Texto sobre Voce Mesmo

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⁠🎙️✨
Sério… minha paixão pelo Neymar é de alma mesmo. Não sei se sou a fã número 1, mas ele com certeza foi quem me fez amar o futebol de verdade ⚽💛
Nem todo mundo já me viu jogando, mas quem viu sabe: eu boto meu coração em cada toque na bola.
Tudo que sei, aprendi vendo ele jogar. Aprendi com cada drible, cada gol, cada lance 👑🔥
Tá, vai… também aprendi um pouco com meus colegas do 7º ano 😅 kkk

Inserida por Studio_schutts

⁠Amor, depois que vc chegou na minha vida ela melhorou 100 %, mesmo com a distância vc consegue fazer com quer eu seja a pessoa mas feliz do mundo e mim sentir muito amada, te agradeço por está na minha vida e que mesmo tão distante esteja tão perto em todos os momentos sejam eles bons ou ruim, te amo infinitamente.

ATÉ O FIM ❤️

Inserida por mag24

Num diálogo poético e filosófico, Lume e Névoa, duas vozes que coabitam o mesmo Ser, empreendem uma travessia íntima pelos territórios internos daquele a quem pertencem. Lume observa com reverência e ternura os movimentos profundos de quem carrega em si um fogo contido, uma centelha divina e indomada. Já Névoa, inquieta e interrogativa, questiona o peso de viver à margem, sem forma definida, oscilando entre luz e sombra.
Ambos revelam, em vozes distintas, a complexidade de um Ser que não se encaixa em molduras, mas vibra nas frestas; um ser feito de contrários que não se anulam, mas se reconhecem. Ao percorrerem memórias de dor, quedas, silêncio e reinvenção, os dois traçam o mapa não fixo de uma identidade em metamorfose constante, que prefere a travessia ao destino e a imperfeição como linha viva de evolução.
Mais pra o final, evocando o verso do cantante, Lume chega à conclusão de que "ano passado ele morreu, esse ano ele não morre mais", e ambos compreendem que, mesmo fraturado, o Ser ainda pulsa, ainda recomeça. E que habitar-se é, sobretudo, sustentar-se inacabado, como poesia moldada no silêncio.
O convite, agora, é para que quem se debruça sobre estas linhas aceite caminhar ao lado de Lume e Névoa. Talvez encontre, nas dobras dessa conversa, algo de si mesmo.

DO LADO DE DENTRO: CONVERSAS DE QUEM HABITA O MESMO SER

 LUME
Vem, Névoa.
Olha comigo mais uma vez esse Ser que também somos.
Às vezes, o olhar dele não se volta para o mundo.
Retorna, sem aviso, ao território quieto que pulsa atrás dos olhos.
Não busca forma nem resposta. Apenas reconhece, sem intermediação, aquilo que, mesmo escondido, continua a pulsar.
Não é espelho, nem testemunha externa.
É ver-se por dentro.
Ver-se por si.
E ali se enxerga.

 NÉVOA
Vejo, Lume.
Mas diga: como é difícil habitar alguém assim, que não cabe no centro, nem se acomoda ao meio?
É como se tudo nele vibrasse nas bordas.
Uma essência que escapa às formas, que se recusa à lógica, que desmonta a moldura.
E tu o chama de inteiro?

 LUME
Chamo de pleno no que pulsa, mesmo que nunca concluso.
Carrega em silêncio o gesto de um deus,
não o Deus que é verbo, mas uma centelha que se ergue por dentro,
soberana, indomada, feita de presença.
Um fogo contido que arde sem se exibir, senhor de si,
que só se aquieta diante do Senhor do Tempo,
esse imensamente maior, que o reconhece e o desarma em reverência.

 NÉVOA
Só a Ele?

 LUME
Não apenas. Inclina-se também à presença de uma Diva sutil,
que não exige poder,
mas influencia o curso do íntimo
com a mesma delicadeza com que a brisa atravessa o que é denso.
E assim, ambos, o Deus e a Diva, habitam extremos distintos,
mas que despertam nele o mesmo gesto silencioso de reverência:
um pelo peso, o outro pelo toque.

