Texto Sobre Silêncio
A (in)felicidade de ser MULHER!
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No mundo real (próximo ou distante da realidade de muit(os) ou apenas de seus olhos) existem mulheres ditas “fortes”; “frias”; “brutas”; “duras”, etc.
Mulheres que, como regra, desde pequenas foram OBRIGADAS a pular etapas, engolir o choro e ser adultas. A amar como der ou o que der.
Mulheres que tendem a abraçar o mundo. Que assumem diversas responsabilidades. Que nas mesmas 24h de todos precisam encontrar tempo para cuidar da vida profissional, pessoal, dos filhos, do próprio psicológico, do corpo e ainda manter alguma vida social.
Mulheres que tem 1 emprego formal e outros tantos informais.
Meninas, que apesar de ouvirem diariamente “você precisa desacelerar”, “você precisa pensar mais em si”, e outros tantos “você precisa”; entenderam que a vida de quem precisa encarar a VIDA REAL, sem o respaldo de uma herança confortável ou simplesmente não se encontram sob as asas de alguém.
Mulheres que mesmo se bastando e se bancando, se julgam se em um momento de exaustão são freadas por um adoecimento. Ou simplesmente se culpam por um simples cochilar no meio da tarde. Afinal, aprenderam que se deve “produzir enquanto eles dormem”.
Eles? Eles quem?
Aqueles que as tornam seres irreais? Aqueles que não as enxergam de verdade?
Aqueles que as tornam invisíveis dentro de seus próprios lares, lembrando-lhes apenas quando são necessárias ( família; filhos; marido; amigos)?.
Essas mulheres, meu caro, apesar de exaustas,compreenderam o melhor da vida: que a FELICIDADE de ser quem são está exatamente nas pequenas e verdadeiras coisas que poucos enxergam.
A felicidade delas está em ver a conquista de um grande amigo; no abraço sincero do filho; no elogio em um dia qualquer; no abraço apertado de uma amiga que precede a frase “eu estou aqui e COM VOCÊ”. Está em um bate papo com os amigos. No apreciar a lua, a chuva. Em receber um bilhetinho carinhoso. Na reciprocidade das relações sem interesse. No respeito e atenção que não precisam ser exigidos ou ensinados.
A felicidade dessas mulheres está , principalmente, em saber que apesar de tudo e de muitas vezes serem apenas elas, elas SÃO CAPAZES DO INIMAGINÁVEL!
E elas SÃO! Apenas SÃO
Silêncio
Há sabedoria no silêncio das pedras, No murmúrio quieto do rio que passa. Não falam as árvores, e ainda assim conhecem os segredos da terra e do vento.
O silêncio do campo é cheio de respostas, Que as palavras não conseguem dizer. A brisa suave que toca a face, Diz mais do que qualquer voz humana.
Vejo a verdade na luz da manhã, No balançar das folhas ao sol. Tudo fala sem palavras, Tudo responde sem perguntar.
Há um entendimento profundo No simples ato de não falar. O silêncio é a resposta mais pura, Que a natureza nos oferece sem cessar.
Quando me calo, ouço o mundo, E nele encontro a paz que as palavras perdem. No silêncio há uma sabedoria tão profunda, Que transforma o vazio em plenitude.
Aquieto-me na sombra das árvores, E deixo que o silêncio me ensine. Pois há mais verdade na quietude, Do que na língua bífida da humanidade.
Tem gente que precisa tentar convencer a todos de que está certo, necessita de aprovação, grita, se julga melhor, no fundo está desesperada pela incapacidade que seus atos tem de comprovar o que se tenta provar.
O pior que nem está tentando provar para para os outros, a maioria das vezes é para si mesmo, nunca é para fora, sempre é para si mesmo, os de fora são só o reflexo.
A paz reside no silêncio, o juíz é Deus, eu posso não concordar e condenar mas a graça de Jesus não depende da minha aceitação.
Depois do Silêncio
Depois que a última nota calar,
Na quietude que fica no ar,
Há um espaço que se desdobra,
Um mundo inteiro a se revelar.
O silêncio é como um abraço,
Que envolve e acolhe, suave,
Depois do canto, do riso, do traço,
Um momento de paz se abre.
Depois do olhar que se perde,
Na imensidão de um horizonte,
Há uma promessa que cede,
A um sonho, a um novo monte.
