Texto para minha Sogra
Boca de Mãe
Quase sempre achava que a boca da minha mãe era a concretização de uma praga ou de um sonho.
Bastava ela dizer, menina, desce daí senão você vai cair, bater a cabeça e se machucar e não é que se a teimosinha aqui insistia, aquilo tudo acontecia.
Lembro de ter desabafado mágoas e minha mãe dizia, filha, um dia você vai rir de tudo isso.E não é que é verdade! Tudo verdade das mais verdadeiras.
E o sexto sentido de mães, quando ela encasqueta com uma coisa, quando acha aquele seu namoradinho fiasco, quando não é pura implicância ou dominação, o namoradinho quase sempre é fiasco mesmo.
Acho que tem sempre anjos perto das mães e assim que elas terminam de falar os anjos passam e dizem: amém. E puf tudo acontece igual previsão. Quantos choros teria evitado se tivesse ouvido minha mãe. Quantas coisas poderia ter aprendido sem quebrar a cara, sem choro, sem traumas, sem desilusões. Parece que elas vivem há cem anos luz na nossa frente. Mas às vezes vale a pena aprender com os próprios tropeços né, evita aquela sensação de "e se eu tivesse tentado", "e se tivesse falado", "e se tivesse beijado" e, e, e...
Faz favor minha vida
De me levar mais a sério
Pois a falta de atenção comigo
Ma trás um péssimo mistério
Meus amigos até fizeram
Um humilde ministério
E falo que assim
Nosso romance vai pro cemitério
Essa tragédia
Entre nós eu não quero
Enquanto você não se lembra de mim
Eu fico com meus amigos tomando téro
Mais eu te amo
E te quero
E com muita fé
Eu te espero
Te desejei desde o primeiro olhar...
Senti que minha vida não seria a mesma.
Te procurei, fui atrás, te persegui.
Não podia deixar você escapar.
Sabia que seria meu, por que rendida a teus encantos eu já estava.
Me fiz presente, e logo você me percebeu.
Um olhar, um toque e um abraço...
A noite fez-se dia, e lá estávamos nós um nos braços do outro, se completando, se amando, como quis, desde que te conheci.
Nunca me arrependi de lutar pelo que queria, muito menos agora que, como premio, ganhei você.
Eu quero ficar perto de tudo o que eu acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência, meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio-relógio mostra o tempo errado... aperte o ‘Play’
Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa... é minha lei
Eu corto os meus dobrados, acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais... depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
Coisas que eu sei
Eu guardo umas agendas no meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar... eu já comprei
As vezes dá preguiça, na areia movediça
Quando mais eu mexo mais afundo em mim
Eu moro num cenário do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando tô a fim
Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes eu somente não sabia...
Agora eu sei...
Paisagem poluída, corrompida, destrutiva da
imagem visual; Minha terra tem fumaças
que envenenam nosso ar. O oxigênio que
se respira é uma poluição Pulmonar.
Nesse céu não há estrelas, nossas
Várzeas não tem flores, nossos bosques são
Sem vidas, nessas vidas sem amores...
Minha terra tem fumaças, que envenenam
Nosso ar; irritam os meus olhos, enfisema
Pulmonar. Vendo tudo se acabando, e o
Mundo se calar. Paisagem poluída, holocausto
Nuclear.
Aqui as aves não gorjeiam, arrepia no estampido
Da pólvora. Sim, é triste, mas não há outro
Desfecho pra essa estória. Lamento falar
Sobre essa modernidade sórdida, que se
Vende ao consumismo, e consome a vida
Própria.
Poluição industrializada, monopólio que
Polui. Imagem visual comprometida, das
Águas deste rio insalubre.
Poluição governamental, desvalorização
Do ser humano. Poluição do capital...
Paisagem poluída, corrompida, destrutiva da imagem
Visual!
(Paisagem poluída, 23 de março de 2008)
"O vento é agradável e quente nessa noite de Abril. Há poucas pessoas em volta e minha cabeça está inclinada entre seu ombro e pescoço, de uma maneira que consigo sentir sem esforço o cheiro do seu perfume, que era, de longe, o meu favorito. Com uma das mãos ele acaricia meu cabelo, alterando entre um cafuné e um carinho delicado no meu ombro. Sinto meu corpo tremer e deixo que aquele arrepio percorra meu corpo inteiro. Continuamos assim durante alguns minutos em silêncio. Olho para ele e sorrio. Ele me beija a testa, solto um gemido baixo.
- Isso nunca vai dar certo… – sussurro ainda com seus lábios colados em minha testa.
- Deixa de ser teimosa! – diz ele soltando uma risada. Brinca com meu nariz e depois o solta.