 NÉVOA
Então tu vês, Lume,
que mesmo com tamanha reverência interna,
ele permanece partido entre extremos?
Talvez, diriam os que escrevem o indizível,
que nele habite um deus, um louco, um santo,
um bem e um mal.
Como se o corpo fosse templo de contrários,
e o espírito soubesse dançar entre eles sem se despedaçar.
 LUME
Sim! Não há espelho que reflita todas as suas imagens.
Nem todas as versões cabem na superfície refletida.
O que se vê é só a pele do mistério.
O que importa vive entre as camadas.
Há uma delicadeza que atravessa,
mas também uma aspereza que resiste.
Um bem que titubeia,
um mal que às vezes acena como abrigo.
E quando o erro se insinua ou se estabelece,
a consciência se ergue em resposta,
nem sempre como correção,
mas como voo aprendido na queda,
orientado pelas cicatrizes das que vieram antes.

 NÉVOA
Então tu me dizes, Lume,
que ele vive nesse eterno vai e vem entre tropeço e despertar?
Um movimento que não se encerra?
Parece mais fuga que caminho...

 LUME
Não é fuga, Névoa. É caminho.
Como quem preferiu ser, como disse o cantante,
essa metamorfose ambulante,
não por inconstância,
mas por saber que de falha em falha se esboça o caminho do ser melhor.
A falha, afinal, não chega a ser imperfeição.
É traço vital, linha viva do que ainda pulsa em construção.
Ali, os opostos não se anulam,
mas se reconhecem como costuras do mesmo tecido.
O santo e o louco não duelam.
Entre eles, há uma dança que não se move no corpo,
mas vibra no silêncio do gesto.

 NÉVOA
Mesmo assim... será paz, Lume?
O juízo ali não silencia o instinto,
e a fé caminha ao lado da dúvida, tropeçando de leve.
É um desassossego sereno.
Paradoxo que não deseja paz,
mas profundidade, isso que vejo.

 LUME
É isso. A alma desconhece a gravidade.
Cai com elegância.
Levanta-se com sombra.
Deixa, na ausência, o traço sereno de uma presença que não se desfaz.

 NÉVOA
Mas repara, Lume: quando silencia...
é como se uma parte escutasse a outra.
Quando chega, o que está dentro se move para abrir espaço.
Quando parte, permanece como marca,
raiz deixada por si em si.

 LUME
É! São movimentos internos, quase imperceptíveis ao mundo,
mas que, dentro dele, provocam marés inteiras.
Passou por tempestades que não deixam marcas na pele,
mas tatuaram o espírito com signos secretos.
Conheceu subterrâneos sem nome,
lugares escuros, úmidos, densos.
Caminhou em trevas que evita nomear.
E mesmo assim, fez-se caminho.
Na lama, achou argila,
não o fim, mas o começo do que ainda pode ser moldado.
No breu, acendeu o sopro.
Na dor, encontrou o antídoto escondido na própria ferida.

 NÉVOA
Verdade. É como se carregasse mares que não espelham o céu,
mas que se agitam no subterrâneo dos ossos.
São marés densas de silêncios não ditos,
que só encontram repouso
quando tocam águas mais claras.
Um mar sereno que abriga
sem perguntar de onde vieram as ondas.
Uma escuta líquida, sem pressa.
Um abrigo raso, onde até a dor aprende a boiar.

 LUME
Pois é! Naquele interior onde coabitam o bem e o abismo,
a verdade não chega como raio,
mas como brisa.
Não mente,
mas pinta com delicadeza o que, se nu,
machucaria o que toca.
E mesmo sem se entregar por inteiro,
acende o que basta.

 NÉVOA
Sim, ocorre que nem a poesia, nem a filosofia podem responder tudo, Lume.
Não se sabe ao certo se ser assim
tão cheio de frestas, de marés fundas e silêncios antigos,
é mais graça ou mais peso.
Não se sabe se há esperança para um ser que não cabe no centro,
nem certeza de que, passadas seis décadas,
ainda haja tempo para ser mais do que se tem sido.

