Texto Sobre Silêncio
ANTES DE PARTIR VIVA...
Não troque a beleza e a singeleza da simplicidade e do silêncio pelos discursos rebuscados sobre a suposta maneira de ver a importância da vida, pois tudo debaixo do sol é vaidade.
A mente por si só já é barulhenta, te condena e te cobra à todo momento, pois a mente vive ansiosa por sensações de prazer, ela só busca satisfação, e quando as coisas não vão bem a mente se torna um inimigo contra a paz interior.
JESUS ensinou em Matheus 6. vs 25, sobre como olhar a vida e vive-la plenamente desapegado das preocupações, e ver a vida como um espetáculo aos próprios olhos, sem sentir os efeitos do mundo agressor.
Em 1°Pedro 3 vs 3 e 4, você é levado à uma reflexão profunda sobre sua vida.
Enfim, a ansiedade, preocupação e toda sorte de emoções, podem ser dominadas por você, basta abandonar seus velhos hábitos e ser humilde para querer mudar.
Separe o joio do trigo, cuide de buscar auxílio em Deus e a partir daí, veja o espetáculo da sua vida acontecendo como nunca antes.
Tudo para honra e glória do SENHOR JESUS.
Leiam os versículos que mencionei acima, em sua bíblia.
A inteligência emocional também passa pela estrutura espiritual, e não só pela estrutura intelectual da filosofia, psicologia e neurociência como muitos já me perguntaram outrora.
A vida é viver esse momento único com imparcialidade, livre dos infortúnios, e ainda que sinta as dores, sinta com aceitação no sentido de discernir que tudo terá sempre um ciclo, tudo um dia passa...
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
A SANIDADE DO AMOR
São poemas...
Nossas juras de amor,
feitas no silêncio pelo olhar...
São dilemas!
As páginas ternas e eternas,
marcados de um livro milenar.
São poemas!
A pena que desliza no papel,
tentando compreender a saudade
que paira no teu céu quando procuras
nas estrelas, o meu olhar.
São poemas...
Essa insanidade das noites de insônias
buscando a sanidade do amor.
╰★⁑☆⁂╰★╰⁑☆╮☆⁂╰★⁑☆⁂
O silêncio também fala, quando falta sabedoria, o silêncio fala muito!...
O silêncio pode até falar quando as palavras falham, quando as palavras são mal e incompreendidas, mal interpretadas..
O silêncio responde até o que não foi dito. hihihihihi...
╰★⁑☆⁂╰★╰⁑☆╮☆⁂╰★⁑☆⁂
3 Espinhos ao Nascer -
Trouxe 3 espinhos ao nascer:
dor, silêncio e solidão
e quem haveria de dizer
que me ficariam no coração?!
No lado esquerdo da vida
levei a dor por companheira
e foi em cada despedida
que a senti ser mais inteira.
Do silêncio, a horas mortas,
fiz a cama dos meus dias
mudei coisas, fechei portas,
sempre triste, mas sorria.
Do Poeta trouxe a Alma
no meu punho, em minha mão
nunca soube o que é ter calma
nasci filho da solidão.
Lágrima e um verso
Quando no cerrado o silêncio vozeou
De uma solidão, gemendo, todo faceiro
Dentro do coração a dor assim zombou
E ofegou o bafejo do suspiro primeiro
E a sofrença sentiu os olhos rasos d’água
A boca sequiosa, cheia de fel e ardume
Ali brotou a flor da aflição e da mágoa
E no peito, a tristura em alto volume
E no árido chão, por onde ele passava
A desventura espalhava feito sementes
E na terra, o padecer então empoeirava
E germinava com as lágrimas ardentes
Foi então que ali me vi na via dolorosa
Tão chorosa a poesia triste de saudade
Com espinhos e perfume, como a rosa
Num cortejo, fúnebre, sem a felicidade
Enfadando na alma os gritos e soluços
Ia a noite assombrada e não dormida
E os sonhos esfalfantes e de bruços
Avivado, e a tecer a insônia ali na lida
E assim se fez o oráculo sem encanto
E num canto o destino algoz e largado
Entre lamentos e um poetar em pranto
Lágrima e um verso, penoso e chorado
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
18 de novembro de 2019 – Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Você para faz silêncio, olha para mim
E sorri.