Depois do amor, a saudade,
Um doce pesar no peito,
Recordações e vontades,
De um tempo que foi perfeito.
Depois da noite, a alvorada,
Depois da chuva, o verão,
E assim, a vida é moldada,
Entre o antes e o depois, a canção.
E no silêncio que se instala,
Depois que tudo se vai,
Há uma força que não cala,
Um renascer que nunca cai.
Oferta
Apareço do nada e na hora em que você precisa.
Eu sou o que te dá o descanso.
Eu sou o que te ensina o avanço.
E, o que te traz sabedoria.
Também sou uma espécie de mercadoria.
Eu sou o que te dá retorno.
Eu sou o que te livra do transtorno.
Eu sou o que na hora da calma transforma sua alma.
Eu sou o que te dá forças pra pensar.
Eu sou um modo de analisar e escutar.
Eu sou o método decisivo pra você entender.
Pois, eu ofereço o jeito novo de aprender.
Eu sou a música perfeita para seus ouvidos.
Eu sou o acúmulo dos anos vividos.
Aquele que deixa você chorar sem medo.
Eu sou um cara legal que tira seu peso.
Eu sou quem mais te deseja na sua loucura.
Também sou aquele que você mais procura.
Eu sou sua descoberta incrível.
Tanto que me considero uma oferta imperdível.
Lembre-se que quando você pirar serei o único que vai te aguentar.
Entre! Me chamo Silêncio.
O silêncio se faz necessário.
Tanto tumulto, tanta correria que nós esquecemos que existe o silêncio, nos esquecemos que podemos nos voltar para dentro de nosso ser e assim nos prendemos do lado de fora, no meio da multidão, do barulho, do sistema, da rotina.
E é por isso que o silêncio se faz necessário, o silêncio nos leva para dentro e nos faz encontrar com o nosso eu, e tendo um encontro face a face somos obrigados a lutar com o nossos medos e nossos anseios, o silêncio nos faz mais fortes, ele faz o eu ser mais pessoal, sonhador...
Pois é no encontro da pessoalidade que nos tornamos o que somos. O indivíduo único.
O Silêncio dos excluídos,
Você já parou para ouvir o silêncio dos excluídos?
Já ouviu as suas histórias, angústias, medis e decepções?
O silêncio dos excluídos doe, fere, rasga e dilacera a alma findando a autoestima.
Silêncios e as vezes sussurros, com histórias que tem muitas vezes pontos de partidas em comum...
Se você nunca ouviu, então pare e dê o que é mais precioso ou seja uma parte do seu tempo, para ouvir o silêncio dos excluídos...
Vivemos tempos de sombras densas, onde o silêncio se faz refúgio e a palavra, um risco. A polarização ergue muros invisíveis, transformando o espaço comum num campo minado, onde cada sílaba pode desencadear tempestades. A liberdade de dizer torna-se miragem, ofuscada pela luz cortante da ofensa fácil.
Já não se pode abrir a boca sem que o ar se torne pesado, sem que as palavras sejam distorcidas, mal entendidas, censuradas. O diálogo, esse fio frágil que nos liga, estica-se até quase romper, ameaçado pela intolerância travestida de zelo. A palavra "tolerância" soa como uma piada amarga, dissipada no vento.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
A revolução necessária não brotará dos campos férteis; precisa de um terreno mais árido, onde as mentalidades sejam forçadas a mudar. Promessas de liberdade, por vezes, tornam-se prisões de benevolência, incapazes de curar as feridas que se agravam nas sombras do ressentimento.
No entanto, é preciso lembrar: a verdadeira mudança exige sacrifícios além das escolhas fáceis. É preciso confrontar a feiura que evitamos, a dureza das verdades que recusamos. Precisamos de uma revolução de mentalidades, um despertar que não virá sem dor, sem ruptura.
Nas fissuras da polarização, o ódio e a vitimização germinam, sufocando a esperança. Mas talvez, nas ruínas do diálogo, possamos encontrar a semente de uma nova compreensão, forjada no fogo da necessidade.
A liberdade, essa ave ferida, não alçará voo sem luta. E nós, perdidos entre sombras, devemos decidir: permanecer na escuridão confortável ou enfrentar a revolução que os tempos exigem.
A ajuda é como a luz do sol que não escolhe onde brilhar. Há um silêncio profundo que pulsa em cada gesto, uma mão estendida sem esperar outra. Na alma do vento há um sussurro antigo que fala de quem planta tâmaras, sabendo que nunca colherá os frutos. Na dádiva, encontra-se a essência, mesmo sabendo que o eco pode ser silêncio.
