Texto Sobre Silêncio

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⁠Fala sem ter boca
Não é avião mais te faz voar
No silêncio é que te faz aprender
Além de tudo tem seu cheiro particular
Algo que nenhum dispositivo pode imitar
Te Faz ver, melhor te faz imaginar


Lugares que já andei, naveguei e desbravei
Imensidao é o que te define
Voraz me torno ao seu toque
Reflexivo me torna seus conselhos
Ouvinte atento dos seus provérbios.

Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.

ENTRE A FRASE E O SILÊNCIO


Em português dizemos: (eu te amo) e parecem palavras simples que em qualquer boca se aprende e mas ninguém ensina o que acontece antes delas nascerem, antes de se tornar real
É porque comigo não começa assim
Sempre começa quando o dia muda de lugar, quando as constelações fazem te desenha, quando a noite vira dia e o dia vira noite sem sair do mesmo horário, quando uma conversa comum não fica comum, o que costumava ser não contante e vira permanência, quando eu não espero mensagem, mas reconheço você chegando mesmo sem chegar,( uma energia amaldiçoada
Ainda no inglês dizem: (I love you) e soa como quem atravessa a rua descalça
No alemão dizem: (Ich liebe dich) que soa como quem decide ficar antes mesmo de entender, a força que eu procurava
Eu…? fico no meio do caminho, no meio do fogo cruzado, mergulhando no mais fundo mar do seu amor( desejei tanto um amor assim)
Calma, não digo, também não nego que é estranho isso, esse sentimento sem nome, não podemos chamar de amor, e ainda se torna avassalador, é como atravessar um prédio em chamas prestes a desabar, é como H2SO4(Ácido Sulfúrico)
Você virou aquela parte do dia que não precisa acontecer, mas organiza tudo quando acontece, eu noto coisas pequenas demais pra serem lembradas e ainda assim lembro de cada pausa que você da antes de cada resposta, o jeito que você meche os dedos das mãos, o jeito que meche no cabelo, o jeito que me olha disfarçadamente ( querendo apenas uma brecha pra que eu ceda inteiramente), o jeito que olha de canto, o jeito que um silêncio não fica vazio, onde seu sorriso que não pediu permissão pra existir, admiro sem você olhar, admiro sem te tocar, e não foi escolha, foi acontecimento, foi como aprender um caminho novo e descobrir que o depois sempre pode voltar
Se fosse música não seria a letra, seria o que continua tocando depois do fim, seria a parte que gruda na mente e não consegue esquecer
Se fosse poesia não seria o verso, seria a vontade de reler sem motivo, tipo agora, não o ontem e sim o sempre e pra sempre
Tem gente que a gente conhece, tem gente que altera a posição do mundo sem mover nada
E você não ocupa pensamento de distração, você dá direção tomada sem planejamento
Não muda o dia, só tira ele do neutro
Inventaram a frase pra caber em conversa humana, sendo nós dois uma versão modificada, e eu fico aqui
nesse quase, quase toque, quase neurose traumática, quase erro fatal, sinto a necessidade de dizer que: eu te amo
porque algumas coisas quando são ditas, elas param
e eu não quero que pare
então eu não falo, e dessa vez não vou embora e nem irei deixar de ser de outra
Porque talvez você nunca tenha certeza se é só carinho, se é costume, se é escolha
ou se é aquilo que não precisa de nome, especificamente o nome que te dei está escrito na tabela periódica, não acredita ? 95 8 75
só sei que desde que você aconteceu o mundo não continua o mesmo, você mudou e nunca mais ficou igual, porque quando a gente chama e a coisas viram respostas é por que eu gosto do jeito que você ainda é pergunta, o engraçado que antes de você as pessoas passavam pelo meu dia.
Mas você permaneceu nele mesmo quando não está lá, é tipo cheiro de roupa limpa guardada no armário não aparece mas toma o quarto inteiro, e eu percebo você em mim, nos detalhes que não combinavam comigo antes
na calma que chega sem aviso, na pressa que some quando você chega
Não, não, não tem drama nisso, não é tempestade, é mais perigoso que isso, é continuidade, igual rio que ninguém vê andando mas quando olha já mudou toda a paisagem
E se eu te dissesse talvez diminuísse palavra às vezes fecha portas e eu gosto da nossa aberta, porque entre saber e sentir, eu prefiro que você sinta, então eu deixo assim, meio perto,meio guardado, meio evidente demais pra ser acaso.
Se algum dia você entender tudo isso que estou falando, não pergunte ok?
Só fica, me acolheu em seus braços e me deixa existir em seu mundo, porque tem coisas que quando finalmente recebem nome
deixam de crescer e eu ainda quero ver até onde isso vai
sem precisar caber em nenhuma frase
Eu não te escolhi, foi o mundo que parou exatamente onde você estava, conspirando para que você me encontrar-se
Entre todas as vidas possíveis se perdeu, já a minha aprendeu a acontecer na sua
E agora até o tempo sabe: qualquer forma no meu futuro começa em nós
Tentando não dar nome pra não acabar, você ficou mesmo sem eu chamar
Virou rotina do meu silêncio, lugar na minha ausência que repousa, todas as vezes que volta pra casa
Isso não é amor, é algo que inventaram antes da palavra existir

