Textos Amorosos
Não sou mais o mesmo, o tempo me mudou, as palavras de outrora na minha alma se encravou, aquelas tuas frias e singelas palavras me fizeram um grande mau, aquele afeto que no meu coração tu despertou, só dor restou, então, não me culpe quando vir me procurar, e apenas a minha lembrança encontrar, pois não estarei mais lá, a sua disposição para me machucar. Por que hoje, do teu falso amor, decidi me libertar
Necessito adentrar no mais intimo de minha consciência para resgatar toda riqueza que por Deus me foi oferecida, preciso ampliar-me em conhecimento de mim mesmo e não para ter mais força do que tenho, mas... Para ser a força da qual ainda não sou e por certo, é o amor que brota em meu ser que levar-me-á a velejar nos mares de sabedoria tão Divina.
Em minha simples sabedoria, recuso-me a acreditar que alguém seja capaz de discernir e esquadrinhar a mente e o coração humano tal como Deus faz, pelo simples fato de uma palavra dita, uma brincadeira feita ou uma ação realizada. Isso pertence unicamente a Deus. Somos o que Ele diz que somos e não o que os outros acham que somos. Até porque existem pessoas "boas" que são más e outros que parecem "maus", mas que são bons. Admiro o Rei Davi pela contrição que havia em seu coração, isso o tornava um ser NOBRE, homem segundo o coração de Deus. E assim a gente vive um dia por vez.
As vezes eu só queria conhecer alguém que virasse minha vida do avesso, que deixasse tudo de ponta a cabeça, que fizesse tudo girar ao meu redor, mas que ainda assim eu tenha o controle de tudo que está acontecendo. As vezes eu só queria conhecer alguém que tivesse ideias fantásticas e que topasse viajar comigo pra onde quer que eu pense em ir, que aceite minha chatice involuntária e meus estresses contínuos quando eu chuto qualquer coisa que eu vejo pela frente, alguém que já tenha experiência no amor e que haja com maturidade em qualquer tipo de situação; alguém que aceite beber um litrão de cerveja comigo no centro e que durma comigo quando eu tiver me sentindo só. Essa pessoa existe?
Em meu paraíso, o que habita minha imaginação, existe um lago, com um trapiche baixo de madeira cinzenta e esverdeada onde é possível sentar-se e repolsar os pés em suas águas brandas e cristalinas, que espelham e fundem o celeste do céu ao dourado do sol. Um lago emoldurado por rochas cobertas de limo e praias de gramados vivos e brilhantes que amparam arbustos e árvores de copas altas, que embalam suas folhas aos sons e rítmos de uma brisa suave, de temperatura agradável, como em um balé harmonioso e não sincronizado. Um lindo lago verde, confortante, mas inexplorado, de uma profundidade desconhecida, misteriosa. Mesmo assim divino, sagrado. Um lago para se passar a eternidade. Um lago verde. Tão verde e profundo como os olhos que eu poderia facilmente perder-me no tempo, no espaço, com os meus pés na água, apenas contemplando-os
Que meu sorriso se faça prevalecer diante de qualquer tristeza, que minha esperança venha a prevalecer diante de qualquer dificuldade, que minha fé se renove a cada dia diante de todas as tempestades, que minhas forças se multiplique a cada tropeço na vida e que o meu amor.....Ahhhh!!! O meu amor, seja o começo de todas as coisas , porque sem ele não conseguiria sentir a mim mesma!
Quando me perguntam sobre minha fé, a primeira palavra que passa na minha cabeça é DEUS. Quando me perguntam sobre minha religião, FAZER O BEM é a minha resposta. Esta é minha simples religião. Não há necessidade de templos. Não há necessidade de filosofia complicada. Nosso próprio cérebro e o nosso coração é o templo sagrado. A filosofia é a BONDADE. "O senhor é meu pastor, e nada me faltará.
E quando eu o conheci , tinha mais cinco ou sei lá dez, afim de mim , ou afim da minha boca apenas, recebi propostas e convites, de altos , baixos, ricos ,universitários, fortes e populares , tanta gente chata, mas eu estava um caco , um caos, e não queria ninguém, ninguém que me prendesse, ou que me apegasse, queria viver, sem laços , por que as vezes laços cortam e eu já havia sido cortada, mas aí ele apareceu, e os cortes cicatrizavam a cada palavra dita, quando percebi não havia mais cicatrizes , e ele , foi a minha única exceção
No fundo, minha vontade foi dizer: “Por favor, fique! Deixa toda essa babaquice de lado e volta. Sem egoísmo dessa vez, dos dois lados.” Mas aí não. Só fiquei parado vendo a melhor coisa que aconteceu na minha vida ir embora. Sem explicação. E eu percebi que era tarde demais para voltar atrás. Que nada do que eu fizesse iria adiantar.
