Texto Qm sou eu
NINGUÉM, eu disse ninguém!
Me fará duvidar da excelente MÃE DE AUTISTA que sou e do grande coração que eu carregoem meu peito.
A cada desafio superado, reafirmo minha força e meu valor. Meu amor é inabalável, minha dedicação é inquestionável, e meu coração é o lar de uma coragem que nunca se esgota.
Eu sei quem sou e o que ofereço a minha Filha(o) Autista, e nada pode abalar essa certeza!
QUEM SOU EU UM POUCO SOBRE A MINHA PESSOA
Kaique Nascimento do Amaral, nascido na quarta-feira de junho de 1996, enfrentou uma perda precoce e dolorosa quando seu pai, Adão do Amaral, faleceu devido a um erro médico na Santa Casa da Misericórdia de São Paulo. Adão foi diagnosticado erroneamente com tuberculose quando na verdade tinha pneumonia, o que levou à sua morte. Com apenas 4 anos, Kaique foi criado por sua mãe, em Francisco Morato, ao lado de seus irmãos, Caroline e Leonardo (por parte de mãe), e Angélica do Amaral e Ana Paula do Amaral (por parte de pai).
Desde cedo, Kaique descobriu a paixão pela poesia. Aos 12 anos, começou a se encantar com as palavras e, com apenas 13, ganhou o concurso Canon com seu poema "Reviravolta". Esse sucesso inicial foi apenas o começo de uma jornada repleta de conquistas literárias e reconhecimento.
No entanto, a vida não seguiu um caminho fácil para Kaique. Enfrentou momentos difíceis, como a busca frustrada por contratos com gravadoras e a dolorosa perda de seu melhor amigo, Leandro Tavess. Esses desafios o mergulharam em uma profunda depressão, levando-o a compartilhar suas obras e poesias gratuitamente como um ato de liberação e conexão com os outros.
Atualmente, aos 28 anos, Kaique trabalha como pizzaiolo e motoboy, mas seu percurso inclui várias experiências como motorista particular, padeiro e pintor. Cada uma dessas etapas ajudou a moldar quem ele é hoje, refletindo a resiliência e a complexidade de sua trajetória. Kaique continua a buscar novos significados e formas de expressão, enfrentando a vida com a mesma paixão que dedicou à poesia.
Como garoa mansa
a refrescar uma tarde
atípica sou eu devagar
penetrando no coração
Porque para o seu amor
tenho me feito santuário
para te receber como
o meu eterno namorado
Unidos no rito da floração
etérea dos Ipês-brancos
e na dança na Via Láctea
Fazendo o destino místico
ser cumprido como deve ser
com as auroras e o infinito.
O Deus Criador – EU SOU
"Desde a eternidade, Deus,dotado dos atributos deonipotência, onisciência e onipresença, refletia sobre suas ações futuras. Eventualmente, Ele decidiu dividir-se para vivenciar a vida terrena e experienciar o mundo da matéria através de nós."
Com o poder da onipresença, que lhe permite estar presente em todos os lugares ao mesmo tempo, que graça teria jogar xadrez consigo mesmo? Por isso, Ele escolheu esquecer sua própria identidade, criando a ilusão de jogar xadrez contra outro ser.
Entretanto, sendo onisciente, Deus possuía todo o conhecimento do mundo, compreendendo o passado, presente e futuro, além dos pensamentos e ações de todos os seres. Assim, Ele sempre saberia os movimentos no xadrez antes de serem feitos. Para tornar o jogo justo Ele abdicou de sua onisciência, adotando uma condição de conhecimento limitado ou parcial, típica da experiência humana.
"Além disso, com sua onipotência, Deus poderia realizar qualquer ação. Para garantir a equidade e oferecer ao outro a oportunidade de escolha e vitória, Ele renunciou à sua onipotência, permitindo assim o livre arbítrio ao outro e tornando-se incapaz de influenciar diretamente o resultado do jogo."
Dessa forma, começou a jornada evolutiva e espiritual da humanidade em busca da reminiscência. Esse processo, que envolve recordar memórias passadas, permite às pessoas acessar o conhecimento esquecido, buscando redescobrir a divindade perdida dentro de si mesmas. Ao fazê-lo, lembramos que somos, de fato, manifestações de Deus tentando lembrar de si mesmo.
