Texto para a Pessoa que eu Amo

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Um dia eu perguntei a Deus:
Por que as pessoas não tem os vossos corações voltados ao amor?
Mas não obtive resposta. Então procurei pensar por mim mesmo, e passei a crêr que maior parte disso está na decepção que envolve em meio ao sentimento.
Penso que por medo de amar é que nasçem os desacreditados. Por que à muitos que procuram perfeição em seu relaçionamento, mas não compreendem e nem enxergam que até as belas flores, contém espinhos.

Como escravos fugitivos, fugimos de nossa realidade ou
produzimos um falso eu extremamente admirável, levemente
cativante e superficialmente feliz. Escondemos o que sabemos ou sentimos que somos (que pressupomos ser inaceitável ou inamável)atrás de algum tipo de aparência que, esperamos, seja mais agradável. Escondemo-nos atrás de rostos agradáveis que vestimos em benefício de nosso público. Com o tempo, podemos até mesmo chegar a esquecer o que estamos escondendo e pensar que nos parecemos realmente com o rosto agradável que assumimos.

eu até entendo que não posso fazer ninguém se apaixonar por mim mas penso bem:isso poderia ser a solução para todos os meus problemas!Bem eu queria ter esse "super poder",ser como o
"cupido" e acertar com minha "flechinha do amor",em cheio no coração daquele que é dono do meu sorriso mais bobo e sincero.Isso seria realmente muito bom e evitaria pelo menos por um momento algo que julgamos vital.Imagina não ter o coração partido mais uma vez.Apenas imagine :´(

O que a música te faz sentir?

-Eu vejo assim...é uma sensação como se você estivésse rompendo barreiras,como se você estivesse quebrando tabús,enfim...é uma sensação de liberdade,sabe?!
Uma coisa que faz você pensar que você está fazendo aquilo que você realmente deveria fazer! É uma sensação extraordinária.eu simplesmente gosto de tudo isso.Valeu!?

Um dia eu hei de encontrar:
Aquele que me faça sorrir com as mínimas situações
Que me surpreenda a cada segundo
Que veja a vida como eu vejo
Que perceba seus detalhes, sem esquecer as prioridades
Que se divirta com os meus momentos
Que fique sensibilizado com as minhas dores
Que me abrace quando eu estiver com frio
Que me ligue de madrugada para dizer que me ama
Que sinta saudades antes mesmo de se afastar de mim
Que tenha consciência que não sou fácil, mas que não desista no primeiro obstáculo
Que me conduza a dias maravilhosos e inesquecíveis
A noites arrebatadoras e de tirar o fôlego
Que não seja superficial e descrente
Que tenha caráter e bondade
E que acima de tudo me aceite como eu sou

Sucesso

Eu juro encontrei o sucesso
Progresso se faz com ação
Nos dias de folga eu pesco
Fisgo peixes só com a mão
Com dentes matei jacarés
Com pés derrotei um leão
Caçadores...
Preservar também é progresso
É o sucesso posto em ação
Do ABC aprendi fazer versos
Num só dia...
Vivo de primavera a verão
Sou calor ,frio,fruto e flor
Sou....
O reverso de toda estação
Se o fim chega, logo eu começo
A renascer numa nova questão
Não tenho medo do insucesso
Pois o meu sucesso
Está em minhas mãos.

EU FILHA, EU MÃE...


Pra VOCÊ sempre serei uma pequena filha....
Pra mim VOCÊ sempre será uma grande mãe...
Depois repetirei tudo igual
Nunca saberei afinal
Qual a melhor posiçào
Me aconchegar no teu colo
Ou abrir meus braços pra te envolver
Não sei se é melhor
Mãe ou filha ser
Mas de qualquer um dos lados que eu esteja
enxergo tanta beleza
Que me acomodo em ambas posições
Porque as duas me dão grandes emoções
Gosto de ser criança e correr para os seus braços
E também de ser mãe e lhe ajudar nos primeiros passos
Gosto de ser o começo e o fim
Homenagear e ser homenageada
Gosto de ser o ponto de partida e o de chegada

