Texto Qm sou eu
ME RECONHEÇO
É nos teus olhos que me reconheço.
Sou puro sentimento, enraizado, tocante, fascinante, plasmado no silêncio.
Solta, alada, desenrolando a ternura que em brisas de carinho, a ondular ligeira voa, acordo à vida e num ato de plenitude e oração louvo o amor intenso e celebro este momento.
Deusa da felicidade, atenta às nuances do destino, e na ânsia de te dar o mundo, deixo-me levar, me renovo, me movo calma, serena, doce e, tocada de graça flutuo em divina paz.
Vou tentar ser melhor pra mim mesmo a partir de sempre
Assim, vou tentar te mostrar q sou melhor pra você também.
Se eu me amar mais do que a você não me considere menos amoroso
Apenas aceite que sou tão rico em amor e carinho, que posso doar a vc
Tem gente por ai que tem pouco amor, ainda dá o que tem aos outros, não confie nessas pessoas.
Elas vão pedir mais do que deram.
Sou feita...
Sou feita de tantos sentimentos,
de amor, de dor, saudade, ilusão
e de tudo,
carrego um pouco em cada porção.
Tudo faz parte da vida
que pode ser bem vivida
se a dosagem for correta
que de concreta pouco tem
e nessa dúvida do não saber
procuro viver bem.
Já não corro como antes,
aprendi a ir sem pressa,
fechar as janelas quando chove
e puxar as cortinas quando o sol entra.
O medo do escuro já não existe
porque a vida é sempre de quem persiste.
Talvez eu seja diferente,
mas é assim que sei de mim,
sei que há sempre um começo
e todo começo,
sempre tem um fim.
erotildes vittória/REG/088741SPRTT/manuscrito de 2011/Alvar.br/ARQ/23.902bss2/0013/000013/all/imagem/Woman from Benin
Suspira meu interior, sou teu, não quero ser de mais ninguém,
Tu és meu Deus e não quero outro, plenitude há em ti!
És Deus, perfeito, suficiente, terno e bondoso, não necessito de outro!
Envolve-me no amor, cura-me da dor, com tua mão arranca-me da prisão!
Tens a palavra da vida, És a vida e me faz viver!
Para onde iria eu? A quem mais desejaria como Senhor?
Ou quem mais poderia me Salvar? Nem mesmo eu poderia salvar-me, não posso salvar-me nem de mim mesmo, pois sou pecador. Tua graça já basta, só tu és o meu Salvador!
Sou teu e minha alma não deseja nem um outro... Tu és o meu Deus!
Quero deixar a mim, por ti, seguir a ti e não a mim, renunciar a mim e ganhar a ti, sair de mim e viver em ti, deixar minha casa e morar na tua, contigo, ó Deus para sempre!
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Não sou nenhum santo e muito menos um mestre
para indicar um caminho a seguir...
Mas posso dizer por onde não ir, pois já tive a
experiência de andar por onde não devia...
_______________________________ Paulo Ursaia
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RASCUNHO DE MIM MESMO
Sou rascunho de mim mesmo
E me atrevo a rabiscar
Do amor, desejos, beijos, sonhos e alegrias
Sem inserir sofrimento, dor, desalento, fantasias
Mas se assim o faço, deixo de ser original
E sigo por este caminho
Me contendo, me rabiscando
Virando as páginas dos meus rascunhos
Certo de que alcançarei o final
Quero apagar as dores, mentiras, dissabores
E começar tudo de novo
Sorrindo, sem pressa, sem rumores
Rabiscos da infância tão saudável e inocente
Lembrando da minha gente
Que em minha memória ficou
Lembro de Maria a primeira namorada
A professora Ritinha sempre tão animada
Minha escola, as pescarias, o açude, o futebol
Rabisco de mim mesmo nesta minha simples jornada
O tempo passou depressa
Mas na memória ficou
Dos momentos tão bem vividos
Que a vida me ensinou
E se no tempo pudesse voltar
Certamente de novo faria
As coisas que fiz nesse tempo
Que me causaram alegria
Falaria mais do amor
Do carinho, da afeição
E ao falar tentaria ouvir com o coração
Seguir sem magoar
Sem causar feridas no irmão
Tentaria agir diferente sem oportunidades perder
Com certeza se assim fizesse
Eu não teria perdido você
Sou do campo, da cidade...
Dor que arde, carne sofrida..
Guardada depois da vida....
Sofrida depois da ida....
Desisti de acreditar....
No jardim encantado..
De fadas e duendes
Há sempre alguém...
Que gosta de ver sofrer...
Neste momento só desejo...
A felicidade e não ser infeliz...!!!
Não sou sempre flor...
Muitas vezes,
sou a flor
e em outras,
nem o perfume delas,
apenas folhas secas pelo chão.
Não me queira sempre igual,
sou diferente todos os dias
e nem sempre,
tenho um sorriso.
Sou mesclada de todas as cores,
um rio que corre sempre
e mais adiante,
atravessa os campos,
montanhas
e volta para a planície.
