Texto sobre Voce Mesmo
O Peso da Lealdade
Quando Davi encontrou o velho cão na estrada, pensou em deixá-lo ali mesmo. Era magro, mancando e tinha os olhos cansados de quem já vira muita ingratidão. Mas bastou um olhar para entender: aquele animal não conhecia outra vida senão a de esperar por alguém.
Davi levou-o para casa, deu-lhe água, um cobertor e um nome — Faro. Em poucos dias, percebeu que a presença silenciosa daquele companheiro era mais honesta que muitas promessas humanas. Faro não pedia nada além de um canto e uma mão que o afagasse.
Certa madrugada, um ruído despertou Davi. A porta dos fundos se abria devagar. Faro rosnou baixo, depois latiu tão firme que o ladrão se assustou e fugiu. Quando o silêncio voltou, o cão encostou o focinho na perna de Davi, como quem dizia: Estou aqui, sempre estarei.
Naquele momento, ele compreendeu que lealdade não é barulho nem jura em voz alta. Lealdade é permanecer. Mesmo cansado, mesmo ferido, mesmo quando ninguém mais vê.
Senhor, mesmo sem entender tudo o que estou vivendo, eu confio em Ti. Tu és bom, fiel e digno de louvor, mesmo nos dias difíceis. Visita agora meu coração, meu corpo, minha alma traz cura onde dói, toca onde ninguém pode tocar. E tudo o que foi perdido, roubado ou quebrado, restitui com o Teu poder. Que eu veja com meus olhos o milagre que já está vindo ao meu encontro. Louvado seja o Teu nome, Senhor Tu és meu Deus, minha esperança e meu socorro. Joel 2:25"Restituir-vos-ei os anos consumidos... e comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente." Em nome de Jesus, Amém!
Bom Dia Paz E Graça.
Amar, Mesmo Sem Querer"
Te amei como quem mergulha inteiro
sem medir o fundo, nem temer a queda
Te amei até quando fui o derradeiro
a enxergar verdade onde havia entrega cega
Fui traído, mas permaneci
Não por perdão, talvez por hábito
Ou por medo de partir de mim
e me perder num espaço sem rastro
Teus olhos ainda me conhecem bem
mas o reflexo que vejo já não sou
Sou sombra de um desejo que vem
e se vai, como maré que não ancorou
Estamos juntos, mas em que lugar?
Divido a cama, mas não sei se habito
Te escuto falar, mas é como escutar
um idioma antigo, bonito e extinto
Quero partir, mas não sei pra onde
Quero ficar, mas pra quê, se não sinto?
Amar se tornou um cárcere de ontem
e eu sou o prisioneiro do meu próprio instinto
Será amor, ou só memória vestida?
Será apego, medo, ou puro cansaço?
Já não sei se te quero pra vida
ou se apenas me perco no mesmo laço
E assim sigo, meio teu, meio ausente
preso ao que fomos, ao que talvez nunca fomos
Amando, talvez. Ou apenas doente
de um querer que esqueceu como é que somos
Estava observando um morador em situação de vulnerabilidade, e vi que, mesmo à margem social, ele tentava expressar uma felicidade.
O portal de sua alma — seus olhos — mostrava a tristeza e os vários estigmas que carrega por andar nas ruas.
Por ser observador do mundo e de mim mesmo, percebo que, para a ciência, ele é apenas um drogado, um louco, por estar à margem social e por falar sozinho.
Para mim, na visão que tenho — mais ligada aos meus conceitos cristãos e espíritas — esse cidadão pode ser uma alma perturbada por espíritos obsessores, ou uma alma de luz que está em sua última encarnação.
Não tirei uma conclusão definitiva, mas lembrei de um texto que li:
“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.”
Essa frase, muitas vezes atribuída a Nietzsche.
Senti inveja da sua liberdade das amarras sociais.
Às vezes, não sei se o que penso é real.
Minhas ideias parecem simples devaneios — ao mesmo tempo me perturbam e me libertam dos meus medos.
Para quem observa meus textos, talvez pareça loucura. E tudo bem.
Me identifico com Raul Seixas:
“Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes…”
O que eu era há um segundo já não me representa mais.
Esse “eu” que você viu passou.
Você conheceu o Tarin que morreu há instantes.
Se quiser me entender, tente conhecer o Tarin que está aqui agora.
Só assim suas conclusões farão algum sentido.
A gente se viu de novo,
troca de olhares, toque, beijo.