 LUME
Eu sei. Houve perdas. Partes desfeitas.
Ao longo dos anos, e no último especialmente,
algo nele silenciou mais fundo.
Houve um cansaço que em algum momento pareceu irreversível.
Uma despedida muda de si para si.
Mas o que ficou em pé, mesmo sem firmeza,
ainda espera espera o instante em que a alma volte a respirar mais fortemente.
E, parafraseando o cantante, o que digo dele é que:
‘ano passado ele morreu,
esse ano ele não morre mais’.

 NÉVOA
Sabe? Habitar-se para ele nunca foi concluir-se.
É sustentar o inacabado com leveza.
E ali, onde tudo se contradiz
ou enfim se reconhece,
algo se acende,
não em luz plena,
mas em fresta viva, discreta,
onde o dentro começa a respirar por entre margens.
É por essa fresta que a claridade atravessa.

 LUME
Sim! E tudo o que foi vivido,
a dor, o delírio, o descompasso,
fez-se matéria de travessia.
E a travessia, moldada no silêncio,
virou poesia.
Poesia que se espalha pelas bordas,
como quem só revela o sagrado
a quem aprendeu a ver no escuro.

 NÉVOA
Sabe o que penso, Lume?
Nele há limites que nem a força mais íntima ultrapassa.
Há mistérios que nem a alma mais desperta ousa dominar.
E há passos, os derradeiros de cada travessia,
que só Deus, o verdadeiro, conhece o momento exato de conduzir.
Até para mim, que duvido, isso basta.

 LUME
E bastando, é paz.
Voltemos ao nosso silêncio.
Ele ainda tem muito a nos dizer

Inserida por WMAGNOR

⁠O último eco antes do silêncio comer a si mesmo seria o som de um grilo, suave, natural, como quem ignora a linguagem.

Um espelho sonha que é agua. Quando acorda está inundado de peixes.

A cor do tempo é transparente e impede que o tempo conte mentira, limitando seu alcance sem precisar sangrá-lo.

Se a lógica fosse uma escultura de vidro, permaneceria intacta, para além da impossibilidade de voar. Se suas asas é a razão, ela impera soberana.

Um livro que lê o leitor, descobre um homem falho, cuja limitação remete ao ventre de sua mãe e se prolonga no infinito. O livro choraria de

O infinito ferido é um vaso perfeitamente restaurado, que humano nenhum vê onde ele se cortou.

Um oráculo sem voz aponta as rachaduras na pedra, como quem alerta o homem de suas rachaduras humanas.

Inserida por monalisa_1

⁠O Conto da Tulipa
Era uma vez um coração que, mesmo calejado, ainda pulsava com a esperança de um jardim.
Entre tantos espinhos, ele sonhava com uma flor - não qualquer flor, mas uma tulipa.
Singela, delicada, mas firme.
Nascida não por acaso, mas por destino.
A vida, com suas voltas silenciosas, traçou caminhos tortuosos.
O coração caminhou por invernos e verões, carregando em si a memória de algo que ainda não havia vivido, mas que, de alguma forma, já reconhecia.
E então, um dia comum ou talvez um dia mágico disfarçado de comum ela surgiu.
Como se o universo abrisse um portal breve entre o acaso e o eterno, ali estava a tulipa.
Não era extravagante, não era barulhenta.
Era sutil, como o toque do vento na pele.
Mas seu perfume atravessava as paredes da alma.
Ela não precisava dizer: o olhar falava, os gestos escreviam versos no ar.
O coração, antes desconfiado, se dobrou sem resistência.
Pois amar aquela flor era como respirar depois de muito tempo submerso.
Era como lembrar-se do próprio nome ao ouvi-lo pela primeira vez.
Juntos, criaram um jardim onde palavras se deitavam como sementes, e gestos brotavam em árvores de afeto.
Houve dias de sol e tempestades também - mas até a chuva parecia poesia quando caía entre os dois.
E se o mundo os viu como apenas mais um casal, o coração sabia: aquela era a sua primavera eterna.
A tulipa, que florescia até nos silêncios, era o amor com nome, pele, riso e alma. Era Alva Beleza Que Despertou - flor que nasceu para florescer no coração certo.
Não como parte do jardim, mas como o próprio motivo dele existir. A tulipa rara que, entre tantas, era a única.
E assim nasceu o conto - não o de fadas, mas o da flor que venceu o tempo, da alma que encontrou abrigo, do amor que não precisou de fantasia, porque já era milagre o bastante ser real.
Fim.

