Graone de Matoz

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“O erro crucial do homem é
Julgar a perfeição como atitude; é
Ser egoísta com a dor e com as
Desgraças alheias. Choram com
As suas conquistas e gargalham
Da sua decadência”.

Graone de Matoz
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Me dê um cactos, eu quero agora. Foges de mim,
mas de mim não há orgulho... Eu sou aquilo que
vocês fizeram, o que fizeram de mim? Eu ainda
vou ser feliz, me diz quando, me diz? Minha
vida estará pintada de verniz. Mesmo assim
sendo, meu espírito ainda será livre; livre e
sempre.
Glória aos homens, muita paz e felicidades
para as mulheres. Não me igualo a tais
seres. Foram vocês que me mac...hucaram
e agora não vai mais sarar. Mas não
desejo o mesmo destino, peço apenas
paz de espírito, pois queria tirar da
alma esse espinho, mas não quero e
não consigo, pois jamais perdoarei.

Graone de Matoz
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Donas da verdade, céticas ou semideus.
Genocracia aristocrática, regras que
Ninguém obedeceu.
Fascistas impetuosas; impetuosidade
Do prazer.
Tirania que ninguém engole, impondo-lhe
O poder.
Donas da verdade, onipotentes naturais.
Da estética escondem a máscara, num
Jogo de seduções guturais.
Do amor a servidão. Amante se torna
Escravo, de joelhos ao perdão; onde
O certo se torna errado, direitos é
Algo em vão.
Corruptas da vaidade, esnobando
A caridade alheia... Injustiça, que
Torna “justa”, na mesquinharia
Verdadeira. Que se danem os
Problemas do mundo, apenas a
Mudança de lua é que é perfeita!
Apenas as donas da verdade, são
Que choram, as imperatrizes do
Planeta.
(Donas da verdade, 05 de fevereiro de 2008)

Graone de Matoz
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Paisagem poluída, corrompida, destrutiva da
imagem visual; Minha terra tem fumaças
que envenenam nosso ar. O oxigênio que
se respira é uma poluição Pulmonar.
Nesse céu não há estrelas, nossas
Várzeas não tem flores, nossos bosques são
Sem vidas, nessas vidas sem amores...
Minha terra tem fumaças, que envenenam
Nosso ar; irritam os meus olhos, enfisema
Pulmonar. Vendo tudo se acabando, e o
Mundo se calar. Paisagem poluída, holocausto
Nuclear.
Aqui as aves não gorjeiam, arrepia no estampido
Da pólvora. Sim, é triste, mas não há outro
Desfecho pra essa estória. Lamento falar
Sobre essa modernidade sórdida, que se
Vende ao consumismo, e consome a vida
Própria.
Poluição industrializada, monopólio que
Polui. Imagem visual comprometida, das
Águas deste rio insalubre.
Poluição governamental, desvalorização
Do ser humano. Poluição do capital...
Paisagem poluída, corrompida, destrutiva da imagem
Visual!
(Paisagem poluída, 23 de março de 2008)

Graone de Matoz
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Aos doutores, amadores dirigentes da
Nação. Aos burocratas imperadores,
Julgadores promotores e juízes
Onipotentes da razão. Essa “justiça”
Corporativista, enganosa e fascista
...Da desanimadora repressão. Palavras
Nunca antes censuradas, onde cartas
São marcadas, no poder aquisitivo da
União...
Aos doutores amadores, dirigentes da
Nação. Aos burocratas imperadores,
Julgadores procuradores e deputados
Onipotentes da razão. Nos votos
Investem na máscara, na câmara
Do descaso a podridão. Essa política
Asquerosa, repressora e fascista da
Desanimadora repressão. Palavras
Nunca antes tão caladas, onde cartas
São marcadas, no poder aquisitivo da
União.
Esportista morre a tiros em uma
Praia, cuja vida foi tirada e a
Sua excelência que não vai
Para a prisão.
Aos doutores amadores, dirigentes
Da nação. Aos burocratas imperadores,
Julgadores senadores, e uma estrela
Esquerdista, e onipotente da razão.
Essa corja de Facínoras, criminosos
E tão fascistas Da vergonhosa repressão.
Saúde Pública tão nazista, inescrupulosa
Realista da desanimadora repressão.
Epidemia alastrada, é poder público
Que maltrata, no poder aquisitivo
Da união. A educação é uma piada,
Onde cartas são marcadas, dos
Moralistas educadores, prepotentes
Da razão.
Isso não se ensina na nobre aula,
Religião.
Até quando palavras, serão ruídos
E o voto é a eleição? Na tirania
Do poder aquisitivo da união!
(Poder aquisitivo, 24 de março de 2008)

Dedicatória desse poema ao jovem Diego Mendes Modanez,
covardemente assassinado por um assassino tentando se
esconder atrás de um cargo de promotor de justiça. O povo
não esquece.

