Texto Linguístico Culto

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⁠Maria

A resposta é óbvia (Culto a Maria). Se nos primeiros séculos da era cristã, já havia alguma devoção a Maria, como se pensa que havia! Se havia, não está de acordo com a teologia da Bíblia. Durante o primeiro século os Apóstolos nada disto ensinam! Pelo contrário Paulo ensinava o contrário a esse respeito. Outro qualquer evangelho era falso; outra qualquer adoração era falsa. Portanto de acordo com a Bíblia estava e está errado adorar Maria!

Se alguns começaram a adorar, isso estava errado. Como estava errado a "não divindade de Jesus Cristo", o "Evangelho Gnóstico". E outras heresias da época. Efectivamente pensa-se que no ano 431foi oficialmente aceite o início do culto Mariano. Mas se o fizeram foi uma heresia, pois a Bíblia condena esta prática. Por isso não o devemos fazer! Está é a verdade sobre Maria. Está em oposição à Bíblia; está em oposição ao verdadeiro evangelho!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Culto

Originalmente como é evidente, face a teologia de salvação pela fé, em contradição à teologia de salvação pelas obras. Ou outros meios de salvação, chamados sacramentos. Neste caso não havia missas na igreja primitiva. Isto já que na igreja primitiva não havia sacramentos. Ou seja não havia um ato que por si próprio, salvasse o homem ou o santificasse.

O único caminho ou ato, era A obra redentora de Jesús Cristo e por conseguinte o próprio Jesus Cristo.

Não havia sacrifício da missa, para oferecer a Deus. Não existiam nenhum sacramento que salvasse o homem; por isso não existiam Missas ou sacrifícios que ocupassem o lugar de Jesus Cristo. Por conseguinte o cristão louvava e adorava Deus. O cristão perante Deus agradecia por uma tão grande salvação em Jesus Cristo, por um tão grande sacrifício realizado pelo Senhor. Ou seja o culto não era mais um sacrifício, mas um agradecimento, por uma tão grande salvação.

A igreja primitiva não tinha sacramentos, mas mandamentos: O Batismo e a Ceia do Senhor. Já que Jesus Cristo era o único caminho, era o único ato substituto em favor do homem. Não havia Missas sacrificiais, mas havia um ato de agradecimento, louvor chamado Culto. Porque não existiam caminhos para Deus. Mas só um caminho, denominado Jesus Cristo. Os sacramentos foram inventados no século IV, após o Édito de Milão ano 313. A salvação era pela fé em Jesus Cristo e não por atos humanos. A igreja católica tem uma série de Sacramentos, atos que ocupam o lugar de Jesus Cristo. Tem também o "Santíssimo sacramento". Mas face a doutrina bíblica. Não existem sacramentos nenhuns. Existe Deus que salva o homem. Jesus Cristo único mediador entre Deus e os homens. Por isso não há missas, na igreja primitiva.

Inserida por Helder-DUARTE

AGROPOETA⁠

O Sol se transformou em Lua,
E a Lua, com fumaça, sumiu.
Aquele homem, tão culto e astuto,
Esconde sua misoginia,
Ainda se diz um machista extremista.

Seu brilho apagou, como a Lua,
O que era nobre se empobreceu.
Um fantasma a vagar no céu,
E eu, que era apenas mais uma,
Emergi como poeta engajada.
Já o agropoeta jamais me esqueceu.

Inserida por JeyneStakflett

⁠O chamado é para fora e o culto acontece lá fora. A reunião da igreja é o intervalo do culto. A palavra Eclésia significa aqueles que Deus chamou para fora. Portanto, o culto acontece na vida, lá fora. Sal no saleiro não serve para nada, a não ser para ser pisado pelos homens.
(Mateus 5.13)