Tudo tão igual, e ao mesmo tempo, tão diferente.
Você disse que sentia minha falta,
quis ouvir isso da minha boca,
mas eu não sabia o que dizer.
Não por não sentir nada,
mas porque o que eu sentia já não era o mesmo.
Você falou de recomeçar,
de nos conhecermos mais,
mas o tempo já fez seu trabalho,
e algumas feridas já querem se cicatrizar.
Não sei se eu não te quero mais,
mas sei que não te espero mais do mesmo jeito.
A gente sempre foi isso, né?
Dois corpos que se encontram nas festas,
trocam olhares, se perdem em beijos,
mas nunca se encontram de verdade.
Não quero ser só uma vontade passageira.
Quero algo que faça sentido, que construa, que dure.
E a gente não tem isso.
A gente já sabe como essa história termina.
Não é diferente de tantas outras noites:
beijos que vêm e vão, palavras que ficam pela metade,
promessas que nunca foram cumpridas.
É hora de ir embora.
De fechar a porta que ficou aberta pra você só por costume. Ou expectativa.
Eu não quero mais ficar presa ao que nunca vamos ser.
Não quero mais ser sombra de um sonho que nunca se tornou realidade.
E hoje foi a última vez que você me levou embora pra casa.
A última vez que a gente saiu da festa juntos.
A última vez que eu me permiti acreditar que, depois do nosso encontro,
viria algo a mais do que o vazio que a gente sempre deixou.
E por mais que o nosso beijo tenha sido intenso (como sempre),
ele não apagou a certeza silenciosa que cresce aqui dentro:
a gente não é pra ser.
Você não é mais meu sonho, nem esperança, nem vontade.
É só história, com um capítulo que eu preciso fechar,
pra poder escrever outros que façam sentido, que me façam bem.
A minha história com final feliz que eu sei que mereço ter.
Tudo o que eu sentia, você já soube.
Tudo o que doeu, já doeu.
Tudo o que podia ser, já não pode ser mais.
Você me ensinou muito,
até mesmo o momento certo de ir embora.
E acho que é agora.
Agora finalmente eu vou viver.
Sem peso, sem passado, sem você.
Escrevo no Escuro, Mas Não em Silêncio
Mesmo com minha visão limitada, minha voz não se cala.
A vida me impôs um silêncio forçado, uma pausa que nunca escolhi. Minha visão debilitada me impede de agir como antes, de subir, pintar ou realizar tarefas físicas.
Mas a dor que não fala explode por dentro — e eu preciso botar isso pra fora.
Escrever, para mim, não é simplesmente sentar e digitar. É uma batalha diária.
Minha visão limitada dificulta a leitura e a escrita. Cada palavra que sai é fruto de muita paciência, esforço e adaptação.
Uso ferramentas tecnológicas para ajudar — leitores de tela que me falam o que está escrito, comandos de voz que transformam minha fala em texto, teclados especiais que me ajudam a não errar —, mas mesmo assim o processo é lento e exaustivo.
Às vezes, a letra demora a sair porque tenho que revisar com cuidado o que foi transcrito, corrigir erros que aparecem, lidar com o cansaço físico e mental.
A sensação é de um combate constante contra o tempo, contra a fadiga, contra a frustração de não poder ver as palavras como antes.
Mas eu persisto. Porque essas palavras são mais que letras — são minha resistência, meu grito silencioso, meu modo de existir.
A escrita não é só trabalho, nem rotina — é luta, é expressão de dor, é cura e sobrevivência.
Enquanto minha visão limita meus passos, minha mente e alma encontram força para criar e resistir.
Que minha história sirva de voz para tantos que lutam calados, porque ser forte nem sempre significa estar bem.
Seguimos, com a alma ferida, mas de pé.
#Resiliência #DorSilenciosa #HomemQueSofre #EscritaQueCura #ForçaInterior
Quase
Em mais uma troca
oca de mim para mim
mesmo entretanto oscilei
e o silêncio revidou
subi um degrau
reverso visível
como que num encanto
sapos no estômago
ratos nas entranhas
pus na medula
Duro como ferro
e inexpresso
cavei um espaço
no mármore
um bálsamo não me alçou
emérito despedido
o sol do dia
finalmente me persuadiu
à tarde, no Jardim Botânico
Poesia Pura,
Floribunda,
haste com espinhos –
vermelha, branca
rosíssima, como flor
Nunca Peça Desculpas Por Essas 13 Coisas
.
(Mesmo Que Ache Que Deva)
.