Silêncio


Há um silêncio dentro de mim,
depois de você...
Um silêncio traduzido em inquietação...
Minha vida não pode ser dividida,
quero de volta a parte
que você pra bem longe levou...
Música sem melodia
é assim o meu dia
sem alegria.
É impossível bater pela metade o coração...
Silêncio dentro de mim,
onda suave que me acalma,
eco sereno na alma faz,
refúgio eterno, enfim, quero-lhe, amor meu, volta para ter novamente paz.
Palavras se desfazem no ar,
sussurros mudos a dançar,
no peito, uma paz sem fim,
o silêncio reside em mim...
Traz isso de volta pra mim!
Como brisa leve a tocar,
segredos prontos a revelar,
na quietude, encontro a luz,
silêncio que me conduz.
Você de novo aqui do meu lado... a tristeza que se desfaz...
Volta... eu sei que o caminho você sabe... eu sei que você é capaz!

Liberta-te das amarras


Em meio ao silêncio pesado,
onde os grilhões sufocam
corações aprisionados,
é hora de romper a forte cerração... transformar em leve bruma...
Espalhar pela a escotilha branca espuma.
Rótulos que nos vestem,
como capas de um conto sem fim,
imposições que nos oprimem,
mas a alma grita: “Vem, sim!”
Quebrar as regras impostas,
um despertar em cada passo,
soltar-se e esvoaçar com as nuvens,
encontrar liberdade no abraço fraterno.
Fazer da vida um bailar eterno.
O vento canta a nossa história,
carrega os medos para longe,
na busca incessante da vitória,
o ser livre é o maior de todos os alvos.
Levanta, oh espírito valente,
revela teu brilho, tua verdade!
Na dança da vida, serás presente,
liberto, pleno de saciedade.

“O Amor Que Nasce em Silêncio”

Cresce ao teu lado, invisível flor,
Um sentimento puro, de imensurável ardor,
Como hera que abraça o muro antigo,
Sem que percebas, eu te sigo.
És cega aos passos do meu coração,
Que bate forte nesta doce ilusão,
Como lua que beija o mar adormecido,
Meu amor por ti tem florescido.
Não vês as raízes que plantei,
Neste jardim secreto onde te sonhei,
Cada olhar meu é semente lançada,
Em terra fértil, porém ignorada.
Cresce em mim esta paixão profunda,
Como aurora que a noite fecunda,
E tu segues teu caminho sereno,
Sem sentir este amor tão pleno.
Um dia, talvez, possas despertar,
E este sentimento enfim notar,
Que cresceu paciente, ao teu redor,
Esperando apenas por teu calor.
Pois o amor verdadeiro assim se faz:
Em silêncio cresce, discreto e tenaz,
Até que os olhos consigam, afinal,
Ver o jardim que sempre esteve no quintal.

Ecos das Senzalas

Havia um silêncio que gritava nas madeiras,
Um vazio que pesava como corrente ao peito.
Nas senzalas dormiam sonhos e preces inteiras,
Onde a liberdade era apenas um direito.

Paredes de barro guardavam histórias caladas,
Cada fresta um suspiro de quem não podia falar.
Vidas inteiras ali foram aprisionadas,
Corações que batiam só para não parar.

No chão de terra batida, memórias pisadas,
Raízes profundas de uma dor ancestral.
Mãos calejadas, almas acorrentadas,
Resistindo em silêncio ao peso do mal.

A noite trazia cantos de lamento,
Melodias que subiam como fumaça ao céu.
Na escuridão, havia um leve alento,
A fé que nem o açoite destruiu ou vendeu.

Crianças nasciam sem saber de amanhã,
Mulheres choravam lágrimas de pedra e sal.
Homens curvavam sob o peso da sanha,
Mas de pé permaneciam, resistindo ao final.

Nas senzalas morava a humanidade negada,
A dignidade pisada, mas nunca destroçada.
Cada alma que ali sofreu e foi calada,
Merece ser lembrada, honrada, respeitada.

Hoje essas paredes são apenas ruínas,
Mas ecoam ainda gritos que não podem morrer.
São cicatrizes na terra, marcas genuínas,
De um passado que não podemos esquecer.

Que o vento que passa por essas madeiras velhas,
Leve consigo nosso respeito profundo.
Pelas vidas que foram como estrelas vermelhas,
Apagadas pela crueldade deste mundo.

