Texto para um Bebe
Sou um eterno admirador de espíritos livres. São pessoas inspiradoras e me fazem crer nesse texto, que é mais um pensamento descrito. Pessoas que parecem desde o nascimento saber que a ‘carruagem’ nem sempre deve ser guiada por uma força sublime. Pessoas que tem a coragem de entender simplesmente o que querem para suas vidas e não aceitam menos que o proposto. Muitas vezes nós sofremos um lastimável cotidiano, como se fosse irremediável, como se não existisse cura para o marasmo. Quando fomos criados, nos foi concebida uma importante ferramenta para nosso progresso: a mudança. Não é necessário um doutorado para entender que a lógica é simples, pelo contrário, o princípio é fácil para que qualquer um de nós possa enxergá-lo. Se você está insatisfeito com o presente, refaça-o! Não existem essas amarras senão aquelas inventadas por uma mente descuidada. Contando que não haja contratos ou quaisquer obrigações que vinculem você ao seu presente apático, você é capaz sim de dizer a si mesmo que essa não é a vida que foi traçada para você, antes que estes mesmos ‘contratos’ traiçoeiros apareçam e te condenem a uma vida medíocre. Aliás, você é o único a ter o poder de fazer isso e creio que seja válido pelo menos o esforço de acreditar na idéia. Se o hoje lhe parece pobre, não o empurre mais com a barriga. Se lhe faltam amigos, faça novos. Se lhe falta trocar o emprego, busque um satisfatório. Se lhe falta seguir em frente, então siga. Tudo isso vem até nós quando aprendemos a buscar nosso bem-estar com positividade. O que é mais delicado e crucial é aprendermos a sair da nossa ‘zona de desconforto’, a qual estamos todos sujeitos a estagnar nela vez por outra.
Hoje li um texto que dizia: "agora estamos aqui, mas amanhã podemos ser só lembranças". A frase que eu já havia lido tantas outras vezes, dessa vez me intrigou, vibrou dentro de mim de uma forma diferente das outras vezes e imediatamente me remeteu à fragilidade da vida, ao quanto a existência é efêmera. Todos nós temos que partir um dia, isso é inevitável, não podemos escolher ir ou não, mas podemos escolher ser ou não lembrança no coração das pessoas. Por isso, viva de tal forma que quando partir, quando não puder ser mais nada além de pó nessa Terra, você possa tornar-se uma lembrança bonita, uma saudade para alguém. Isso é o que de mais precioso podemos deixar àqueles que amamos e que nos amam, também.
Eu queria escrever um texto lindo, uma verdadeira declaração de amor, mas, na verdade, nem sei por onde começar, então vou apenas dizer o que sinto porque preciso que saibas que sinto muito a tua falta. Não sei quanto tempo estamos sem falar, mas já parece uma eternidade. Por isso preciso voltar a sentir o tom da tua fala, quero tocar, mas não posso. Quero que estejas aqui, preciso deitar no teu colo, preciso de ti. Só quero que estejas aqui. É crueldade viver sem ti.
Hoje na aula a prof deu um texto e pediu para que fizéssemos um comentário sobre ele (O QUERERES - Caetano Veloso).Então fiz meu comentário. A prof perguntou entao se eu já havia dado aula. Bem, não dei não professora, mas quando o assunto é amor, eu já sou formada e especializada... Qualquer um, quando ama, sabe falar de amor.
Quando me abduso para escrever um poema ou um texto qualquer, às vezes caio num círculo de pensamentos repetitivos sobre tudo já ter sido escrito. Tudo que sai de mim, já foi estudado e escrito. Não há nada de novo em mim. É só procurar por aí, não há segredos sobre a vida e sentimentos humanos. A atualidade falha por estar apenas repetindo os tempos antigos.
Sabe, outro dia li um texto tão bonito que retratava uma pessoa como comparada a uma semente, e que então a outra pessoa plantava a semente esperando ver somente uma plantinha pequena, rala, uma avenca… no máximo uma roseira. Mas em nenhum momento aquela coisa enorme que de repente a obriga a abrir todas as janelas e depois as portas e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que ela cresça livremente… Você consegue compreender? — Quero dizer que eu também tenho a ti assim, como aquela semente pequena que pouco a pouco se tornou essa coisa enorme dentro de mim e que eu rego todos os dias, mesmo em segredo, para que nunca morra.
