Textos de Amizade Antiga

Cerca de 5347 textos de Amizade Antiga

⁠Nosso amor em preto e branco

Nosso amor é fotografia antiga,
Uma tela pintada com tons de contraste,
Um jogo entre luz e sombra que intriga,
Um encontro de cores que o tempo afaste.

Eu, o tom escuro, profundo e denso,
Você, a clareza que rasga o breu,
Somos a luta do simples e do imenso,
Do que se esconde e do que nasceu.

É difícil dançar na borda da linha,
Onde as diferenças criam abismos,
Mas também pontes que o amor alinha,
Unindo mundos, vencendo cismas.

Quando a luz falha e o dia se apaga,
Nos resta o desejo de juntos pintar,
Mesmo em cinzas, a chama não esmaga,
O sonho de juntos continuar.

Nosso amor em preto e branco persiste,
Resiste ao tempo, às sombras, ao vento,
Pois na tela da vida, mesmo tão triste,
Há beleza no contraste do sentimento.

Inserida por lucileide

Virose antiga

Que estranha a humanidade, que precisou de um vírus, para entender a igualdade...
Todos estão solidários, preocupam-se com o futuro...
Até o mais desligado, agora desceu de seu “muro”.
Fico pensando no vírus, que a muito mata de fome, miséria, ignorância... Apenas um vírus sem nome...
Será que se esse vírus, atingisse a todos humanos, todos unidos em um plano, poderiam sobreviver?
Mas essa virose atinge, aqueles que estão distantes, e nem por só um instante, vejo o mundo se mover.
Talvez esse poema, soe como um “casuísmo”,mas o vírus da fome tem nome: Ele se chama: Egoísmo!

Inserida por JRUnder

⁠Sinfonia em Silêncio:

Eu poderia dizer que te amo, a frase antiga e leve,
Mas nos meus lábios, hoje, um peso novo se inscreve.
Outrora, a melodia fluiu, singela e sem temor,
Mas teu compasso acende em mim um sentimento maior.
É mergulhar em sono denso, onde a alma se abandona,
E o coração, enfim liberto, confessa que a paixão detona.
Um cárcere de afectos rotos, rendido ao teu poder,
O amor, enfim, me alcança fundo, não posso mais correr.
É pegar a estrada aberta, sem pressa e sem destino,
E no horizonte vasto, sentir-me um peregrino
Lavado em luz e cores puras, um éden a alcançar,
Onde cada suspiro teu me ensina a respirar.
É a ânsia de viver a vida em cada instante raro,
Guardar no peito cada segundo, teu sorriso tão claro.
Para então, por breves pausas, o tempo adormecer,
Em cada piscada perdida no momento de te ver.
Meus sentidos te pressentem, um radar delicado,
Em cada célula, a tua aura, um tremor extasiado.
Teu toque acende em meu corpo uma febre voraz,
E a euforia me consome, em um incêndio audaz.
Meu coração, qual rio bravo, em fúria desmedida,
Faz meu sangue ser torrente, por toda a minha vida,
Ao som da tua voz que ecoa, canção que me desarma,
Desfazendo as fortalezas, incendiando minha alma.
Não posso aprisionar em "amo" a vastidão que sinto,
É um oceano sem margens, um universo infinito.
Por isso, em cada gesto, em cada olhar profundo,
Eu te vivo em silêncio, neste amor sem segundo.
Só sei ser assim, em cada fibra do meu ser,
Um poema vivo em teu encontro, eterno amanhecer.

Inserida por gabriel_luiz_maroli

Minha Mãe...

Me consebeu a vida,
E nesse mundo cresci...
Numa casinha antiga,
Só de alegrias vivi...

E só hoje que reconheço,
Com saudades sem fim...
Todo carinho e apreço,
Que você sente por mim...

Minha Mãe tão querida,
Que traduz alegria no olhar...
Saiba que nunca na vida,
Deixarei de te Amar...

Para minhas queridas mães, Neyde e Francisca...

J. Roberto Lemos

Inserida por JRobertoLemos

⁠O primeiro estudo significativo sobre saúde mental remonta à antiga Grécia, reconhecida como o berço da civilização ocidental e da filosofia. Galeno de Pérgamo, um médico grego do século II, contribuiu de maneira substancial para o entendimento da saúde mental. Suas observações e escritos sobre a melancolia, então considerada uma manifestação de desequilíbrio no humor, representam um marco fundamental no estudo clássico da psicopatologia.