Eu consigo ver a paz que você transmite
É tão fácil admitir
Sim, eu consigo me divertir, com você
É tão fácil perceber, quando te olho e, ao mesmo tempo, sorrio
E então eu esqueço dos problemas
E as coisas ruins se tornam tão pequenas
E nos damos tão bem
Mas eu quero que você fique
E preciso que você não se envolva
Coloque sua mão na minha
Vou embora quando eu quiser
E você me abraça
Não me sinto tão cansada
Nem quero voltar pra casa
Palco
Que o silêncio sobre a minha lembrança não se dilua em ausências derramadas,
seja apenas preservada como a única saudade de um coração amigo.
E o tempo, inexistente, nos seja a testemunha muda da minha paixão ferida,
e da minha superação.
Que o outro altar da nossa redenção continue a escancarar a sublimidade
do sentimento humano
e por detrás da coxia nos revele a divindade qual arte que não carece explicação
Que eu te ame, mesmo sem dizê-lo,
e meus olhos te sorriem todas as vezes que encontrarem a ti.
Que o desejo que consumira a minha carne
possa ser comparada ao palco que tem apagada as suas luzes
e apagando consigo a materialidade do espectador, fundi-a
à ilusão de uma nova realidade
dando lugar a novos mundos possíveis
como um último beijo entre dois amantes antes do impensável fim.
Clara Irmã Universal
Clara, tu és espelho onde o Cristo é contemplado
no silêncio fervoroso das irmãs,
virgem prudente que manteve sempre acesa
sua lâmpada de amor e doação.
Dama pobre, tua teimosia foste santa,
em não querer nada além do que supria
mulher forte, de esperanças era prenhe
e às irmãs sororidade infudia.
Mudazinha que Francisco semeou em Damião,
ao seu lado és um ramo valoroso, original
que teu Amado fez crescer qual mãe fecunda em sua casa
e dos Menores, conselheira sem igual.
Ao mundo inteiro, serva amante, teu amor nos clarifica
às exigências do evangelho assumir.
E se no claustro te escondeste toda a vida
ao mundo inteiro o teu brilho reluziu.
Declaro meu amor em silêncio pois clamei ao vento que te amo muito...
O vento respondeu com a tristeza do meu querer ainda meu viver...
Muito além do querer o sentimento contribuir com desapego... Arremeter ao caos que deduzo, para único sentido de te amar. Mesmo que seja meu último suspiro direi que te amo para eternidade.
SILÊNCIO
Noite calada
oculta ou desconhecida
ideias perambulam
não param
aquilo cujo é segredo
ou mistério
nocauteiam com golpes
a inquietude do sigilo
palavras não se formam
domina, repousa
seria silencio ou interrupção
muda o estado
fervilha de hesitação
transcende o corpo
muita além da percepção
a busca de resposta
seja essa a omissão
Dias de lutas, Dias de Glória– Você é um vencedor!
Cresça no silêncio, assim seus adversários não saberão te atacar. Preste atenção, observe, planeje, estabeleça metas, haja com sabedoria, ore, visualize, sonhe, realize!
Hoje é um novo dia, temos uma nova oportunidade, e se você precisa mudar alguma coisa, mude, comece de novo, comece agora, deixe de procrastinar, a vida é feita de recomeços.
Se não for você, quem será?
Conversava a pouco com uma pessoa, fui atende-la numa sessão para mapeamento para um plano de carreira, e comecei a ouvir...
- eu não tenho dinheiro, como vou pagar isso, quanto custa?
- eu não consigo um emprego,
- estou desesperada, sem chão, perdida, não vejo uma luz no fim do túnel
- eu fiz faculdade e ninguém me chama para entrevista....
- Ah Denis, na verdade eu só tenho um limão... este é o resumo da minha vida...
Hummm, pensei e disse a ela Faça uma limonada!
E mais...
- você respira? você ouve? Fala? Sente? Toca? Pensa?
- Você tem poder, isso é uma vitória.