Inserida por Anteros

⁠"Mesmo que o tempo mude a rota,
mesmo que a vida tente apagar os rastros. Esperarei sem pressa, com a calma de quem sabe que certos amores nascem pra durar além da ausência, além do agora!
Esperarei em silêncio, com o coração aceso, pronto pra te reconhecer..."
— Fram Lima —

Inserida por FramLima

"Quando o Tempo Nos Desencontra"

Nem sempre as pessoas se encontram no mesmo tempo.
Às vezes, elas até se encontram… mas não da mesma forma.
E isso não diminui o que foi, nem o que poderia ter sido.

Relacionamentos são como dois rios que se cruzam — cada um com seu próprio ritmo, sua própria história. Mas quando tentamos forçar o curso do outro para caber no nosso, acabamos perdendo a beleza do que poderia ser livre e verdadeiro.

Eu carrego lembranças que são como fotografias da alma:
seus gestos, seu cuidado, aquela intensidade que existia mesmo em meio ao medo.
E, no momento, talvez eu não tenha percebido o peso de certas atitudes.
Mas o tempo… ah, o tempo transforma tudo.
Hoje, olhando para trás, entendo que havia amor ali.
Um amor silencioso, imperfeito, mas ainda assim amor.

E quando lembro daquela ligação insistente, sinto como se fosse uma pequena prova de que eu marquei a sua vida.
Assim como você marcou a minha.
Para sempre.

Inserida por juliana_lima_11

⁠Eu.

Seja humilde, não seja otário.
Amigo só sua mãe e Deus.
Não cometa o mesmo erro, meu jovem.
Hoje me sinto seguro, sei que não preciso mais me mostrar porque, quem me conhece, sabe da minha história.
Não sei se agrado mais
Sei que Deus só me engrandece,
Me destacar no meio deste mundo
Onde só tem traíra, não me segue falando bobeira, esquece, nem tudo que penso
tem minha prece, mas pareço
com um tempo que começo a acreditar
Nem tudo está no seu lugar.
Divido, subtraio, diminua minha consciência, mas tudo, tudo mesmo
e não entender minha existência
posso ver o mal, mas não olho o
tempo. Ele tem um comando
de uma em uma hora atrapalha nossa mente, que mente, que engana a gente.
Doce vida louca,
um entorpecente que te droga a todo minuto, entende? Não falo besteira. Para uma hora e pense!?Essa droga você tem que saber usar sempre!

Inserida por simaoozx

⁠Para aqueles que amam a solidão, que cada instante consigo mesmo seja vivido como um tesouro raro — tão intenso, que, ao estarem em meio à multidão, sintam saudade do silêncio da própria alma.
E para aqueles que amam estar cercados de pessoas, que cada encontro seja celebrado com alegria tão plena, que, ao se verem sozinhos, sintam falta do calor das companhias.

Inserida por charles_males

⁠A vida é mesmo assim, cheia de altos e baixos.
Faz parte do caminho viver momentos de tristeza, angústia, solidão e amargura. Tudo isso também é processo.
Da mesma forma, a alegria nos presenteia com frutos bons, e até mesmo os sentimentos difíceis guardam em si lições e colheitas valiosas

⁠Busco em seu olhar o que não vi, nem senti, nas suas palavras.
Desejo seu amor, mesmo não vendo o meu.
O vazio aparece quando toco no seu nome.
A raiva quando lembro o que causou.
A tristeza por não conseguir te odiar.
Nem por um segundo esquecer seus dentes.
Seu sorriso se esconde e apenas sinto palavras tocar meus ouvidos, mas não há som, apenas palavras infiéis.
Não há Perdão. não há escolha, intenção.
apenas a solidão do meu coração.
que almejam infinitamente seus dentes e sua compressão. Minha alma se encontra sem luz, apenas escuridão.