Graone de Matoz
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Il mio bel fiore, amore impossibile, mi
uccidere il dolore. La mia attrice così bella,
il mio artista, il mio amore.
Leave me triste, perché non sai
della mia esistenza. amorevole
TI è una frase di uccidermi
anima e veleni, ma per sempre
ti amo, il mio destino, il mio dolore, il
la mia strada, il mio amore. Il mio
eroina, il mio fiore.

Ho scritto questa poesia in onore di un'attrice brasiliana
                   che ha un nome italiano, ed è l'artista più bello del mio paese

Graone de Matoz
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Passione impossibile che non sarà mai
abbinato, fa male e si è così
doleva, il mio amore la mia vita.
Sei così dolce, sei così stretto, io
l'amore, ma lo farò mai, che
bacio che mai baciato. Che fa male,
lo so. Ma non voglio ascoltare,
perché non vogliono fare del male a me ...
Le lacrime versate perché
amare mi hai fatto male.
malato e non ha cura,
Amo poi muoio.

(Da Graone Matoz, poeta e scrittore brasiliano)

Graone de Matoz
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Amor bandido, tão dolorido de artifícios, deprimido
é sentir.
Mentir é um amor sem castigo; mas a verdade eu
vós digo, é amar sem merecer.
Amor bandido sem vergonha, mas com medo de
viver. Carente vivendo das sobras, amolecer um
coração mendigo.
Amor bandido és perigo, amor próprio ou prazer.
Amor bandido não é só isso, amor estorvo é só
querer...
Amor bandido, amor perigo, é destino ser ferido
só cego é quem não ver... O meu amor é marginal,
meu amor, meu inimigo, amor boêmio meu bem
querer.
Amor bandido, amor querido ao nascer.
Amor vendido, amor espinho, amor bandido até
morrer...

Graone de Matoz
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Sou eu artista. Os artistas são pessoas
infelizes; loucos, românticos e sonhadores.
Artista apaixonado pela a artista.
Artista que és tão triste,lágrimas que
fazem arte. Do palhaço,
tão sem graça esse sorriso. Artista nesse
palco, mas és uma estrela sem um brilho.
Carente e sem carinho. Meu coração é
que é de vidro, poesia é como vinho.
Artista triste e sozinho, maluco e
sem juízo, mas parao público divertindo.
Artista nasce artista, é a minha arte que
me mantém vivo.

Graone de Matoz
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Lágrimas que escorrem pelo rosto. É
triste, essa impetuosa e indiscutível
despedida. Pra sempre que tu dormes,
pra eternidade essa ferida. Tudo escuro
e tão triste. Tão misterioso e tão
simplório. A única coisa pra sempre
ficará é o meu amor por vocês. As
flores servem para alegrar. Flores são
poesias, mas a saudade a maltratar. A
Morte é tão triste, ao menos uma
música a tocar.

Graone de Matoz
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Como uma pedra no caminho, como uma rosa
Sem espinho... Solidão que vem e passa, nesse
Dia tão lindo.
A declaração é gloriosa, a poesia é inventada.
A paixão é perigosa, a melodia é mal criada.
Como uma pedra no caminho, como uma rosa
Sem espinho... Solidão que vem e passa, nesse
Dia tão lindo.
A palavra é carinhosa, a canção que é cantada.
A viagem é gostosa, a inspiração que é
Inspirada.
Como uma pedra no caminho, como uma
Rosa sem espinho... Solidão que vem e passa,
Nesse dia tão lindo.
Pensando em metáforas, criando com
Carinho. Em uma mesa a luz e velas,
Com um bom e velho vinho...
Como uma pedra no caminho, como
Uma rosa sem espinho... Solidão que
Vem e que passa, neste dia tão lindo.
Como uma pedra no caminho, como
Uma rosa sem espinho.

