Texto sobre Mulheres

Cerca de 2081 texto sobre Mulheres

⁠Entre as mulheres, tu és a mais bela.
Entre as princesas, tu és a mais singela.
Entre os amores, vc é a inspiração
Entre os rumores, vc é a dona do meu coração

Das diversas cores, vc é a tonalidade.
Dos melhores sentimentos, vc é a intensidade.
Das palavras,vc é a melhor frase.
E de cada poesia, vc é o encanto.

Dos meus desejos,
Vc é a mais atraente.
Dos meus pensamentos,
A melhor lembrança da minha mente
E da minha vida, vc é o grande amor.

DOADORAS DE EMOÇÕES


Só nós mulheres permitimos que a dor se instale no momento em que ela é única. Só nós mulheres enfrentamos e combatemos esta dor, sem deixar nosso carisma de lado. Só nós mulheres carregamos dentro de nós um ser tão especial que quando nos separamos dele, sorrimos. Só nós e mais ninguém deixamos uma parte se desprender e seguir seu caminho, mesmo que este caminho seja um rasgar de intensidade.

Somos esculpidas por um Deus que teve a ideia e a sensibilidade de saber que dentro de cada uma, haveria amor o suficiente para doarmos para toda a humanidade. Somos elementos de um quebra-cabeça que quando unidos nos tornamos tão fortes, mas, tão fortes que nem uma tempestade devastadora conseguiria nos derrubar.

Se há em algum canto do nosso universo feminino elementos que nos deixam sensíveis, esses elementos são os nossos desejos de ser além de mulher. Nascemos e morremos várias vezes e não deixamos que ninguém perceba. Somos sensíveis o suficiente para deixar que a fortaleza seja nossa aliada. Dilaceramos nossos sentimentos quando eles acabam interferindo no nosso momento, que é único.

Perseveramos nos nossos ideais e jamais deixamos que a dor interfira nas nossas lutas. Somos fortes e a dor física jamais nos aflige se estivermos fortes o suficientes para seguirmos em frente. Nossa dor é muito mais além da carne, por isso sabemos que ela é necessária.

Plantamos dentro de nós sementes prósperas e no inicio de cada primavera elas nutrirão nossos olhos e o nosso espírito. É o momento de renascer, o momento de desabrochar mais uma vez para a vida e se preciso for, passar novamente por todas aquelas dores.

Contornamos todos os obstáculos, serpenteamos nos íngremes e tortuosos caminhos, suportamos as bruscas quedas e saímos ilesas. Somos a própria semente. Damos a luz a mais linda flor que possa existir. Flor esta que desabrocha dentro e fora de nós. Somos extremamente a bela e exuberante natureza, que nos dá todos os dias o nascimento de mais um dia.

Somos eternas porque somos doadoras de emoções e de vidas...

CADA PEDACINHO DO SEU CORAÇÃO Tudoo que eu não aprendi sobre as MULHERES

"APRENDA a se AFASTAR dos HOMENS tóxicos, porqueas experiências de VIDA nos ajudam a CRESCER compersonalidades FORTES e nos tornar mulheres
MADURAS".

Antes eu me importava demais, sempre dava omeu máximo para as pessoas. Sópara que elas me achassem legal e tal. E hoje eu vejo queeu não preciso de nada disso. Devoser eu mesma, pois assim saberei que quem estiver
ao meu lado, é porque realmente gosta de mim.

Ela é uma mulher de PERSONALIDADE FORTE e
apesar de tua pouca idade, sabe muito bem o que quer, e
principalmente o que não quer.

FELICIDADE lhe define, uma personalidade que incomoda, presença que se nota, beleza que se ESBANJA.

Muitos dizem que eu mudei. Bom...

Isso depende do ponto de vista de cada um, não é?

"Por isso não confio em mulheres. Elas são, com seus cabelos bonitos, mãos quentes e abraços gentis, a lembrança viva de que a única mulher que eu queria que me amasse me deixou.


Ela assinou os papéis da minha guarda com uma caneta Bic azul, fez todos os trâmites de desembaraço aduaneiro e me despachou como um pacote para além do oceano.


Eu não sou ruim a ponto de minha própria mãe não me querer. Eu sou ruim porque a minha mãe não me quis."