Livro: Mentes dilaceradas: uma jornada pela saúde mental e a reconstrução do Ser.

Inserida por NINALEEMAGALHAES

⁠Um historiador pesquisava uma lenda antiga:
A fonte da juventude e levou sua equipe consigo.
Após anos de busca, ele finalmente a encontrou. Lá estava ela, a fonte da juventude. Todos ficaram encantados. Começaram a vê-la como uma fonte de renda infinita. Quem não pagaria para se banhar nesta fonte?
O historiador inteligente, vendo com os olhos de um historiador sua descoberta, na qual havia investido anos e muito esforço, ficou feliz e satisfeito, orgulhoso de seu trabalho e persistência.
Logo, seus assistentes começaram a brigar e, em meio à confusão, atacaram uns aos outros. Enquanto o historiador tentava acalmar a briga, foi atingido por uma adaga.
De repente, todos brigaram. No final, estes eram os únicos que sabiam sobre a fonte. No final, a fonte e os corpos nunca foram descobertos.
Tudo o que o historiador carrega de sua vida acabou ali. Todos morreram por ganância.
Ganância e avareza...

Reflexão

Inserida por marcio_henrique_melo

Meu retrato adulterado pelo que a pintura antiga escondia nas sombras um novo indicio de reverberar o que me faltava no dia a dia;
Mas a juventude que nos anseiam é a mesma que recordará um sentimento esquecido ou eternizado para felicitar a nossa história;
Dê-me a mão vamos seguir entrelaçando no melhor que a vida tem a nos oferecer, deixe que eu amar-te-ei para todo sempre;

Inserida por JULIOAUKAY

Juntei os pedaços.
Colei-os
Refiz minha vida.
À antiga, dei um adeus de despedida.
Ainda sou pedaços...
Um quebra-cabeças
Montado
Que a qualquer brisa suave
Em mil pedaços se esparrama por todo lado.

Sigo bambaleando.
Na corda bamba da vida
Vivendo... existindo
Me refazendo...
Ao sopro forte do vento...
Às tempestades da vida...
Ao gosto amargo de certos dias...
Sigo... resistindo.

Inserida por RosangelaCalza

Meus sobrinhos acostumados a tecnologias atuais, param boquiabertos diante da antiga máquina de escrever, lembrança que guardo do meu pai.
- Tia, o que é isto?
- O equipamento que usávamos para escrever, antes do computador.
- Como assim...
Coloco uma folha de papel e começo a digitar.
- Uau! Que irado! Nela a gente pode digitar e imprimir ao mesmo tempo!
Exclamam, maravilhados.
Penso! Que pena os adultos perderem a inocência onisciente, do olhar da criança.

Imagem antiga do meu interior
Sossego!
Ruas de terra batida, cheiro da poeira fina, barulho de pés pisando o cascalho.
Sombra fresca do caramanchão.
Descanso da lida após almoço farto. Prosa boa ou cochilo. Tanto faz!
Na vendinha da esquina, fumo, cereais, pinga da boa, chapéus…e a caderneta do fiado.
Mães amorosas, pano branco na cabeça, levando os filhos para a escola.
Pracinha coroada pela pequena matriz de São Bernardo.
Janelas e portas sempre abertas, acolhedoras.
Na torre única, ninhos de andorinhas e o toque do sino que me toca.
Repica alegre anunciando uma boa nova?
Ou tange triste no adeus a alguém que sobe para morada final.
Que fica lá no limite da vista.
Entre a terra e o céu.
Como um aviso: É preciso apreciar, sem limites, o que o olho vê ou o coração sente.
A imagem antiga do meu interior, encanta o meu presente.

⁠Quem Foram os Amanuenses (𝙲opistas)?

Os Amanuenses na Roma antiga eram pessoas dotadas do dom da escrita, por isso, dedicavam-se a copiar livros. Outro trabalho desses homens era escrever cartas, as quais eram ditadas por outros que não tinham a habilidade de escrita.

Não é difícil perceber como a vida desses homens foi importante para a história, já que eles foram responsáveis por escrever várias obras na antiguidade.

O Apóstolo Paulo ditava quase todas suas cartas para que algum amanuense escrevesse. É o caso da Carta aos Romanos: "Eu, Tércio, que esta carta escrevi, vos saúdo no Senhor." (Rm 16.22).

O Apóstolo Pedro, também usou um amanuense: “Por Silvano [Silas], vosso fiel irmão, como cuido, escrevi abreviadamente, ..."(1° Pe 5.12a). Esses amanuenses abençoaram o povo a través das escritas.

