Texto sobre Sol
Com alma sol e luar
Mesmo mudando
O sol nos ronda
assim somos nós
Luz e sombra
Pra que respostas
Se tudo fala por nós
a estrada nos segue
Somos raios Intensos
Todo amor sera intruso
se o nosso reinar
Matizando o corpo
Com alma sol e luar
Procure em meu olhar
O rastro das estrelas
O arco íris e todo brilho
Um amor que nada desfaz
Sou tua alma...Você meu luar
Em camadas e sabores...
Esse pacto assim nos faz..
Belos intocáveis vorazes...
Prece
Permita-me ser o sol com sua luz forte,
Iluminando todos os recantos da Terra,
Rompendo o medo da eterna noite...
Caso eu não possa ser o sol,
Que eu seja então a estrela distante com sua luz fraca,
Indicando o caminho aos eternos viajantes,
Ofertando o merecido descanso...
Caso eu não possa ser a estrela distante,
Que eu seja então uma lâmpada com sua luz incandescente,
Iluminando as várias moradas,
Não diferenciando o Palácio do Tugúrio...
Caso eu não possa ser uma lâmpada,
Que eu seja então uma vela com sua luz trêmula,
Iluminando o olhar do velho homem,
Acabando com a tristeza da escuridão...
Caso eu não possa ser a vela,
Que eu seja então um fósforo com sua luz efêmera,
Queimando-se para iluminar,
O objetivo de se estar aceso...
Caso não possa ser o fósforo,
Que eu seja então o simples vaga-lume com sua luz inconstante,
Sinalizando num voo embriagado,
A coragem de penetrar na noite eterna...
Caso eu não possa ser o simples vaga-lume,
Que eu tenha então apenas o brilho do olhar
De um homem que ainda sonha.
Me lembro de como me olhava,
dos seus olhos castanhos escuros,
como um pôr do sol no fim da tarde.
Me lembro das suas caricias sem jeito.
Me lembro do seu beijo intenso.
Me lembro de como nos abraçavamos.
Escrevo nesses versos,
a nossa paixão,
para nunca esquecer que existiram,
para que possamos lembrar.
E nunca aceitar o menos que isso de um outro alguém.
Hoje 4 dias após sua escolha,
e sigo amargamente a minha.
Queria que ficasse,
mas quis ir embora,
não pude faze-lo ficar.
Nunca escrevi sobre o mar;
Nunca escrevi sobre o sol e nem a terra
Nunca escrevi sobre oq eu gosto de verdade
Acho que eu nunca fui eu mesma,
Talvez eu acabei deixando o que eu mais gostava para trás e perdido a pessoa que Eu queria ser quando crescesse
Eu nao queria ser um astronauta, atriz, modelo ou veterinária
Eu queria ser tudo o que eu nao sou hoje, ser algo q eu me orgulho
Quando criança pensava que seria alguém doce que todos gostavam e que escrevia sobre os mares e o sol ardente e as terras desconhecidas
No final virem alguém amargurada que poucas pessoas suportam e que nunca teve a coragem para escrever as maiores aventuras de todas e publicar ou participar de um simples concurso de poesia
Talvez eu ainda pudesse tentar
e dessa vez, deixar o sol entrar
sentir a terra sob meus pés machucados, e nela, os sonhos que deixei guardados e somente dessa vez não deixar o mar me levar para dentro da sua profundidade sem fim
Samba / Canção
Sol
Esse choro que o mundo não vê
Pinga dentro de mim e faz eco
É a chuva que rega meu ser, o solo de um coração infértil
Então o sol, noutro dia vem
Arde minha vista em beleza, e eu choro pra fora também
Deixa pingar, toda chuva que há em você
E que pingue pra fora, para os lábios regar e o sorriso florescer
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar.
O dia com sol é lindo, mas prazerosa é a chuva que sacia nossa sede.
O calor é maravilhoso, mas os dias fios nos permitem a abraçar com maior frequência e nos faz sentir o calor humano.