Eu sei que n sou perfeito, tenho meus defeitos, mas posso me adaptar, posso me adaptar!
Defeitos não são erros, erros não são acertos e tudo pode superar, tudo pode superar, por vc ja rodei o mundo fiz de tudo pra aprender, a busca do caminho que faça voce ver, que meu sorriso só tem graça com você.
(Vc me completa, eu te completo só vc não ver , me der uma chance para esse romance, ele pode acontecer, pode acontecer, eu faço de tudo, te dou até meu mundo, meu coração e pra vc ja tem tende entender.)
Te desejo a todo instante mas sozinho eu não vou conseguir, eu Me entrego e te busco procurando uma direção .
Até vc entender que o pedaço que me falta é você!!!
(Vc me completa, eu te completo só vc não ver , me der uma chance para esse romance, ele pode acontecer, pode acontecer, eu faço de tudo, te dou até meu mundo,meu coração vc já tem pode tente entender.)
Música de GIl Alves
Eu sou o tempo, e tudo em mim se manifesta.
Sou tudo que você precisa, sou cada instante que te rodeia
Sou tudo que muitos queriam ter, e também sou a sobra desperdiçada.
Sou a criança que acabou de nascer.
O adolescente que se apaixonou pela primeira vez.
O adulto que seus sonhos realizou.
E o ancião que no leito de sua morte, olhou cada minuto do ponteiro do relógio.
Eu sou a certeza que tudo é passageiro.
Sou precioso para quilo que não é eterno, e eterno para aquilo que é preciso.
Não sou eu sensível que choro são as flores na primavera que encantam com suas cores e os colibris espalham seus beijos sugando sua doce beleza
Eu só choro porque o canto dos passarinhos alegram a estação dos amor que inspiram meus versos simples
A minha sensibilidade é poética
Declara o amor como o perfume que as flores primaveril exala.
A estação dos poetas
Sou eu, rodado pelo tempo,
Sem casa, sem chão, nem firmamento.
Caminho em estradas que o vento apaga,
Sem saber se sigo ou se volto à saga.
Não há onde pousar meu cansaço,
Nem braços abertos, nenhum abraço.
Sou eu, sem rota, perdido na estrada,
Só o silêncio, minha jornada.
Será que o destino me esqueceu,
Ou fui eu que de mim me perdeu?
Mas sigo, sem rumo, sem me encontrar,
Quem sabe, um dia, eu aprenda a ficar.
Eu Anna giulia ou karma sou uma péssima pessoa pois....
Levei um fora, e o mundo parou,
Como um trovão que o céu rasgou,
Palavras ditas sem anestesia,
Cortaram fundo, sem poesia.
Esperava um sim, um talvez, um sinal,
Mas o não veio frio, tão casual,
E eu, ali, sem chão, sem ar,
Sentindo o peso de desamar.
O coração, que era cheio de planos,
Agora se perde em desenganos,
Sonhos desfeitos, caídos no chão,
Num canto escuro da decepção.
Mas a vida segue, mesmo sem compasso,
E a dor, um dia, vira apenas um traço,
De um amor que não foi, mas ensinou,
Que até o não tem seu valor.
Então, sigo em frente, mesmo machucado,
Com o peito remendado e o olhar cansado,
Pois o fora é só parte do caminho,
E há sempre esperança num novo carinho.
Quem sou eu?
Será que existe uma única resposta para essa pergunta? Pra mim, não.
Porque sou um pouco de muitas coisas, sou um pouco do meu DNA, do ambiente que vivo, das pessoas que me cercam, da história que carrego, das emoções que escondo, das batalhas que enfrentei.
Sou um pouco da história já escrita e das linhas em branco, sou um pouco de cada pensamento insondável, sou um pouco de cada sorriso, gargalhada e lágrima, mas também de cada momento de reflexão.
Sou um pouco do que já deixei no passado e dos projetos do futuro.
Mas ainda sou um pouco do Conto de fadas de menina, da paixão pelos saltos agulhas de adolescente, da razão em ser mulher.
