Texto sobre Estrelas
Meu amor ta vendo as estrelas no céu enquanto elas tiverem combustível para queimar e graça para dar beleza as nossas noites eu vou te amar..
Meu amor ta vendo aquela lua la no ceu enquanto ela estiver la para iluminarr nossos destinos eu vou te amar enquanto nosso sol tiver forças para brilha e nos da a energia da vida eu vou te amar enquanto houver esperanca enquanto houver vida em mim eu vou te amar meu amor mesmo que este nosso universo tiver fim e a vida for extinta mesmo assim meu amor renascera e de alguma maneira eu nao deixarei de te amar pq este amor nao tem fim este amor eh tdo que sou eh tudo em mim esta eternizado em mim.
Enquanto houver chão sobre meus pes e ar pra eu respirar eu vou pra sempre te amar ..
Minha menina
A brisa me leva
A Brisa me leva ,
o vento me entrega as estrelas do céu ,
mostra –m e teu amor que regas como flor ,
Porque te olho nos olhos ,
desejo tua boca ,
te quero porque quero tirar tua roupa ,
te beija te tocar te amar a vida toda ,
pensei muito em fazer
uma poesia um soneto
pensei em escrever
romântico desse jeito ,
linda rosa
girassol do meu coração
um verso entrego agora
com toda emoção ,
linda flor
és a mas bela margarida
hoje traz amor e amanhã mas ainda ,
porque viver é amar
e amar e te ter
pois sem ti não tem nada
e nada é morrer
no profundo desse mar
deixa eu provar que te amo
deixa eu provar que te quero
que no que eu vivo pensando
e ter você por perto
porque pra eles é tão fácil
correr brincar pular
porque agora é tão chato
nada fazer nada falar ?
verso poesia
soneto e refrão
pra vocês falo
que é de coração .
de coração e dizer
pra sempre te amo
pra sempre e fazer
poesias ao meio campo .
frio forte
chuva fraca
e o vento a me levar
por você minha amada
posso esperar
poema faço com a mente
mas o verso vem do coração
soneto se lê pensando em gente
frases são meninas lindas que encantam e dexão emoção
Havei de te amar.
Havei de te amar.
Havei de te amar.
Havei de te amar como as estrelas no céu, havei de te amar como a natureza nos oferecendo você.
Havei de te amar por você ser a rosa mais linda do meu jardim, havei de te amar mesmo estando errado.
Saboreando o sabor do amor nos teus doces lábios, havei de te amar sentido o cheiro da felicidade em seu corpo.
Gritando de dor em seu braços por te você, havei de te amar falando com os anjos sentindo seu coração batendo por me.
Havei de te amar mesmo que o tempo não existir, caminharem com a força do seu amor por me.
Havei de te amar.
Havei de te amar.
Havei de te amar.
Havei de te ligar para "939-795-128"
Uma vez ele me falou que sou tão previsível tanto as Estrelas do Norte, disse também que sou feita de instantes, que fui um bem súbito em sua vida. Eu espero que tenha sido a estrela mais brilhante que orbitou naquele mundo sombrio. O admirava dormindo e apenas lamentava o gosto ácido da dúvida, meus olhos vacilantes denunciavam um “por que” a cada contratempo de sua respiração. Então me atingiu de inesperado o dia que o conheci, ele usava botas de couro, aquelas botas de motociclista, sabe, e um chapéu engraçado, me falou que estava terminalmente apaixonado por mim usando o termo “razões óbvias”. E eu não compreendia, mas apreciava que dançávamos no mesmo ritmo e sabíamos até descarrilar o mundo no mesmo compasso. Então, passo a passo, reconhecia um pouco de mim naquele enclave e me sentia confortável por isso, por fazer parte de um reduto de paz e, quem sabe até, ser a fonte desta sensação. Daí percebo que talvez ele seja o “de repente” que eu tanto aguardava e o frio na barriga que jamais cogitei provar. Mas como? Tantas perguntas e não esbarro com resposta alguma e sinceramente, eu não preciso. Daí descubro que também o encontro no meu “onde”. Na direção concreta, no ponto de referência confiável e exato, desvendo por trás do sorriso largo uma alegria recíproca, e na constelação de euforia, o desenho como Estrela do Sul. Minha estrela, jóia rara. E nós somos um. Por quanto tempo? Eu não sei, mas desculpa a falta de jeito, é que eu não posso resistir à tentação de pecar pelo excesso de desconfiança com o destino por ter o atravessado como um meteoro no meu céu. Era o tempo que cura fazendo cócegas no umbigo e ressaltando o meu gargalhar frouxo. E eu sentia isso também, todos os dias. Sentia as cócegas daquele riso baixo, do sopro leve na curva da minha orelha, sentia cócegas no olhar infame e até ousava a desvendá-lo.