A vida é boa, mas temos momentos que nos faz desejar não mais existir.
Enfim, vamos em frente. Também pudera, quem é que pode no tempo retroceder?
Vamos viver, porque cedo ou tarde a este mundo não mais iremos pertencer.
Vestígios de Nós
Havia sol nos teus olhos,
mesmo quando o céu desabava.
Teu riso era abrigo,
onde minha dor se calava.
Andávamos entre promessas
com a leveza dos que acreditam.
Mãos dadas, almas nuas,
no silêncio em que os corações gritam.
Mas o tempo, esse ladrão discreto,
roubou os minutos mais doces.
E o que era eterno em nós
se perdeu em caminhos tão tolos.
Guardei tuas cartas no peito,
com cheiro de tardes antigas.
E às vezes, sem que eu queira,
meus sonhos ainda te digam.
Não por falta de amor,
mas por excesso de destino,
fomos dois versos soltos,
no meio de um mesmo hino.
Hoje, te vejo nas esquinas
onde a memória se esconde.
E amo o que fomos um dia,
com a ternura de quem não responde.
Porque amar também é deixar,
e seguir com cicatrizes sutis.
Alguns amores não ficam…
mas permanecem — e nos fazem mais gentis.
romance a esperança
A cada amanhecer, um novo convite,
O sol que surge, um traço de luz que se projeta.
No peito, a esperança que insiste,
Renova a alma, a vida que se completa.
Com passos firmes, sem jamais desistir,
A entrega pessoal, um dom que se irradia.
Dia após dia, o verbo é persistir,
Na teia do tempo, tecendo nova melodia.
Obstáculos se erguem, sombras podem surgir,
Mas a força interna não se abate, não se finda.
Com fé no amanhã, seguimos a sorrir,
Pois a cada dia, a vitória nos aguarda e nos brinda.
Que a esperança seja farol a guiar,
E a entrega a certeza de um caminho.
Dia após dia, um novo recomeçar,
Plantando sementes, colhendo o carinho.
Denise
Denise nasceu em fevereiro,
no dezessete que o sol sorriu,
traz na gargalhada gostosa
a alegria que o mundo ouviu.
Tem um coração enorme,
onde cabe mais do que se vê,
e uma empatia sem medida
que ensina o mundo a sentir e a ser.
Denise é luz em forma de gente,
é abraço que sabe chegar,
um jeito raro e bonito
de amar, cuidar e espalhar.
O Sol arrebenta n’aurora num buquê de rebeldia no céu
Verdes um pote de mel derramado sobre o dia dourado?
Adocica o ar e intoxica de beleza por todos os lados
Não há movimento só mutação, só o Sol, só o Sal da terra
Imóveis as folhas das palmeiras não percebem o vento...
São luzidas no silêncio que veem bem no altíssimo
Contemplo o Verbo nas verduras estampadas
Inspiram-me ternura por todos os líricos cardiais
Enquanto o vento estagnado deita á superfície mundana
Há colmeias nas telhas molhadas de orvalho noturno
A poesia é gritante (ré)bela a vida é inocente é do Uno
Ah!...A culpa é das abelhas que é puro doce por dentro
M’eu lilás qual a flor da verbena me apoema em Paz.
""FIDELIDADE""
O cardeal lá da colina...
Abre asas sobre nós
quando o sol descortina
felicidade se arrima entre aspas
tanto nos foge como abrange
o pensamento de nós
Vai das entranhas ás falanges
e voa feitas as aves de rapina...
Mas feito o galo da campina
e o pintassilgo lá longe...
Nos encanta...
Entorpece em clorofílica
numa poesia à beira etílica
em verdade com fidelidade
fidedigna da tinta acrílica
da poesia exposta
da lírica artista que amostra
a natureza que pinta.
O Sol Me Diz Poetisa
Sinta a brisa... Há intenção no ar...
Tocar os lábios de um poema beijar...