Por isso,
Hoje não sei a qual das duas parabenizar
A criança levada
Ou a mãe dedicada
Porque ambas trilham a mesma estrada
Do amor e do envolvimento
Do melhor de todos os sentimentos
QUE NASCE NO VENTRE E EXPLODE EM VIDA!!!!!!!!!!!!!!
Mãe e filha, a razão da minha vida
Hoje sou a filha que corre pra te abraçar
E a mãe que meus filhos vão irão beijar
Portanto a mais importante nào posso escolher
AS DUAS DE MIM ME DÃO UM ENORME PRAZER!!!!!!!!!!!!!

APOSTILA (11-4-1928)

Aproveitar o tempo!
Mas o que é o tempo, que eu o aproveite?
Aproveitar o tempo!
Nenhum dia sem linha...
O trabalho honesto e superior...
O trabalho à Virgílio, à Mílton...
Mas é tão difícil ser honesto ou superior!
É tão pouco provável ser Milton ou ser Virgílio!

Aproveitar o tempo!
Tirar da alma os bocados precisos - nem mais nem menos -
Para com eles juntar os cubos ajustados
Que fazem gravuras certas na história
(E estão certas também do lado de baixo que se não vê)...
Pôr as sensações em castelo de cartas, pobre China dos serões,
E os pensamentos em dominó, igual contra igual,
E a vontade em carambola difícil.
Imagens de jogos ou de paciências ou de passatempos -
Imagens da vida, imagens das vidas. Imagens da Vida.

Verbalismo...
Sim, verbalismo...
Aproveitar o tempo!
Não ter um minuto que o exame de consciência desconheça...
Não ter um acto indefinido nem factício...

Não ter um movimento desconforme com propósitos...
Boas maneiras da alma...
Elegância de persistir...

Aproveitar o tempo!
Meu coração está cansado como mendigo verdadeiro.
Meu cérebro está pronto como um fardo posto ao canto.
Meu canto (verbalismo!) está tal como está e é triste.
Aproveitar o tempo!
Desde que comecei a escrever passaram cinco minutos.
Aproveitei-os ou não?
Se não sei se os aproveitei, que saberei de outros minutos?!

(Passageira que viajaras tantas vezes no mesmo compartimento comigo
No comboio suburbano,
Chegaste a interessar-te por mim?
Aproveitei o tempo olhando para ti?
Qual foi o ritmo do nosso sossego no comboio andante?
Qual foi o entendimento que não chegámos a ter?
Qual foi a vida que houve nisto? Que foi isto a vida?)

Aproveitar o tempo!
Ah, deixem-me não aproveitar nada!
Nem tempo, nem ser, nem memórias de tempo ou de ser!...
Deixem-me ser uma folha de árvore, titilada por brisa,
A poeira de uma estrada involuntária e sozinha,
O vinco deixado na estrada pelas rodas enquanto não vêm outras,
O pião do garoto, que vai a parar,
E oscila, no mesmo movimento que o da alma,
E cai, como caem os deuses, no chão do Destino.

Viagem de um vencido

Noite. Cruzes na estrada. Aves com frio...
E, enquanto eu tropeçava sobre os paus,
A efígie apocalíptica do Caos
Dançava no meu cérebro sombrio!

O Céu estava horrivelmente preto
E as árvores magríssimas lembravam
Pontos de admiração que se admiravam
De ver passar ali meu esqueleto!

Sozinho, uivando hoffmânnicos dizeres,
Aprazia-me assim, na escuridão,
Mergulhar minha exótica visão
Na intimidade noumenal dos seres.

Eu procurava, com uma vela acesa,
O feto original, de onde decorrem
Todas essas moléculas que morrem
Nas transubstanciações da Natureza.

Mas o que meus sentidos apreendiam
Dentro da treva lúgubre, era só
O ocaso sistemático de pó,
Em que as formas humanas se sumiam!

Reboava, num ruidoso burburinho
Bruto, análogo ao peã de márcios brados,
A rebeldia dos meus pés danados
Nas pedras resignadas do caminho.