Mas a sabedoria murmura suavemente: a bondade não deve ser cega; deve ser iluminada pelo entendimento das circunstâncias. A verdadeira compaixão não se resume a atender cegamente cada pedido, mas a encontrar maneiras de ser útil sem causar dano a si mesmo.
Neste caminho de sombras e luz, o coração faz-se terra fértil, e cada ato de bondade é uma estrela que nasce, mesmo que só para iluminar a escuridão de um instante. Porque a grandeza reside na simplicidade de fazer o bem, sem perguntar o porquê, e na sabedoria de proteger-se para continuar a ajudar.
Navegaste para o Oriente Eterno,
onde a luz resplandece e o mar do tempo encontra o infinito.
Descansa em paz, na serenidade da eternidade,
onde o silêncio abraça a tranquilidade e a memória se eterniza.
Em teu descanso, a viagem se completa,
o horizonte se alarga e a paz se faz presente.
No infinito, a luz guia tua jornada,
onde a calma e o repouso são eternos companheiros.
DE SILÊNCIO EM SILÊNCIO
No silêncio se custará
Até que nossa vida fique madura
O Sorriso do silêncio
É o que é mais intenso
O Silêncio é Deserto
Mais você aprende ficar esperto
Quando busco Santidade
Deus ensina Maturidade
No silêncio a realidade é difícil
Para suportar o próximo estágio
A herança é muito grande
Por isso te prepara para cada instante
No silêncio aprende o que é amor
Para não se corromper no meio da dor
A esperança que me espera
A Vida se torna mais Bela
Luz alquebrada
Eis que uma luz plena de esperança
Emergindo do monte assim de repente
Trouxe consigo uma voz, uma lembrança
A primavera chegará, rapidamente!
Neste sussurro silêncioso que lavra
Onde, quase tudo o vento levou...
Veio um sonho que não tinha passos
Abeirou-se do mal... e o derrubou !
Haja fé...
-- josecerejeirafontes
EU DEVIA APRENDER A ME CALAR!
Hoje foi um começo. Sofri, mas creio em algum reflexivo resultado inicial. Por mais de cinco vezes, eu percebi que não deixava a minha sócia de existência encerrar um pensamento. Eu acobertava o pensamento dela com o meu. Ela falava. Eu interrompia. Ela falava; eu interrompia. Ela falava, eu interrompia. Ela falava eu interrompia. Ela falarrompia...
O machismo estrutural afeta o nosso psicológico. E isso é forte em mim. Venho enfrentando esse meu comportamento em prol do respeito humano. Eu achava que respeitava bastante, até porque fui “menino criado com vó”, e ela me ensinou a respeitar as mulheres no sentido de assédio e abuso, sexualmente falando. Porém, com o tempo, aprendi que há outros tipos de assédio e abuso.
Ao interromper uma linha de raciocínio, estou praticando abuso. Ao me achar mais inteligente em detrimento de outrem, estou praticando assédio. Esses comportamentos são tenebrosos, infelizes e não nos fazem evoluir, pois realizam a manutenção de uma pseudoautoridade e um real autoritarismo de um “status quo” machista.
A cultura e as relações com o meio, enquanto linguagem, acabam definindo pontos de vista nocivos, sem que paremos para refletir sobre a coerência dos aprendizados embutidos em nossos campos do conhecimento. Pedrinhas confundem-se com sementes, dado nada vicejar nesses terrenos do discernimento ativo. Apenas aceitamos como verdade e pronto.
“E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” Isso consta na Bíblia, em 1Tímoteo 2:14. A mulher, pelo que parece, transgrediu, porque foi enganada. Então, se um estelionatário me enganar, eu não sou vítima dele, mas comparsa ou cúmplice na transgressão, na infração, na violação da lei?
Em 1Timóteo 2:11-15, “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio”. Talvez, em razão de ensinamentos como esse, não tenhamos uma papisa, uma rabina ou uma aiatolá. Ou seja, os líderes máximos das religiões abraâmicas (judaísmo, cristianismo e islamismo) são homens.
