Texto sobre Mulheres
As mulheres que vão marcar sua vida são as que incomodam. As que chamam de loucas, ciumentas, confusas, estranhas.
Elas te ligam de madrugada pra cobrar alguma coisa, brigam com você, olham feio pras outras mulheres. Fazem cara feia, batem o pé, discutem sem pensar. E são ciumentas. Mas me diga: quem não gosta de se sentir desejado?
Uma mulher que não te procura, que finge que não vê nada, essa não tem personalidade.
As que incomodam podem ser chatas, mas estão do seu lado sempre. Não ligam pro seu dinheiro ou seus bens. Elas te cercam pra te proteger.
Têm defeitos, são orgulhosas, mas se você as trata bem, viram as pessoas mais doces que você vai conhecer.
Então valorize a mulher que briga e teima. Essa sim dá valor a você.
Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.
Elas conduzem na terra, no ar e na água.
Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.
Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.
Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.
Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.
No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.
Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.
Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.
A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.
Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.
O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.
A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.
Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.
Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.
Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.
Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.
Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.
O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.
Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.
Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!
Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.
É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.
Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.
Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.
A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.
Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.
Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.
Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.
Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.
Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.
E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.
Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.
Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.
Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.
Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.
E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.
Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.
E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.
Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.
Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.
Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.
O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.
Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.
O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.
Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.
Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.
No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.
E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.
Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.
Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.
Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.
Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.
E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.
O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.
Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.
E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.
Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.
Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.
Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.
Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.
Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.
De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.
E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.
Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.
De quem eu gosto?
Foram tantas tentativas
de se gostar de alguém...
Mulheres incríveis.
Amei todas,
quando estávamos juntos.
E agora aqui,
perdido,
sem saber de quem eu preciso.
Talvez não seja sobre
de quem eu gosto,
mas sobre quem eu sou
quando não estou tentando gostar de ninguém.
O amor que você deu foi real.
O vazio agora também é.
Respira.
Ele passa,
e te ensina a ficar.
Saul Beleza
Mulheres que amei, sacanas, amigas, apaixonadas, volúvel, sincera e vadias, amadas e amantes, lindas e belas, sinceras e desonestas, vulgares e apreciadas com moderação, queridas ao extremo e odiadas antes da cama, e rainha após a luxuria, eternas e passageiras, mas todas com o maior conceito que possa ter esse ser. A você mulher do sorriso fácil e do choro comovente, das lagrimas falsas, que causaram calor e dor, mas que no dia a dia me fizeram tão bem que não consegui esquecer nenhuma de vocês.
(Saul Beleza)
"Homens começam a morrer, já quando nascem. Ou antes, se não chegarem a nascer. Mulheres, também. Animais, também. Vegetais, idem."
Da Série TAMBÉM SEI ESCREVER TOLICES
MAS SÓ POR GRAÇA E SOMENTE ESTA
NÃO INSISTAM
Esta Série é NADA-SÉRIA
Texto Meu 0922, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Entre tantas outras razões de eu adorar as mulheres (só as mulheres) é porque elas, na despedida, falam ou escrevem "Bjs", enquanto os marmanjos não falam nada ou limitam-se ao tal "Abraço". Ah, as mulheres!"
0738 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Poetisa
Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.
Barbatimão que era florescido em agosto
faz lembrar da época que as mulheres
buscavam a sua casca para o misterioso
chá de passar na maturidade e não de tomar.
Lembro-me bem da busca boca a boca,
de quem anunciava a viagem à toda
para o Cerrado ou até para a Caatinga,
e da peregrinação para achar a feirinha.
Os tempos mudaram e hoje ninguém
mais se lembra desta época de outrora;
o Barbatimão que era raro deve ter
sumido da Terra, da vida e da memória.
Como sou poética, por mim é lembrado,
mesmo sem nunca na vida eu ter usado.
Toda mulher é assim mesmo; é estranha, é ciumenta, sente raiva das outras mulheres e essas coisas.
Tem horas que a gente fica carente, triste e só os homens não entendem que é essa a hora de oferecer carinho.
Não é no meio de uma balada movimentada, é quando a gente ta sozinha que demonstramos que estamos solitárias.
Toda garota gosta de um cara fofo que vai estar sempre disponível pra ela.
Eu não escolhi amar você, eu não escolhi ser que eu sou. Eu poderia amar todas as mulheres a minha volta, porém nenhuma delas possuem a capacidade de despertar uma mínima partícula do sentimento que eu tenho para com você. Suar as mãos, suspirar profundo, “frio na barriga” dentre outros sintomas descritos para tentar definir o amor, são inúteis para definir realmente o que sinto, a minha sensação vai mais além.
Eu não consigo explicar o desejo de amar-te, provavelmente se soubesse não seria um amor verdadeiro.
O anseio de viver esse sentimento torna-se cada vez mais forte, por tudo que enfrento pra poder estar ao seu lado. Aqueles que se diziam amigos, parentes, conhecidos, vizinhos, a igreja, a sociedade, o mundo parece estar contra nós, isso ao contrário do muitos pensam, só fortalece cada dia mais minha paixão, a vontade de sentir seu corpo colado ao meu. Não acredito em conto de fadas, mas nunca alguém me fizera tão puramente feliz como você.
Mulheres ! Entre Lágrimas e Sorrisos
Não ligues para "ela" no meio da noite, apenas para acusá-la de ser desatenta
Se ela não te atendeu de uma primeira vez não quer dizer que não te ama,
ou que não pensa em ti. Ela te esperou um pouco mais cedo hoje mas vc nao apareceu, preparou aquele "boa noite amor" que só ela sabe dar e ficou imaginando muitas histórias para te contar.