1. Nunca peça desculpas por amar alguém.
2. Nunca peça desculpas por dizer não.
3. Nunca peça desculpas por seguir um sonho.
4. Nunca peça desculpas por tirar um tempo para si.
5. Nunca peça desculpas por escolher suas prioridades.
6. Nunca peça desculpas para terminar um relacionamento tóxico.
7. Nunca peça desculpas por suas imperfeições.
8. Nunca peça desculpas por lutar.
9. Nunca peça desculpas por não saber a resposta.
10. Nunca peça desculpas por ter grandes expectativas.
11. Nunca peça desculpas por gastar dinheiro consigo mesmo.
12. Nunca peça desculpas pelo atraso em sua resposta.
13. Nunca peça desculpas por dizer a verdade.
Existe uma pessoa na qual eu amei muito a anos atrás e mesmo dps de tanto tempo eu ainda o amo tanto.
Porém um dos motivos pelo qual paramos de se falar foi eu ter namorado outra pessoa mesmo amando dele, até tentei correr atrás mas fui totalmente ignorada por ele.. e mesmo dps de anos eu ainda o amo tanto e sinto que espero por ele todos os dias.
Muita das vezes quando eu começava a conhecer alguém, eu me machucava pq ainda amava ele e consequentemente eu machucava todas as pessoas as quais eu cheguei a me envolver pois apenas ele ficava em meus pensamentos, e por mais que eu conheça alguém sinto que eu jamais amaria alguém como eu amei aquele menino.. e por isso eu n consigo entrar em relacionamentos pois ainda me sinto tão apaixonada por ele mesmo dps de 5 anos.
Carta para o …
…,
Faz anos que a gente não se fala, mas mesmo assim, tem algo dentro de mim que nunca conseguiu se calar. Eu achei que com o tempo ia passar. Que com o tempo, o sentimento por você ia desbotar… mas não.
Por mais que tenham passado anos, sinto que ainda amo tanto você que chega a me machucar.
É estranho carregar isso no peito depois de tanto tempo. Mas a verdade é que você foi alguém que marcou uma parte da minha alma, e nem eu sei exatamente como explicar o porquê. Só sei que, mesmo tentando seguir, você sempre volta nos meus pensamentos. Sempre esteve ali, no fundo de tudo.
Talvez uma parte minha sempre tenha esperado que você voltasse. Mesmo depois de eu ter errado. Mesmo depois de você ter me ignorado. Eu tentei correr atrás. Eu queria dizer que ainda era você. Que eu me arrependi de ter seguido por outro caminho mesmo te amando. Mas fui silenciada. E esse silêncio virou um buraco dentro de mim.
Desde então, eu me machuco tentando gostar de outras pessoas. Me envolvo, tento começar de novo..mas ninguém é você. E isso é injusto com quem chega, e doloroso pra mim também. Porque eu queria muito conseguir abrir meu coração pra alguém. Mas parece que ele ficou preso no tempo onde você ficou.
Você não sabe, mas eu esperei por você em muitos dias. Em muitos pensamentos. Em muitas noites. Eu imaginei mil versões da nossa história, todas elas com a gente dando certo. E talvez nenhuma delas aconteça.
Eu não te escrevo isso pra te cobrar nada. Nem pra te fazer sentir culpa. Eu escrevo porque eu preciso colocar esse amor em palavras antes que ele me sufoque. E talvez, só talvez, pra você saber que alguém nesse mundo ainda te ama mesmo sem saber mais quem você é hoje.
Talvez um dia a vida se encarregue de cruzar ou não nossos caminhos de novo. Talvez nunca. E tudo bem. Mas se isso aqui chegar até você de alguma forma, eu só queria que soubesse: eu te amei. E mesmo sem respostas, mesmo sem fim, esse amor foi de verdade.
-Com tudo que ainda mora em mim,
Ig.
Amor de Barzinho
Cabeça quente,
Copo de whisky gelado
Tudo dará certo um dia,
Mesmo tendo tendência a dar errado.
E se o plano A falhar?
Nós aciona o plano B
Afinal, mais importante do que tentar,
É fazer acontecer.
Se o clima esquentar?
A gente dança agarradinho
Cola tua boca na minha boca,
E eu te deixando louca, te beijo a noite toda
Nesse mesmo barzinho.
Se o amor acontecer?
A gente sai para comemorar
Toma uns whisky por aí,
E faz love intenso na beira do mar.