Vocês podem rebater imediatamente dizendo que tais sentenças são coisas do passado. Mas o que dizer do que ocorreu em fevereiro deste ano (2021), quando Yoshiro Mori, presidente do comitê olímpico de Tóquio, disse que mulheres “têm dificuldades em ser concisas. (...) Se uma levanta a mão (para falar), as outras acham que também devem se expressar. É por isso que todas acabam falando”. Ele ainda deixou claro que o comportamento das mulheres, nesse sentido, era “irritante”. Com essas declarações, Mori recebeu duras críticas veiculadas na mídia. Ele, então, retratou-se e renunciou ao cargo. Agora é ex.
Nós, homens, em uma parte expressiva, não nos damos conta do que fazemos com as mulheres quando sem perceber lhe cerceamos a fala e nos colocamos num degrau acima.
Aliás, o ato de um homem, de forma desnecessária, interromper a fala de uma mulher tem nome: MANTERRUPTING, neologismo criado pela jornalista Jessica Bennett. Outra situação que passa despercebida ocorre quando uma mulher já explicou algo, e o homem explica de novo, como se ela não tivesse condições de ser clara ou concisa, o que pode criar um embaraço, um mal-estar ou um constrangimento. O nome disso é MANSPLAINING, termo inspirado pela americana Rebecca Solnit.
E é isso, gente!
Eu preciso terminar aqui, porque – que bom! – a minha amada está me chamando e estou ansioso para ouvir tudo o que ela tem a me dizer.
Sem interromper, aprendendo a me calar. Abrir a boca então? Só para amar!
Várias definições
Vários significados
Saber ouvir, saber calar...
Silêncio pra meditar
Silenciar e pensar duas vezes antes de falar
Silêncio pra responder
O que a razão quer te dizer e o coração não quer aceitar
Privação dos fracos
Manifestação dos pensamentos
É preciso escutar o silêncio
O silêncio
Silêncio
(...)
O PENSAMENTO É O FALAR EM SILÊNCIO
O pensamento é o falar em silêncio,
O grito com prudência,
A calma com coerência,
É o calar-se mesmo querendo gritar...
Já voei bem alto no meu silêncio,
Já naveguei mares raivosos com a bússola do meu silêncio.
Já fui, por vezes, silenciado no alheio silêncio,
Embriaguei-me, por vezes, por não ouvir o meu silêncio...
O silêncio do pensamento
Pode ser tempo e contratempo,
O tormento e lamento,
O respeito e crescimento.
Já disse tanta coisa no meu silêncio, só,
Até meus ouvidos se fecharem de dó.
Já cantei em público, a música que sonhei,
Já fui Dom Juan, já fui Deus e já fui Rei.
No silêncio do pensamento, a alma exorta,
O coração conforta.
Fecha a tranca por dentro da porta,
O discurso é interno. O que vem de fora, não importa...
O silêncio eleva e transforma,
É meditação e reforma,
Tempera e contorna,
Protege-nos do que está dentro e está fora.
Tem o silêncio do medo,
O fugir pra dentro, degredo,
Vem do apontar o dedo, a palma da mão,
É a bala de hortelã transformando-se em bala de canhão.
Há o silêncio da depressão,
Que destrói e aniquila a compreensão.
É o fechar em copas, sem noção.
O amor é o remédio, cura a alma e o coração.
O pensar alto tem caminhos inversos,
É um poema que falta leveza em seus versos.
São contos de dilemas perversos,
Verbos rimados em ritmos controversos.
O pensamento pode abrir caminhos ou fechar fronteiras,
Se for ruim, varre-o com a sujeira,
Se for bom, ajeite-o na prateleira.
Abuse das virtudes, acalme-se!
Faça da Justiça, sua inseparável companheira.
O silêncio é virtude,
Faça o certo, mesmo que destino mude.
Élcio José Martins
Fluir com a vida não é só movimento, como muitos acreditam. Pelo contrário, muitas vezes o fluir é a pausa, é a aceitação da dor em silêncio, pra entender o que ela veio dizer. Deixe o Espírito Santo lhe ensinar e revelar o que precisa ser corrigido. Não fuja da dor, agradeça, eleve aos céus a sua oração, porque destas dores sairão a vitória para nova fase em sua vida.
As pessoas tem mania de achar que quando passamos por dor é porque Deus está punindo, na verdade Deus está nos corrigindo. ELE tem amor por cada criatura d'ELE, mas por causa da Sua Justiça, vai colocar tudo no lugar.