Leva contigo meu riso,
junta teus sonhos aos meus
busca mais um pouco de mim,
eu levo comigo teu abraço
e juntos,
um pouquinho de cada um,
vamos seguindo assim..
O Autor e a Obra
Sou quem me modifica,
Quem me policia e me constrói,
Quem me decepciona e me felicita.
Sou intempérie do pensamento,
Inverso dos meus intentos,
Integrante de um Universo
Contido em um momento.
Sou as asas daquela borboleta, ou um furacão na China.
Sou o autor e a obra.
A antítese.
A metáfora.
A metonímia.
Um Poeta
Sou um Romântico!
incurável, entregue ao drama,
a ingênuos sentimentos de quem ama.
Sou um Romântico!
Sou um cético!
Incurável, entregue à dúvida,
de Deus , do céu, de mim, do mar, do mal, da morte,
das Súplicas.
Sou um cético!
Sou racional!
Indubitável, entregue à equaçôes.
Deduzo, induzo, analiso. Tenho as explicações!
Sou racional!
Sou um filósofo!
Inadvertidamente entregue à busca,
do saber, do universo e natureza,
de ponderação e de clareza.
Sou um filósofo!
Sou um poeta!
Inteiramente entregue à arte e à beleza,
do mar, do mel, do céu, dos olhos da morena,
das cantilenas e do som do violão.
Sou um Poeta!
“Descobri por entre todos os meus receios que sou o meu pior inimigo, que não sou nada além de antecipações.
Era como se a chuva fosse do chão de encontro ao céu num avesso majestoso. Era ver tudo invertido e se adaptar nesse compasso de tristeza bonita de se sentir. Saudade não é mais um sentimento, é uma veia colocada no lugar errado, dor de cabeça por tentar se transportar para onde o tambor do pulsar grita. Mas nunca dá. Porque você se tatuou em mim e eu me costurei em nós, desate um fio e o meu todo se esvai em desatinos. Já que não almejo encanto, separo então um canto para me reinventar. Mostro-me distraída com as paredes descascadas, perguntando-me se as paredes do ego também dispunham do mesmo formato concreto, impedindo as guerras emocionais de escapulirem pelos poros feito um inundar de amargura. Só queria esculpir o teu nu em estátuas, emoldurar os sorrisos para que nunca se dissipem do brilho dos olhos. Compreender que a nudez mesmo está escondida nos detalhes que só percebo depois dos seis lances de escada e um vinho barato. Confusa, talvez. Sentindo o incenso da tua presença, antes mesmo de sentir o afago do teu corpo. Ainda confusa, desvendando a incógnita de quão o mar sabe ser tão claro quanto teus olhos, que cerram atados diante de um fecho de luz. Tua serenidade não cobiçara os meus raios solares. Mudava de opinião como quem sucumbia às fases da lua, exibia a tristeza como quem rega flores artificiais, era pesaroso gostar do colorido de algo sem vida. Era desafiador despir as palavras para que fossem aceitas sem o desconfiar de um Cavalo de Troia. Eu me entreguei de coração aberto e alma limpa para virar apenas mais uma vítima corriqueira do “não era pra ser”. Esquece o roteiro, amor. Nem o aroma do teu perfume sabe a rota da saudade, mas mesmo assim sempre volta para me assombrar. Mais forte e incomum. Um recital fresco e perigoso como a madrugada, sem ecos e sem carnaval. Paralisa os meus sentidos e me faz perceber que comum mesmo são as outras pessoas que copiam o teu cheiro. Porque eu vejo poesia a cada esquina e a brisa me presenteia com o amargo da lembrança de um afeto bom. Eu sinto o murro na cara e encaro a fragrância insípida com lágrimas nos olhos e braços abertos. Tentando, ao menos, juntar as partes do perfume que há muito não me visita e comprimi-las no coração até transformá-las num cobertor de nostalgia bonita de se apreciar. Eu vou esquecer o teu nome, inventarei um bocado de outros pseudônimos que me façam cair na tapeação de caber em um amor do tamanho de um alfinete. Que não me faça sentir o pesar da despedida ou a melancolia de uma noite mal dormida. Eu vou esquecer a tua voz, e todas as palavras um dia proferidas irão caminhar para longe junto ao vento. Vou quitar qualquer compromisso com as manhãs nubladas e esquecer os teus vestígios escritos entre as nuvens. Eu quero uma passagem só de ida, bilhete de trem sem reembolso. Quero viver da sorte e não das possibilidades que prendem meus pés no chão.”
Mas pra quê a pressa, amor?
A eternidade é na rua de baixo, logo ali virando a esquina.
Adoro conhecer coisas novas,
Sou caçadora destinos inventados
Encanta-me um novo sotaque,
Uma frase inesperada, um sorriso rasgado.
Adoro observar as mesmas passagens,
Mas cada vereda que vejo nunca é como
Se fosse o mesmo caminho galgado.
Acho-me perdida nos fascínios diários.
Adoro o som harmonioso das músicas antigas,
Mas cativa-me celebrar uma nova canção, ou dar
Um novo sentido as cifras de uma letra
Acompanhada dos acordes de um violão.
