Textos narrativos prontos para ler, copiar e se inspirar
ARTIFICIAL
produzido pela mão do homem, não pela natureza; postiço,
que envolve artifício.
Que não é natural, dissimulado, fingido.
EM TEMPOS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL...
A audição é artificial, a visão é artificial, o aroma é artificial, o Sabor é artificial, a grama, a flor, o calor, o frio, o cabelo, o som, tudo é artificial!
Automaticamente, tecnologicamente, influenciávelmente, estamos nos tornando ARTIFICIAIS...
O sorriso é KKKKKK 😀😃😄🤣😂🙂, O choro é bua bua 😪😥😢😭, o afeto é 🥰😍🤩😘, o sentimento 🥵🤮🤢🥶🥳😡🤬😠, O abraço é virtual, o olhar é via câmera, enfim...
A busca pela "Facilidade", a comodidade, o conforto e a conveniência geram em nós uma espécie de frieza e isso tem causado males terríveis.
Há uma necessidade urgente de retomarmos os VALORES NATURAIS!
Não nos deixemos dominar pelos "Atalhos" do Caminho da Superficialidade!
Converse mais ao vivo e a cores, fale ao pé do ouvido, olho no olho, abrace pele com pele, dê gargalhadas reais.
Vamos nessa!
Os indivíduos de natureza narcisista frequentemente demonstram uma predisposição à arrogância ao serem confrontados acerca de seu potencial, possivelmente devido à sua falta de compreensão de que nem sempre são detentores da superioridade absoluta.
Manifestam uma convicção inabalável de sua própria perfeição e excelência em todas as suas empreitadas. Adicionalmente, tendem a monopolizar as interações, tornando-se o epicentro de todas as discussões, onde os assuntos giram invariavelmente em torno de sua pessoa.
Buscam constantemente o posto de destaque, onde os holofotes se voltem exclusivamente para si.
As metamorfoses que permeiam o tecido social contemporâneo são inegáveis e de natureza profunda, evidenciando uma reconfiguração dos valores e instituições que há tempos estruturavam nossa sociedade.
Os fundamentos tradicionais que historicamente orientaram nossa existência, como as concepções arraigadas de família, casamento e trabalho, passaram por uma transformação que os desvinculou de suas formas preexistentes, dando lugar a um novo cenário social.
Nesse contexto, a conquista da liberdade individual, embora louvável, acarretou uma carga de desorientação e insegurança, desafiando os paradigmas estabelecidos e requerendo uma profunda reavaliação de nossas identidades e relações interpessoais.
Saquarema, Sinfonia da Natureza
Saquarema! Ondas em sinfonia,
Vento em suave canção,
Acalanto de uma tarde serena,
Paz sublime no coração.
Saquarema! Arte divina,
Obra da Mãe Natureza,
Beleza sem igual,
Em cada canto, certeza.
Saquarema! Amor que perdura,
Como brisa fresca a soprar,
A alma se acalma e refaz,
Mil vezes Saquarema, a amar.
Saquarema! Cidade sob anil infinito,
A mais bela do Brasil, sem sombra de duvida.
Em cada rua, um poema a se escrever, um verso a recitar,
Em cada canto, um sonho sutil a se realizar.
Saquarema! Berço de encantos,
Onde o trabalho e amor constroem,
Um futuro de glória,
Lar acolhedor, onde a vida floresce.
Saquarema! Eternamente em meu coração,
Um refúgio de paz, um lar de inspiração.
Te amo, Saquarema, com todo o meu ser,
E em teus braços, quero para sempre viver.