Há tantos devaneios aqui nessa minha mente complexa, moço. Imagino várias coisas, há tantas perguntas aqui comigo. Como seria a nossa história se nós não concedêssemos a chance de ficarmos juntos? Será que estaríamos felizes no “amor”? Será que você se apaixonaria quando eu passasse em sua frente e eu com seu jeito atencioso e sua maestria? Bem, eu não sei. A única coisa que sei nesse exato momento, é que fomos certeiro nessa nossa cumplicidade, nessa nossa amizade e no nosso amor, mesmo sem sabermos que estaríamos à beira de tal paixão que tiraria o nosso sono, que fariam com que as borboletas em nosso estômago despertasse no nosso jardim. Eu fui corajosa e arrisquei o primeiro, segundo e terceiro olhar, a segunda tentativa de aproximação. E parece que deu certo, tem dado certo. Graças a minha persistência, e você sabe! Em pouco tempo nos conhecemos, mergulhamos nesse amor que não foi premeditado, foi apenas sentido. A vontade era enorme de saber o que o outro estava sentindo. Confesso a ti que no início achei que seria mesmo impossível. Vivemos no meio de tanta gente que de nada entenderia, que vivem a falar coisas não tão interessantes, mas no fim teve um desfecho surpreendente pra mim e acredito que pra você também. Você invadiu minha mente, meu coração e minha alma, foi fundo e desvendou meu segredo que era de te querer, só pra mim. E dizia a mim que não sabe como eu consegui te enfeitiçar com o mistério de conseguir te conquistar tão facilmente. Bom, essa é a história, e eu só almejo que ela nunca tenha um final. Que ela exista enquanto eu existir e respirar aqui nessa vida. Almejo que nossa história se perpetue e nos deixe cada dia mais apaixonados, você pelo meu jeito meigo de te amar e você com esse sorriso que é capaz de transformar meus dias cinzas em arco-íres.
Minha guerra não era real, era invisível. Os sentimentos eram pesados como chumbo e minha caixa de munição já estava vazia. Não havia outro jeito, eu precisava distribuir doses de emoção aniquiladoras como bombas, corrosivas como ácido. A dose letal era um pouco de atenção. Uma atenção que nunca existiu, uma atenção patética envolvendo pessoas. Eu só desejava sorrir, embora boas munições de verdade afastam qualquer um. E nessa guerra, nem todos entendem as razões. As emoções precisam ser livres, precisam fugir da guerra da solidão e encontrar um abrigo aconchegante ao seu lado.
Reflito sobre os anos da minha vida com grande desdém. Ela é tão limitada, tão escassa, tão bela, mas às vezes, tão distorcida. Não existem palavras para definir o bem mais valioso que possuo. A vida é uma paixão e eu preciso seguir ela. Pergunto-me sobre o que eu gostaria de fazer hoje ou com quem eu gostaria de estar, pergunto-me sobre o tempo e meus sonhos, sobre o sentido dúbio das coisas: sonhar em ser escritor ou escrever de verdade, tocar uma vida ou trocar de vida, fazer valer a pena ou fingir congelar as horas. Meu tempo é algo muito precioso e por sinal, astuto. Ele rege a minha existência, embora no fim das contas eu mesmo dou as ordens. Sou o dono do meu destino, sou o tempo que escorre pela ampulheta, sou o prisioneiro da minha alma. O desdém é pasmo, mas para ele mesmo.
De vez em quando, eu desejo sinceramente que o mundo se parta. À noite, ele é um bom lugar. Minha cama e meus pensamentos me protegem de qualquer coisa. Pessoas sabe, eu não preciso de muitas, apenas aquelas que fazem meu mundinho especial. Poucas te entendem de verdade, aquelas outras desentendidas você desapega e guarda no bolso, simples assim.
Aproximei-me da lápide de mármore e estendi minha mão sobre as trincas do passado. Então, percebi que algo estava errado, pois eu estava vivo. Removi o manto de cinzas e tentei rabiscar minha própria vida com um pouco de ilusão. A ilusão ao menos poderia ser sentida, ela sempre é notável para alguém que acendeu velas a si mesmo. Eu precisava de uma faísca, algo para continuar enxergando minhas próprias tristezas. Aliás, é inverno em nossas almas, é sombrio dentro do peito. Quem disse que é preciso estar morto para não sentir nada?
Vejo o espelho e encontro eu mesmo. Nesta jaula mental eu permaneço aprisionado. Olho para minha criança interior e sussurro: cuidado com os sonhos. E eu seguro ela para ela não chorar, diante de olhos que se tornaram geleiras. Minha fraca respiração guia o vento, enquanto eu destruo o inquebrável. Liberdade, para um coração que é um oceano e pensamentos que são uma galáxia. Apenas observo os imbecis, porque é assim que me sinto: perdido, nessa selva sádica onde todos falam, mas ninguém entende nada.
Minha vida está no silêncio. Não tenho problema algum em falar com pessoas ou ouvir músicas com letras agitadas, mas eu sei que em determinado momento a faixa perde a graça e a humanidade torna-se um grande poço de chatice. Quero estar só, sem ninguém para me perturbar. O sol só se esconde de verdade quando eu o transformo numa sombra.