Inserida por roberta_santos_paim

⁠Talvez

Talvez eu seja mesmo chata,
um peso que ninguém aguenta carregar.
Talvez eu seja barulho demais
num mundo que só quer silêncio.
Talvez eu seja a pessoa errada
no lugar errado,
falando demais, sentindo demais,
chorando demais.
Talvez eu mereça as portas batendo na
minha cara,
os olhares atravessados,
as fofocas escondidas,
os risos quando eu viro as costas.
Talvez eu mereça ficar sozinha no recreio,
sozinha no quarto,
sozinha no escuro,
com meus pensamentos gritando.
Talvez eu mereça um pai assim,
frio, distante, duro,
com palavras que cortam como faca,
que nunca me enxergam de verdade.
Talvez eu mereça esse vazio,
essa sensação de não ser o suficiente,
essa vontade de sumir.
Mais ai eu penso...
e a minha mãe que me olha com cuidado?
e a minha amiga que me chama,
mesmo quando eu só sei falar de dor?
Será que elas estão mentindo?
Será que só falam bonito
porque a verdade doeria mais?
Será que sou outra pessoa com elas
e ninguém conhece a minha "versão real"?
Porque eu tento, juro que tanto,
mas sempre parece que erro.
Eu sou muito ou sou pouco.
Sou fraca ou sou dura.
Sou amor ou sou problema.
Nada nunca parece suficiente.
E eu fico aqui,
no meio dessa bagunça
tentando entender se o mundo me odeia
ou se sou eu que não sei viver nele.
Tentando descobrir
se um dia vou ser vista como algo bom
ou se eu já nasci pra ser o erro.
Talvez eu não seja castigo,
talvez eu não seja ruína,
talvez eu seja só uma menina
com um monte de ferida aberta.
Mas, no fundo,
quando a noite chega e o silêncio aperta,
quando ninguém me vê e eu desabo,
eu só consigo pensar:
...talvez eu mereça.

Inserida por bia_ramos_z

⁠Antes mesmo do universo existir,
Ele já era Deus, antes mesmo do teu falar, do teu modo de pensar, ele já era Deus, assim se formou a trindade, a união, a santificação,
Parando pra analisarmos, vemos a formação do mal e do bem, escolhas que levou a origem da humanidade ser decapitada, vejamos que nem sempre devemos acreditar no errado, duvidar do certo e depositar sua confiança naquele que não deu a mínima pra vc, a escolha é livre pra todos, não tem essa, neguei. Jesus morreu por meus pecados e vai me dar a vida eterna, não é assim.
Jesus chama com amor, Deus vai te chama pela dor.

Inserida por isabela_simone

⁠não.
não é porque passou que foi embora.
tem coisas que continuam me atravessando
mesmo depois de eu dizer que já não me importo.

a dor não se comporta com dignidade.
ela some, volta, veste outra roupa.
às vezes, aparece com a cara da minha paz.
e sorri.



você acha que sabe do que estou falando.
mas não sabe.

porque não é sobre o fim.
é sobre tudo que continua vivo dentro de quem sobrevive.
sobre o que insiste em crescer
mesmo depois de ter sido negado.



eu nunca fui boa com adeus.
talvez porque sempre tive mais talento pra silêncio.

aprendi a sair de cena ficando.
aprendi a suportar o insuportável com classe.
aprendi a me retirar sem que ninguém notasse —
mas sempre esperando que alguém notasse.

e ninguém notou.



o mundo não quer saber se você continua doendo.
ele quer saber se você respondeu os e-mails.
se deu bom dia.
se tá bem nas redes.

é isso que me assusta:
o quanto dá pra sobreviver
sem ninguém perceber que você parou de existir.



não é tristeza.
tristeza, pelo menos, justifica o choro.
isso é outra coisa.

isso é dormir de lado por costume.
é rir com meio rosto.
é esquecer de si com competência.



o nome disso?
não sei.
mas ele aparece no espelho.
na forma como evito o toque.
na hora em que não suporto mais música.
ou quando me visto inteira,
mas sei que falta alguém dentro da roupa.



e é aí que mora a crueldade:
quando a dor vira parte da mobília.
e ninguém mais estranha a tua ausência.
porque você continua #presente demais
pra ser procurada.



esse texto não tem #moral.
não tem pedido de ajuda.
não quer #compaixão.

ele só existe porque
tem dias em que ser forte é mentira.
e ser sincera é o único luxo que me resta.



