tremer de medo.
Tomou banho como quem quer arrancar a pele, na tentativa de alcançar sua alma, mas sabia que o caminho era mais difícil do que se esfolar vivo, não há pedras no caminho físico que sejam mais dolorosas do que a do psíquico; ele sabia disso e isso o atormentava, ser errado e não saber é tão confortável, quando se percebe o erro, ai começamos a falar da dor.
A dor, a dor mecânica que conduz ao erro, em uma tentativa eufórica de ser feliz, ao menos por horas, minutos, porque não segundos? O sentido da vida não é a felicidade? E por ela não matam, enganam, manipulam! Qual o problema de tê-la e pagar a prazo? As respostas o vinham na cabeça e ele as contrariava, tentando se apoiar em uma desculpa inútil que não o fizesse entrar no estado de agonia, esse que pode ser caracterizado pelo pagamento a prazo da felicidade, e assim como as dividas, quando você faz tantas contas que a soma da parcela de todas equivale ao valor a vista da mais alta delas, meu amigo, isso é um problema.
Enquanto se troca para existir em uma manhã de domingo, coloca uma música alta para dispersar os pensamentos, quem sabe assim a música os sugam e eles somem. Seu maior medo depois da morte seria não deixar de existir e pensar; o pensamento é um karma do homem, e como todos os karmas, se você não descobrir o verdadeiro sentido deles, será atormentado como uma dor de dente que aparece cada vez mais intensa.
Abriu a porta e saiu, sem dar bom dia aos colegas de república, acendeu um cigarro e foi em busca de um café preto, amargo, tudo o que ele podia oferecer para seu corpo no momento, uma dose do próprio sentimento. O atendente solicitou seu pedido com um péssimo humor, quando o dono do estabelecimento apareceu, o funcionário se direcionava para sua mesa com o café, uma ótima oportunidade para fazer um comentário prejudicial ao rapaz que o atendeu mal e contribuiu para o seu dia continuar piorando. O chefe estava prestando a atenção em sua mesa, mas no momento que seria uma válvula de escape para sua frustração, ele pediu açúcar.
Sentado na mesa, tomando seu café adoçado e refletindo o porque da atitude piedosa com o rapaz, tentou ir além do “se colocar no lugar do outro” e ficou no seu próprio eixo, analisando os possíveis motivos do acontecimento. Em um domingo, atender pessoas mal humoradas que se julgam melhores do que ele e o mundo, que pagam pelo produto consumido como quem está dando uma esmola, mas não aceita se seu troco estiver faltando 5 centavos. Olhou para o rapaz da mesa ao lado, um senhor de meia idade, obeso, comendo um pedaço de bolo com coca cola pela manhã, e um prato contendo marcas de frituras, fala com o mesmo atendente em um tom autoritário, pesado, sem uma gentileza ou um agradecimento, não precisou ir muito longe para compreender um dos motivos da péssima impressão que teve do atendente, muitas pessoas tem dificuldade em olhar para o semelhante e ver uma história, ver sofrimentos, conquistas, sonhos, tais sonhos que muitas vezes são destruídos por pessoas insensíveis que não são capazes de apenas perceber, ele queria mudar o mundo mas não queria mudar si mesmo; ele era uma ideia falsa, assim como todos que tentaram vencer uma guerra com mortes.
Gostou de olhar para as pessoas como uma vida, e não como uma casca mecânica programada para julgá-lo realçando as supostas qualidades que o fazem se minimizar diante delas, ou se engrandecer diante dos defeitos de outras. Ele não gostava de fazer parte desse sistema falido de opiniões superficiais, mas quando está incluído em um sistema, a questão de bem ou mal é apenas uma característica do mesmo, e quando se transcende esses tais sistemas que nos unem, o bem e o mal não passam de opiniões, com forças que agora não são capazes de o afetar.
O senhor ao lado que se expressava frio e carrasco, interrompeu seus pensamentos com gritos e desespero ao atender uma ligação, pelo que foi entendido, a irmã adoecida acabou de falecer, alguns funcionários ofereceram água com açúcar e tentaram lhe convencer de que seria uma péssima ideia dirigir eufórico. Ele não deu ouvidos e saiu, freando bruscamente e acelerando em seguida, a opinião que teve do senhor foi logo destruída por um sentimento de pena e receio, nada justifica uma atitude estúpida descontada pelos problemas pessoais, mas se a maioria não consegue se conter, é bom respeitar quando isso acontecer.