Esses dias eu lia um texto sobre amar nossas idealizações e, fiquei pensando no meu atual momento. Confesso que me apaixonei pelo sorriso, pela conexão (que talvez só eu sentia), pelo caráter, humor, inteligência, etc, muitos etc. Mas eu também me apaixonaria pela fragilidade, pela vulnerabilidade, porque isso é o que também nos torna humanos, e como eu sou encantada pelo que é humano... Não precisava ter fugido, nem de mim, nem de si. Eu não posso curar, mas eu posso estar aqui, pra dividir às dores do peito.
Às vezes quero escrever um texto mas ele ainda não está. Ele me vem mas ainda não está pronto. Às vezes me parece que já o tenho inteiro. E quando paro pra fazer, ele não vem. Fica querendo ser bonito e se perde na beleza até que não faz sentido e o abandono. Por vezes parece que sei mais dele do que pra você, mas que pra você ele ainda não é claro. Parece exato em mim, mas se pra você ainda não está completo, me questiono se pra mim também já o entendi. Então sento e tento deixar ir. Mas não psicografo. Como suspeito de Pessoa. Deixo. E um dia ele vem. Muitas vezes com a primeira frase. Bonita. Olho pra ela e penso se ela é o mote ou uma armadilha. Então levanto num impulso, como de madrugada às vezes, e começo. Me guio pelo filme que diz pra um aluno apenas falar palavras aparentemente sem sentido e ver a poesia que aparece. Também lembro da diretora que separava arte das ideias. E olho para as minhas palavras tentando entender se a ordem delas mais quer dificultar do que informar. Se são vaidosas, ou contorções para se fazerem entender. Tenho o texto. E releio em um prazer que às vezes é alimentado pelo retorno dos outros, às vezes mais quieto do que supus, e às vezes constrangedor ao ponto de esmagar meus dedos dos pés até eu apagar. Falo contigo como alguém que quer me ler, e se às vezes sou longo demais, penso que fui desinteressante no começo. Mas o início é preciso, e por isso o comprido para concluir e te fazer entender. Te falo como alguém que segreda e alimenta amor. Que esconde íntimo, mas que se expõe nas entrelinhas. E às vezes me abro de vez de todo. E me guardo até pensar em nós outra vez.
Um bom texto não é para ser especulado. O que faz um texto se diferenciar de bom ou ruim são as emoções que ele desperta. Escritores e pseudo escritores que escrevem por paixão são sempre postos contra a parede pelo que escrevem. Embora a leitura hoje em dia, seja bastante democrática alguns leitores deveriam ser “privados” de algumas palavras simplesmente por não terem maturidade suficiente para digeri-las. Antoine de Saint Exupéry em seu livro: O pequeno príncipe, já falava a respeito dessa falta de maturidade intelectual que alguns adultos costumam ter para as artes. Ele sabiamente começa seu livro relatando a história de um aviador que quando criança sonhava em seguir carreira como desenhista ou pintor, mas, fora desencorajado por comentários mesquinhos de pessoas grandes que ao invés de incentiva-lo, diziam que seu dom não seria bom o suficiente para ser mostrado. Não entendiam seus desenhos e por isso se sentiam aptos a julga-lo como alguém sem talento para as artes. O que as pessoas por vezes não entendem é que a pequenez não está nos outros, mas, nelas mesmas. Um quadro de Picasso não é simplesmente um monte de figuras geométricas como alguns dizem por aí. Assim como, Romeu e Julieta não eram apenas um casal apaixonado que teve seu amor interrompido precocemente. E a cada traço na pintura, em cada combinação de cor, em cada elemento colocado e até mesmo na falta deles existe algo a ser comunicado. Na literatura por sua vez é do mesmo jeito. Se quisessem ser objetivos os autores usariam a linguagem presente nas bulas de remédios e por certo o mundo seria muito mais chato. Cada palavra usada ou omitida, a construção de cada frase e principalmente cada personagem não são meros frutos do acaso e existem por algum motivo sejam eles quais forem. Na literatura assim como nas artes visuais o abstrativismo se faz presente e demanda muitas vezes uma sutileza para a interpretação dos textos propostos. A variedade de assuntos que podem ser abordados em um texto é infinito uma vez que se compreende a mesma extensão que apresenta a mente humana. Autores tem assim a liberdade de criação para dissertarem a respeito do que quiserem e da forma que lhes convierem.