Adoro acordar e pensar que sou aprendiz
Da vida, pelo menos enquanto a essência da
Vida durar.
Não sou poeta, nem saberia ser,
Sou agitada, melancólica, confusa,
Sou teimosa, tranquila, do tipo calada,
Faço tanta coisa, que acabo não fazendo nada!
Dorminhoca, comilona, de bagunça organizada.
De pensamento ligeiro, apenas escrevo.
Uso palavras simples, á muita coisa?...Não me atrevo!
Como agora nessas frases que rapidinho vem brotando.
Tudo porque de um belo moço to gostando...
Ele bonito, charmoso, perco tempo para ele olhando!
Logo agora que depois de tantos anos vividos, encontrei o amor, não é que o danado fez que fez e me largo; saiu como quem foge pela porta da frente.
Homem macho!
Menino valente, eu disse a ele: meu amor não faça isso! Sou moça boa, e aceito compromisso.
Mas de nada adiantou.
Como flecha certeira o cachorro me acertou agora só me resta pensar que sou poeta....escrevendo todas as noites frases que dizem assim:
Amor, mesmo depois de anos passados, por favor, reconheças que me amas e volta para mim.
SOU BRASILEIRO SIM...
Sou brasileiro sim...
Gosto de sol, samba, futebol e carnaval.
Mas não sou tão dissimulado, hipócrita e nem cara de páu,
a ponto de desprezar o que os políticos e juizes
estão fazendo com o nosso Brasil.
Se voce está tão feliz para
sair desfilando por aí no carnaval,
calce a cara, esqueça tudo e vá...
Mas antes, complete sua fantasia
com nariz de palhaço.
Não sou mais o mesmo,
ando a esmo,
no caminho escolhido,
estou perdido.
Nos primeiros passos
não errava o compasso...
mil passos depois
não sei mais o que já foi.
Me repito, me complico,
o visto, o não visto,
pro imprevisto
me visto.
Modificado pelo tempo,
calejado, maleado,
ajustado, adaptado...
não mais o mesmo
mas o mesmo mudado.
Me mórica vulcânica
Sou o puro fogo
Larva...
vulcânica!
Que queima reduzindo a cinzas, tudo o que tiver no caminho.
Sou fogo intenso.
Intensifico seu sentido
Chama que não se apaga
bem acesa queimando por dentro e por fora
Te aqueço em noites frias, madrugadas
Te aqueço e me esqueço que queimo.
Deixando em chamas seu ser por dentro
Não gosto tanto de água, detesto calmaria.
detesto calmaria, pois o fogo me alucina.
Calmos pássaros em águas translucidas
Essa inconstância das águas me assusta.
Bomba relógio
Bomba reló...
detesto calmaria.
prestes a estourar.
Sou amor e ódio
As vezes me mórica vulcânica em madrugadas frias.
Estações
Sou estações...
Frio, flores, frutos,
Calor, dor, amor.
Perco o centro,
Reencontro
Me refaço,
De retalhos.
Perco as folhas
Sem escolhas.
Provo frutos
Imaturos.
Mas me refaço
Das quimeras,
Dos outonos
Demorados
Das sensações
Doloridas.
Visto o verde,
Primavera florida,
Reencontro (sempre),
Na árdua lida,
Um sentido para vida!
Cansei de me esconder, de fingir ser algo que não sou.
Cansei das lutas falhas, das buscas infundadas dos sonhos impossíveis.
Cansei de ser ninguém, de ser apenas sombra e invisível.
Não serei mais escada, nem portas para um futuro incrível.
Serei apenas eu construindo o meu mundo, os meus sonhos. Escrevendo o meu destino.
Sou responsável pelas minhas escolhas
estejam certas ou erradas.
Sou livre, e livre escolhi
Só não sabia que seria assim.
Fui, e quando lá cheguei
vi que não era para mim.
Não estou triste pelo fim,
pois o fim, não foi o fim da estrada.
Sei que ainda existe a dor,
mas sei também que ela vai passar
e um dia, a lembrança da dor vai me ajudar
a tecer novas rotas, alterar velhos caminhos.
Tudo bem que seja assim,
não tenho respostas para tudo
não tenho respostas para nada
apenas sigo, e continuo na estrada.
Não guardo mágoas,
já tenho muito o que carregar:
FÉ, ESPERANÇA E AMOR!
Sou apenas mais uma mulher, como tantas outras que existem por aí.
Sou feita de emoções... Sou romântica, sonhadora, carente,carinhosa.
Trago comigo, sonhos, lembranças, saudades, dores, amores, sofrimentos e alegrias.
Há momentos que sou forte como um touro. Outras vezes, sou frágil, como uma flor.
Erro, tentando acertar. Falo coisas que não quero falar. Me calo, pra não magoar.
Às vezes choro por bobagens, mas também, rio com facilidade.
Já trilhei muitos caminhos... Tropecei, caí, levantei e segui.
Sei que ainda tenho muito a aprender, afinal, estou aqui é pra viver.
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