- Pois neste exato momento, tem milhares de pessoas que não podem amarrar seus sapatos, não se alimentam a não ser por um aparelho ou com a ajuda de alguém, não ouvem, não enxergam, não falam, não andam.... por isso e por outras fariam de tudo para estar em seu e no meu lugar.
Que horror Denis....
- Horror fulana, avalie bem o poder que você tem, as possibilidades que estão ao seu redor, eu respeito o seu momento, mas amplie sua visão, foque no que é positivo, busque a Deus, sintonize em outro canal, respire fundo, erga a cabeça, sacode a poeira, faça uma atividade, ore mais, medite, reinvente, crie um plano B, C, D, vai lá e faz acontecer.
Não temos poder para mudar o passado, mas neste presente chamado HOJE, podemos em Deus e com nossas ações definir nosso futuro. O Salmo 2, 8 diz: Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade. É uma promessa, toma posse!
Todos temos uma missão, precisamos vive-la, digo viver o nosso propósito,
- você sabe qual a sua missão,
- você vive o seu propósito?
- Descubra!
Esse é um bom momento para rever suas crenças e identificar o que está te limitando, reflita comigo:
- Você acredita em você?
- No que você acredita?
- Em quem você acredita?
- Quais são os seus valores?
- Quem são os seus relacionamentos?
- Quais são as suas referências de sucesso?
- Quais são as evidências de que você não alcançará o que sonha a anos?
- Quem tem paralisado a sua vida?
Olha só...
jesus venceu no deserto, e adão pecou no paraíso!
Tudo poderia ter sido diferente, se adão tivesse administrado suas emoções, escolhas e sem dúvidas a sua decisão.
As provas virão para todos, a cada etapa da vida seremos provados.
Aprendamos com o Mestre dos mestres como responder aos dias de lutas e provações, e só assim viveremos dias de Glória.
Não importa o que você é eu possamos enfrentar, tudo depende como iremos enfrentar, agir...
E não se esqueça, o que se se foca expande!
Você é um vencedor, Carpe Diem, até o próximo.
Profunda solidão
No silêncio aperta meu coração
Silêncio de luto, silêncio de indecisão
Silêncio de dor, silêncio sem perdão
Silêncio esse que parte meu coração
Desde daquela triste noite de sábado
O abraço, o adeus
O perdão pelas falhas
O fim de laços os quais jamais serão refeitos
E no silêncio da milha verde
Eu caminho devagar
Sem um ombro amigo
Sem alguém para amar
Somente lembrar
Daquele passado de ardor
De sentimento e de calor
E a vida só irá clarear
Quando o sentimento na alma findar
E daquela noite melancólica
Adquiro a minha eterna solidão
Pois nunca a ela retornarei então.
Adágio do Silêncio
Se, um dia, alguém te disser
Que este amor é eterno
Deves logo desdizer
Que não foi mais que inferno.
Diz que nunca houve amor,
Não dormimos em alcova,
Jamais trocámos suor
ou vimos luas, cheia e nova.
Foste, nos meus olhos e alma,
Um adágio silencioso,
Um abjecto belicoso,
sem ternura, paz ou calma.
Foste o leito podre de água,
De coração estagnado,
O vazio, o erro, a mágoa,
O nada deste pecado.
Não serás jamais viola
Que tange nas cordas, vibrante,
Sussurros e gritos de amante -
Apenas ais por esmola.
Este adágio não existe,
Nem sequer é nasciturno,
Pobre acto taciturno,
Sangue sujo que esvaíste.
No silêncio do adágio,
Tentei amar-te, por plágio,
Mas em pranto irrompi,
Perante tal monstro, fugi…
O silêncio é das coisas mais complexas que existem.
Se o usamos de menos, deixamos, por vezes, de alcançar nosso inconsciente, de entender alguns porquês, e ainda podemos machucar pessoas.
Se o usamos demais, podemos mergulhar tão fundo - ao ponto de um afogamento em nós mesmas/os. Podemos nos fechar até não sermos mais acessíveis, e também machucar pessoas.
Enfim, somente uma coisa é certa: entre barulhos e silêncios, a melhor escolha é o equilíbrio.