Respirar o branco daquela nuvem de pluma
Pairar nos ramos gatuna, despida, vestida d’puma...
Tigresa acesa avermelhada pardacenta...
Felina, aflita, caçada ciumenta e sedenta...
Gata atenciosa desatenta aos pudores audaciosa
Uma onça pintada com batom purpúreo calorosa...
Maturada, amada n’alvorada elegante...
Louco é o desejo da silhueta e boca minguante
Acolhida feito pedra escolhida em xeque mate
O feitiço vem do trilho do raio do sol escarlate...
Abre os olhos e descortina aproxima há lágrima virginal...
O coração parte ao meio como um cristal no centro
Transborda em amor ás bordas ás beirada por dentro...
Integralmente há sintonia poesia emocional...
Há tempestade a saudade invade intensa transita
Transmutam labuta os sentimentos de ternura
O sol feliz diz bravura respira inspira loucura...
Valoriza poetiza e a poetisa entende estende escrita...
Espanta-se se encanta com o amor que expande...
Acorda concorda alimenta o fogo abrasa e acende
Diz o pecado é original a maçã simbiótica carnal...
Ar singular dita poesia e a magia do poema sem plural
O verbo me despoetiza... O sol diz poetisa...
Potencializa faz calor, faz amor sinta a brisa...
Avisa que o dia começou e poetiza..
Sol e a Lua
Se pergunte meu
querido e minha querida, qual é melhor, um papel de figurante na guerra ou um papel principal em uma cela?!
Todo dia que levanto para lutar e me deito ao por do sol, me repousando em derrota. Vivendo nesse ciclo vicioso entre granizo, me alimentando de dor e tristeza. Mesmo que eu queira sair disso não consigo, porque o vicio da lua e maior do que a minha alma. Alguns nasceram para ser como o Sol e brilhar intensamente, outros para ser a Lua, sem brilho próprio, vivendo a margem da dor.
NUNca fOI pOR amOR
cabelo de fogo, pele de avelã,
sol tímido no início da manhã.
e sempre foi assim,
a gente correndo por esse inferno
sem olhar para trás,
pois lá pode ter algo que te faça voltar,
eu sei que você é capaz.
hotter than hell,
a fórmula perfeita para correr nesse céu.
que levante a mão aquele que já sofreu.
por todos esses anos que você temeu
com quem nada vai te acrescentar,
prazer, sou o seu desejo na cama e no altar.
qualquer dia contigo vai ser desculpa para te incendiar.
já queimamos aquele papel,
quero te reconstruir nesse quarto de hotel.
você merece voltar a si,
há quanto tempo não se sente livre para ser quem você é?
não se perca mais uma vez pela sua fé.
agradeça por escolher quantas vidas vai viver,
pois do que adianta estar em um só mundo
se nos outros você ainda pode se refazer?
somos desprendidos,
voamos alto para esquecer de tudo o que já nos proibiram.
aprenda comigo:
não fuja do perigoso, seja o perigo.
eles vivem presos em suas próprias mentes
sem conhecer a liberdade,
mas sempre quando julgarem nesse mundo moderno,
avise que são eles que irão queimar no inferno.
incendeia, queima, acende.
ouvi dizer que nem o sol é tão quente quanto seu olhar
e que a tua luz nem se aproxima daquele cintilar.
deixa o teu corpo esquentar,
sentir o calor, energizar.
o seu poder nunca vai acabar.
o tempo não apaga suas marcas,
suas fases não mudam nada
mas sei que um dia, você há de esfriar
e se perder para me (in)felicitar.
ah, te amar...