Não pense que ela fica feliz ao ver q vc ligou e ela não atendeu. Ela ficou tão desapontada esta noite por não poder dizer o quanto te ama e sente tua falta...afinal, como ela poderia falar se você nem deu tempo para ela dizer "olá" ?
Ela chorou sabia? Você foi um pouco rude ao dizer que ela deveria ter mais atenção, e com isso, as palavras bonitas que ela guardou para ti começaram a se derreter, e se transformaram em lágrimas.
Mulheres são misteriosas quanto o país das lágrimas. Nunca consegui entender o pq da gente demorar uma vida toda para conseguir um único sorriso sincero e apenas um minuto para extrair um balde de lágrimas. Lágrimas são produzidas tão rapidamente, e nunca se sabe se elas estão rolando porque o momento é de tristeza ou de alegria, só sei que as vezes me pego a pensar que é este o país preferido das mulheres.
Mulheres choram o tempo todo. As vezes elas choram por alguns homens, não porque elas são frágeis demais, mas sim pq ocoração de alguns homens as vezes é tão duro que elas pensam que se regar ele com lagrimas talvez ele possa ceder algum dia. Aliás, pensem num iceberg que é feito de água, ele pode até derreter as vezes,mas quando quer ser forte não importa o tamanho do navio ou quantas pessoas há dentro dele, haverá sempre uma forma de fazê-lo afundar. As pessoas veêm apenas uma parte que está por fora, mas se esquecem de quão grande ele é.
Mulheres...Só elas conseguem ser bonitas mesmo com os olhos encharcados de lágrimas, afinal, um jardim será sempre um jardim, mas suas cores se mostram muito mais vivas quando ele acaba de ser regado.
Mulheres choram até por pessoas que não merecem, não pq elas foram ou são importante demais,mas por pensarem em quantos sorrisos elas deixaram de dar a pessoas que realmente valiam a pena.
E elas não vão ficar a vida toda a chorar, um dia elas se cansam, e vão atrás não daquele que jamais a fará chorar, mas sim, aquele que fará de tudo para vêla feliz. Quem a amar de verdade fará de tudo para colher suas lágrimas antes que cheguem ao chão, para não correr o risco de elas regarem o solo e fazer nascer a dor. Mas, feliz do homem que sabe conquistar lágrimas de alegria de uma mulher, pq isso é sinal de que ele esteve nos momentos mais importantes da vida dela, porque, que mulher não iria chorar com um pedido de casamento, ou com um presente inesperado, ou quem sabe ao olhar nos olhos de uma menininha que também nasceu chorando e que um dia irá lhe chamar de "mamãe" ?
E, se uma mulher fica bonita mesmo chorando, você não sabe como ela fica "MARAVILHOSA" sorrindo.
E só pra você saber...Lágrimas podem até rolar por qualquer um,mas aquele sorriso sincero ela guarda para alguém realmente especial.
Portanto, não estrague o sorriso de uma mulher,pois uma mulher só sorri de verdade pra alguém que ela ama demais, prove que este alguém é você, e ela vai iluminar TODO o seu dia apenas com UM sorriso.
Essas mulheres
Essas mulheres,
Só gostam de viver em bando;
Hoje mesmo vi uma manada delas
Sentadas num banco da praça.
Quando se juntam,
Só pode ocorrer uma, de duas coisas
Ou conversas jogadas ao vento,
Ou cabeças rolando ao chão.
Ah, essas mulheres...
De umas não querem saber,
Sem outras,
Não sabem viver!
Estefânia
Posso conhecer varias mulheres,
mas nenhuma terá o teu toque.
Posso beijar varias mulheres,
mas nenhuma terá o gosto do seu beijo.
Posso me envolver com varias mulheres,
mas a que eu quero está nos braços de outro.
Como é ruim saber de tudo isso,
como é ruim saber que te perdi.
Porque fui tão besta em perder alguém como você,
Quero você para mim mas vejo que foi tarde demais quando descobri.
Adeus Estefânia,
hoje aprendi o que amar!
Bom saber que é carinhoso e atencioso e...
não....
voce não é ultrapassado ...
as mulheres que não sabem valorizar os verdadeiros homens que aparecem em suas vidas...
e digo mais...
seja sempre assim...
pois somos felizes sendo sempre nós mesmos...
as pessoas que tem que aprender a gostar de gente do jeito que somos..
e se um dia quiser mudar...
mude por voce....
que se alguem te ama verdade...
te aceitará mesmo assim....
Não entendo essas mulheres que dizem "quero viver um grande amor", mas fogem, porque não estão acostumadas a geração das mulheres que pensam, falam, amam, estão dispostas a lutar e viver esse grande amor!!!!
PS: Homens tbm sofrem, criam expectativas, tem fantasias, se sentem rejeitados, usados,... e eles tbm desistem!!!!
Mulheres são lindas, fortes, corajosas, que nos meus ombros se encostam pra chorar. Mulheres desencabeçam, desinibem e me mostram o caminho de amar. Mulheres se amam, doam, perdoam e me faz repousar no mais íntimo e lúgubre sentimento de alegria. Mulheres maduras, meninas-moças, que no encanto de um descontentamento me reviravolta o sentimento...
Mulheres lindas, fortes, corajosas, independentes. Mulheres desinteressadas, ousadas e carentes. Mulheres se desprendem e amadurecem num fascículo de um beijo, fortemente quente...
Mulheres com rima, despertadas, preparadas, adjacentes, quando cismam...
Mulheres que, apenas mulheres, amam...
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