- Razões óbvias? – Indaguei.
- Razões nucleares, menina, seu coração é uma bomba atômica e não sei se aguento o peso das explosões.
Tarde demais.
Acho que foi amor à primeira crise de riso.
A luz do seu dia de chuva, na escuridão de uma noite sem estrelas.
Dentro daquela noite suja você me tentou
Vestiu-me de suas promessas misturadas ao vinho barato, você me beijou
Tire as mãos dos meus cabelos, ninguém vive de sonhos bons. Ali terminou
Já não sabia se era a coisa certa a fazer, poupar meus sorrisos por medo de sofrer
De qualquer forma, já era tarde. Tarde demais...
Já não havia espaço pra sinceridade nos passos que eu pisava.
Estava quase certa que a sensação estranha que me tomava vinha com o vento.
Frio perigoso que me dava abrigo, e ao mesmo tempo de tornava castigo para o meu coração.
Aceitar meu destino era a única alternativa, mesmo que sua luz não estivesse na mesma direção.
Já amanheceu e você ainda dissolvendo toda sua sedução me falando de vida.
Me solte das suas asas, não tenho tempo nem vocação.
Preciso acarinhar minha solidão que vive dentro do espelho, num horizonte borrado, versado, machado de vermelho.
Lá dentro fico livre do seu ultraje à minha paz.
Liberdade fugaz.
Se eu fosse capaz de apagar as pegadas, as notas do seu violão, sempre latentes.
Te esquecer abrandando meu corpo, seu corpo gementes.
Você me acendeu com seu dia chuvoso, ainda assim, luzente.
Fatal, sem final, exceção demente.
Canção torpe, pura que nunca se estima a duração.
Luz do seu dia de chuva, cantou minha escuridão.
A ESTRELA DA AMIZADE
Ao olhar para o cosmos em
noites de luar,
vejo um céu pleno de estrelas,
cada uma com seu tamanho
e cores a brilhar...
Aquelas que mais brilham
são as que me chamam atenção,
pelas suas magnitudes
despertando minha admiração...
Tal qual o céu no cosmos infinito,
assim é meu coração, um céu estelar,
infinitamente com espaço
para mais estrelas eu amar...
Espaço suficiente para
guardar novas estrelas
sem que se apague o lindo
brilho das demais...
As estrelas que estão guardadas
em meu coração, são todas
aquelas pessoas que fazem parte
da história da minha vida...
Estrelas reais e virtuais,
ambas com suas grandezas,
nomes brilhantes,
sentimentos e belezas...
Mas existe uma que me chama
mais atenção,
aquela que desperta em mim
amor, carinho, atenção e admiração.
Essa estrela tem o seu nome
e se chama...
AMIZADE!
“A Amizade é uma Alma com
dois corpos” - Aristóteles
Dizem que o brilho das estrelas vem dos seu olhos .
E a calma do mar vem dos seus lábios num mar,
Que eu entro sem medo de me afogar.
Um mar de desejos intensos ,desejos que não sei
Onde podem se acabar pois a via lacta é pouca pelos meus
desejos por vc ,Coisas que não se explica que só os
tolos apaixonados entendem sim porque não ser um tolo apaixonado
com um amor puro um amor intenso sem te medo de amar sem
ter medo de ser amado sem ter medo de ser desejado sentir os arrepios
da nuca quando vc me beija quando vc me deseja eu quando tempos um momento
unico coisas que quero sempre ter vc aqui comigo pois faz meu equilibrio
para que eu não fique no mundo dos tolos o mundo dos que não amam e tem medo de ser amado
Invenção
Na minha janela espraia-se o Atlântico,
brilham as estrelas do Cruzeiro do Sul,
suspiram flores em suspensos campos verdes,
as árvores balançam ao sabor do vento.
Na minha janela tem o mistério
da noite espessa e uma lua ao acaso
inspirando a poesia,
o cinzento das tardes de outono,
o som das ondas que murmuram preces,
num choro inútil que enche de mágoa a
solidão da praia quase abandonada...
Sobre mim pousam os ventos,
sentimentos dançando ao acaso,
que importa se a noite se cansa
e é lento o dia,
sonhos nascem sem qualquer razão,
a vida é esta grande invenção...