Ele.é o dono da vida e, usa do recurso que acha conveniente, para que cada filho seu possa despertar e ter acesso ao seu plano divino.
Sei,
Bem sei,
Perfeição não mora em mim,
Eu calo demais,
Tenho minha paz,
Mesmo em meio o caos,
Nada tenho à oferecer,
Além do meu viver calmo,
Que te acalma,
Além da Alma,
Eu vim trazer-te um pouco de silêncio,
Ao seu grito de socorro,
Um jeito,
De mudar seu jeito,
Cheio,
Em meio ao vazio,
Do Universo do seu ser,
Onde eu admiro cada estrela,
No planeta do seu corpo,
Em forma de pintas,
Aprecio cada uma delas,
Cada toque,
Cada pedaço,
Todo seu cheiro,
Que me entorpece,
Enaltece,
Mergulhando-me,
Cada dia mais no teu Universo,
Universo de Alma,
Universo paralelo,
Psicodélicamente em cores,
Sabores,
Suspiros,
Entre gritos, silêncio, beijos, suspiros e defeitos,
A gente se embala,
Se orienta,
Se aguenta,
Até que tudo vira música,
Uma linda canção de Amor.
Silêncio noturno
Viajando no silêncio noturno, no barulho dos gritos, na quietude de vozes, pensando da vida quem foram meus algozes, tento enxergar virtudes e dar vida a auto estima, a quem interessa esse clima!
Pois bem meu caro cada desabafo de um coração é uma partilha da emoção e essa minha fala, talvez é a voz que em você cala por cada decepção, ou não, talvez seja nostalgia por toda alegria naquela carruagem capenga, que não faltou merenda da própria alegria. Enfim esse silêncio fala muito, tic tac a todo instante, o processo vida é desgastante, radiante, se importa faz se importante, o amanhã não é como antes, do pouco que sei, produto do meio que não é o bastante.
Giovane Silva Santos
DE(EUS) PARA DEUS
O encontro se dá a partir da fagulha ora evocada. Muitas chamas acesas em prol da emissão de luzes que brilhará cada vez mais à medida que forem se conectando à outras chamas. As sombras são os reflexos dessas luzes. Há intensas rajadas de labaredas ateando fogo no interior ainda não habitado. De mansinho, sussurrando como o soprar do vento, consigo vislumbrar o brilho de uma dessas chamas. Não a conhecia ainda, ela se mostrou a mim assim como o nascer do sol: pouco ao pouco foi surgindo e me enlaçando com o seu brilho encantador. Muitas labaredas bailavam no ar, cada uma com o seu jeito de ser, com uma história para contar, com uma situação fortuita, com desejos e vontades, com muitos sonhos de brilhar cada vez mais em cada escuridão que se fizer presente. Cada sombra dizia algo, que carecia de luz. Cada sombra era um eu inexplorado, um eu não habitado, um eu não vivido, um eu que ainda não brilhou, que não foi luz. A sombra vai tomando forma à medida que ela se expõe a luz das chamas. Junta-se os eu(s) e, por conseguinte, a luz maior contempla tudo de longe e em silêncio. O silêncio permite que as chamas aumentem cada vez mais e, com isso, a luz torna-se cada vez mais reluzente. A luz maior é Deus me mostrando cada eu que está ali na penumbra do fogo, da luz. Como fagulha, eu nasci; cresci e fogo me tornei. Como fogo, consigo iluminar outras sombras, consigo produzir o reflexo que brilhará nos escuros que pairam em outros eu(s), nos outros eu(s). Deus não precisa falar nada quando Ele está em silêncio me dando o poder para ser luz, para brilhar. O meu brilho, é o brilho de Deus, é a chama que me foi dada para ser luz por onde eu passar. Pelo escuro, eu trilho e, por fim, eu brilho como nunca!
A controvérsia do mal
O barulho que o silêncio faz é ensurdecedor.
A alegria que a tristeza sente ao nos dominar é aterrorizante.
A coragem que o medo tem de nos enfrentar é desesperador.
O alívio que o sufoco sente ao nos tomar é agonizante.
O paralelo da morte é lancinante no escuro das incertezas.
O cheiro que fica no ar após um massacre de dúvidas é agonizante.
A escuridão do mundo aquece o instinto mórbido do mal.
O esquecimento é tão triste quanto a morte estando vivo.
O desejo veemente de alívio e paz, nos leva a caminhos que nenhuma luz é capaz de alumiar.
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