GRAFISMO DO CERRADO
Esse teu chão mais parece pintura
No variegado dos tons da natureza
Os teus tortos galhos, árida gravura
Na tua imensidão a graça e riqueza
De toscos traços, de uma cor canela
Um cheiro, aquele cheiro de pureza
Um planalto alegórico, ali se revela:
Ó místico cerrado, atraente rudeza
Araras, seriemas e o bicudo tucano
Sagrados moradores do cotidiano
Cadenciando os cantos em sinfonia
A cada atenção, prenhe de poesia
Uma epopeia de variação e valentia
Cerrado livre, desmedido, soberano!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
Junho 25, 2022, 05’01” – Araguari, MG
só para registrar
andei fotografando a natureza
os animais, o céu, o sol
a estrada, a direção, a falta dela
fotografei o verão, o inverno
a primavera.
andei lendo sobre o fogo
que queima a alma
suspiros profundos
o anseio da carne a carne
a poesia poente.
desenhei o amor
senti alegria
bebi da tristeza e me servi de alucinação
nadei na solidão
pulei na razão
tentei esquecer o inesquecível
e resolvi viver dos dois
primeiros versos deste poema.
A natureza carnal caída clama: "Deus, pode tirar-me tudo, conquanto que me dê Cristo", e Deus pergunta: "Será que você podia párar de dizer isso e dizer isto: 'Deixo tudo, conquanto que me dê Cristo. Largo tudo para ter Cristo'"
"Você ainda quer abraçar o pecado, o mundo, e não quer largá-los e depois clama para que Deus te dê Cristo?"
QUANDO A NATUREZA EXCEDE
NA BELEZA SINGULAR
Os que contemplam o belo
Na fauna e no vergel,
Nas nuvens soltas no céu,
Num fruto, num cogumelo,
Num veio d’água singelo,
Vivem a valorizar
O meio ambiente, o lar
Onde vive e até se mede
Quando a natureza excede
Na beleza singular.
O poeta que se inspira
Nas cores que a natura
Dispensa com a ternura
Do arco-íris que tira
O fôlego de quem o mira,
D’um artista a pincelar
Quadro que faz meditar
No abstrato que procede
Quando a natureza excede
Na beleza singular.
As flores que na floresta
Enchem a vista da gente,
Faz qualquer olhar plangente
Convidado para a festa,
Nos embala na seresta
D’aves a cantarolar,
De um constante sibilar
Logo passa a ser a sede
Quando a natureza excede
Na beleza singular.
Do tucano ao beija-flor
Tem beleza sem igual,
Capacete de calau
Também tem o seu valor
E faz parte do esplendor
Da fauna espetacular,
Costa litorânea, o mar,
Amazônia que não cede
Quando a natureza excede
Na beleza singular.
Nos mistérios do pavão,
Na semente germinada
Dando fruto que agrada
Quando há degustação,
Num quintal de criação,
Galinha a cacarejar
É como gado a pastar
No cercado que concede
Quando a natureza excede
Na beleza singular.
O sol nasce do arrebol
Para aquecer a manhã
Do lago da jaçanã,
A estender seu lençol
Para que o girassol
Desabroche ao luar
Quão poesias no ar,
A ternura é que sucede
Quando a natureza excede
Na beleza singular.
POESIA " A NATUREZA LIVRE DO AMOR "
Conhece o amor?
Repare na atmosfera em nossa natureza,
Belas paisagens,
Ar e leveza,
Silêncio, paz interior;
Purificação das nossas certezas.
O amor trabalha assim,
Cuidado de tudo onde habita, limpa,
Purifica, evita brigas e une
Em conexão, o ser diante do nada,
Para sentirem a brisa pura na aurora
Da alvorada.
O amor é puro,
Não cobra nada,
Não arde em ciúmes por saber
Que dele não é nada,
Porquanto o amor é livre
Vive se entrega, nada espera,
Não tem posses, apenas se revela.
Não se apega!
Por natureza espera,
Cuida por amar,
Se doa em amar,
Vive para amar,
Morre por amar e volta,
Para quem aqui ficar.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
"A calmaria da natureza
é o que me sugere reduzir
os passos e apenas viver
cada segundo intensamente"
[...]
Deduzi algo paradoxal:
a pressa, atitude não sábia,
nada tem a ver com intensidade
Momentos vazios no tempo,
como obedecer a velha rotina,
e só executar a força física,
mantêm o intelecto em inércia
Doem as costas de quem dorme
no chão ou numa calçada,
vestido apenas de boa vontade
Esse agradar, nada agradável,
por vezes obriga-me a recolher,
para que num solo mais fértil
eu possa um fôlego receber
Difícil abraçar o altruísmo
na Era das Redes Sociais,
onde vemos seres angelicais
em mundos extraordinários
Todos bem resolvidos,
ninguém precisa de caridade;
é hipocrisia ou é verdade?