Eu escrevo e, escrevo e, escrevo. Eu escrevo até doer os dedos e, queimar minha alma. A sensação de asfixia é grande, é exorbitante. A garganta pigarreia e o corpo desmorona. Eu tento, eu tento, mas eu não consigo libertar minhas dores. De escritora amadora, passei a ser o buda no caminho do nirvana. A minha cabeça pede trégua, meus músculos pedem trégua, meu coração pede trégua. Tudo em mim levanta a bandeira branca, mas só consigo ouvir o sopro do vento lá fora, não tem ninguém para responder. Não tem ninguém com vontade o bastante para fazer com que eu pare com isso. E, eu escrevo e, escrevo e, escrevo, mas o nó continua entalado em mim. Eu escuto músicas reflexivas que me ajudam, naquele dó escravo do piano, eu me sinto um pouco melhor, mas volto a escrever. Não me falta inspiração, me falta dedicação. Me falta ser viva assim fora do papel, fora dos meus textos. Todos os dias a caminho do trabalho, pegando o transporte público, eu me transporto dentro da bolha e, fico lá. Fico lá, observando as pessoas a minha volta, escuto suas conversas, eu rio em silêncio, tiro minhas conclusões e, as vejo partir. E, é assim que me sinto, uma espectadora observando a vida das pessoas, observando o resquício de vida que parte, sem eu me dar conta. A cada dia, um dos meus suspiros leva mais um sopro da minha vida. E, eu continuo a escrever e, escrever, para que assim me sobre alguma coisa. Eu não queria ser lembrada, não queria marcar a vida de ninguém, não queria me tornar passado ou futuro, sempre quis ser presente, quis ser vida, quis ser alegria, quis ser luz, mas acontece que escritores deixam sua marca no mundo. Escritores são lembrados depois de suas mortes, depois de terem vivido suas vidas mesquinhas. E, eles escrevem e, escrevem. E, eu não paro de escrever e; escrever, porque minha vida se tornou um labirinto cheio de caminhos que me carregam de volta para o ponto de partida. De todas as minhas escolhas, nada parecer mudar, nada parece dar certo, nada parece seguir o rumo do mundo. Me arde o peito correr e, perceber que corri em círculos, apenas. Minha cabeça me arrebenta os neurônios. E, eu quero chorar para isso acabar, mas o sofrimento é insistente. Se ao menos alguém lesse meus textos, a dor seria menor, mas não é. E, os meus temores começam a se tornar realidade, porque as coisas nunca mudam. O meu relógio biológico estagnou no tempo e, agora eu me sinto presa. Eu estou presa. E, eu continuo a escrever; eu continuo, porque isso é a única coisa que não acaba, porque é a única coisa em mim que é capaz de mudar o curso natural das coisas.
Sinto minha alma pesada e aos poucos se dilacerando entre as tristezas e imagens desse incontrolavel amor, essa vontade fugas de sair sem rumo de tenta fazer uma lavagem cerebral, só pra ver, só pra sentir se ainda existe amor eterno em mim, amor novo desses que a gente não precisa chorar, sofrer, se dar nas mãos deles que mal sabem segurar em seus corpos um amor tão arrebatador como o meu.
O Senhor disse que o Reino dos Céus é dos pequeninos.Na minha opinão uma das coisas mais lindas é a gente poder olhar e observar os bebês,as crianças como elas são alegres,puras,autênticas,agem naturalmente sem interesses,desconhecem o que é maldade.Quando sorriem e fazem graça nos encantam e trazem alegria para o nosso viver e no olhar,sorriso,gestos,atitudes de uma criança elas nos ensinam muito mais do que nosso conhecimento pensa saber.Quanta alegria nos traz um bebê quando nasce ficamos abobados e nos rendemos diante do encanto de tanta ternura.Humanamente impossível não nos emocionar diante da naturalidade de um ser tão pequenino mas, que ao mesmo tempo é tão grande em amor e ternura.No nascimento há esperança de que tudo pode ser diferente,renovado,transformado...Portanto que sejam sempre muito bem vindos os pequeninos na terra dos viventes pq o Reino do Céus já são deles assim como diz a palavra do Senhor.E que possamos recebê-los,amá-los,acarinhá-los,ensiná-los e permitir que eles nos ensinem a arte e o direito de ser criança em amor,carinho,verdade,cumplicidade...com respeito e com tudo que eles tem direito e merecem.E Viva as crianças ontem,hoje,amanhã e sempre com toda pureza de cada coraçãozinho.
De minha garganta já saíram palavras lindas, palavras de um tempo em que os sentimentos confundiam a mim, de forma a expressar nos olhos, nas lágrimas, a tristeza e a alegria. Saudoso tempo que ha de voltar um dia, um momento, um alguém, e belas palavras trocadas como passos bem marcados de tango, num tom de bossa voraz como rock n' roll.