Serei feliz ao longo dos anos
Todos os sábados às madrugadas
Ao ver as estrelas
E todas as manhãs de domingo
Ao ver o sol nascer
Serei feliz pois vou estar
Com minha bebida e meu cigarro
Com minha solidão e minha memória
Relembrando o quanto fui feliz um dia
Quando te vi pela primeira vez.
Respiro o Ar,
Vivo o Vento,
Sonhando com a Lua
Tenho necessidade em viver
Meio as estrelas...
Da Lua não quero muito,
Apenas ela!
"Quando, ela, é tudo o que sabe ser..."
Da Lua quero todas as fases!
Boas, ruins,
Claras e obscuras,
Pois assim a conheci,
Assim a senti,
Muitas fases,
Solene face!
Encanto místico, magnetismo!
Transcende dia em noite, noite em dia.
Luz que desatina, e equilibra!
Presa por si mesma em própria natureza, pureza
Em um Universo em crise!
A Lua vive só,
Não por não ter por quem viver
Mas por não saber viver sem ser
solenemente
Lua!
Prisioneira do teu abraço...
Você é a poesia,
a música dos deuses,
luz de estrelas
que insistem brilhar
em noites escuras.
Tuas mãos,
de toques suaves,
fazem das notas,
melodias harmoniosas
que me deixam sonhar,
sob a luz do luar.
Teu olhar sereno,
me faz velejar
sobre um mar sem vento
no frescor das manhãs
com uma leve brisa
levando o barco,
até uma ilha deserta.
Prisioneira do teu abraço,
atravesso o oceano,
já não penso em voltar.
by/erotildes vittoria
Se eu conduzisse a noite à uma esquina
e entre brilhos e ébrios as estrelas se derramassem
se eu me perdesse no quarto minguante d’alguma cratera
desenterrando as quimeras de um outro passado
ausências, somente ausências são pertinentes às reminiscências,
os ébrios serão poetas e boêmios nas esquinas,
as noites serão lembranças saudosas ou não,
lacônicas ou perenes cheias de brilhos,
esquecidas pelos ébrios declamada pelos poetas
as mulheres serão amadas por seus maridos,
possuídas pelos amantes,
machucadas pelos vagabundos...
e onde estarão agora as mulheres?
Seus corações estarão com seus maridos,
seus corpos com seus amantes
e suas almas alimentando o espírito materno
tentando ser mãe de vagabundos
olho as estrelas...
vejo os milagres sem fim,
meu amor eterno distante,
mesmo assim lindo amor,
definho dia apos dias,
nas minhas lamentações
serem benditas na dor,
meu amor seja do jeito
vai ser como pode ser,
nas variações de nossas almas
somos únicos num destino,
para onde vamos...
ou de onde viemos é um segredo,
do qual escolhemos amar,
numa fronteira infinita
desejamos o amor e suas definições,
no entanto existe vários caminho
que levam o amor,
como ser intrigante desejado,
faz o fazer o sentido sofredor
em tantas questões
e plataformas que esquecemos
que existência muito curta,
ainda que valores dados,
são apenas fagulhas que passamos
a vida querendo ter... no florescer de nossas almas,
porque sentir tanta dor por simplesmente amar...
tudo pode ser muito bom...
basta se ponderar cada estante que perdemos
ao lado que amamos é teor de uma pérola rara
na sua perfeição do teu coração...
mesmo não compreenda a sintonia da pureza do amor,
singular na plenitude de dessa vida um pingo no universo,
de muitas vidas posso viver a eternidade te amarei
cada uma delas mais e mais como a primeira vez que te vi...
não seria o bastante e nem muito ou pouco
de um estante que vida termine... seria o amor
tudo que quis te amar,
o para sempre será uma fagulha em nossos corações.
"Verso despido"
Cai das estrelas um verso,
no sentimento avesso,
na candura desse universo,
de poemas lindos abstratos puros,
com a graça de um anjo,
que da linda canção...
dança com a lua,
beija um cometa,
namora um planeta.
cai,cai...
cai na real
era sonho,
que componho,
bem risonho,
cai cai !
cai o verso
cai avesso
cai nu.!