Rio. Ele me diverte e o pior é que não tem noção de como me faz bem. Ajeito meu corpo em seu colo e ele em um movimento calmo me envolve completamente em seus braços e me puxa para perto. Consigo sentir seu hálito fresco da tamanha a proximidade de nossos rostos, ele sorri torto e não consigo deixar de retribuir o sorriso. A luz da lua parece acariciar o seu rosto, seus olhos negros, intensos, vivos e alegres ganham um brilho arrebatador.
Eu não era teimosa, e tinha a total certeza de que não daria certo no momento em que lhe dei o meu primeiro “sim”, e o “sim” daquela tarde no carro, naquele final de semana nas férias, no corredor durante o intervalo da aula (…) e hoje, quando recebi sua mensagem. Então, porque eu disse sim todas às vezes? E pior, porque hoje? Depois de tanto tempo? Talvez seja por causa do cabelo desgrenhado ou daquele olhar negro. Talvez seja o sorriso torto ou a maneira como gesticula, como olha, como ri, como ousa me desvendar. Ou agora, com sua respiração quente ao pé do meu ouvido…
- Senti sua falta! – disse ele, obviamente mentindo.
Mentira! Ele beija meu pescoço. Não aguento mais! E morde de leve. Como eu odeio você!
- Eu também senti a sua falta! – disse quase como um sussurro, quase como uma prece: “fica!”. E sem dúvidas, era verdade, não havia nada que eu sentisse mais falta.
E em um momento meu rosto estava entre suas mãos e noutro seus lábios estavam suavemente encostados nos meus. Ele me pressiona contra si, com desejo, saudade, paixão. Então me deixo atrair, assim, como sempre. Perco-me nos seus olhos negros; agradavelmente arrebatada pelo calor de nossos corpos. Nosso beijo. Vício, anseio, querer.
“Querida? Querida! Acorda!” disse ao fundo uma voz conhecida. “Está na hora de acordar!” Senti que me sacudiam o ombro. Arregalei os olhos sem entender nada. Mãe? Olhei no relógio e já passava das seis e meia. Mas… “Está tudo bem?” Sim e não. Procuro meu celular e o encontro na cabeceira: Você não tem nenhuma mensagem. Mas…
Na janela entreaberta, o sol invadia o meu quarto. Mas nem mesmo o clarão era capaz de tirar aqueles olhos negros sobre a luz da lua do meu pensamento."
Visitei o teu corpo
Visitei o teu corpo, quando dormias.
Eu te vi assim, morna como a minha poesia.
Acariciei tua boca e me balbuciaram palavras
Senti o meu ego crescer, quando disse que me amavas.
Despi a tua pele, e com a língua quente, aqueci seu umbigo
E num contorcer de danças, brilhastes num tempo.
Onde o mundo era só teu, meu, ainda era o desejo contido
De repousar em tua entranha, o prazer de ser o seu amigo.
Desci ainda mais os olhos, a passear pelo teu corpo a desposar a dança
Minha angustia era tanta, que nem tive coragem de prosseguir.
Embrulhei meu fogo em tuas vestis, embevecido do perfume que me deixava ainda mais louco para te possuir...
As pessoas que tenta me prejudicar de alguma forma só mostram qual tamanho é a minha força. E a cada tentativa, essa minha força vai aumentando, pois lançam suas armas sobre mim, e nem me atingem.
Frustrem-se babacas! O que não é justo jamais se tornará justo! Não há mentira que se perpetue por muito tempo!
Armam-se o tempo todo arquiteta o mal, manipulam inverdades, falam sem bases coerentes, só por vinganças ou despeitas. Danço seu frevo conforme a minha música... Que tal uma valsa? Um pra cá, um pra lá... Dois pra cá, dois pra lá... Ou que tal eu ouvindo a 9° sinfonia de Beethoven (Aposto que procurariam no google para debaterem, afinal quem cuida da vida os outros não saberiam do que se trata, mas poupem o trabalho: é uma das grandes obras-primas de Beethoven que incorpora parte do poema An die Freude ("À Alegria"), uma ode escrita por Friedrich Schiller).
Então... Ouvindo deitada em meu divã sorrindo, e lembrando-me de cada momento da minha realidade que não é a sua?
Enquanto perdem tempo projetando meu caráter para lançarem aos quatro ventos, eu me faço, me refaço me estruturo... Eu vivo... Simplesmente vivo. Se isso incômoda não é por que eu me acho, é por que eu sou. Sou alguém que incomoda por ser eu mesma e não usar suas mesmas máscaras!