Sentia estar pisando com a planta ávida
Um povo de radículas em embriões
Prestes a rebentar, como vulcões,
Do ventre equatorial da terra grávida!

Dentro de mim, como num chão profundo,
Choravam, com soluços quase humanos,
Convulsionando Céus, almas e oceanos
As formas microscópicas do mundo!

Era a larva agarrada a absconsas landes,
Era o abjeto vibrião rudimentar
Na impotência angustiosa de falar,
No desespero de não serem grandes!

Vinha-me à boca, assim, na ânsia dos párias,
Como o protesto de uma raça invicta,
O brado emocionante de vindicta
Das sensibilidades solitárias!

A longanimidade e o vilipêndio,
A abstinência e a luxúria, o bem e o mal
Ardiam no meu Orco cerebral,
Numa crepitação própria de incêndio!

Em contraposição à paz funérea,
Doía profundamente no meu crânio
Esse funcionamento simultâneo
De todos os conflitos da matéria!

Eu, perdido no Cosmos, me tornara
A assembléia belígera malsã,
Onde Ormuzd guerreava com Arimã,
Na discórdia perpétua do sansara!

Já me fazia medo aquela viagem
A carregar pelas ladeiras tétricas,
Na óssea armação das vértebras simétricas
A angústia da biológica engrenagem!

No Céu, de onde se vê o Homem de rastros,
Brilhava, vingadora, a esclarecer
As manchas subjetivas do meu ser
A espionagem fatídica dos astros!

Sentinelas de espíritos e estradas,
Noite alta, com a sidérica lanterna,
Eles entravam todos na caverna
Das consciências humanas mais fechadas!

Ao castigo daquela rutilância,
Maior que o olhar que perseguiu Caim,
Cumpria-se afinal dentro de mim
O próprio sofrimento da Substância!

Como quem traz ao dorso muitas cartas
Eu sofria, ao colher simples gardênia,
A multiplicidade heterogênea
De sensações diversamente amargas.

Mas das árvores, frias como lousas,
Fluía, horrenda e monótona, uma voz
Tão grande, tão profunda, tão feroz
Que parecia vir da alma das cousas:

"Se todos os fenômenos complexos,
Desde a consciência à antítese dos sexos
Vêm de um dínamo fluídico de gás,
Se hoje, obscuro, amanhã píncaros galgas,
A humildade botânica das algas
De que grandeza não será capaz?!

Quem sabe, enquanto Deus, Jeová ou Siva
Oculta à tua força cognitiva
Fenomenalidades que hão de vir,
Se a contração que hoje produz o choro
Não há de ser no século vindouro
Um simples movimento para rir?!

Que espécies outras, do Equador aos pólos,
Na prisão milenária dos subsolos,
Rasgando avidamente o húmus malsão,
Não trabalham, com a febre mais bravia,
Para erguer, na ânsia cósmica, a Energia
À última etapa da objetivação?!

É inútil, pois, que, a espiar enigmas, entres
Na química genésica dos ventres,
Porque em todas as cousas, afinal,
Crânio, ovário, montanha, árvore, iceberg,
Tragicamente, diante do Homem, se ergue
a esfinge do Mistério Universal!

A própria força em que teu Ser se expande,
Para esconder-se nessa esfinge grande,
Deu-te (oh! Mistério que se não traduz!)
Neste astro ruim de tênebras e abrolhos
A efeméride orgânica dos olhos
E o simulacro atordoador da Lua!

Por isto, oh! filho dos terráqueos limos,
Nós, arvoredos desterrados, rimos
Das vãs diatribes com que aturdes o ar...
Rimos, isto é, choramos, porque, em suma,
Rir da desgraça que de ti ressuma
É quase a mesma coisa que chorar!"

Às vibrações daquele horrível carme
Meu dispêndio nervoso era tamanho
Que eu sentia no corpo um vácuo estranho
Como uma boca sôfrega a esvaziar-me!