Pagou a conta, poderia ter poupado esse dinheiro se tomasse café na república, mas as vezes era preciso sair, ver qualquer movimento novo para silenciar os pensamentos que o metralhavam em casa, no vazio das conversas que eram sempre as mesmas: coisas. As coisas estavam sufocando seus sentimentos, a ideia de posse: “possuir coisas porque você é o que possui” é tão vaga, "o dia que não possuir nada vai saber quem realmente é", pensava enquanto seus olhos se fixavam em um malabarista no sinal, que se concentrava e sorria, não como quem cobra e sim como quem doa. Doa sua arte, sua vida, suas “coisas” para viver cada dia esperando nele aproveitar os maiores segundos possíveis.
As pessoas ao redor olhavam para os artistas de rua com receio de se aproximar. Como se ao olhar um resumo de suas vidas viessem prontos diante de seus conceitos mesquinhos, e são sempre os mesmos: bandidos, drogados, marginais. Ele também já fez parte desse grupo gigante de pessoas alienadas e lembra quando uma vez um colega contou a história de um mochileiro, disse que ele era rico, tinha emprego fixo, filhos, pela descrição possuía mais riquezas que sua família, e o espanto foi inevitável, pensou o porquê da atitude e agora sabe bem: liberdade. Enquanto atravessa a rua em passos lentos, não mais observando o artista, lembra de uma frase do sábio Nietzsche: "E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." Essa frase engolida pelas suas inquietações foi o suficiente para concluir seu pensamento: "pena dos que condenam e discriminam, eles não podem ouvir a música, eles estão presos em suas vidas e sentimentos hipócritas, pena".
Ao voltar pela longa avenida percebe que está quase na hora do almoço, percebe também que está melhor do que quando saiu de casa, que a compreensão acalma os pensamentos e que cada vez mais sente uma necessidade de compreender a vida, se espanta ao olhar para todas as pessoas andando freneticamente de um lado para o outro, será que elas pensaram ao menos uma vez no dia quem elas são? E quantas vezes julgaram e rotularam quem o outro é? Como um ser vivo pensante em todo esse tempo de existência não descobriu e levou ao esquecimento o fato mais importante: Nós. Ao seu ver, uma pessoa incapaz de ao menos tentar refletir sobre isso, é apenas um aglomerado de matéria que irá contribuir para a alienação das próximas gerações. É cômodo aceitar os acontecimentos como algo predestinado, é péssimo abrir mão do potente sentido humano que é o pensamento, e no lugar disso, aceitar os fatos por algo que te bombardearam a vida toda. Sendo assim, você é o que os outros querem que seja.
“Você é o que os outros querem que seja” essa frase se hospedou em sua cabeça, lhe fazendo lembrar de quando tinha 15 anos, cheio de sonhos e vontades, desejava ser desenhista. Amava as cores e a oportunidade de criar o que o papel lhe oferecia, procurou algum desenho antigo e não encontrou, resolveu desenterrar o velho sonho, deixando claro pra si mesmo que não levaria a diante, que era apenas uma vontade momentânea, pensava isso como quem dava satisfações para seus egos.
Um amigo entrou no quarto e o viu desenhando, era apenas traços se encontrando e formando uma imagem, qualquer ser considerado humano poderia perceber a magia que se materializava naquele papel. O grande azar foi que as primeiras pessoas que viram sua arte, quase não eram humanas, nem perceptivas, mas eram as pessoas mais importantes para ele: Seu pai, e agora seu melhor amigo. Enquanto era criticado por estar desenhando e não aproveitando o dia da maneira que o grupo de amigos achavam melhor, lembrou que quando parou de desenhar foi porque seu pai falou que o desenho do filho poderia servir de esboço para crianças com Síndrome de down, mas dessa vez não permitiu que as criticas destrutivas lhe afetassem , percebeu ao bloquear esse dejávú, que quando aprendia lidar com essas criticas, tornava-se um humano capaz de lidar com os elogios sem deixá-los influenciar de maneira negativa em sua vida, e isso, apenas quem é capaz de filtrar as opiniões de fora é capaz de conquistar.