Quantas informações preciosas existem hoje por conta da existência de tais homens. Dificilmente, alguém lembra a face de um amanuense do passado.

Creio eu que não existem uma larga biografia desses copistas que foram importantes para a humanidade. Uma pena!

Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠É O QUE DIZEM
Valéria Leão

Dizem por aí
que eu tenho uma alma antiga
que bebe vinho, dança bolero
e acha graça na vida.

Dizem por aí
que eu abro a porta para a
poesia, que acolho seu pranto,
que compreendo os seus mais
íntimos ruídos.

Dizem por aí
que essa minha aparente
leveza de ser
nasce da conclusão
de que não se pode ter tudo
e, portanto, só nos resta viver
com o que se tem.

Dizem por aí
que esse meu inesperado
encontro com a poesia
é o resultado de uma
confusão de afetos
que, como as estrelas,
se chocam e se estabilizam.

É o que dizem por aí!

Inserida por valeriafarialeao

⁠Escrevo versos
feito quem acende uma lanterna
em meio a escuridão imensa
É uma lanterna antiga
que brilha na noite escura
Ascendo versos
Luzes
Risco Fósforos
O que seja!
Canto para iluminar
a minha vida
E acabo
Iluminando outros corações
Eu vim cantar no barro
Doar ao mundo o meu óleo!
Escrevo versos
feito quem carrega
no peito vendavais/
Tempestades-viventes!
E na alma o Paraíso
que nunca perdi...
Nunca deixei perder!
Jamais me perdi de mim...
Amo a minha meta
De ser poeta!
Acendendo outros corações
apagados na escuridão
desta noite grande que é a vida!
Sigo feliz...
Caminho a cantar!
Escrevo versos
como quem acende faróis à beira mar!
Em meio a escuridão imensa
Desta vida!
É uma lanterna antiga
que brilha, brilha...
Brilha em mim!

Inserida por bill_oliveira_william

⁠A ⁠minha relação com a poesia não é antiga para ser honesto, nunca foi por mim sonhada durante à infância ou querida na adolescência, muito menos imaginada em boa parte desta minha fase adulta, assim, passei anos da minha vida, sem conhecê-la, senti-la e nem percebê-la no universo a minha volta, ou seja, uma ocasião tardia, todavia, posso dizer que aconteceu na hora certa, em um dos momentos que eu mais precisava e foi uma das melhores coisas que poderiam acontecer e com certeza, uma das mais inusitadas.

No começo, era um estranho entrando no mundo poético, tinha muita dificuldade, não sabia ao certo sobre o que falar, quais palavras seriam usadas, a minha criatividade parecia estar quase sempre dormindo, a inspiração era muito escassa, mas a princípio, fiz algumas frases curtas, pensadas e outras de improviso, o importante era que tivessem o mínimo de significado e que fosse algo repetitivo, mesmo tendo falhado várias vezes, o que é normal principalmente para quem está aprendendo.

Hoje em dia, eu fico constamente inspirado, observo atentamente o máximo possível e visto tudo que consigo com a minha perceção e passo para algumas linhas, trechos e parágrafos, portanto, faço uma interpretação bastante sincera, lúdica, realista, poética, que logo é devidamente externada em pensamentos, palavras e sentimentos sincronizados, poemas providos de almas, vivos em cada verso, este é o jeito que a minha arte é expressada, uma essência simples e intensa, um lugar onde sinto-me em casa, graças a Deus, posso falar que sou um poeta.

Inserida por jefferson_freitas_1

Aluviões de amores

Desculpa moço, sou da antiga.
Gosto de mãos dadas.
Conversas alongadas.
Beijos pequenininhos e longos à enxurradas.
Saudades desmanteladas, com choro nas madrugadas, e pazes apaixonadas após as brigas do amor.
Ah, como eu gosto, dos aluviões de amores...
E, todos para sempre!
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

⁠⁠Esta tua essência sincera, charmosa à moda antiga é tão apaixonante que faz eu viajar no tempo e usufruir momentos emocionantes, memoráveis, numa viagem fascinante de avivamento, sentindo um sabor veemente de felicidade em um antigo universo.

Reação espontânea, muito revigorante que já é suficiente para evidenciar que a tua existência é profundamente impactante, que permite eu sonhar acordado com uma exultação distinta durante um sonho amável em cada detalhe, um lindo lugar temporário que inspira.