Na avançada epiléptica dos medos
Cria ouvir, a escalar Céus e apogeus,
A voz cavernosíssima de Deus
Reproduzida pelos arvoredos!

Agora, astro decrépito, em destroços,
Eu, desgraçadamente magro, a erguer-me,
Tinha necessidade de esconder-me
Longe da espécie humana, com os meus ossos!

Restava apenas na minha alma bruta
Onde frutificara outrora o Amor
Uma volicional fome interior
De renúncia budística absoluta!

Porque, naquela noite de ânsia e inferno,
Eu fora, alheio ao mundanário ruído,
A maior expressão do homem vencido
Diante da sombra do Mistério Eterno!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Versos d’um exilado

Eu vou partir. Na límpida corrente
Rasga o batel o leito d’água fina
- Albatroz deslizando mansamente
Como se fosse vaporosa Ondina.

Exilado de ti, oh! Pátria! Ausente
Irei cantar a mágoa peregrina
Como canta o pastor a matutina
Trova d’amor, à luz do sol nascente!

Não mais virei talvez e, lá sozinho,
Hei de lembrar-me do meu pátrio ninho,
D’onde levo comigo a nostalgia

E esta lembrança que hoje me quebranta
E que eu levo hoje como a imagem santa
Dos sonhos todos que já tive um dia!

Eu quero crescer. Juro, quero mesmo. Quero aprender línguas que não sei. Quero conhecer novas culturas, povos, lugares. Quero me desapegar do velho. Quero não me fechar para as mudanças e para o novo. Quero dar amor, afinal, é ele a grande essência da vida. Quero não acumular rancores nem alimentar mágoas. Quero aprender a me pedir desculpa. Quero abandonar algumas saudades. Quero aprender a conviver com o que não posso modificar. Quero me mover mais e mais e mudar o que está ao meu alcance. Quero pouco e quero muito. Quero nada e quero tudo. Quero esquecer o que precisa ser esquecido. Quero nunca deixar de sorrir. Quero aprender a descascar laranja. Quero perder o medo de trovão. Quero ir. E vir. Mas nunca, nunca mesmo, deixar de sentir. (Clarissa Côrrea)

Sem pressa. Sem virgulas. Sem ponto final. Sem brigas. Sem separação. Sem mágoa. Sem dor. Somente amor, por favor.

Sempre existe quem nunca vai te abandonar.

É isso. Que no final lá esteja escrito: ‘Ela viveu a vida que quis.’

“Muitas vezes, nada era dito ou feito, e nós não nos frustrávamos porque não esperávamos mesmo, realmente, nada.” ( Caio F. Abreu)

Por um milésimo de segundo eu fechei os olhos e sent

Eu sei, foi Deus quem deu você pra mim, e só Ele pode te tirar de mim. Deus me deu você, e pediu pra eu cuidar, pra eu amar… e eu sei que no momento certo Ele vai te querer de volta, pois do mesmo jeito que sentimos saudades quando perdemos alguém, Ele também sente… Espero que, quando isso acontecer, Ele me dê forças o suficiente para eu entender que você estará bem, ao lado Dele, e que agora Ele é que vai cuidar de você. Enquanto isso eu te amo intensamente, e agradeço à Deus por mais um dia com você na minha vida.

Para todas as pessoas que eu amo.