Sorriu, pois recuperou um sonho, renascendo junto a força necessária para a esperança prevalecer nos momentos de conflitos e a dose certa de humildade para lidar com as conquistas. Realmente, essas coisas só acontecem nos domingos... Deitou em sua cama concluindo seu dia com um propósito, analisar suas atitudes negativas e as corrigir, pois são essas capazes de transformar, e sim, são poucas e quase insignificantes, podendo ser comparadas com uma célula maligna em um corpo de trilhões de células saudáveis.
Gosto, do gosto doce dos pensamentos que invadem meu íntimo...
Tenho trafegado entre curvas dos dias e me vergado no frio atemporal, mas acima de tudo, tenho me sentido bem e isso me faz acreditar no mistério dos sentimentos e emoções que meus sentidos divagam... Tenho deixado portas abertas para rios de felicidade entrar e fazer uma longa estada, tenho permitido mais, sentir os minuciosos arrepios que os ventos trazem e me desafiam...
Tenho estado em contemplação interior e focando sutilmente os desafios dos meus olhos e permitindo aflorar às sensações de cada momento (afinal, eles duram um piscar).
Tenho ficado em mim e em você por mais tempo...
Tenho me dado tempo e mais tempo às circunferências que me adornam e sei, tudo isso é, a passagem íntegra da fase de crescimento e também sei, o quanto isso me faz, discernimento!
SE DESPEÇA DE VOCÊ
Entre tantas formas, entre as tantas gavetas abertas dos ser, é preciso em alguns momentos da vida encerrar-se. Fechar as lacunas. Preparar as despedidas e dizer adeus. A quem você foi a quem gostaria de ser um adeus longo. A quem pertenceu a quem dedicou um adeus breve.
A intensidade que viveu o amor que morreu apenas adeus. A erva daninha às vezes até bendita diga adeus. Quem você foi, no passado ficou, ninguém vem à tona por mera lembrança ou vontade de ser. Se despeça é uma ordem. Feche as portas de um lado, respire calado e prossiga assim.
Muitos pedaços desprendem-se, o de belo fica e assim é a vida...
Cyrlene Rita
MIRAGEM
Ser um amor alegre entre os amados,
Ter um destino jurado e bendito,
Ser um modesto à não andar restrito,
À jamais pedir perdão dos pecados...
Ser um santo em meio aos malvados,
Ter na paixão tatuado um só grito
Como um sapo no frescor dos banhados
A esperar seu grande amor infinito...
Ter o que o Homem afirmou ao luar:
“Eis p’ra cada um uma estrela a brilhar...
Em toda vida há um vultoso plano.”
Ser simplesmente uma razão de viver...
Ter dum Poeta, o verso, um querer;
Que tanto no mundo eu sou um engano.
existem dois momentos,entre a solidão e a contemplação, é que na solidão,você não se encontra,pois você esta perdido e desencontrado,nesses estados paranoicos é absorvida uma atmosfera paranoica,patologia esta que pode levar até a morte.
já na comptemplação,você se perde,para se encontar com a sua outra parte que se perdeu em algum momento,e em algum lugar, que clama pela sua busca,até encontrar a parte perdida,que juntas evidenciarão, a sua evolução e complementarão a sua realidade plena.
Poesia: Entre o certo e o errado
Você é um sonho que irei realizar
Se tornará a minha realidade
Um sonho sem fim
que vive em mim por toda eternidade
Meu raio de luz
Com uma estrela no olhar
Vem para os meus braços
pois assim terei direção pra caminhar
deixará de ser uma simples ilusão
guardada pelo olhar
Vem
Vem pros meus braços vem
Aí terei como arriscar
Entre o certo e o errado
Vem
Vem pros meus braços vem
É com você que eu quero ficar
Entre o certo e o errado
Vem comigo
Vem me amar
Nós temos uma única mente, mas precisamos diferenciar entre seus dois aspectos: essência e expressão.
Compreenda este exemplo da relação dos dois. A essência é como o sol brilhando no céu. A expressão é como seu reflexo na superfície da água. O sol no céu é o sol real. O reflexo do sol aparecendo na superfície da água parece o sol, mas não é o verdadeiro sol.