Nas senzalas não viviam escravos apenas,
Viviam pessoas, histórias, canções.
Com sonhos tão grandes quanto suas penas,
Com amor guardado em seus corações.

E quando olhamos para trás com olhar sereno,
Não é pra esquecer, mas sim pra aprender.
Que nunca mais reine sobre nós o veneno,
Do ódio que faz um ser humano outro ser perecer.

Memória é ponte, não é prisão do passado,
É caminho para um futuro mais justo e são.
Cada nome esquecido, cada grito calado,
Merece eco eterno em nossa canção.

Nas senzalas viveu um povo de força imensa,
Que mesmo na dor, não perdeu sua essência.
E hoje carregamos essa herança densa,
De luta, resistência e permanência.

*O Circo Van Escher Chegou: Parte 3 - Na Escola*


Fui na reunião de pais. Silêncio total na sala.


A diretora perguntou se alguém tinha dúvida.
Eu levantei a mão.


Quando vi, eu tava contando piada, dando ideia pra festa junina
e organizando vaquinha pro ventilador da sala.


Saí de lá como "a mãe do grêmio". Não pedi. Aconteceu.


Por isso que eu falo:
Não me coloca em lugar sério.🤭😂


_Van Escher_

O Cadáver da Rosa e o Silêncio das Palavras
​A rosa é a simplicidade da beleza de um cadáver já em decomposição orgânica. Ela se desfaz enquanto serve de adorno, fazendo do seu perfume o último suspiro de vida. Esse aroma dispersa o pólen em um mundo transbordante de palavras isoladas, mas escasso de verdadeiras narrativas.
​No silêncio, a rosa murcha e seca, feito uma alma que se esvaziou de sentimentos, embora ainda a achem linda ali, estática no centro de uma mesa vazia. Enquanto isso, vozes fanáticas viajam pelo tempo e pelo espaço, ecoando distantes em sua linguagem única.


Por Celso Roberto Nadilo

O silêncio tecnológico e alienação motora.


Não mais um bom dia nas ruas
Pessoa bots... Pessoa assim então...
Vizinho te ignora como foste um fantasma.
Ser tem ter sentido sensorial ativo,
Mas,
É um bot humano...
A hora do almoço chega parece que estou sozinho na cidade...
Todos conectados nos celulares.
Os fones de ouvido no máximo . ..
Enquanto os livros se tornam um fenômeno do realismo a batida da música sem ritmo ou letra toca ao fundo...
Anoitece na cidade o metrô cheio pessoa com olhar cansado e vazio...
As luzes são artificiais e também as pessoas são apagados como consumidores de mundo complexo deixado pela feudo tecnológico.

Silêncio clama pela verdade.
O silêncio clama por justiça.
O silêncio tem lágrimas escorrem palavras.
Somos olhares navegantes ilusões.
Nos calamos pelo engodo...
Provenientes das mentiras que tentam te fazer calar.
Mais o silêncio grita grita mais ninguém ouve as lamurias vindas de quem sofre.
Suas experiências te dizem que verdade nao pode ser calada !
A algo maior dentro de cada um que sabe que verdade esta contaminada por mentiras.
E ainda temos que engolir essas mentiras.

No fardo o canto que é pássaro e maravilhoso no fundo do silêncio.
Seria simplório dizer que o silêncio é divino.
Pois é fértil o propósito de viver de baixo da cachoeira corrente,
Fluido instante pois as nuvens contam histórias num mundo de imagens e paredolias nos damos vida aos encantados.

nos desvaneios da noite, onde o silêncio dança,
guardo segredos profundos, como notas numa pauta.
palavras que se escondem nas sombras do meu ser,
como rios subterrâneos que buscam o mar a renascer.

no vazio do meu peito, habita uma melodia,
revelando sonhos ocultos, teias da fantasia.
segredos que me envolvem, como um manto a me guiar,
num labirinto de mistérios que só eu posso desvendar.

em cada suspiro, em cada olhar que não se vê,
são segredos silenciados, histórias que não pude dizer.
nos traços da minha face, em linhas esculpidas pelo tempo,
reside a alma inquieta, um segredo em cada momento.

e sigo adiante, com sorrisos e máscaras no rosto,
escondendo do mundo as chagas que ainda não foram expostas.
mas na verdade mais íntima, na essência que me faz pulsar,
os segredos se agitam, clamam para se libertar.

e se um dia a coragem me invadir como um vendaval,
desnudarei minha alma, soltarei cada segredo nesse ritual.
para que a verdade, enfim, desabroche como uma flor,
e revele ao mundo inteiro o que guardo com fervor.

pois na escuridão do segredo, há uma força a se erguer,
um fogo que arde e anseia por se fazer conhecer.
e quando finalmente eu abrir o livro do meu ser,
descobrirei a paz que tanto busquei e nunca soube onde obter.

então, envolto em coragem, desvendarei cada véu,
e na música dos segredos, encontrarei meu eu.
pois no fundo de todos nós, há histórias por contar,
e nas entrelinhas da vida, os segredos estão a se revelar.

O abismo ouve...
O abismo responde...
O vazio está no máximo silêncio...
A palavras são sussurros aos ventos


Lágrimas veladas sao catigas de amor
As mesmas lágrimas escorrem num rio de solidão. ..
Entre linhas dos céus lágrimas são gotas dos ceus...


Luz calida sob ador da alma fria sem vida, mais vida é resiliência. . .
Canta todavia a música da paixão...
Que embriagado sonho seja maravilhoso...
Os primeiros raiar do sol sua alma canta no linear do despertar sonhos parecem ser o desejo de viver cada instante eterno....

Somos o abismo diante nossas convicções...


Nos calamos no próprio silêncio.


Somos surdos pois som de nossos pensamentos nos faz nos perder na imensidão...


A luz nos cega pois o lampejo é momentâneo a voz continua nossas mentes...


Para aqueles que compreende a música nas cabeça que cantamos o dia todo
Como escravos numa cenzala os gritos dor ecoam sobre as eras...
Ainda somos cativos?
A luz do celular da resposta...
A música ouve nos fones...
A tradução que desvenda sensações.
As correntes são horas extras...
O patrão vai embora para casa...
O sono chega o trabalho continua

Sou noite sobre a madrugada...
Meros arficios atrozes...
Cala te silêncio do meu algoz....
Sobre olhares da lua sois o amante..
Galante flor do amanhã
Sensato e soberano meu sono
Parece ser o filho angustiado pelo leite da mãe...
Frio paira a alma...
No meio do espinhos escorre a dor
O doce aroma que embriaga...
Mais mais no profundo da alma.

A voz que morre com olhar é mesma que te faz sofre.
No silêncio químico o labirinto questiona ego com eco no subconsciente.
Mas, pequenos lampejos de ironia são expostos em sua mente então um brilho no olhar.
Defraga um respirar e ar seco e lento em sua mente um filme de falas lentas.
De repente aparece tantos mundos multiastral.
A resposta e ecoa num vazio de lampejos...

⁠Vem , sem medo ..sem pressa ...
Sem desculpa ...vem e me faz tua ...
Vem no silêncio da noite e me domina ..me faz tua ..Vem e aquieta meu corpo ... sossega meu desejo , minha vontade..sacia -me ..odeio passar vontade..Vem e apaga meu fogo .. faz amor comigo denovo .. percorre meu corpo do jeito que só vc sabe ... eu sou a tua música favorita .. dessas que vc decora a letra ..e canta toda hora .. eu sou um vício safado , bandido , pareço droga ..veneno, ou sei lá talvez antídoto... morra de amor ou me mate dele ... essa noite faça valer a pena ...

O Silêncio de Quem Sempre Foi Obrigado a Entender


É curioso como, em tantas relações, existe sempre alguém eleito para carregar o peso da maturidade.


É sempre esse alguém que precisa entender. Que precisa relevar. Que precisa perdoar. Que precisa se colocar no lugar do outro. Que precisa ter empatia. Que precisa mandar mensagem, responder, procurar, ceder e manter o diálogo vivo.


Quando o outro erra, pedem compreensão. Quando o outro se afasta, pedem paciência. Quando o outro machuca, pedem perdão. Mas quando é esse mesmo alguém que se cansa, se cala ou simplesmente já não consegue carregar tudo sozinho, de repente ele deixa de ser compreendido.


Há quem transforme a própria dor em argumento e a própria omissão em inocência. É mais fácil vestir a roupa de vítima do que assumir a responsabilidade que toda relação exige.


Empatia não é um dever reservado para uma única pessoa. Compreensão não pode ser uma via de mão única. Porque, quando só um lado é constantemente chamado a entender, talvez o problema nunca tenha sido a falta de empatia — mas o excesso dela em quem sempre abriu mão de si para manter os outros em paz.


13/07/2026

Quando Todos Se Vão

Quando todos se vão,
e o silêncio visita a alma,
há uma Presença que permanece,
trazendo paz e calma.

As mãos que antes se soltaram,
os abraços que o tempo levou,
não conseguem apagar a certeza
de que Deus nunca me abandonou.

Enquanto o mundo muda de rumo,
e tantos escolhem partir,
o amor de Deus permanece firme,
ensinando o coração a seguir.

Porque em Deus não existe solidão,
nem espaço para o abandono.
Quem repousa em Sua presença
jamais caminha sem dono.

Se todos se forem um dia,
ainda assim permanecerei de pé,
pois quem tem Deus como companhia
nunca perde a esperança nem a fé.

Autor: Ivanylson Aguiar de Sousa