(Pedra no caminho, rosa sem espinho – 16 de março de 2008)

Graone de Matoz
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Peço que não me deixe sem respostas. Nesta
Carta que eu lhe escrevo agora. Curtos
Foram esses dias; em um sol de outono, a
Nestes meses ventanias.
Escrevo a ti, sem falsa modéstia. Cotidiano
De uma vida hipócrita; curtos foram esses dias...
Sem nada pra botar pra fora. Em dias de
Burocracia. Em semanas de agruras próprias.
Nessa carta lamento os meus deslizes. Frases
De desabafos, que nunca foram tão felizes.
Curtos foram esses dias, porre no final da tarde,
Lembranças de madrugadas vadias.
Peço que não me deixe sem respostas. A vida
Não pode acabar assim. Remédios para ansiedade,
Dê-me uma resposta para mim. Curtos foram esses
Dias. Sem início, meio ou fim. Curtos foram esses dias, a
Memória me entenderia.
(Curtos foram esses dias, poema criado em 22 de março de 2008)

Graone de Matoz
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Será que depois da morte existe
Vida? Sai da seca, sai da sina e
A treva nos castiga? Ou o inferno
É aquele sol, que tanto queima e
Judia?
Tudo planta e nada vinga. É o pão
Nosso de cada dia. Tanto faz morrer
De sede, morremos aos poucos a
Cada dia. De barriga bichada, ou de
Barriga vazia.
Essa é a experiência nata de toda a
Vida. Ou morrer de fraqueza, ou
Então de bala perdida. Ou de boca
Seca, ou de fome desnutrida.
Carrega a cruz da penitência, ou a
Fome misericórdia? Calejada é
Brasileira, o futuro não importa.
Para a caridade sertaneja, tem
Ao menos humilde cova.

(Calejada do cerrado, poesia tema do livro "A terra dos lobocratas" – São Paulo - 2006)

Graone de Matoz
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Vida noturna, ó vida boêmia! Em uma terra
De igrejas, em um mundo sem indulgências. Vida
Inoportuna, não me deixa experiência. Dos
Desastres inocentes, de uma culpa sem
Vivência.
Ó vida noturna, ó vida boêmia! Em terra de
Pecados sem a culpa, há muitos anos se
Cumpre a pena. Em mundo de vinhos sem
A uva, em milagres dessa água tão
Sangrenta. Não há pedidos de desculpas,
Só há sacrifícios em penitência.
Ó vida impura, ó vida boêmia. De um suor
Aqui se suga, cuja alma a envenena.
A cultura concreta e crua, que se esconde
Na demência.
De templo luxo, que aqui se imita, onde só
Plagia a sentença.
Ó vida tão culposa na inocência.
Ó vida desvalorizada, ó vida da boêmia.
Ó vida censurada, na teoria a
Inteligência. Na escola sistemática, do
Moralismo a decadência. Da ausência
Romantismo, tecnologia da ciência. E na
Moda de consumo, na magreza insistente.
Ó vida amargura, ó vida persistente. Vida
Cópia, não triunfa, os mandamentos
Existentes. Terra igreja, não expulsa, o que
Pensa ser decente.
Ó vida noturna, ó vida boêmia! Sem tributos
Minha amiga, mas vivendo sem clemência.
Ser julgado sem a culpa, perpetuamente a
Sentença. Apedrejado em praça pública,
Condenado sem defesa.
Ó vida escura, ó vida de crenças!
Ó vida gatuna, cidade de igrejas!
Ó vida na censura, ó vida
Sentença!
Ó vida noturna, ó vida boêmia!

(Ó vida boêmia, 25 de março de 2008)

Graone de Matoz
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Que vontade que eu tenho de tocar a sua
Pele; de alisar os seus longos cabelos.
Esses olhos verdes, que são de ensandecer,
Uma rara beleza, que degusta no meu
Prazer.
Que loucura tenho eu, de beijar a sua boca,
Onde a saliva derrete como mel. Deixando
Minha vida louca, me levando até o céu.
Pra não dizer que estou mentindo,
Escrevo o que penso de ti, em alguma
Folha de papel. Pra provar que sou
Sincero, ando em outra rua, muito
Longe das mágoas de um bordel.
Mas que vontade que eu tenho de
Alisar os seus cabelos. De alisar o seu
Rosto belo, de beijar o seu corpo
Inteiro. Que vontade que eu tenho, que
Vontade tenho eu.
(Vontade insaciável, poesia criada nos dias 27 – 28 de março de 2008)