Você pode não acreditar, mas desde o primeiro
Instante que eu te vi, alguma coisa dentro de mim mudou.
Nunca pensei que eu pudesse-me
Interessar tão rápido e de forma tão intensa por alguém... E no meio desse jogo
Confuso, mas gostoso, eu deixei me envolver dia após dia, na
Ilusão de viver esse sonho, com vontade de ser feliz. Então
Um dia quando eu resolvi abrir os olhos, já estava totalmente envolvida. Um
Sentimento até então inexplicável, tinha me invadido... E era tarde demais.
Procurei esquecer, porque era proibido, mas era tão bom ficar com você! E que essa
Loucura me faz delirar, me faz querer seus beijos, seus braços, seu corpo... Você me
Alucina e me faz perder o juízo, Não pesei no tempo. Apenas te desejei
Com todas as forças do universo, não pensei que pudesse ter fim... Queria apenas
Ir bem fundo nesse “namoro pelo avesso” até quando o
Destino me permitisse... Porque a cada dia descobria no seu
Olhar um milhão de motivos pra querer continuar, não queria saber de certo, errado
De pecado. Eu já estava totalmente apaixonada. E não adiantava tentar
Impedir... Mas o destino foi cruel, eu devia saber, vi em poucos instantes tudo ser
Abalado... Destruído. Por algo que era mais forte que eu, mas forte que você...
Mas forte que o nosso “amor” e assim, como de um sonho, tivemos que acordar
Amanheceu pra nós dois... Não foi isso que eu planejei e tenho certeza que também
Não era que você queria. Porque dói tanto, se desde o inicio, eu já sabia que isso
Tudo ia acontecer de um jeito ou outro. Eu sabia que ia hora o fim ia chegar, mas não
Imaginei que eu pudesse sentir tanto sua ausência... Provavelmente
Não houvesse diferenças, como se não houvesse regras, sem certo e sem errado... Com
O coração cheio de paixão... Com alegria no olhar... Como se nada fosse

Eu quero ser o teu problema
Eu quero ser o teu problema. Nada de amor heroico, bonito e comovente. Deixo as filosofias otimistas para quem acredita nelas. Eu quero ser a tua insegurança, o teu objeto de desejo que te faz achar que você só tem defeitos- e certamente que não me merece. Eu quero ser o amor intruso, entrão, inconveniente; invadir o teu pensamento quando um amor menos complicado teimar em se aproximar. Eu quero ser quem te faz procurar terapias; quero ser relatado a um psicólogo. Nada de rendas brancas, vestidos de noiva, taças cruzadas.
Eu quero ser quem te faz sair dos lugares comuns, abandonar jantares importantes e festas com seus melhores amigos. Eu quero ser a ligação às três da madrugada e te confundir inteira quando você achar que já não quer tanto assim. Também quero ser o telefone que não toca no dia seguinte. Eu quero ser tuas unhas roídas, tua mania constante de mexer no cabelo, tua síndrome das pernas inquietas. Eu quero ser a resposta monossilábica para tua declaração. Eu quero marcar um encontro, uma conversa, um café e, de última hora, desmarcar- e no próximo possível encontro, você vai me esperar outra vez. Nada de fotos, flores, músicas de nós dois.
Eu quero ser o teu eterno caso, a lembrança que você lamenta. Eu quero deixar explícito o meu descaso e te ver, ainda assim, se importando comigo. Eu quero te desfilar como um troféu perante aqueles que um dia te quiseram e, em casa, te colocar no lugar mais ignóbil de minha estante. Eu quero ser as cartas que você não consegue jogar fora; a mentira que você não se cansa de acreditar; a saudade que emudece.
Eu quero ser os textos que você escreve de madrugada, tua tentativa desesperada de não enlouquecer. Quero ser a tua insônia, a tua insanidade. Teu susto, teu único assunto. Você Julieta, eu Romeu que não morreu. Eu quero rir da hipótese de um futuro nosso e ver você me odiar por um minuto- e depois continuar me amando, porque isso é imutável. Eu quero ser as perguntas que você evita se fazer. Quero ser o seu medo de não aguentar.

Eu quero ser o teu problema, garota. Não por capricho, não por um motivo pífio. Eu quero ser o teu problema desde que você se tornou o meu.

Desejo


Quando eu te beijo,
Algo te arrepia a pele,
Arrepiando assim teus pelos,
Algo assim tão lindo a te fechar os olhos,
Assanha teus instintos, desvenda os teus segredos,
Tudo te fascina, tudo te domina, quando eu te beijo.

Quando eu te olho,
Algo te chama para mim,
Algo tão profundo que assim desperta o desejo,
Sinto os tremores convidativos que me elevam deixando-me teso.
Teu interior me domina, agora sou falo que se derrete na tua saliva.