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Algumas Verdades Sobre o Culto
John Wesley certa vez disse: "ponha fogo no seu sermão ou ponha seu sermão no fogo".
Portanto, todo líder deve entender algumas verdades sobre o culto a Deus:
- Não será pela aritmética dos nossos sermões, sejam quantos eles forem;
- Não será pela retórica dos nossos sermões, sejam quão eloquente eles forem;
- Não será pela geometria dos nossos sermões, sejam quão harmoniosos eles forem;
- Não será pela lógica dos nossos sermões, sejam quão convincentes possam ser;
- Não será pelo método dos nossos sermões, sejam quão organizados eles sejam.
- Também não será pela música dos nossos cultos, seja quão maravilhosa possa ser nossa voz ou nossa habilidade com os instrumentos musicais.
Deus está interessado é se O amamos acima de todas as coisas; isso sim fará a diferença nos sermões e na adoração.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Quais Foram as Lições do Culto em Asbury?
A universidade Metodista de Asbury anunciou que os cultos que começaram no último dia 08 e abertos a pessoas fora do campus terminariam ontem. Isso, por causa dos constrangimentos de espaço e sobrelotação da cidade, era incomportável continuar assim.
A Universidade sugeriu que esses cultos fossem deslocados para um local fora do campus. Dessa forma, poderiam voltar à normalidade da vida académica.
Asbury nos ensinou diversas lições:
Aprendemos que quando a Presença de Deus se manifesta é revelado à sede que todo ser humano tem por Deus, haja vista as multidões que se dirigiram e ainda dirigem para lá.
Aprendemos que o crescimento de igreja não se faz com programas, assistencialismo, entretenimento, shows, ativismo religioso, etc.
Aprendemos que as novas gerações têm sede de Deus, mas elas estão fartas de religiosidade.
Aprendemos que o avivamento não é decretado por homem algum, mas pode ser buscado.
Asbury deve ser visto como um recado de Deus para os cristãos do mundo inteiro - é possível fazer de novo.
Asbury também foi uma exortação para as celebridades gospels e para os líderes cessacionistas - aprendam a lição, arrependam-se, em Asbury vocês foram tratados como pessoas comuns, sem regalias, cachês, aplausos e suas especulações e doutorados não podem impedir a obra do Espírito Santo.
Uma coisa que me marcou em Asbury foi que eles repetiam constantemente duas frases: “Esta é a palavra de Deus e nós acreditamos”; “e só Jesus”.
Portando, basta humildade, rendição, desejo de mudança e retorno a Sã Doutrina.
Pense nisso é ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Considerações Acerca da Pregação:
No culto, a pregação não é a Palavra de Deus.
A centralidade da Palavra não é a "centralidade da pregação".
A pregação é uma fala humana em torno da Palavra. Dar importância à pregação ou modelo da pregação (expositiva, textual, temática, etc...) é diferente de dar importância à Palavra.
A "centralidade da pregação" não existe nas Escrituras.
Portanto, é a Palavra de Deus que deve ser central no culto e não a pregação ou modelo de pregação.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Verbo Vivo, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Pergunta: O que é Gnosticismo?
Resposta: Um culto do período da Igreja Primitiva, com algumas derivações. Um ramo de particular interesse é o maniqueísmo, porque Agostinho foi originalmente um gnóstico maniqueísta por quase uma década antes de se converter ao catolicismo romano. Os gnósticos negavam o Livre-Arbítrio e afirmavam a Depravação Total Intensiva, o Pecado Original e o Determinismo. Eles também usaram a palavra ELEITOS para denotar os mestres, em contraste com os OUVINTES. Mais tarde, após a conversão, o ex-gnóstico, Agostinho, coincidentemente DESCOBRIU um forte DETERMINISMO nas Escrituras.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Orientações Para o Culto
1) ASSIDUIDADE. Nunca perca o culto a menos que seja absolutamente necessário. O pastor de George Washington disse a respeito dele: “Nenhuma companhia jamais o impediu de ir à igreja”.
2) PONTUALIDADE. Correr para a igreja no último minuto não conduz à adoração verdadeira.
3) ESFERA FAMILIAR. O culto da igreja não é uma convenção em que uma família deve meramente enviar um delegado.
4) PRONTIDÃO. Deixe os bancos traseiros para aqueles que podem vir depois, visitantes, mães com filhos.
5) DEVOÇÃO. A igreja não é um teatro ou lugar de diversão ou a cozinha da sua casa. Você vai para adorar a Deus, não para bater papo, descansar ou dormir. A casa de Deus merece nossa máxima reverência.
6) VISITANTES. Se eles não tiverem nenhuma Bíblia ou hinário, compartilhe o seu com eles. Cante! Junte-se ao culto! Não fique apenas sentado!
7) CONVIDADOS. Trate-os com a mesma cortesia que você faria se eles visitassem sua casa.
8) MORDOMIA CRISTÃ. Deus ama quem dá com alegria. De graça recebestes.
9) DESPEDIDA. Após a bênção não saia como se a igreja estivesse pegando fogo. Cumprimente e seja cumprimentado. Seja simpático.
10) IMPERFEIÇÃO. Conscientize-se de que a Igreja é imperfeita. Quão solitário você se sentiria em uma igreja perfeita.
Pense nisso e ótimo culto no domingo!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

A morte não trouxe tristeza
A morte trouxe a lembrança do aprendizado
A morte trouxe de volta o amor

A morte
...
Só trouxe o que de mais belo existia naquele que morreu
E que deixou aos que ficaram a alegria do aprendizado
E o que mais importante se aprendeu
Foi o amor.

Sentimento que irá perdurar por toda nossa existência
E que devemos aprender
A repassar aos nossos que ficarão depois que nós formos fazer a viagem.