CREPÚSCULO
Vê-se no silêncio, e vê, pela janela
O cerrado, eclodindo pra vespertina
Melancólico, perece o sol, e mofina
Outro fim de tarde, e a noite vela...
E ai! termina mais um dia, e revela
As horas, que a viveza se amotina
De sua rapidez, pérfida e assassina
Tão sem troco... - um atributo dela!
A melancolia no horizonte, é saudade
As sobras das lembranças, é desgosto
E o que se resta agora é outra idade...
Olhos rasos d’água narram o sol posto
Lúrido, duma emoção em calamidade
- de o crepúsculo do tempo no rosto!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/03/2026, 17'00" - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
EMOÇÃO VAZIA (soneto)
Solitária, no silêncio do cerrado, um dia
A inspiração, acorda em um aflito apelo
Sente o falto e o logro num só pesadelo
E sua trova no nada suspirava e restrugia
Torvo o sentimento, tal qual um novelo
Sentiu, que palavras ali não mais havia
E que a sua devoção estava despida e fria
A paz e o acaso sem voz, o senso um gelo
Era o vão, a eversão do caos no ceticismo
Do amor, em um desapego tão profundo
A sensação estava largada em um abismo
E no talvez de um poetar com harmonia
Teve poema trapilho, pobre e moribundo
E o revés em maldição da emoção vazia!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19/03/2026, 06'56" - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
O grito, o choro, o silêncio a canção
Queria traduzir a poesia.
Cada canetada de fantasia.
Lamento.
Encanto.
Conto.
Pranto.
É o beijo mais ardente.
Sentimento mais profundo.
São os loucos do mundo.
Poetas e regentes.
É nada.
São apenas roteiros de sonhos.
Delírios exagerados.
Loucura dos desesperados.
É nada.
É ouro raro.
Prato caro.
Mulher virtuosa.
Onde andarás.
Na trilha da poesia está as raridades.
Diamantes de sangue.
Repito.
Mulher virtuosos onde andarás meu rubí.
Varão valoroso estão por aí.
Que dentro da poesia cada Deus possa existir.
Onde estarás a poesia?
No cotidiano do lamento, nessa perca de lamento.
No coração que pulsa na pluma e relento.
O mundo gira na poesia da balada.
Os escombros, o relento, o lamento.
A poesia, o sonho o contentamento.
Giovane Silva Santos
"Quando o silêncio tomar conta do coração, quando o sorriso fugir dos seus lábios, e
seus lindos olhos não enxergarem nada como antes, busca o seu querer; as alegrias vão e vêm, uma lágrima cai equanto a outra seca, quando as palavras são apagadas os sentimentos são escritos nas páginas do invisível, o livro da vida pública todos os dias novos capítulos, sempre um após o outro e sem chegar ao fim, e o amor é intuitivo à toda nova edição."
RUDNEY VENTURA
ÔNUS
Tantas vezes, chorei, no infinito da emoção
Solto no silêncio áspero da pesada saudade
E em soluços os sonhos caíram na solidão
Tonto, vazio, e o pensamento pela metade
Sem ti, a alma voa num espaço de ilusão
A noite... atordoa sem a menor afinidade
E os dias me parecem não mais ter chão
A imensidão dobra para uma eternidade
Para cada verso da inspiração parda, dor
O meu universo cheio de pesar e de breu
E o coração já não mais trova com ardor
Tudo é rumor no ávido afeto que foi seu
Confesso... - que não mais está ao dispor!
Deste amor... - levo somente o que é meu...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
21 de março de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
NÃO CHORE O AMOR
Não chore nunca o amor perdido
No silêncio sombrio da sofreguidão
Deixai ir, à solta, o luto da emoção
Na dor de o afeto vão adormecido
E quando, à noite, o vazio, for valido
Abrolhai, no peito, a doce recordação
Pura, e feliz, das horas em comunhão
De outrora, e na história de ter vivido
Lembrai-vos dos enganosos, dos idos
Das sensações com haveres divididos
E das maquinas que te fez quiçá doer
E, ao considerar, então, a tua perca
Vereis, talvez, como é frágil a cerca
Da divisão. E que é possível esquecer!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 10’41” - Cerrado goiano