SOU EU UM POUCO DE MIM

Ser diferente dos outros
não me torna de mim diferente.
Eu gosto do que me alegra
e aceito bem o que me convém,
mas mudar por alguém eu não sei,
pois deixar de ser eu não me faz bem,
se sem mim eu não sei me encontrar
e, não me achando, não encontro ninguém.

Não sou bonita, não sou feia,
não tenho talento algum,
mas no pouco de mim que eu sou,
do tudo que de pouco estou,
encontro um muito de mim.
Feliz, alegre ou triste,
não sou bem o que você procurou,
mas sou o melhor do que de mim existe.

Os anjos lá no céu me pediram você
Eu disse que você veio pramim
E que não vivo sem você

Começaram a chorar
E eu a dizer
Vocês não estão só
A muitas pessoas que necessitam de vocês

Ensinando a amar
Eles cortaram suas asas
Unirão corações e fizeram promessas

Eu somente sorri
Olhei que ao meu lado
Você estava sorrindo
Eles não acreditavam no amor
Agora juntos o mostramos

Vamos daqui a eternidade
Em um caminho estrelado
você ao meu lado
O nosso coração
Pulsando e exclamando
Amo você .

Vou andando... Tentando encontrar o ponto em que meus pés possam tocar o chão.Mesmo que eu caia, nada muda o que foi vivido, nada apaga o que foi visto, muito menos o que foi realizado.

Muitos falam a respeito de cair e levantar... Mas poucos têm essa capacidade. O “cair” hoje é que forma o “quem” seremos amanha.

Sofrer não é ruim... O ruim é se conformar e acomodar com a situação. “O
melhor só vem quando o bom acaba”. Não preciso e não quero passar minha
vida me contentando com o que há de “mais ou menos”. Não nasci para ser
e fazer as pessoas tristes, o porém é que sempre nos esquecemos disto. Cada
degrau que subimos, pode ter custado a lágrima de alguém, ou a morte de
um sorriso, um grito de felicidade ou até mesmo a falta dela. Ninguém
que passa olha para trás para ver “o estrago” (ou não) que foi causado.

Se for para amar que seja de verdade, acima de tudo e incondicionalmente. Amar
de verdade não é amar o que ‘o outro’ tem de melhor, é amar também os
defeitos. Espero conquistar respeito e admiração por amar e não a raiva
por errar.
Só você sabe o que cada palavra que sai da sua boca te custa... Só você sabe quantos gigantes teve que matar para se permitir amar novamente.

O
que acontece com você só tem importância para os outros por um
determinado tempo, depois passa. Então priorize o que realmente é
prioridade pra você, e não para os outros.Quem vai conviver com sua
decisão, todos os dias, quando colocar a cabeça no travesseiro, é
você... não aquele que disse para deixar de lado.

Por: Laura França Lemes

Hoje eu queria somente... Poder lhe dar um presente...
Algum que fosse marcante! Com pérolas, ou diamantes...
Um presente valioso, como um abraço gostoso...

Queria eu descobrir, tudo que te faz sorrir.
Arquitetar palhaçadas... Poder te arrancar risadas...
Ao menos por um momento, banir todo sofrimento!

Queria hoje poder, toda tristeza esconder.
Tirar a angustia do mundo, plantar um amor profundo.
Onde houvesse maldade, supriria com verdade.

Comporia uma canção, pra aquecer teu coração.
Se pudesse eu tentaria! ...Mostrar-te só alegria.
Ao menos por esse dia...

Queria eu de verdade, com toda minha vontade!
Que a alegria que há no mundo, fosse em ti realidade.
Não somente nesse dia, ...Mas por toda eternidade!

Feliz aniversário!

Amar é...
Quando eu olho em teus olhos e os meus brilham
Quando sinto seu toque macio que me arrepia pele
Quando seu corpo fica tão perto que meu coração dispara
Quando me tomas em seus braços, nossos lábios se encontram, se fundem
Num beijo cheio de promessas.
O mundo pára e nada mais importa... Só EU e VOCÊ.

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