Respeitar mulheres é respeitar suas escolhas


Mulheres adultas tem o direito de fazer escolhas sobre seus corpos e sua aparência sem que isso seja tratado como um problema. Se alguém prefere ser mais magra, mais gorda, usar calça larga ou uma minissaia, ser depilada ou não, isso diz respeito ao seu bem-estar e à forma como se sente consigo mesma.
Nem toda escolha estética é fruto de obsessão ou imposição; muitas vezes é simplesmente uma preferência pessoal.
Um discurso negativo sobre os corpos ou as roupas das mulheres acabam desqualificando a autonomia feminina e mascarando preconceitos contra mulheres que não se encaixam em uma determinada visão de feminilidade.
Respeitar as mulheres também significa respeitar as suas escolhas!

A DAMA ALVA DAS SOMBRAS: O ETERNO ENIGMA DE ELIZABETH BÁTHORY.
Houve mulheres que atravessaram a História como rainhas.
Outras, como mártires.
E algumas poucas caminharam entre ambas as condições, envoltas por um nevoeiro tão espesso que jamais permitiu distinguir onde terminava a vítima e onde começava o monstro.
Elizabeth Báthory foi uma delas.
Nascida entre os salões aristocráticos da Hungria do século XVI, veio ao mundo cercada por brasões, riquezas e privilégios. Contudo, por trás da magnificência dos castelos, existia uma menina frágil, de tez quase translúcida, olhar distante e alma marcada por sofrimentos precoces. Relatos históricos mencionam enfermidades, convulsões e crises que a acompanhavam desde a infância, como se seu espírito já pressentisse uma existência destinada à tormenta.
Era uma dessas figuras cuja beleza parecia não pertencer inteiramente à Terra.
Sua pele possuía a alvura das primeiras neves do inverno.
Seus cabelos lembravam fios de ouro envelhecidos pela luz dos crepúsculos.
E seus olhos, segundo os cronistas, carregavam aquela estranha tristeza encontrada apenas nas pessoas que jamais conheceram verdadeira paz.
Ao contemplá-la, talvez alguém visse uma princesa.
Ao observá-la mais atentamente, perceberia uma sombra.
Elizabeth cresceu entre guerras, intrigas políticas e uma nobreza que transformava crueldade em demonstração de poder. Casou-se muito jovem com Ferenc Nádasdy, um dos mais temidos guerreiros da Hungria, e passou a habitar os austeros castelos erguidos entre montanhas cobertas de névoa. Enquanto o marido combatia exércitos distantes, ela permanecia cercada por corredores silenciosos, tapeçarias escuras e invernos intermináveis.
Foi ali que nasceu a lenda.
Ou talvez a tragédia.
Ou ambas.
Dizem que a solidão começou a consumi-la como um fogo invisível.
Dizem que o sofrimento tornou-se companhia.
Dizem que a dor, quando permanece tempo demais no coração humano, pode assumir formas monstruosas.
Mas também dizem que seus inimigos eram numerosos.
Que sua fortuna despertava cobiça.
Que sua condição de mulher poderosa em um mundo dominado por homens a transformava em alvo conveniente.
E é precisamente nesse ponto que a História se desfaz em bruma.
Durante séculos, narraram que ela torturava jovens donzelas.
Que castigos inimagináveis aconteciam nos aposentos de seu castelo.
Que centenas de vidas teriam desaparecido sob sua autoridade.
Que rios de sangue teriam corrido entre aquelas pedras ancestrais.
Porém, estudiosos modernos observam que muitas acusações foram baseadas em rumores, testemunhos indiretos e interesses políticos. Alguns pesquisadores sustentam que ela pode ter sido vítima de uma campanha destinada a enfraquecer sua influência e tomar seus bens. A própria narrativa dos famosos banhos de sangue parece ter surgido muito tempo depois dos acontecimentos, alimentada por lendas e imaginação popular.
E assim Elizabeth permanece.
Não como uma mulher.
Mas como um enigma.
Uma figura suspensa entre a realidade e o pesadelo.
Uma aparição que atravessa os séculos vestida de branco.
Às vezes parece uma criatura devorada pela própria escuridão.
Outras vezes, uma alma condenada injustamente pela crueldade dos homens e pelas conveniências da política.
Talvez jamais saibamos.
Talvez a verdade tenha morrido muito antes dela.
Em 1614, confinada dentro de seu próprio castelo, distante do mundo e dos tribunais da posteridade, Elizabeth encontrou o fim de sua jornada terrena. Não houve absolvição. Não houve condenação definitiva. Apenas silêncio.
E o silêncio, por vezes, é o mais profundo dos túmulos.
Hoje, quando o vento percorre as ruínas de Čachtice e a névoa cobre as antigas muralhas, parece ainda existir uma presença vagando entre aquelas pedras.
Não a da assassina.
Não a da inocente.
Mas a da eterna incógnita.
A mulher cuja beleza tornou-se lenda.
Cuja dor transformou-se em mito.
Cuja história foi escrita com a tinta ambígua dos séculos.
Benfeitora ou maligna?
Anjo ferido ou espectro cruel?
A resposta talvez pertença apenas às sombras.
E nelas permanecerá para sempre.
Autor: Marcelo caetano Monteiro.