E a gente vai viver,
Um amor proibidão
Se amando até o amanhecer,
Se pegando até a escuridão!
Ele ainda mora no meu perfume
Às vezes eu me pego passando o mesmo perfume de quando ele me abraçava.
Não é pra ele sentir… é pra mim lembrar.
Porque tem cheiros que viram presença.
E mesmo sem corpo, ele ainda parece estar aqui.
No ar. Na pele.
No jeito que meu coração acelera só de pensar nele.
Tem amor que não precisa voltar pra continuar existindo.
Ele me amava, mesmo cansado
“Desculpa por não estar tão alegre…
Mas eu juro que tento te fazer feliz.
Te amo, tá?”
Palavras dele.
Cheias de cansaço, mas também de cuidado.
Ele ainda me chamava de meu amor.
Mesmo quando tudo já parecia difícil demais.
Não foi falta de sentimento.
Foi peso demais pra carregar sozinho.
E talvez…
só talvez…
esse amor ainda exista.
Só que agora, mora em silêncio.
“Ele me amava. Só não sabia mais como mostrar"
Ele me chamava de rainha, mesmo sem saber reinar os próprios sentimentos
“Te amo, minha vida…
Espero sempre ser teu porto seguro, tua razão e teu templo de paz.”
Ele me dizia isso entre silêncios e confissões.
Confessava que não era tão carinhoso,
que tinha dias em que nem ele se entendia.
Mas no meio das falhas, tinha uma certeza:
Ele me amava.
Me chamava de rainha.
Queria ser abrigo, queria ser presença.
Mesmo sem jeito. Mesmo com feridas.
E prometia o que, no fundo, ele acreditava:
“Você nunca mais vai estar sozinha.”
Talvez ele não tenha conseguido cumprir tudo.
Mas sei que ele tentou.
E às vezes, tentar já é amar mais do que parece.
Ele me chamava de rainha. E mesmo confuso… me amava como sabia.
Mesmo que eu me dedicasse e fosse o melhor do Karasuno, e depois? Mesmo se tivesse uma chance de chegar no nacional, e depois? Você pode dar o melhor de si, mas sempre terá alguém melhor que você. Mesmo se conseguir bons resultados, você sabe que nunca vai ser o número 1. Uma hora você vai cair e tudo mundo sabe disso, então pra que continuar? Me fala.
(Kei Tsukishima)
Eu poderia estar mil léguas adiante
Poderia me molhar antes mesmo da chuva cair
Poderia caminhar de olhos fechados
Imaginando estar em outro lugar
Ora, pois que não se fantasia não vive
A lucidez nem sempre nos mostrará o caminho
Desvio e volto, vendo destino e não a estrada
Sem me importar com as adversidades da vida
Sem medo de libertar minha espontaneidade
Pois aquele que esconde oque é
Vive preso dentro de si mesmo
A lua
Mesmo distante, ela apareceu — linda, sedutora e brilhante. A Lua é de fases, mas apareceu pra mim no momento exato. E, dentre todas as suas fases, ela me encontrou na minha melhor. Ela me ilumina e me faz transcender. Faz com que eu mostre o meu melhor lado e seja quem sou hoje. Todas as conversas com a Lua sempre enchem meu peito de um sentimento inexplicável. Às vezes, eu acho que a Lua não me “vê”. Só espero que ela entenda — entenda que o brilho dela me ilumina e me faz ser quem eu sou. Que, de alguma forma, a Lua me escute...
Nada, nada mesmo.
Vai nadando, nadando...
Bem leve, fugindo da correria, na correnteza...
Até que ela te leve.
E que leve também tua pressa, tua ansiedade,
e até tua paz... depois de ter levado tua chinela.
Fique de boa.
Beba uma cerveja e se eleve.
Mas que a correnteza não leve a lelevedura.
Ei… não confunda com “leve a dura”.
E na correria?
Só quem corria e nem lembrava dos corre, ria.
No corre da vida, tem quem corre e rala...
e tem quem só corre.
Mas o correria de verdade...
é aquele que socorre.
Não sou tão frio quanto o rio.
Mas sou profundo.
Mesmo no campo de batalha da alma, onde o sofrimento cala e o silêncio pesa, sigo orando — porque sei que Deus recolhe cada lágrima, escuta cada gemido, e escreve minha história com graça. Não luto por sucesso, luto por fidelidade. E mesmo sem ver, caminho, pois a cruz já venceu a escuridão, e o céu é meu lar prometido."
— Purificação, inspirado em Billy Graham
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