Sabe onde sou melhor que essas pessoas? Eu tenho amor próprio! Eu não vivo da sombra de ninguém, eu não finjo ser o que não sou não vivo em um mundo de faz-de-conta, eu não me iludo com sentimentos surreal. Eu não faço da Minha vida uma novelinha mexicana para os telespectadores de plantão se emocionar ou aplaudirem.
Como é bom viver, como é bom ser feliz enquanto uns e outros roem suas unhas e queimas neurônios que depois de queimados não se repõem... Acho que por isso se tornam tão burros!
Hoje gostava de dizer que me sentia feliz mas não sinto!
As reviravoltas da minha vida fazem-me sentir por entre um labirinto infernal. Não sei o que fazer, por onde ir ou o que pensar.
A minha única certeza está em não saber nada... coisa nenhuma.
Resta somente a esperança de que um dia, um dia qualquer, tudo melhore.Talvez possa voltar a ser a pessoa que sorria à vida porque a vida também lhe sorria.
Até esse dia... bem, até esse dia vou sobrevivendo!
Saudade de um caminho que já não termina
violência máxima que contamina a minha sina
eu penso nela ela derruba-me a vida
cansativa e assustadora massacra-me o estima
de um giro me deparo com um atalho que carrega tudo a esquina não há segurança
só o pensamento o consolo do atentado
coitado do santo que carrega o destino aos braços
embaraço assassino merece não comentários
o sossego é a lenda e a lenda a existência
o tormento gera suicídio
onde desperta a arma o Don exaltante
a palavra é uma trégua que não recompessa
mais a confia mais ela a carrega e te derruba
não há fervor se existia foi o passado
os manos do alto também fogem da mesma
a confiança está em ti
princípio seu argumento
tem acabamento ao feretro e o caminho de todo humano mais ninguém deseja tão cedo
mano continua o destino
o tempo é o segredo
da um passo em grande e confira os teus batimentos
viva em força confiável o amor é o teu único remédio.
A minha bagagem!
Os meus pés estão calejados,
mas eu cheguei aonde não imaginava chegar
Caminhei por caminhos que eu não queria andar
Fiz coisas que eu não queria fazer
Disse palavras que eu não queria dizer
Eu encontrei o que eu tinha medo de encontrar
Eu perdi o que eu não queria perder
Eu ganhei o que eu não queria ganhar
Eu chorei quando não deveria chorar
Agora eu olho para trás
e vejo o chão encharcado com o meu pranto
Porém o meu sorriso ainda está no meu rosto!
E isto me causa espanto!
Foram subidas e descidas,
batalhas vencidas e perdidas!
As mãos estão vazias...
A bagagem que eu carrego é a minha vida!
Entrei num treinamento para minimizar minha ansiedade... Nada demais não ! Não vou para o Tibet meditar no monte, e nem tenho a pretensão de conhecer o Dalai Lama, muito menos fazer aulas de yoga ...é coisa pequena mesmo, trabalho árduo e continuado. rsrsrss.
Acho que o sinônimo para o meu nome é ansiedade. Já melhorei muito, mas sempre estive ansiosa ! Para ter um filho, um novo amor, para comprar um carro, pra mudar de carro, pra trocar de amor. Enfim ...
Tem dias que acordo com tanta preocupação, com coisas que ainda vão acontecer,outras que estão fora do meu controle ou que provavelmente nunca acontecerão, que já saio da cama cansada, Affff !
Dai eu sento na cama, levanto a cabeça, respiro fundo e penso: Ferrou, não vou dar conta !
Por isso comecei o treinamento, entende?
Li esses dias um estudo que dizia que ao ficarmos ansiosos, estamos nos comportando como se não crêssemos e colocando imediatamente em dúvida a sabedoria e o poder de Deus.
Fé e ansiedade são duas coisas totalmente incompatíveis, pois a preocupação insinua que Deus não age, que não se importa conosco e não se interessa por nós.
"Não andem ansiosos de coisa alguma;em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as suas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o seu coração e a sua mente em Cristo Jesus." (Filipenses 4,6-7)
É importante notar, que isso não é um pedido, é uma ‘ordem!
Acho que essa é uma das tarefas mais difíceis para os Cristãos: a de fazer tudo que estiver ao nosso alcance, colocando todas as nossas ansiedades nas mãos seguras e protetoras do nosso Pai. E é Ele mesmo nos indicará o caminho.
Resumindo, a solução para os momentos de ansiedade é muito simples ,toda vez que surgir uma preocupação, deve-se fazer o que está ao nosso alcance, mas sempre colocar a preocupação diante de Deus, antes que esse sentimento se transforme em ansiedade. Só teremos como enxergar as inúmeras as bençãos quando unirmos a confiança e a fé.
E, agindo assim, o resultado não demorará, pois a paz de Deus “excede todo o entendimento”
Então dá-lhe treinamento!!