Sou inverno, muito mais do que sou verão, sou muito mais solitude do que multidão, sou muito daquilo que amo, admiro e respeito. Sou um pouco de cada amizade sincera e verdadeira que carrego, sou um pouco o irmão que o DNA não me deu, mas a vida me presenteou. Sou as escolhas que faço, as imperfeições que carrego, as limitações que trabalho e as barreiras que ultrapasso.
Sou tanta coisa e ao mesmo tempo, sei que em tudo que ainda preciso aprender, não sou nada.
Mas o mais incrível em toda essa somatória de poucos, é que me torno o muito que chegou até aqui.
Prefiro a humildade do servo aos aplausos de um mestre, pois o mestre acha que já aprendeu tudo, enquanto o servo sabe que ainda há muito para aprender.
Sou um ser de paciência
A paciência me faz
Eu aprendi muito pouco
Mas posso aprender mais
O tempo e meu aliado
A pressa minha inimiga
Coragem que não me falta
Pra prosseguir minha vida
E levo em minha bagagem
A mala cheia de afeto
E cada dia que nasce
Eu me sinto mais completo
Eu sou uma caixinha de surpresa, um enigma a desvendar,
Dentro de mim, um coração pulsante pode habitar,
Mas também há um caixão de lembranças a guardar,
Sentimentos complexos, discernimentos a questionar.
Posso trazer alegria, um sorriso no olhar,
Mas às vezes apenas frieza posso apresentar,
Sou um mistério em constante transformação,
Uma caixinha de surpresas, cheia de emoção.
Nunca me julgue apenas pela aparência,
Pois dentro de mim há uma essência,
Um universo repleto de sentimentos e sensações,
Que se revelam em diferentes ocasiões.
Então, abra essa caixa com curiosidade,
Descubra o que nela habita com sinceridade,
Pois sou mais do que aparento ser,
Uma caixinha de surpresa pronta para viver.
Me aceite
Goste de mim como eu sou.
Não queria me recriar, não queria de mim outro ser.
E também não crie expectativas baseada num sonho
Sou tão real, ao ponto de chorar, de gritar, de sorrir, de rir ou de gargalhar, se necessário.
Tenho sentimentos e muita emoção e que bom que eles sempre alteram.
Tenho tanta pureza, em relação ao ser.
Que bom ainda acreditar, independente de algumas vezes eu me decepcionar.
É muito comum, para a maioria dos pais, ouvir dos filhos: Eu já sou maior, não se preocupem, eu sei o que é bom para mim. Mas será que eles sabem realmente o que é “bom”?
Primeiro, “bom” do ponto de vista individual, quando se pensa apenas na satisfação de um desejo, é fácil de se entender. O difícil, para os pais, é ficar tranquilo, em paz, tendo dúvidas se esses filhos também estão enxergando outros pontos além desse.
Segundo, esse “bom” para verdadeiramente justificar e representar segurança precisa ter boas respostas para as seguintes considerações:
-O local onde se dará a satisfação desse desejo é de boa reputação? É seguro?
-Que tipo de pessoas frequentam esse lugar? Será que elas estão ali pelo mesmo desejo seu? Por exemplo “dançar um pouco” ou estão lá por outros desejos, como: embriagar-se, exibir-se para chamar a atenção ou provocação…
-Você não tem receio algum de que seus parentes e amigos saibam que você frequenta esse lugar?
-Já parou para pensar o que você pode perder de valor na sua vida, por consequência de estar nesse lugar, ou da sua condição ao sair dele?
-Por fim, será que não existe para você, algo “melhor” que esse “bom”?
Filhos, a verdade é que vocês só entenderão o que hoje para vocês é uma “chatice” dos seus pais, quando seus filhos começarem a fazer o mesmo que vocês fizeram…
Saibam também que - os que hoje não dão preocupação aos pais são os que aprenderam bastante ou que sofreram o bastante.
Que o SENHOR através do seu Espírito Santo os ajude a compreender tudo isso.
Ney Paula B.