é como te procurar na luz do luar
sem esperança alguma de achar.
enxergo dentro de ti, um olhar penetrante
que cerca, vai avante.
onde se sente em casa deixando livre a sua alma.
se joga, se liberta.
espalha teu calor, o amargo sabor do teu corpo em chamas.
o interior exala um aroma alcóolico
o exterior é combustão.
soube aproveitar a costela de adão.
na fumaça do teu fogo
já não consigo mais respirar,
me prende para depois não saber soltar.
entenda, você não sabe amar outro alguém.
foi como virar um hospedeiro de sua lesma,
um dia você vai entender quando te disse
que você só sabe amar você mesma.
vejo que o caos acabou.
o céu abriu, o sol sorriu.
até os pássaros comemoram a vida.
desci para ver o que aconteceu.
finalmente, sinto que posso ser eu.
espero que dessa vez,
pessoas não magoem e o mundo perdõe
pelos ocorridos passados, que as lágrimas
consertem os corações quebrados.
meu quadrado, meu espaço, meu começo, meu hiato.
logo eu que quero ser um treinador nato.
o sol nasce lá fora, mas a lua insiste em estar cheia
e logo, me surge uma figura escondida no fundo desse mar de areia:
eu não sabia que estava o esperando tanto,
até ele surgir por encanto.
notei que leva tempo mas o tempo sempre leva
e tudo aparece quando deve aparecer.
era alto, esbelto, carregando um pedaço do que já fora um ser.
duvido de sua definição:
da mesma forma que me assusta, me parece ser familiar.
me acobertar ou tirar minha paz?
assim como tudo que me aparece, tenho um pé atrás.
me contara que há três coisas não podem ser escondidas por muito tempo:
o sol, a lua e a verdade; assim como dizia Buda.
na boca, carregava a cabeça de uma chamada (mEdU)sa,
aquela que seus cabelos de cobra sussuravam palavras confusas
a cada infiel que seu olhar penetrante abusa.
era dela que eu tinha medo,
pois derrotava a cada idiota que invente,
mas o medo sempre foi um produto da minha mente.
parece que tudo acabou.
nele depositei minha confiança leal,
hoje sou livre de qualquer veneno letal
e esse ser me prometeu que me levaria para qualquer lugar, seja bom ou seja mal.
irei confiar, não tenho escolha.
ninguém me ensinou o caminho,
ninguém me disse como vivem os do mundo real,
então que me guiem, mesmo sendo fatal.
Eclesiastes 1.14
Atentei para todas as obras feitas debaixo do sol,
e eis que tudo era vaidade e aflição do espírito,
Falei ao meu coração dizendo: sim, me engrandeci realmente,
permiti ao meu coração conhecer a grandeza, a loucura e o devaneio,
e percebi que isso também era aflição de espírito
Pois em muita sabedoria habita muito sofrer
e o que aumenta o saber, aumenta a tristeza.
Andando por essa cidade
Enquanto o sol adormecia
Na madrugada serena estive
Esperando amanhecer o dia
Não vejo janelas por aí acesas
Carros mal passam por mim
Poetas bêbados em praças
E eu ainda pensando em ti
O mundo se acalma de noite
Não canso de ficar sem dormir
Pois a vida acontece no silêncio
Não preciso do sol pra sorrir
Se eu pudesse ser um morcego
Pra voar pela beleza da escuridão
Entraria por sua janela não acesa
Sugar todo rancor de seu coração
Ser um daqueles poetas de praça
Viver bêbado de tristeza e solidão
Pra que adormecesse no banco
Sonhar com toda minha desilusão
O mundo se acalma de noite
Não canso de ficar sem dormir
Pois a vida acontece no silêncio
Não preciso do sol pra sorrir.
Ah, se pudéssemos manter o silêncio do final da tarde
Com o sol se espalhando pelas copas das árvores,
Se pudéssemos absorver a doçura, a magia
Quando o céu está chorando e os ventos falam de amor
Fazendo as folhas das árvores dançarem.
À tarde eu libero meus pensamentos no ar
E minha imaginação voa com a noite para me apresentar.
Os pássaros voam,
O vento sopra as folhas e as faz flutuar
Com os raios de sol do fim da tarde brincando
Suavemente na superfície de tudo ao nosso redor
E eu vejo o amor quando abro meus olhos só para te encontrar.