Não importa o nível de complexidade de uma frase ou um texto. O que conta é o quanto aquilo atingiu profundamente uma pessoa. O quanto as palavras, por mais simples que sejam, ecoam verdades a quem as leiam. Eu não escrevo para me expressar de modo bonitinho, impecável; porém, sim, para pôr o que eu sinto pra fora. O que eu tanto guardo para mim, mas por pouco tempo, pois sinto uma incontrolável necessidade e satisfação em recriar meus pensamentos, colocando-os em escrito e revivê-los para além de mim; para muito além do que eu poderia imaginar. Não sei ao certo quantos acompanham o que escrevo, mas sou muito grata a cada um, e se ao menos eu conseguir levar um pouco de conforto, reflexão e paz a quem precisar naquele momento, ganho o mais belo presente de todos: o retorno positivo de todo o amor que deposito em cada palavra, linha e parágrafo. Portanto, ofereço minha gratidão eterna a quem me lê, curte, comenta e compartilha! A quem participa lindamente da minha humilde e sincera liberdade de expressão. O prestígio dado por vocês a mim enche meu coração de alegria! Meus amigos-leitores são maravilhosos!
“O Sonho de um homem ridículo”, que é o texto mais místico que li do monstro russo. No mesmo estilo 'fluxo de pensamento' que me apaixonou em Memórias de Subsolo, Dostoievski discorre sobre nossos anseios existenciais que só encontram plenitude e descanso na fé imaterial. É pisado falar o quanto Dostoievski me esmaga com tudo o que escreveu. Não sei se qualquer pessoa lendo Dostoievski vá sentir a mesma coisa, portanto não posso te garantir que te sentirás assim, mas comigo é como se ele tivesse roubado pensamentos soltos da minha mente e os organizado numa história coesa e sensata, ao contrário das linhas soltas que confabulo. É como se fosse uma leitura telepática, onde todos os meus medos, dúvidas e sentimentos vários aparecessem continuamente nas páginas descobertas. Seria como ler o próprio diário, caso eu fosse capaz do que mais ninguém é, foi ou será: escrever como Dostoiévski.
Minha primeira carta de recusa não foi uma carta qualquer, com apenas um texto padrão e um NÃO gigantesco gritando na cabeça. Ao final dela, havia uma consideração escrita a caneta azul: “Ainda que tenha de colecionar cartas de recusa, faça uma extensa coleção, por favor, faça. Continue este movimento. Por favor, insista.”
É preciso viajar, já dizia um texto que li. Viajar pra se encontrar, encontrar outras pessoas, culturas, valores e amores. Pra crescer como pessoa, pra conseguir seguir numa boa. É preciso viajar pra não ficar com a mente atoa. É preciso ir. Ir pra saber que você não é tão importante assim, que a vida continua e que o mundo segue mesmo que você não esteja dentro dele. Materializado. Viva o que você quer viver, seja o melhor que você possa ser. Se arrume, se aprume. Venha viver
Aluno brigando por maior nota em sua redação, quem não sabe fazer um bom texto, vai saber avaliar os critérios de correção? Aí, um da letra garrancheira, ilegível encheu as trinta linhas, eu dei 10, vai que é um ser evoluído demais com cultura interestelar e a culpa está em mim por não saber entendê-lo.
E sempre acabamos escrevendo sobre a dor ou sobre o amor. Não importa como um livro, texto ou uma vida comece ou termine, vai chegar um ponto em que o amor vai estar nas suas frases ou a dor nas suas entrelinhas, não percebemos mas tudo o que se escreve e já se escreveu esta ligado a uma dessas duas palavras, esse próprio texto aqui pode ser pelo amor a escrita ou pela dor de escrever. Afinal quem ama sente-se grande, acredita ser capaz de escrever um livro sobre suas insanidades platônicas e quem sofre, crê ser um legítimo Bukowski ou a própria Tati Bernardi. Não os vejo, não julgo nem os desmereço, pois os conheço apenas pelo que sentem, explicito em suas entrelinhas.
Queria fazer um texto à favor da liberdade, que todo mundo ama tanto e faz questão. Também faço, demais, mas não dessa liberdade limitada. Não dessa falsa liberdade que se apegam só pra fugir, recuar, covardias. Liberdade não é isso não, é coisa de gente corajosa! Ser livre é ser quem você é, fazer o que você quer, sem se preocupar com o que o outro vai achar, falar, pensar. Livre é quem liberta os sentimentos, as vontades e loucuras, quem se joga sem pensar. Liberdade, meu bem, é essa saga de se jogar todo dia da pedra mais alta, de parapente. Voar por todo o céu, sem deixar de ter o pé no chão. Livre é quem se veste como gosta, usa o cabelo como tá afim, assiste desenho e jornal, ama as músicas que ama, mesmo que o mundo ache cafona ou infantil. Gente que se permite, se impõe. Liberdade não é isso que vocês banalizam, não é uma inimiga ou concorrente do amor. A pessoa que escolhe, por amor, o mesmo parceiro todos os dias é muito mais livre do que quem se prende nessa jaula de ser sozinho e viver de vodka, porque só assim se é feliz. Liberdade não é pouco não, é tudo! Vocês que tem um conceito muito equivocado sobre ser livre.