Ladrão de Estrelas
Contido nos seus sonhos e buscas
Encontra-se perdido deslumbrado pelas estrelas
Gato romântico e arisco no fundo do quintal
Contempla o céu azul marinho luminoso de estrelas
Olhos astutos e sempre curiosos
Planeja seu grande pulo
Subir na arvore mais alta da terra
E chegar ao céu
Pegar uma estrela e trazê-la até a terra
Onde possa adorá-la todas as horas do dia
Assim o faz uma noite
Rouba sua pequenina estrela azul
Trazendo-a para seu recanto
E vive a protegê-la dos outros ladrões!
Planejando seu novo pulo
Contido nos seus sonhos e buscas...
Olhos de estrelas, com sorriso leve a cada instigação.
No sonho antigo de uma serpente, onde com delicadeza se inclinou mais para a brandura.
Um 'que' de lúdico e de engraçado flui por águas de doce incandescência.
O sentido que consome e arde no seu ponto de impacto, chega instantaneamente aos sons de um insight de tom tanto aromático, quanto terno.
Vibrando num momento excêntrico de flama por uma estrela cálida.
Às vezes quero ver o Sol à noite
E olho as Estrelas,
que são Sóis distantes
Enxergo hoje as coisas
Como não as via antes
Hoje não adianta mais
Saber o que devia ter descoberto
No tempo em que nasciam flores
Onde hoje tudo é deserto
Eu, que desejava tanto a Guerra
Enquanto vivia em paz
As vicissitudes desejadas
Foram tão rudes
Quanto inesperadas
E hoje eu olho as coisas
Tão distântes e digo
Faz um tempo
Tanto tempo, Meu amigo
Que queria desviar-me
Dos caminhos que hoje sigo
Aprendi a caminhar
Conheci os segredos dos Mares
E dos Nós de Marinheiro
Esta noite eu enfrentei
Uma tempestade atróz
Querendo encontrar o caminho
que me conduzisse de volta
À ilha dos Girassóis
Uma fada dança em minha mão
Tenho esperança, ainda
De que tudo mude
E que o vento sopre em direção
Ao final deste Mar
Que não finda
E caminhar finalmente pela praia
Ao final de uma tarde linda
Antes que a vida se esvaia
Consumida pelo tempo
Tanto tempo
Meu amigo.
sedução
Valeu a pena tudo isso?
Numa noite clara de calor
Em que a lua sinalizava as estrelas
No tapete da areia úmida,
Perguntei enquanto caminhava...
A escuridão na imensidão
Feito um manto do horizonte
Salpicado de pontos brilhantes
Parecia responder ironizando
E chamando à um mergulho...
Pyrilampos sedutores,
Canções perturbardoras,
O infinito desnudo
Convidando ao encontro
Da poesia fatal...
Talvez Iemanjá,
Num momento de TPM
Causou um maremoto,
Me embriagou
E cantou pra mim...
Meus tímpanos vibraram.
Meus instintos vacilaram.
Não sou pescador...
Minha rede é de deitar
E ao mar...apenas escutar...
(Nane-28/11/2014)
estrelas no céu,
barquinho de papel,
numa poça d'água que leva pro mar,
correnteza forte,
coração leve,
homenzinho se foi,
um dia e uma noite perdido no mar,
"beijos salgados" ele diria,
beijos da lua ele tinha,
sozinho e com frio,
se foi,
a moça da praia sentada na areia,
esperando uma noite e um dia pelo seu marinheiro,
chorava escondida e brigava com o vento,
"volte pra casa" ela diria,
"e volte inteiro",
o barquinho já naufrago ela avistou,
e ate a areia nosso homenzinho boiou,
não era um robusto marinheiro,
o moço delicado era jardineiro,
e de rosas e moças ele entendia,
amigos ficaram,
entre poemas e vinhos,
o bom moço lhe plantaram,
uma erva daninha no coração,
semente marota, semente de amor,
e então, ao redor da fogueira,
menos quente que seus corações,
eles dançaram,
e de muito felizes se embriagaram,
todos os seus medos se dissiparam,
e sem sabem, quase casaram,
"quase mesmo", diria o marinheiro,
quando os pés plantou na ilha solitária...(continua)
Tem umpé de estrelas
florindo lá no meu quintal
tem estrelas vermelhas,
azuis, amarelas, douradas e tem furta-cor
tem estrela que traz a manhã,
vespertinas prateadas de luz
cambiantes de amor
tem estrelas majentas,
cobre e carmim,
tem estrelas de pétalas agudas
tem sois de todas as grandezas,
tem estrelas guias, anãs,
binárias eclipsantes, quasares e supernovas
e tem as que bebem
se embriagam e se despem...