Eu tenho um pecado que não consigo vencer que é a pornografia eu sou dependente disso, o estrago que isso faz na cabeça não é brincadeira, eu decidi ir para igreja a 1 ano ver se eu conseguia vencer isso, e lá eu descobri que eu preciso de uma mulher para vencer isso, e na igreja é quase impossível e ainda mais para mim, eu ia esperar mais 5 anos arrumar uma mulher e mais 5 para casar, Jesus ia voltar eu ia ficar kk por esse motivo decidi sair da igreja!
Eu quero desistir de viver.
Não me leve tão a sério, sou medroso.
Meus olhos atentos não prestam atenção no mundo.
Gosto de observar o caos na alma dos outros, me sinto sã.
Meus ouvidos não entendem a sua fala mas entendem perfeitamente a bagunça dos seus pensamentos.
Observar o que ninguém vê é rir com a minha insanidade.
Fui internado por muito menos, fugi por muito menos.
Já irritei a morte diversas vezes para que ela me leve só de raiva mas parece que ela responde a algo maior.
Me resta esperar.
Caverna
Na caverna perdido estou
E não sei nem quem sou
Eu a sombra presos na parede
E de luz minha alma sente sede
Minha mente para mim mente
E sou picado pela serpente
A sombra me diz para fugir
Porém, não sei aonde ir
Vem um Vento que me dá direção
Escuto a palavra no meu coração
A Voz não sei de quem pode ser
Mas finalmente a luz posso ver
Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei
"Insana "
Eu sou a fúria que arranca a pele
A sede que queima
Rasgando a garganta
A dor fervente , abrindo a ferida
Eu sou inevitável
Aos corações quebrados
Eu me parto a pele sangrenta
Eu esfolo
A dor corroída insípida
Cuspida , escarnecida
Aos cacos de vidro
Mastigados engolidos
A fome negra , a fúria intermitente
A tempestade regida
A chuva de mim
Que sai pra fora
De que não ver a hora
De derramar espinhos
Em te , desapareça
Desapareça
De mim
Eu confesso que sou como o meteorito
Quente e até mesmo intenso
atravesso a camada de seus sentimentos te faço voltar ao passado e relembrar incríveis e belos momentos
Se eu tivesse outros sonhos um deles seria dizer:
- " sente aqui Karina, vamos conversar preciso dizer, não consigo deixar de te amar ".
Dedicatória: Mariana Karina.
Uma pessoa incrível e especial ❤️
Eu não estou em pé na África fazendo ou sentindo algo porque sou forte do que algum bruxo, não. Muito menos faço missões lá porque sou mais sábio ou conhecedor do que qualquer outro conterrâneo meu na África. Na verdade tem muitos intelectuais naquele rico visto como pobre continente.
Poderia procurar um curandeiro pelos conselhos nativos que recebo as vezes para me reforçar, mas não. Poderia me alicerçar em qualquer força da magia negra, porque não é por falta de opções. De tal forma, não até este momento.
Podem procurar em todos bruxos registrados na AMETRAMO por exemplo, e perguntar se o Hélio Bulaimo convertido a Cristo saindo do islamismo em 2008 na cidade de Pemba, procurou por um deles para contratar os seus serviços para ser alguém na vida, se tiver pelo menos um pouco de verdade entre eles, dirão que nunca o vimos. Os céus me são testemunhas, de que nenhum deles dirá que comeu meu dinheiro ou teve um pedido meu.
Mas isso não quer dizer que na minha linhagem familiar não haja esse histórico (o de confiar em macumbaria). Confesso que eu e o meu lar hoje, procuro servir a Cristo na África, porque somonte a graça de Deus me basta, só isso. Não a mim, mas ao nome de Cristo eu sou o que sou hoje para glória de Deus.
Só o facto de eu viver na África sem confiar em nenhum amuleto, mas depositar toda minha confiança em Cristo, é uma das provas que venho sentindo desde a minha conversão em 2008 de que, na verdade o Deus cristão é real na minha vida. Disso não negócio com ninguém, podem esfolar a minha pele.
Por isso repito, não sou mais forte que ninguém,mas não me prendo a nenhum bruxo africano ou um fundador de nenhuma outra religião senão a Cristo, e este o Crucificado.
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