Graone de Matoz
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Amor-perfeito, Margarida, Copo-de-leite todo Azedo.
O perfume das bromélias vai pairando sobre o
Vento.
Rosas vermelhas tão festivas, rosas brancas cemitério.
Urtigas, orquídeas murchas, da papoula ao analgésico.
Uma flor de Liz, ou um girassol quando formam um
Caso sério.
Duas flores já são muitas, quando são três já é Exagero.
Vida pura aqui se xinga, e quando adormece já é enterro.
Amor-perfeito dose dupla, dosagem alta é remédio. Copo-de-
Leite todo azedo, margarida de mistério. Rosas vermelhas
Minhas amigas, rosas brancas do inverno.
Paineira-do-campo vira enfeite, inspiração no meu caderno.
Flores em grupos, em ramalhetes; umas camélias de
Primavera.
Alguém com o ramo e sorridente, não é dos tempos das
Cavernas. Flores de presentes, cores da quaresma.
Amores iguais a estes, só mesmo em novela.
Amor-perfeito, margarida, copo-de-leite todo azedo.
O perfume das bromélias vai pairando sobre o
Vento.
(Chácara das flores, poesia criada em 15 de abril de 2008)

Graone de Matoz
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A maresia que puxa e traga minha vida, no meu sonho vendo
Esse mar, não há coisa mais bonita. Tenebroso pesadelo,
Na madrugada eu tinha; mesmo assim, o mar é algo que
Me trás sempre alegria.
Vendo as ondas arrebentarem na areia, às águas me molham
Os pés, que água tão fria. O vento direção norte, que tanto
Assovia. As marés que aqui se contempla, as correntezas, que
Inspiram poesia.
O perigo de ser sugado é o medo que eu tinha. Tanto faz se é
De noite, tanto faz se é de dia... O mar sem dúvida alguma, é
A coisa mais bonita; porém a mais perigosa e interrogativa.
Não sou o lobo velho, nem nunca estive na marinha. Falando
De um sábio pescador que tanto o conhece, menos ainda.
Mas na natureza, algo igual ao mar, não existe coisa mais linda.
Seria ele, um deus em forma de oceano encantando um quadro
Belo, de um célebre artista. Convidando para o seu mundo
Estrela, incentivando a positiva energia.
Ressacas em fúria, de um pesadelo com a orla marítima. Pra
Alto mar eu desejo ir, pra maresia que puxa e suga minha
Vida. Este azul da cor do mar, na natureza não existe coisa
Mais bonita.
(Sonhando com o mar, poesia criada em 25 de abril de 2008. Inspirada em um profundo pesadelo)

Graone de Matoz
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(Zona do medo)

"Onde eu vivo não tenho direitos,
apenas o medo. Não tem lei e
sim, a lei do cão. Aqui a minha
vontade não é nada, vivendo
na mais absoluta tirania. Sem
palavras aqui me calo, calado
pela violência. Escravo da
ignorância, acorrentado pelo
medo. Viver aqui não é meu
desejo. A tirania que faz de
mim o que bem quer. A
ignorância que tenta me fazer
de burro. Minhas mão podem
estar atadas, minha boca está
tapada, só não irá tirar o meu
coração. Meu coração por
liberdade gritará. Isso ninguém
me tira. Só se for pra me matar,
meu coração por liberdade gritará.
Quero voltar a viver, ser livre pra
pensar. Muito longe estarei, feliz
em outro lugar. Onde liberdade
eu terei, nenhum canto pra chorar".

(Graone De Matoz, Zona do medo)

Graone de Matoz
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Teus olhos me dizem como devo


Olhar; todo meu viver, todo o azul


Do mar.


Me dar inspiração... Me mostre opinião,


Pois a tempestade furacão, não me


Atinge não.


Não quero pensar. Não me deixe acordar;


Para ver que essa viagem não dar para


Ir tão longe... A realidade é tão confusa,


A vida é tão distante, e um tanto exagerada.


Às vezes até enrolada; mas a tempestade


Furacão, não me atinge não.


Cante-me uma canção... Mostre o seu


Coração... Porque a tempestade furacão,


Não me atinge não.





"Tempestade furacão", poema criado em 24 de



Abril de 2002.

Graone de Matoz
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Eu vejo o dia amanhecer, ou


O entardecer do dia. A brisa


Dos meus olhos, me fazem


Compreender uma mente


Criativa.


Uma mente que me faz


Pensar: flor, chuva e sol,


Não dar pra combinar...


Se você não entendeu,


Nem procure entender. Pois


A vida ao nascer é difícil


Até crescer; assistindo todo


O meu viver.


Tudo me faz pensar: flor, chuva


E sol, não dar pra combinar; um


Poema sem rimas, uma dança


Sem par.