Da minha terra natal
Você sabe de onde eu venho?
Venho da terra, do engenho,
Das matas, dos arrozais,
Da boa terra vermelha,
De outros carnavais.
Venho dos morros e colinas,
Das bandas de Minas Gerais,
Das margens do Rio Tijuco.
De onde venho, esqueço jamais!
Venho dos velhos e verdes campos
Que viraram canaviais.
É impossível uma pessoa se sentir completa e segura quando esta sozinha. Que tal tu seres minha outra metade?
……………………
Nunca te esqueças que dentro de mim, bate um coração que te ama.
……………………
Se eu tiver que escolher entre ti e o sorriso, escolho-te a ti, pois sem ti nunca irei sorrir.
……………………
Eu queria ser invisível, para entrar em teu quarto e no silêncio da noite, teus lábios beijar.
……………………
Em cada momento, um instante, Em cada instante, uma afirmação. Em cada afirmação, uma certeza de que jamais te tiraria do meu coração.
……………………
Não existe amor à primeira vista. O que existe é a pessoa certa, no momento certo. Tu por acaso estavas lá.
……………………
Verso de saudade para namorado
Por dentro estou sofrendo, sabendo que ti perdi. Por fora estou vivendo, fingindo que te esqueci.
Quando passo por algumas situações em minha vida, sinto que nesse mundo insano minha loucura é sã, sou brincalhona, sou desbocada, sou agitada, mas quando preciso de serenidade para rever algumas coisas ou seriedade para conduzir outras, às tenho.
São nas dificuldades que vejo o quanto sou forte e o quanto as pessoas precisam de mim (mais do que eu mesma podia imaginar). Cada dificuldade me torna mais forte, nesse instante, nesse exato momento sinto-me uma MURALHA.
Sabem o que acontece com pessoas que se jogam contra MURALHAS?
Elas batem, se esfolam e caem no chão.
E com as MURALHAS?
NADA, elas continuam lá intactas em sua grandeza, apenas assistindo o triste fim de pequenas forças que se voltam contra ela.
Atualmente.
A minha mente, não sei se atua, não sei se mente, talvez nem fala, talvez nem sente, quem diga meu eu.
Inocente incoerente.
Quem sabe a verdade. Talvez tenha a sua, não o sei se condiz, com essa bondade.
Cadê meu nariz ¿
Quem sabe loura me diga a cura.
To bom marionete.
MINHA SAUDADE
Eu sinto saudades do teu olhar, do teu sorriso, do teu andar.
Sinto saudades de quando você se aproximava e com aquele jeito de menina me encantava, me seduzia, me emocionava.
Sinto saudades daquele rio onde a gente se banhava, corria e pulava sem parar. Era tudo tão puro, sem malícia a gente nem via o tempo passar.
Sinto saudades da casa de farinha, do beiju, da tapioca onde a gente se reunia e esperava a hora do lanche chegar.
Sinto saudades do mugir do gado e do cantar da passarada de manhã cedo a nos acordar. E eu logo em você pensava e não exitava olhar pela janela só pra ver você passar.
Sinto saudades de você que foi o meu primeiro amor e ainda sei que te amo e vou te amar até a eternidade.
Sinto saudades de você.
Ser Humano
Sou assim tão pequenina
Não importa o tamanho
E nem minha vida
Continuo uma menina
Um ser pequeno
Um ser igual
Sou uma menina
Uma menina intelectual
Não me diferencio
Não me acho feia
Sou uma menina
Sou muito faladeira
Quem sou eu?
Sou uma menina
Eu sempre me abano
Sou assim, um ser humano.
Minha melodia toca com clareza, vendo a lua tão brilhante, é intocável os átomos indecifráveis que brilham mais que mil diamantes…
É uma renovação sem fim minha lua ofuscante…
E a passos lentos prossigo, na luz que me ilumina
Há uma atmosfera de encanto, sentido, com “brisa”
redescobertas de sonhos
renascimento de vida …
Quem?
Quem protege minha alma quando estou dormindo?
Quem protege a minha vida quando sonho?
Quem protege meu corpo quando estou triste?
Quem protege meus olhos quando estou orando?
Quem protege minha família?
Quem protege os famintos, os pobres de espíritos, os necessitados?
Quem protege os dias e as noites?
Quem protege o cotidiano?
Quem esta na mente, no corpo e na alma?
Quem esta sempre ao seu lado?
Quem não te esquece jamais?
Quem estará com você na solidão?
Quem estará com você na sua morte?
Quem esta com você?
Quem esta?
Quem?
Para quem acredita, uma palavra basta
Para quem não acredita, nenhuma palavra basta.
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