Imagine um grande grupo de pessoas, entre eles...
Homens e mulheres
Pobres e ricos
Negros, brancos, índios
Ateus e religiosos
Você faz parte desse grupo e o torna importante.
Não, você não é mais importante que ninguém. Somos todos iguais, ou melhor, todos temos direitos.
Imagine que esse grupo apresenta divergências, e é isso que o torna mais interessante.
Mas essas divergências nos fazem crescer, porque através delas, com nossa maturidade, passamos a refletir em que devemos melhorar e ao mesmo tempo admitir o que o outro também tem de bom.
Mas nesse grupo há paz, companheirismo, respeito.
Imagine...
Nossa, como é bom imaginar!
É utopia? Talvez! Mas é de sonhos que vivemos.
São os sonhos que favorecem para que busquemos sempre o melhor.


Texto de 2018

As mulheres não são todas iguais. Cada uma é diferente, mas todas têm o coração do mesmo tamanho. Todas são boas, têm um olhar carinhoso e uma força parecida com a dos anjos nos seus gestos.
Todas lutam muito, umas mais do que outras. As mulheres são a beleza do mundo. Elas transformam a vida de qualquer pessoa em um paraíso cheio de amor e paixão. As mulheres merecem ser felizes, sorrir e receber o amor de todos.

Alexandre Sefardi

As mulheres são como rosas, delicadas e belas, desabrochando em toda sua exuberância e graciosidade. Assim como as rosas, as mulheres possuem uma força interior que as torna únicas e admiráveis. Suas pétalas refletem a diversidade de personalidades, talentos e experiências que as tornam especiais. Assim como as rosas precisam de cuidados e atenção para florescer, as mulheres também precisam de apoio, amor e respeito. Que essa comparação entre mulheres e rosas nos inspire a valorizar e celebrar a beleza e a força de cada mulher ao nosso redor. Excelente dia.

Alexandre Sefardi

Ninguém morre por amor. As mulheres estão morrendo pelo peso de um "não". Morrem porque decidiram que o seu próprio sorriso valia mais do que a vontade de um homem. Morrem dentro de casas que deveriam ser refúgios, transformadas em prisões psicológicas onde o carcereiro dita a roupa, a maquiagem e as amizades. Elas morrem muito antes do último suspiro, quando são proibidas de sonhar, de trabalhar, de rir e de serem donas de suas próprias vidas.

Essa realidade cruel não escolhe classe social, cor ou religião. Ela se esconde, muitas vezes, atrás dos bancos das igrejas evangélicas e dos discursos de santidade. Homens usam a palavra de Deus como escudo para a tirania doméstica. Distorcem conceitos sagrados como a submissão e o perdão para manter esposas encurraladas no medo.

O agressor religioso ora em público, mas amaldiçoa em particular. Ele usa o nome de Deus para dizer que a mulher deve aguentar o soco, o grito e a humilhação para "salvar o casamento". Nenhuma doutrina legítima apoia a tortura psicológica. Deus não habita no lar onde o medo substitui a paz. O altar da igreja jamais deve ser usado para santificar o abuso ou para silenciar o clamor de uma mulher que pede socorro.