[...]
Em busca deste mundo ideal,
do melhor para se viver,
não me esqueço das lições
que a natureza tem a oferecer
Vou às margens de um rio,
ou de um manancial qualquer;
tanto faz, pois são igrejas
que propagam a mesma fé
Ali, em poucos minutos,
aprecio o Deus oculto,
o amor em abundância
que não julga imperfeição
A Ele, conecto-me e escuto
com extrema atenção
qual o rumo tomarei,
qual será a próxima decisão
[...]
"O pássaro não carrega fardos
e nem é obrigado a carregar,
apenas carrega uns gravetos,
para um lar aconchegante criar"
"A natureza do luto é isso: viver-se o luto. Por isso mesmo se veste preto por um tempo. Por isso fazem-se as missas, os cultos religiosos. Há quem festeje, recordando-se da brevidade da vida e da beleza das boas memórias. Há quem, incapaz, chore por dias a fio. E cada coisa tem sua razão. Sua bondade"
(trecho de "Parece Dezembro: romance inspirado nos versos de Chico Buarque")
Manhã E Natureza
Hoje acordei cedo
Para ver os pássaros cantarem
O som que de seus bicos emana
É melhor do que os da cidade
Tudo que se vê aqui é esquemático
Na natureza é tudo mais prático
Para os habitantes do reino fantástico
Onde ser livre é o contrato
Lá na cidade
Enquanto uns dormem, outros trabalham
Mas aqui não é diferente
Uns caçam ao dia, outros ao relente
Queria morar aqui, na selva
Mas habitar aqui eu não posso
Sou um ser urbano
Mas que de gente não gosto
(...) E enquanto isso a natureza continua tranquila cumprindo o seu papel...
O sol continua brilhando e aquecendo...
As flores continuam florescendo...
As aranhas continuam tecendo suas teias...
Os passarinhos continuam cantando e construindo seus ninhos...
As lagartas continuam saindo dos casulos em forma de borboletas...
As abelhas continuam fazendo o mel...
As tartarugas estão conseguindo ir tranquilas para o mar para sobreviver...
Com as chuvas os rios estão conseguindo renovar suas águas,e os agricultores estão conseguindo plantar confiantes com a futura colheita...
A vida sempre se renova na terra,mas a humanidade tem que cumprir o seu papel também o de se melhorar.
Ivânia D.Farias
A variedade da Natureza é simples e complexamente deslumbrante!
Com suas cores e perfeições. Com suas brutalidades, como o ímpeto dos trovões e as cascatas, bem como a brandura e a delicadeza de uma rosa ou de uma flor!
A dureza máscula de um homem viril, bem como a feminilidade de uma donzela.
16.04.2020, manhã
A não luta contra a natureza humana
Parece simples o rumo.
De como as gerações precisam seguir.
Como colocar no prumo.
Um povo que não quer seguir.
Sabe se desde a criação.
A desobediência do caráter orgulhoso.
A natureza do homem é mau.
Então entende se que o social é desarmonioso.
A luta contra a natureza humana.
Nas esferas espirituais.
Subtende se uma entrega.
O que a palavra prega.
Mas é mesmo assim esse mundão de meu Deus.
Ainda não é eternidade.
Embora o juízo profere um paraíso.
Antes e depois.
Por enquanto.
Viajando.
Carroça a frente dos bois.
Nesse emaranhado está a multidão.
Estão eu e você, os dois.
A terra é rebelde.
Ninguém sabe se o céu é perto ou longe.
O segredo misterioso se esconde.
Enquanto isso me escondo e nem sei onde.
Meus irmãos estão nas ruas jogados.
Meus irmãos estão nos palácios.
Precisa de advogados.
Pois é sabido que se precisa defesa.
Para ambos os lados.