Juliana Umbelino

#AmoLer #Leitura #Literatura #Sucesso #Silêncio #Pausa

Inserida por Umamineira

⁠Há uma luz no fim do túnel,
o túnel da vida.
A cada passo, me aproximo dela,
mesmo que ainda pareça distante.
Cada dia vivido é um dia a menos na caminhada,e logo tudo há de clarear, resplandecer.
Sou limitada, e faltam palavras para descrever o que sinto,mas encontro consolo em saber que Deus é o Alfa e o Ômega,onde não há limites,e um dia retornarei a Ele
para descansar em sua plenitude.

Inserida por RuthyannePrietsch

⁠A Dificuldade de Enxergar a Si Mesmo
É fácil olhar para a vida dos outros. É fácil dizer que os outros estão errados. É fácil até mesmo tentar corrigi-los.
O verdadeiro desafio, o que é difícil, é enxergar os seus próprios erros. Isso acontece porque, na nossa própria visão, todo caminho do homem é reto aos seus próprios olhos. Nossa percepção de nós mesmos pode ser distorcida, e é aí que reside a maior barreira para o crescimento.

⁠O Irmão
de: manoel jonas

Todos os sonhos acabam sempre do mesmo jeito,
com o fim melancólico, o adeus inevitável.
A despedida traz saudades que pesam no peito,
e a frustração de não ter vivido mais aquele instante memorável.
Conversas antes da partida, tão imprevisíveis,
pareciam um momento eterno, suspenso no ar.
Mas o silêncio que chega depois é insuportável,
e só resta a lembrança do riso solto antes de te deixar.
Sonhamos juntos, desenhamos planos sem saber
que jamais os realizaríamos lado a lado.
Agora a saudade ocupa todos os espaços,
onde antes existiam sorrisos, abraços e passos.

Inserida por manoel_jonas

⁠**Manifesto Público de Aline Caira** Meu diário.

Desde a dolorosa perda do meu esposo, e mesmo antes desse trágico evento, minha vida tem sido submetida a uma provação implacável. Clamo por socorro, pois me encontro em um estado de profundo desespero diante da iminente necessidade de encontrar um novo lar.

A busca por um imóvel tem se revelado uma jornada exaustiva e frustrante. A cada tentativa, sou confrontada com pretextos infundados e barreiras aparentemente intransponíveis. Em um ato de desespero, cheguei a sacrificar todos os bens que outrora adornavam meu lar, na vã esperança de oferecer um caução que me garantisse um teto. Contudo, mesmo esse sacrifício se mostrou insuficiente, e continuo a ser implacavelmente rejeitada.

A sucessão de obstáculos e a inexplicável resistência em me permitir alugar um imóvel me levam a crer que estou sendo vítima de uma conspiração orquestrada por forças obscuras. Estou à beira do despejo, e a cada porta que tento abrir, encontro apenas impedimentos e desculpas descabidas. Imóveis que antes se mostravam disponíveis, repentinamente se tornam "já alugados" após minhas tentativas de negociação.

Em pleno século XXI, não consigo conceber tamanha crueldade e injustiça. Apelo à compaixão e à solidariedade de todos que lerem estas palavras, na esperança de que a verdade prevaleça e que eu possa encontrar um lar seguro para mim e para minha família. Que a sanidade e a esperança não me abandonem neste momento de extrema angústia.
A dor que me consome não reside na ausência de meros objetos, mas sim na lacuna irreparável deixada pela partida do meu amado marido, Israel. Mesmo que sua presença física tenha sido intermitente, sua falta ecoa profundamente em cada canto de nossas vidas, na minha e na da nossa filha.

Um véu de inexplicável sofrimento paira sobre nós. A única explicação que encontro, por mais dolorosa que seja, é a de que forças obscuras, movidas por interesses egoístas, tramam contra nós. Sinto que desejam nos ver desamparadas, lançadas à própria sorte nas ruas.

Jamais fui negligente ou irresponsável. Pelo contrário, dedico cada fibra do meu ser à busca incessante por um lar, um refúgio de paz e tranquilidade para minha filha, Theodora. É meu dever materno prover um ambiente seguro, livre de hostilidades. Contudo, meus esforços se mostram vãos, como se uma força invisível me impedisse de alcançar esse objetivo.