Cada agressão verbal, cada ameaça sussurrada entre dentes e cada crise de ciúme disfarçada de cuidado espiritual é um passo em direção ao abismo. Quem agride não está amando; está tentando calar a própria incapacidade de lidar com a liberdade do outro.

Se você sente a raiva subir ao peito diante da rejeição, se o impulso de posse nublar sua mente, pare. Olhe para as suas mãos. Elas foram feitas para construir, para apoiar, para viver em paz — não para carregar o peso eterno do arrependimento e da destruição de uma vida inocente. Um homem de verdade aceita a partida, respeita a escolha alheia e entende que o fim de um ciclo não é o fim do mundo. Dobrar os joelhos para orar perde o sentido se, ao levantar, você usa sua força para esmagar quem jurou proteger.

Destruir uma mulher é destruir mães, filhas, irmãs e o próprio futuro. Atrás de cada tragédia, há crianças que ficam órfãs, pais que enterram seus pedaços e uma comunidade inteira que sangra junto. A violência nunca será prova de força; ela é a assinatura digital da fraqueza humana. É o colapso de quem não aprendeu a ouvir um "basta" e prefere o pecado da destruição ao ato de coragem de deixar ir.

Antes de cometer um erro sem volta, feche os olhos por um segundo. Pense no silêncio ensurdecedor que fica depois. Pense no barulho das algemas, no peso da cela fria e nas lágrimas desesperadas de quem fica. Pense na certeza de que a dor que você causar nunca sumirá do espelho da sua própria consciência. O julgamento dos homens pode demorar, mas a justiça divina e a ruína da sua própria mente serão imediatas. Não destrua a vida dela, e não jogue a sua própria vida no lixo. A raiva dura minutos, mas a culpa e o inferno da consciência duram a eternidade. Escolha se afastar. Escolha a paz.

⁠Poetisa

Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.

Mulheres que amei, sacanas, amigas, apaixonadas, volúvel, sincera e vadias, amadas e amantes, lindas e belas, sinceras e desonestas, vulgares e apreciadas com moderação, queridas ao extremo e odiadas antes da cama, e rainha após a luxuria, eternas e passageiras, mas todas com o maior conceito que possa ter esse ser. A você mulher do sorriso fácil e do choro comovente, das lagrimas falsas, que causaram calor e dor, mas que no dia a dia me fizeram tão bem que não consegui esquecer nenhuma de vocês.
(Saul Beleza)

"Entre tantas outras razões de eu adorar as mulheres (só as mulheres) é porque elas, na despedida, falam ou escrevem "Bjs", enquanto os marmanjos não falam nada ou limitam-se ao tal "Abraço". Ah, as mulheres!"
0738 | Criado por Mim | Em 2014

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Homens começam a morrer, já quando nascem. Ou antes, se não chegarem a nascer. Mulheres, também. Animais, também. Vegetais, idem."


Da Série TAMBÉM SEI ESCREVER TOLICES
MAS SÓ POR GRAÇA E SOMENTE ESTA
NÃO INSISTAM
Esta Série é NADA-SÉRIA


Texto Meu 0922, Criado em 2018


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

⁠Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.


Elas conduzem na terra, no ar e na água.


Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.


Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.


Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.


Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.


No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.

⁠Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.


Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.


A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.


Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.


O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.


A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.


Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.


Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.


Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.


Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.


Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.


O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.


Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.


Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!

⁠Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.


É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.


Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.


Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.


A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.


Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.


Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.


Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.


Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.


Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.


E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.


Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.


Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.


Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.


Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.


E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.

⁠Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.


E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.


Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.


Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.


Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.


O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.


Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.


O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.


Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.


Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.


No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.


E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.

Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.


Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.


Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.


Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.


E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.


O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.


Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.


E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.


Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.


Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.


Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.


Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.


Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.


De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.


E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.


Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.


Toda mulher é assim mesmo; é estranha, é ciumenta, sente raiva das outras mulheres e essas coisas.
Tem horas que a gente fica carente, triste e só os homens não entendem que é essa a hora de oferecer carinho.
Não é no meio de uma balada movimentada, é quando a gente ta sozinha que demonstramos que estamos solitárias.
Toda garota gosta de um cara fofo que vai estar sempre disponível pra ela.

Inserida por LuizaNeves