Vamos chamar o sol no céu de natureza buda, a qualidade inequívoca e não iludida, a essência em si mesma. O reflexo do sol na superfície da água exemplifica nosso pensamento iludido normal, a expressão. Sem o sol no céu é impossível aparecer um reflexo dele. Embora haja em realidade apenas um sol, parece que há dois. É uma identidade com dois aspectos.
O estado de um buda é não-confuso e não-iludido, exatamente como o sol brilhando no céu. O estado mental dos seres sencientes é como o reflexo na água.
Assim como o reflexo depende da água, nossos pensamentos dependem de objetos. O objeto é o que é pensado, o sujeito é a mente que percebe. A fixação em sujeito e objeto é a causa da continuidade na existência samsárica iludida, dia e noite, vida após vida. A fixação no sujeito e objeto, o sujeito que percebe e o objeto percebido, é solidificada de novo e de novo a cada momento e assim recria a existência samsárica.
Poderia o reflexo do sol na água iluminar o mundo todo?
Poderia sequer brilhar sobre todo o lago? Poderia fazer as coisas crescerem? Não, porque ele não tem as qualidades do sol real. Da mesma maneira, o aspecto da mente conhecido como expressão, nosso pensamento, não tem as qualidades do verdadeiro estado búdico.
O sol no céu sozinho é capaz de brilhar e espalhar seu calor por todo o mundo, iluminando a escuridão.
Para dizer de maneira simples, a mente dos budas é não-obscurecida, enquanto a mente dos seres sencientes é obscurecida. Qual é o obscurecimento? É a nossa própria fixação recorrente em sujeito e objeto.
todas experiencias são um fato exposto...
entre a alienação de todos sentimentos...
existentes no espaço contido no coração.
no vasto vazio, meus olhos,
perde - se na vastidão dos meus pensamentos,
a infâmia me persegui no proposito da convergência,
dos meus ideais,
o controle do sistema está dentro do coração,
nossa fé manipulada,
pela vontade de muitos é transmitida por correntes,
na escravidão o mundo é dos primatas,
tudo nessa vida de primata,
o objetivo é viver entre eles, podem transmutar,
o privilegio é de poucos ate dominar,
nessa matrix vivemos.
lutamos pela liberdade e igualdade,
somos muitos somos forte,
vivemos não nossos mesmo,
vivemos para que nossos filhos não tenham que lutar,
somos a soma de fatores de medo,
entre todos dias vivemos um tempo é soma de todo nosso.
por celso roberto nadilo
Entre a luz e a escuridão!
Na vida podemos escolher dois caminhos: Ou seguimos em frente com fé e determinação, através de uma estrada de luz que com certeza nos levará a vitória, ou desistimos de tudo e nos entregamos as trevas da escuridão, que é o caminho mais árduo e tortuoso e nem sempre dos justos!
Pensem Nisso! Amo Vocês!
meu sangue é derramado entre as estrelas,
não sinto mais minha alma, vivo na escuridão,
não sinto teu coração, sua alma está morta,
meus pesadelos, são sonhos na tua alma,
despedidas dos meus maiores sonhos,
são todos parte do meu desespero,
minha vida não sanguifica meus sentimentos.
embora já esteja morto caminho esta cheio de sonhos
cativos na tua alma perpetua o amor é apenas...
um sentimento banal perdido em um sonho.
por celso roberto nadilo
caminho entre os mortos,
não se dão conta dessa forma...
que são apenas maquinas num sistema...
burocratas dominam suas mentes,
por meias verdades ainda pagam,
pelo silencio daqueles que lutam,
contra aquele que oprimem,
todos estão mortos...
veja que mundo na para,
sinta verdade que te consome por dentro.
a vida só isso?
esquecer do momentos de vitorias que estão,
na tua alma distante do sentimentos dos ladrões reais
a morte é doce no paraíso de riquezas empilhadas,
enquanto as maquinas do sistema não param,
estamos mortos...
sinta que outro mundo alem desse sistema.
por celso roberto nadilo
Sombra...
Pálida que caminha entre as serras
Montes e vales,chorado de dor..
Que acabou de perder a pessoa amada
Pálida com uma folha caída no chão
Com a neve que cai entres as serras
Deste nosso amado Portugal
Pálida do inverno frio e gelado
Do sangue que não corre nas veias
Dos braços cansados e tristes
Pálida que anda perdida,sozinha
Por montes,serras e vales
Não sabia que caminho tomar.!!!
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