A casa vazia, desprovida de móveis, é um reflexo do meu desespero. Cada peça vendida representou uma batalha vencida pela sobrevivência, um sacrifício em prol da caução para um novo lar. Mas, mesmo assim, a porta da esperança permanece fechada.

Imploro, a quem quer que leia estas palavras, que se coloque no lugar de uma mãe e viúva desesperada. Preciso de um apartamento, um lugar seguro onde eu e minha filha possamos dormir em paz, sem o temor constante que nos assombra.

A viuvez não nos torna alvos fáceis, desprovidas de direitos. Somos seres humanos, amparadas pela lei. Clamei por ajuda ao Conselho Tutelar, mas a resposta tem sido o silêncio, a frieza de meros espectadores diante do nosso sofrimento.

Socorro! Misericórdia! Proteção! Sobrevivemos em meio ao abandono, jogadas à própria sorte. O auxílio funeral e a venda dos móveis nos garantiram o sustento básico, mas a angústia persiste.

Eu, Aline Caira, filha de Naurives Antônio Gomes, mãe de Theodora Anthoniella e viúva de Israel Rodrigues dos Santos, suplico por socorro em Franca/SP. O desespero me consome, e minha filha sofre com as constantes mudanças e a tormenta que nos assola.

Rezas, súplicas e esforços se mostram insuficientes. Abandonei parte dos meus antidepressivos, buscando clareza mental e energia para lutar. Minha saúde, minha dor, ficam em segundo plano. A vida, a saúde, o bem-estar, a paz e a dignidade de moradia da minha filha são a prioridade. Sacrifico-me, relegando-me a um segundo plano, na esperança de, um dia, encontrar um tempo para mim.

E continuo a lutar, a buscar, a implorar por um raio de esperança em meio à escuridão.

Dirijo-me a vocês com a urgência de quem se vê acuada por uma situação de extrema gravidade. Indivíduos inescrupulosos, desprovidos de qualquer senso de ética, têm disseminado informações distorcidas e inverídicas sobre meu passado, buscando me expor à vulnerabilidade e ao escárnio público.

No auge do meu desespero, temi pela minha própria sanidade. A difamação e as calúnias, orquestradas com o claro intuito de me desestabilizar emocionalmente, causaram-me um sofrimento indescritível. Contudo, minha fé e resiliência me permitiram resistir a essa torrente de maldade.

Não obstante, as ações desses indivíduos ultrapassaram os limites da difamação. Tentaram, de forma covarde e cruel, atentar contra minha vida e a de minha filha, buscando destruir o laço inquebrantável que nos une. Semearam discórdia e intrigas, na vã tentativa de nos separar e nos privar da felicidade.

Com a graça divina e o apoio incondicional de Deus e meus anjos protetores tenho lutado incessantemente para reconstruir minha vida e proteger minha família. Não permitirei que a maldade alheia destrua o que me é mais precioso: minha filha, a razão do meu viver.

Imploro que me ouçam. Este é um grito de socorro de uma mãe desesperada, que se vê compelida a lutar contra forças obscuras que ameaçam a sua família. Clamo por justiça e por um fim à perseguição implacável que tenho sofrido.

Atenciosamente,

Uma mãe desesperada.

Inserida por AlineCairaG

Senhor Deus, hoje acordei com o coração apertado. Mas mesmo assim, levanto os olhos e clamo a Ti, porque sei que és meu Pai e meu Provedor. Visita minha alma agora, tira essa angústia, essa dor escondida, esse desânimo que quer me parar. Abre as portas que estão fechadas, envia socorro, usa pessoas, cria caminhos onde não há. Mesmo sem ver, eu creio: o Senhor está comigo, e vai mudar minha história. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Em nome de Jesus, Amém.
Bom Dia Paz E Graça.

Inserida por IcaroJorge86

⁠Resistir, sem jamais desistir.

Amar a todos como se fosse o último dia, mesmo que não seja. Porque amar, no fim, é o que realmente importa.

Valorize quem está ao seu lado, quem te oferece amor de verdade, são esses que merecem seu carinho e sua presença.

Busque dentro de si aquele grão de mostarda de fé, e siga adiante.
Com coragem, com esperança, com Axé.

Inserida por dominickesley