Essencialidade que claramente está fora da sua época, mas que não perde a sua verdade, nem o esplendor da sua beleza, abraçada pela simplicidade, às vezes, equilibrada, seja em um caminho real ou em um trajeto lúdico, talvez, um tipo de mundo ideal.

Devido a nossa imperfeição humana, acredito que este equilíbrio é momentâneo, por isso que é raro e vale tanto e sempre quando o alcança, ele faz a diferença, ajuda a preservar a tua sanidade entre situações doces e amargas, alegrias e tristezas.

E desta forma, permaneces esperta para a realidade, tendo em vista, que a parte da tua perceção lúdica e antiga não chega a ser um sinônimo de plena ingenuidade e ainda contribui para perceber que a vida é uma benção apesar das adversidades.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠A Serra da Tiririca
com o véu do inverno
parece uma noiva antiga
vestida de névoa e silêncios
guardando segredos
nas dobras da manhã...

As pedras úmidas
respiram memórias
de passos descalços
de cantos de passarinhos
escondidos sob mantos
de bruma...

As árvores, imóveis
rezam com os galhos
para o céu cinério...
E o vento?!
Ah o vento!
Sussurra lendas e versos
que só o poeta entende....

Ali
o tempo se curva
como o tronco velho
de um ipê adormecido...
e a alma da serra
embebida de inverno
abraça quem se atreve
a escutar sua poesia muda...
✍©️ @MiriamDaCosta

Inserida por MiriamDaCosta

TUDO QUE DEUS FAZ É BOM

Conta uma lenda antiga
Que em reino muito distante
Havia um rei desportista
Que da caça era um amante
Sozinho jamais caçava
E nas expedições levava
O velho sábio Danton
Que sobre toda ocorrência
Falava com experiência:
“Tudo que Deus faz é bom”

O soberano sorria
E da frase achava graça
Mas ocorreu certo dia
Um acidente na caça
O seu arco ao retesar
Partiu-se e o seu polegar
É arrancado em dores tais
Que o rei se enfureceu
Quando o sábio respondeu:
“É bom, tudo que Deus faz!”

Voltaram, então, da caçada
Já no seu reinado imenso
O rei encarcera o Sábio
Alegou falta de senso
Pois se o rei estava amputado
Era pra ser lastimado
E não tratado àquele tom
Ficou a abominar
Quem ousasse assim falar:
“Tudo que Deus faz é bom!”

O tempo corre ligeiro
E o rei se recuperou
Marcou logo uma caçada
Em terras que nunca andou
Saiu cheio de alegria
Junto à outra companhia
E ambos pensavam iguais
Mas logo se tornou caça
Perseguido por uma raça
De ferozes canibais

Apanhados, seu amigo
Foi assado e devorado
Por ordem do feiticeiro
O rei foi examinado
Quando viram em sua mão
Aquela amputação
Ligeiro o mandaram embora
Pois criam que dava azar
Se o chegassem a matar
E assim o rei deu o fora

E ao chegar no seu reinado
Ao sábio mandou soltar
E chorando emocionado
Contou todo o seu penar
Pois se não fosse amputado
Estaria aniquilado
Pediu perdão a Danton
Viu crua a realidade
E aceitou como verdade:
“Tudo que Deus faz é bom!”

Mas Danton diz de joelhos:
- Eu que sou agradecido
Vossa mão ao me prender
Me fez um favorecido
Eu tenho meu corpo inteiro
Se fosse seu companheiro
Seria o fim de Danton
Como fui encarcerado
Dessa morte eu fui poupado
Tudo que Deus faz é bom!

Inserida por Alinaris

⁠Rodeio lá no teu Kaspereit





Memória da Ponte Pênsil

antiga e da música

entoada pelo vibrante rio,

Caminhos estreitos,

clima aconchegante

e Natureza em esbanjamento.



Rodeio lá no teu Kaspereit

eu encontrei descanso

para o meu coração e pensamento.



Rodeio lá no teu Kaspereit

eu te amo ainda mais

e me orgulho de ter essa paz.



Rodeio lá no teu Kaspereit

o esplendor do verdor

da tua Mata Atlântica

só aumenta o meu amor

com a tua potência romântica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Terol

No meu celeiro de rimas
busquei e descobri uma
foto nossa bem antiga,
Respirei uma certa nostalgia
ao lembrar de uma noite
gauchesca que dançamos
o quase esquecido Terol,
as tuas esporas luziam,
potentes e acompanhavam
com percussão o ritmo,
e eu também te seguia,
balanço de saia de prenda
faceira no salão também é poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt