Texto sobre Música
Você se encaixa perfeitamente em mim.. feito música e letra ..feito escrita e poesia .. feito noite e dia.. feito mar e céu, lua e sol ..vc nasceu pro meu encaixe perfeito ... vc é meu pedido de todos os dias ..o amor da minha vida .. fogo e faísca... meu tudo , meu nada .. vc é o motivo deu acordar e agradecer todos os dias .. vc é tudo ... dispensa palavras porque nenhuma delas conseguiria descrever vc e o que eu sinto ...
Sempre tem aquela pessoa que pode passar anos e anos..você ouve aquela música e se lembra dela...lembra dos momentos... você fecha seus olhos e deseja estar ali mais uma vez sentindo tudo que sentiu ao lado dela...o tempo pode ate não voltar mais... só que aquilo que você viveu e sentiu nem o tempo e nada apagam...
Ele atiça minha curiosidade , atiça meu desejo, minha vontade, ele é feito poema , feito música no fone de ouvido ... me faz pensar loucuras , me faz desejar o indesejável .. ele me arrepia o corpo , a pele , a alma ... ele me olha tão profundo que me desvenda , desnuda todinha ... ele é o homem da minha vida .. meu cafajeste , minha perdição.. mas é ele que tem a chave do meu coração, ele que tem a solução dos meus problemas .. é ele que ascende a chama , o desejo , a vontade.. então foda- se tudo .. é ele que eu amo , que eu quero , é ele e pronto..
Eu sou uma incógnita ... uma caixinha de surpresas... Sou poema, poesia, estrofe, aquela música que não sai da cabeça...aquela saudade bandida que insiste em bater na sua porta e dizer tô aqui ... Eu sou a dona dos teus pensamentos..eu sou aquela lembrança gostosa que insiste em ficar aqui guardadinha a sete chaves...sou aquele segredo no fundo da alma que só você sabe.. o grande amor da sua vida...
Um dia alguém vai me apresentar a música perfeita que declarará o amor que ambos vamos sentir um pelo outro e nesse dia eu entenderei que ele nunca vai me deixar, por que ele orou por mim da mesma forma que eu orei por ele,não nascemos para ficarmos sozinhos. Não se acostume com a solidão vai chegar dias que ela não vai ser uma boa companhia para ninguém.
A música clássica funciona de vários modos na mente e produz inúmeras e diferentes emoções humanas, gerando bons sentimentos e um estado de memórias agradáveis, promovendo a neura elasticidade, a paz e a felicidade tão desejadas, fortalecendo a conexão e aperfeiçoando as habilidades cognitivas.
Aquela música traz a tona momentos passados.Mais especial o meu passado com ele, assim como o gosto doce de seus lábios, o cheiro envolvente de seu perfume,o som de sua voz,a textura de suas mãos e as borboletas que saltavam em meu estômago toda vez que eu o via.É incrível o que uma simples música consegue fazer.
Essa música parece trazer de volta toda uma história,todo um passado que desapareceu para sempre. Ou será que não?Sinceramente,acho que o passado é uma coisa da qual jamais se possa fugir pois ele consegue se impregnar de uma maneira eterna nas coisas,nas pessoas,em tudo.O passado é algo que consegue nos perseguir para sempre.
Cerco- me de música , cerco- me de poesia ,de grandes sentimentos e de pessoas loucas, mas você não está entre elas porque eu não quero que esteja , eu não permito que esteja . Cerco - me de oxigênio , viagens , experiências e palavras . Cerco - me de aliterações , hipérboles , antíteses e sinestesias . Cerco - me de tudo menos de você porque você não é interessantes o bastante para caber na minha vida, aliás, você nunca foi interessante . É esse o fato , você é pequeno demais para esse mundo vasto mundo que é meu coração .
E quando a música Nem um dia de Djavan tocou no meio da multidão eu quis me debulhar em lágrimas , eu quis abraçar um estranho e contar toda minha triste história , nossa história . Eu quis te procurar e cuspir todo meu sofrimento na sua cara , porque não era justo aquela música tocar e me lembrar você em pleno domingo , em pleno dia da independência , quando todos estavam felizes comemorando. Não era justo me pegar desprevinida da maneira que pegou .
Quando estávamos voltando de barco até a praia a música "Balada do amor inabalável", do Skank, começou a tocar, e aí meu coração se suavizou. Lembrei então dois anos atrás,após o término do meu namoro, de como me arrumava todas as tardes para ir a aula, cada dia tentando ir mais bonita para ele ver o que perdeu cada dia retocando a maquiagem borrada pelas lágrimas. Aquela música exprimia minhas dores e esperanças e a saudades de um amor. Ela exprimia todos esses sentimentos, mas agora não mais. Agora ela exprimia o sal do mar, o calor do sol e o vento que bagunçava meus cabelos. Era engraçado que a mesma música pudesse em momentos distintos exprimir sentimentos tão adversos, e me senti grata pelo céu, pelo mar, por estar viva , por não amá-lo mais e por ao mesmo tempo meu coração estar transbordando de amor. Foi nesse momento que eu percebi que estava pronta para amar de novo.
Eu não sei dizer se foi a literatura ou a música que tocaram minha alma e me fizeram ficar tão sensível, tão triste, tão frágil a ponto de eu vir aqui na sacada, de pijama, às 22 horas escrever. Creio que eu seja feita dessas duas coisas, de literatura e de música, como se a melodia e a poesia fossem duas linhas que se entrelaçassem dentro de minha composição genética, como se fossem meu próprio DNA. (Anseios de uma jovem escritora).
Enfim, hoje à tarde eu fui até a sacada e fiquei ouvindo a música “poema”, que é lindíssima. A música é de Cazuza, mas ninguém supera a versão do Ney Matogrosso. Então, eu estava na sacada pensando sobre a viagem que faremos com a turam daqui a uns dias, sobre as provas que se aproximam e o ensino médio que está logo aí quando subitamente, meus pensamrentos tomaram outra direção como que soprados pelo vento. Ney Matogrosso cantava “Poema, Frejat tocava guitarra e eu de repente me sentia tonta e sentimental. De repente eu sentia falta daquele sentimento doce de amor que se esvaia de mim, que quem sabe já havia se esvaído...! Eu tentava me agarrar a ele, agarrar-me a esse amor, a um tempo que já foi e sentia uma súbita vontade de chorar! Eu lembrava da quinta-série, da quarta, daquele arrepio na espinha que eu sentia quanto chegava perto do Rick! O fato é que eu não sentia mais isso quando falava com ele, quando conversávamos, e o fato era que o Rick não era mais a mesma pessoa por quem eu me apaixonei no passado. Talvez, quem sabe, eu não fosse a mesma pessoa...O fato é que esse sentimento doce de amor me iluminava diariamente. Eu sentia-me banhada de amor como quem se sente banhada pelo sol em um dia quente na praia, no entanto..., no entanto, eu já não amava mais o Rick e eu percebia isso agora. Eu me prendi a ele com medo de perder qualquer coisa, com medo de perder uma parte importante de mim, mas eu não o amava mais há algum tempo e mesmo assim o amor florescia em mim como uma rosa vermelha e fazia minha alma se arrepiar inteira. Eu estava cheia de amor, mas não pelo Rick e eu não entendia, não entendia esse sentimento doce de onde vinha, para onde ia e eu tropeçava naquela frase de Camões, que dizia: “Ah o amor... que nasce não sei onde, vem não sei como, e dói não sei porquê”. Esse amor me doía e me queimava ao mesmo tempo que afagava minha alma, como que me embalando o sono. Minha mente estava tão confusa e tentava organizar os pensamentos e entender. Eu jamais me senti tão poética, tão cheia de versos, tão cheia de amor. Eu jamais tive tanto medo e o que eu conhecia como amor era algo diverso do que eu sentia agora. Era um sentimento diferente. O final de tarde exalou um perfume de flores desabrochando na primavera e eu me senti leve. “De repente a gente vê que perdeu ou está perdendo alguma coisa morna e ingênua que vai ficando no caminho” dizia a música e eu me sentia assim. Parecia que eu havia perdido algo que deixei não sei quando, não sei onde, mas então por que é que minha alma parecia transbordar de amor?
Coloquei música no meu ipod e uma melodia suve me invadiu. Garoava lá fora e a cidade parecia levamente cinzenta. Pessoas andavam na rua apressadas com seus guarda-chuvas enquanto Edu Lobo e Tom Jobim cantavam “Luiza” no meu ipod fazendo eu divagar e pensar em como seria morar ali, se seria caótico, se seria mágico, se as pessoas liam Erico Verissimo e ouviam Tom Jobim, como eu. A chuva caía suavemente escorrendo pelo vidro da janela e uma moça corria segurando um guarda-chuva vermelho. Eu achei a imagem digna de um quadro e se eu fosse artista eu pintaria um quadro, mas eu sou escritora, então escrevo, então descrevo. Descrevo como o guarda-chuva revolto se agitava com o toque do vento, de como a garoa aos poucos queria se transformar em uma chuva. Descrevo como um sol preguiçoso se escondia atrás da névoa... fui tomada de uma onda de suavidade e eu tive me segurar para não cutucar Josh no banco da frente e mostrar a música que eu ouvia e dizer como era bonita, como era poética. Eu queria dizer que o cenário lá fora combinava perfeitamente com a música e como daria um belo quadro, uma bela canção, um belo poema. Eu queria dizer tudo isso, mas me detive. Ele certamente acharia que eu era idiota. Eu não sei dizer diário porque pensei em cutucar Josh e falar para ele sobre bossa nova e sobre poesia aquela hora da manhã. Não sei explicar logicamente a mim mesma porque entre tantas pessoas ali no ônibus eu pensei em Josh. Não sei dizer porque eu pensei que certamente ele seria a única pessoa no mundo que poderia entender, que poderia me entender. Pensei que nenhuma de minhas amigas entenderia aquele momento de sensibilidade em que a chuva caía suavemente e como a música corria por minha mente, levando-me com ela. Nenhuma de minhas amigas entenderia pois elas jamais teriam a sensibilidade suficiente para isso, para sentir a música e a poesia correndo pelo corpo como chuva, mas eu pensei que Josh entenderia e não sei dizer ao certo porque tive essa sensação naquele momento.
Eu tive um sobressalto ao ouvir a música pois ela parecia ter sido feita para mim. Parecia ter sido feita para mim pois durante as aulas eu me sentia queimar e parecia que eu estava em brasa, em fogo e ardia e me consumia em mim mesma e Josh... Josh só estava lá no canto dele olhando para mim como se nada tivesse acontecido nunca, como se ele nunca tivesse me beijado, como se nunca tivesse causado uma erupção dentro de mim, uma explosão que destruiria continentes com a intensidade que é o meu amor por ele. O pior era que eu gostava de tudo isso como se eu fosse uma espécie de pessoa doente e masoquista que gostasse da dor que ele me causava pois se eu nunca tivesse o beijado eu jamais teria sentido a intensidade avassaladora do amor. Por isso eu não, não me arrependendo nenhum pouco de ter ficado com ele, mesmo que isso estivesse me destruindo agora. Ele tinha me visto chorar aquele dia e nem tinha se abalado como se para ele estivesse tudo bem, como se ele gostasse de me ver chorar e sangrar por ele constantemente com o se eu fosse uma espécie de diversão para ele, um ratinho que ele pudesse torturar. Meu Deus, a música era tão minha, tão minha e nada da Rihanna no final das contas pois eu o amava, amava o jeito que ele mentiu que me amava para ficar comigo, pois se ele tivesse sido sincero desde o início eu teria me sentido ofendida e não teria ficado com ele. Eu amo o jeito que ele mentiu para mim e que me deixou tão vulnerável a ele. Eu gostava do jeito que o amor dele doía em mim como um corte aberto ainda sangrando. Gostava de toda dor que acompanhava o amor como se eu soubesse que o amor nunca vem só, sendo sempre acompanhado da dor, sendo grata pela dor pois sem ela não haveria o amor.
Eu esperei. Eu imaginei uma música que não veio. Eu aguardei um frio na barriga, uma facada no peito ou algo que me fizesse desmoronar, mas eu não desmoronei. Na verdade, meus pés nunca estiveram tão lindos em um scarpin preto e minhas unhas nunca estiveram tão bonitas e eu nunca fui tão bem-sucedida. Na verdade, eu não perdi nada e só ganhei um aumento na minha autoestima, um admirador na minha vida, uma conquista na minha lista, mas eu não seria um prêmio para ele pôr na estante. Porque eu sou maravilhosa demais para ele e ele não é nada além de um rostinho bonito e um beijo bom. Eu sou inteligente, bem-sucedida, independente, poderosa e ele já não é nada. O fato é que ele não tem nada que eu admire e eu acho que é por isso que eu jamais me apaixonaria por ele. Não que eu não flerte, pois ele para mim é um flerte e como já dizia uma mulher foda, “até que eu quero amor, mas meus olhos estão no game” e ele faz parte do game, mas é apenas isso e não mais que isso e acabou, pois, eu mereço mais. Eu mereço alguém que me venere e que lamba o chão que eu piso e não alguém que esteja no game comigo e com mais quatro mulheres porque eu realmente sou uma mulher extraordinária e não mereço nada menos que o extraordinário e a devoção. Eu sinto pena. Pena das quatro mulheres mendigando o afeto dele como se ele fosse muitíssimo especial a ponto de suprir todo amor e carência delas. Eu sinto pena porque eu já sofri também por outro homem que me fez comer o pão que o diabo amassou e me transformou da rainha das flores para rainha do gelo. Eu queria abraça-las. Queria dizer que vai ficar tudo bem e que elas valem muito e são diamantes sendo jogadas a um porco. Eu queria dizer que eu nem as conheço, mas que as compreendo e que elas são incríveis, maravilhosas, poderosas e capazes de conquistar o mundo, embora elas não saibam disso ainda, mas um dia vão saber. Eu não preciso aprender isso porque eu já aprendi, porque eu sofri e sofri tanto que o sofrimento me valeu por uma encarnação e hoje eu consigo falar disso e rir. Falar do meu antigo amor enquanto degusto o melhor vinho de uma vinícola famosa sentindo o clima da serra. Hoje eu dou as cartas e tenho minha independência profissional e financeira. Hoje eu sou a minha melhor versão.
As terras do Brasil são ensolaradas já nos dizia uma musica e as favelas do Brasil, iluminadas, dia e noite. O maior consumo de eletrodomésticos, de informatica, de telefonia móvel e ar condicionados no Brasil estão nas favelas brasileiras. Cada vez mais difícil encontrar uma casa que não tenha pelo menos dois aparelhos e ligados sem parar. Como é também muito difícil encontrar uma casa sem televisão com os canais fechados por assinatura. Assim também ocorre com outros serviços, como o fornecimento de bujões a gás a preços extorsivos. O Brasil é realmente, uma terra abençoada, pena que Deus e o Diabo moram por aqui.
“Eu ainda guardo aquela velha caixinha de música, lembra? Aquela que você comprou pra mim no centro histórico da sua cidade. E ainda coloco pra funcionar toda vez que sinto saudade sua. Na verdade, é uma das minhas muitas manias querer que as coisas funcionem a meu modo e no meu tempo. Porém, da mesma forma que tenho essa velha e péssima mania, o universo conserva a mania de rir da minha cara a cada vez que eu fracasso. Fracassei com você mais uma vez. E aí fui obrigada a doar os presentes que você me deu, pois seria covardia deixá-los envelhecerem guardados no armário. Exceto pela caixa de música. Você sempre dizia que cada música tem o poder de criar histórias únicas e essa música da caixinha conta a história de dois corações se encontraram e enquanto um foi lua, o outro foi sol. E o ritmo de ambos não permitiu que um eclipse se formasse. Essa lua quer tudo no teu tempo, já o sol não soube medir a temperatura dos raios que lançava. Essa música, em específico, conta a história de dois corações que nunca aprenderam a dançar aquela valsa. Nada deles era ensaiado e, embora isso seja o mais lindo no amor, o ensaio da mão dada e da conversa e do diálogo é só uma das partes de uma receita inteira sobre como fazer dar certo. Lembra que eu gosto de tudo no meu tempo? Mantenho em meu pulso um relógio com dois minutos atrasados pra que nada que eu faça em relação a você seja apressado demais. E eu sei que não faz sentido. Mas aquela música, aquela da caixinha que eu ainda guardo, ela também conta a história de alguém que mete os pés pelas mãos e erra incontáveis vezes tentando acertar. Mas se há algo que ninguém nunca me contou sobre o amor, é que por mais que os erros sejam peças importantes de um tabuleiro, também são eles que nos fazem levar um xeque-mate. Do tempo, da vida, do outro, do próprio amor. Quando eu fui lua, você foi sol e a gente teve que aprender a viver assim, se admirando de longe, se querendo por perto, mas obrigados a viver separados. E aí a música que toca nessa caixinha me lembra que a composição feita dela também fala de amor. Fala de beijo na boca, de discussão, dos medos e dos pequenos acertos do dia a dia. Fala daquele abraço apertado e da gigantesca saudade que minhas células sentem das suas. Na verdade, agora eu posso ouvir uma história diferente ecoando da melodia. Fúnebre, triste, melancólica, como quem diz que infelizmente essa música não pertence mais a mim. Eu não aprendi a te deixar. Mas a cada nota que falha pela gasta bateria dela, eu me convenço que esta história morreu e que preciso- muito- construir outra. Seria burrice não fazer isso. Agora posso dizer que ainda guardo a caixinha, mas quando sinto saudade sua, me contenho e faço um café. Vi no jornal que hoje tem eclipse, mas infelizmente não sou mais a lua.”
É, olha eu aqui, na vida de solteiro que eu sempre quis. É, eu consegui, a liberdade de poder chegar e sair. Mas cê deve ter jogado praga em mim, eu não quero beber, eu não quero sair. A vida de solteiro que eu sonhava não era assim, sextou com S de saudade. Cheio de balada na cidade, mas nenhuma delas tem o show que cê dava na cama, nenhum DJ toca sua voz falando que me ama.
Mania besta esta de precisar ligar a televisão, a música, as luzes e precisar me sentir como se houvessem companhias em volta. Fragilidade infantil esta de não saber começar o dia em silêncio e com calma. Preciso abrir a geladeira e fingir que há mais alguém querendo um suco ou sanduíche. Preciso ouvir o noticiário esperando ter com quem debater política, economia ou qualquer outro assunto que apareça. O telefone vive por perto na necessidade de manter contatos, estar disponível. Mas que merda de mania é essa de não me bastar e precisar de barulhos, presenças, lembranças? Eu não me entendo mais! Ontem mesmo sobrevivi tão bem a uma noite solitária com filmes antigos na televisão e adormecendo cedo. Hoje isso, novamente. Acordei já ligando tudo, mostrando a cara para o dia, avisando: oi, eu estou aqui esperando algo acontecer! Eu não deveria querer que algo acontecesse. Deveria agradecer quando fico no silêncio, mas não consigo, eu não aguento o sossego. Eu nasci para o desassossego, pode anotar! Alguém entendeu alguma coisa? Não? Nem eu! Eu nunca entendo porque a gente não se basta quietinho no próprio canto.