"Ser um poeta não é só e simplesmente escrever um pequeno texto, ser um poeta é saber amar, e fazer com que pequenas palavras mude a vida de varias pessoas, ser um poeta é viver criando, surpreendendo e sendo amado pelo que faz, ser um poeta não é só e simplesmente ser mais um entre vários, e sim ser um grande poeta por ser Único entre vários".
Há pequenos trechos em Literatura e Filosofia que valem por toda uma Biblioteca. MARX tem um texto que escrito ocupa meia página impressa; é contudo do que melhor se pensou e escreveu nessa Terra.Este, também assim. É de ROBERT LOUIS STEVENSON, o famoso escritor inglês, de saúde precária, mas que nunca se deixou vencer. Pra se ter uma ideia foi viver com a Companheira e o Filho numa distante ilha dos Mares do Sul... Um Romântico de espírito e talento... Vocês conhecem : é o autor de, entre outras obras, O MÉDICO E O MONSTRO e A ILHA DO TESOURO. Pois bem, este texto fala obre o SUCESSO. Diz assim: Obteve sucesso quem viveu bem, quem riu com frequência e quem amou muito; quem obteve o respeito de homens inteligentes e o amor das criancinhas; quem preencheu seu lugar e realizou sua tarefa, quer se trate de uma papoula aprimorada, de um perfeito poema ou de um alma liberta; a quem nunca faltou apreciação pelas belezas terrenas, e nem deixou de expressá-las; quem buscou o melhor que há nos outros, quem deu o melhor que possuía; cuja vida foi uma inspiração e cuja memória é uma bênção. Bem __ é isso ___ disse tudo. BJS.
Você me enviou um texto, me disse que tudo tinha acabado, que tudo tinha se rompido, você me prometeu tudo, mais suas promessas se transformaram em vapor, eu te dei tudo e em troca você não me deu nada, eu te amava mais que a mim mesmo, eu te entreguei na mão de Deus, os erros são normais, as chances acabam, tudo que tínhamos só restou paz, agora eu só quero ser livre como uma borboleta, eu quero ser feliz, agra eu posso ver, eu sei que posso ver a luz que há em mim.
O calendário marca que acabou de começar mais um dia; as minhas mãos redige e extingue este texto, como se as palavras não fossem o bastante para dar significado do quanto você é extraordinária. Recordo ao começo de tudo; naquele momento em que você era lançada para o mundo e eu só conseguia enxergar o amor nesse seu olhar expressivo. A garota de agenda cheia e uma alma que transbordava alegria, a qual eu passei a amar; a mesma garota teve que mostrar para o mundo que sua luz era permanente – o que traz para meu peito excesso de orgulho por tudo que você já viveu. Sua energia era (e é) tão forte que seus olhos brilhavam como uma estrela cadente, nos convidando para embarcar contigo em qualquer tripulação que estivesse no caminho. E eu fui. Embarquei e pude desfrutar uma menina construindo o seu futuro de forma espetacular. Pude observar o processo de metamorfose, aonde nada te impedia de ser melhor; te vi edificar um novo mundo; em cada sonho realizado, cada vitória alcançada e cada nota que fazia você ser quem era. Suas incertezas e o trabalho bruto me fazia querer te cuidar; tudo que ameaçava você de algum jeito era motivo para eu querer te proteger; mas a gente sabe que PÁSSARO PRESO NÃO FAZ VERÃO e, apesar do coração apertado, te ver chegando mais longe nos seus objetivos trancendia a felicidade em mim. Pude observar você se deixando levar na sua própria paz. No último ano, sua vida foi um ciclo de novas direções; contudo sem deixar de lado a alegria da menina que conheci lá atrás. Você foi do 8 ao 80 e ainda assim, fez de si um novo universo. Estou aqui de novo, te desejando que seja mais: uma espécie rara de esperança; que tenha alegria e paz, sem deixar de ter (nunca) amor. Que a dança esteja com você, respirando seus sonhos na mesma intensidade que você respira ela. E ainda mais importante, que Deus sempre esteja cuidando para que o hoje seja a versão melhorada do ontem. Como diria Lulu Santos: “Um meteoro pode sempre se transformar em um cometa”. E eu vou estar aqui, esperando que sua luz se transmute em galáxia — na qual, o amor será o satélite do mundo. Viva, minha menina
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