"Flor, chuva e sol", poema criado em 02 de dezembro de 2002

Graone de Matoz
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As lágrimas que derretem no


Calor da tristeza. Com certeza


Alguma, elas caen como


Chuva, e derretem nas nuvens...


Na nuvem do desespero;


No ódio e no receio...


No fim do meu desejo;


Na filosofa do teu beijo;


Na corte do meu segredo...


Nuvem de lágrimas, é


Aonde eu fico, nas nuvens


De lágrimas é aonde eu


Vejo.


Nuvem de lágrimas é o que


Eu respiro, nas nuvens de


Viagens eu escrevo.



"Nas nuvens" poema criado nos dias 07 – 08 de 2003.

Graone de Matoz
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A pressa anda rápida, a perfeição


É a sua inimiga. Miragens um


Caminho próximo, um disfarce,


Para tapear o ócio.


O cenário é uma matéria morta, vida


Sórdida em pele e osso. É essa


Desgraça seca de um pobre povo, que


Possue esperanças e clamam por


Justiça, pois nela ainda acreditam.


E as serpentes fazem suas respctivas


Funções. Os seus venenos atraen a


Morte! Pois a saída é o reflexo da


Entrada.


O caminho é dado à sorte; o grito é


Um tiro seco.


O eco é uma esperança viva, a


Desidratação é consequência, mas


Irônico é este final de vida.



"Deserto", poesia origianalmente criada em 28 de novembro de 2003

Graone de Matoz
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Lá pra Minas Gerais avistei


A fumaça insana, de cor


Esverdeada


Olhos em chamas...


No vermelho de uma fogueira,


Avistei uma cidade em chamas,


Chamas de um graveto, chamas


Em meus olhos, em meus


Olhos em chamas...


Explorando o infinito, conhecendo


O desconhecido chamas em negrito,


Chamas em meus discos,


Olhos em chamas...


Crianças loucas, poucas são as


Suas ganâncias, sobre a derrota


Dos oprimidos, Chamas na minha


Mente, chamas em meus olhos,


Chamas em meu corpo,


Olhos em chama...



"Olhos em chamas", poema criado em 29 de julho de 2003.

Graone de Matoz
Inserida por Graonedematoz7640

Amor, amor perdido, dor


De cotovelo, a amada


Que tenho lhe tanto


Desprezo. È um desejo


De seu beijo, é uma flor


De meu receio...


Amor, amor perdido,


Que nunca foi


Correspondido,


Que amor será esse?


Aquele que em uma


Viagem foi esquecido,


Da lucidez foi liquidado,


Da minha vida foi vencido.


Amor, amor, amor perdido


Onde estás que estás tão


Esquecido?


Que amor será esse?


De um sonhador iludido


Na fábula que um dia


Tivesse existido.


Amor, amor não dominas


Quem já tem domínio.


Amor, amor já foi planejado


O seu extermínio.


Amor, amor que não existe,


Amor, amor sem destino.


Que amor será esse?


Um amor vingativo.


Amor, amor por que


Estás sempre mentindo?


Amor, amor eu finjo que


Acredito.


Amor, amor por que és


Tão destrutivo?


Amor, amor isso é um


Mau caminho.


Amor, amor um anarquista


Do amor, que como eu não


Sinto dor.


Que amor será esse?


Amor de inverno seco,


Amor, amor indolor.


Amor, amor perdido,


Amor de platéia, o


Amor é ridículo.


Amor é uma aberração.


Que amor será esse?


Um amor de circo, e


Que amor será esse?


Um amor cancerígeno.


Amor, amor nocivo.




"Uma carta ao amor", poesia criada em 01 de fevereiro



De 2005

Graone de Matoz
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Eu quero cair fora...





Eu não preciso disso.





Não quero pedir





Esmola..., Não perco





O compromisso.





Caído pro inferno, ou





Pro paraíso.





Isso é que é um alívio...





É disso que eu preciso.





É disso que eu necessito...





É disso que eu preciso.





Não suporto mais, tanta





Intolerância... Quanto





Pessimismo, mais não





Perco a esperança.





Agora, ou no nunca, é





Disso que eu preciso.





É disso que eu necessito...





É disso que eu preciso.





É disso que eu necessito...





É disso que eu preciso, e





É isso que é um alívio, é





Disso que eu necessito...


É disso que eu preciso.





É disso que eu necessito...






"Alívio", poesia criada em 27 de abril



De 2003, atrás da quadra de



Uma escola.

Graone de Matoz
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