Um pela carência e outro fartura da vaidade.
Ninguém sabe quem atrairá os olhos da liberdade
Giovane Silva Santos
A busca pelo conhecimento é a busca por certezas, mas talvez a vida seja, por sua própria natureza, uma perpétua e inescapável busca por talvezes. O que pode ser considerado uma certeza hoje pode se revelar uma incógnita amanhã. Nenhum evento ou acontecimento está garantido, e é aí que reside a beleza e a angústia da vida.
A incerteza nos permite ser criativos, nos permite questionar o status quo e nos permite explorar o desconhecido. É o catalisador da inovação, o estímulo da imaginação, e o impulsionador da descoberta. A busca pelo conhecimento é uma jornada constante, uma jornada em que nunca se chega a uma conclusão definitiva. Sempre há mais a aprender, mais a descobrir, mais a entender.
E, no entanto, essa jornada é a essência da vida. A vida é uma interminável série de talvezes, uma sucessão constante de possibilidades e oportunidades. É a partir desses talvezes que forjamos nosso destino, nossas escolhas e nossas decisões. Sem a incerteza, não haveria escolhas a serem feitas, não haveria decisões a serem tomadas e não haveria a necessidade de explorar novos horizontes.
Harmonia na Natureza
A brisa sopra suave
Neste dia ensolarado
E eu sinto em minha alma
Um amor renovado
As cores vivas das flores
Trazem alegria ao meu olhar
E meu coração transborda
De felicidade sem igual
O sol ardente me aquece
E ilumina o meu caminho
Enquanto o sopro do vento
Me faz sentir seguro e protegido
E assim, neste cenário
De beleza sem igual
Eu me sinto em paz
E não desejo nada mais
Pois em meio à natureza
Encontro tudo o que preciso
E me sinto parte da vida
Neste poema tão preciso.
Acerca da natureza da inveja
O invejoso, torna-se semelhante ao que nutre por dentro. Isto é, é semelhante a inveja que carrega consigo.
Descobre que é uma arma sutil, invisível, fácil de manusear e que pode lançar em seu alvo, com a destreza do disfarce de alguém que não a possui! Tal força destrutiva, é como o pior feitiço lançado por um bruxo. Principalmente se já se certificou que obteve algum resultado com outros alvos de seu sentimento vil. Mas a inveja é o pior sentimento que alguém pode ter, contra si próprio. Pois como dito, a pessoa torna-se o reflexo do que ela carrega dentro de si: um mero nada ou um amontoado de esterco! E fede semelhante ao estrume!!!
Uma vez detectado o invejoso ou a invejosa, o melhor a se fazer, é se distanciar totalmente e deixar que esse bolo de coliforme fecal, se decomponha e se desintegre naturalmente e por por si só! Até não restar mais nada.
Preste Atenção:
Minha casa tem quatro janelas
Sopram ares de toda natureza
Primavera,
Verão,
Outono,
Inverno.
Minha casa tem três portas
Por onde ventam
Saúde,
Paz,
Prosperidade.
A casa tem quintal
Onde circundam muros centenários
Dentro deles,
Histórias ancestrais.
Nela tudo tem vida
Em cada canto e recanto.
ENTRE:
A cada tábua que range
Ao seu pisar
Preste atenção: a casa FALA.
Em cada prato dependurado na parede
Que se curva a sua passagem
Preste atenção: a casa te OBSERVA.
Em cada cortina que balança
Preste atenção: a casa RESPIRA.
E se o café perfumar e cheirar seus ares:
Preste atenção: ela é VAIDOSA.
Minha casa
"Encantada"
Espelho da minha intenção
É muito bom te receber.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
A Natureza tem uma forma estranha de compensar e descompensar os indivíduos.
Por exemplo, quando: compensa a "tolice" com a jovialidade ( pois o jovem não tem o entendimento aprimorado, e, por isso mesmo, é imaturo/tolo) e descompensa a Sabedoria com a velhice. Pois à medida em que um indivíduo envelhece, perde em beleza, mas ganha em sabedoria.
Às 13:18 h 15.08.2023
🦉
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