Italo Leonelo Jr Italo Leonjur Italo Leonjur
13/09/2019.

"Culto a vida"

Inserida por italeonjur

TEMPESTADE ELEGÍACA

"Acomodando o deslocamento da tempestade elegíaca,

Sufoquei encontros na humanidade e no êmbolo escaldante,

Condoí o culto de noites padroeiras,

Esburaquei rumores de mim,

Deslizei sobre minhas vistas carícias de tempos ruminantes

No estilo flagelador de aceitar carreamentos,

Anoiteci em chamas tocando minhas ganâncias,

Jaculei por vozes nunca extrovertidas o reto esporângio,

Salguei o caldo de meu muro ignóbil,

Liguei quases e porquês na impostação enfermiça

Imperando na terra tísica com estremecimentos postiços,

Persegui dentro do mais fino logaritmo

Aquele escrúpulo que me anula sorridente

No topo da romaria encompridada."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

Não existe vida familiar como antigamente, o que torna a familia artigo em extinção,
lembrando que antigamente a familia consistia numa reunião de pessoas pertencentes a uma mesma clã.
Geralmente morando juntos. E agora, cada um vive numa parte do mundo...
Mais ainda em épocas de "distanciamento social..."
Osculos e amplexos,
Marcial

ANTIGAMENTE HAVIA O CULTO À FAMÍLIA
Marcial Salaverry

Seja por causa de certos acontecimentos, seja por certas exigências da vida moderna, a vida familiar vem caindo em desuso. Antigamente havia um culto às famílias. Morava-se em amplos casarões. As refeições sempre eram feitas em alegres reuniões familiares. As grandes datas sempre eram comemoradas com todos reunidos. Eram outros tempos, que infelizmente não voltam mais...

O que se nota atualmente, é que houve uma certa desagregação nas famílias. Cada qual vai em busca de sua vida. Antigamente os filhos iam casando, e morando na mesma casa. Atualmente, o que impera é o “quem casa, quer casa”. E de uma maneira ou de outra, vão se rompendo os laços familiares, e assim vão se constituindo novas famílias, e vão se formando novos núcleos, por vezes cortando vínculos, por razões as mais diversas, que nem vale a pena enumerar, pois penso que todas as famílias tem histórias de rusgas entre sogros, sogras, genros e noras, tanto que até já faz parte do anedotário...

Mas, o que mais se nota é que além dessa separação física quase natural, o que ocorre também é uma grande falta de comunicação, pois além de viverem separados, também pouco se falam, quase se desconhecem, e por vezes se limitam a mensagens via "zapzap"... E dessa maneira, são cada vez menos frequentes as reuniões familiares. Escasseiam as conversas, e por que?

Pode parecer estranho, mas o que vem ocorrendo, é uma total falta de comunicação entre as pessoas. Apesar da Internet, das ondas do rádio, dos programas de televisão, do celular barato, ou talvez justamente por causa disso tudo, a falta de comunicação pessoal é enorme. Usam-se as máquinas, usa-se a tecnologia, esquecendo-se do contato pessoal, do abraço, do cheiro, do contato físico, ou até mesmo da voz, ou do tão necessário beijo de amizade carinhosa. E agora mais ainda, por causa de certos cuidados que precisam ser tomados, e por causa disso tudo, ao invés de uma visita, passa-se um e-mail, telefona-se, e pronto. Está cumprida a obrigação.

A vida familiar também fica seriamente prejudicada, pois está cada mais frio e distante o diálogo entre pais e filhos, tudo fica para depois. É preciso apenas suprir os meios para subsistência, e assim, pensa-se na matéria, esquecendo-se da alma. Pensa-se na propriedade, e não no amor. A principal preocupação são os bens materiais, em tudo aquilo que o dinheiro pode comprar.

E nessa preocupação, sempre se procura manter os filhos ocupados com alguma coisa, para que eles “não possam reclamar” de não merecer a devida atenção. Ao invés da prática do amor familiar, tome a escola particular, os cursos de línguas, de informática, balé, jazz, as academias para cuidar do físico, e mais ainda importante, um celular moderno, para que possam ter acesso fácil às redes sociais, e a família, fica como? Assim, dá-se tudo para os filhos, e para nós mesmos. Tudo? E onde fica o convívio familiar, o amor, o carinho, o diálogo, onde poderemos passar para nossos filhos aquilo que já vivemos, ao menos para que eles tenham parâmetros para melhor poder analisar o que querem fazer na vida. O convívio familiar, pode evitar o convívio com o traficante, com amizades perniciosas, onde, talvez apenas por falta de diálogo em casa, eles possam buscar o calor de uma amizade, ou ssatisfazer certas curiosidades inerentes à juventude...

A nova forma de amor que foi descoberta, é a de cercar as pessoas que amamos de bens materiais, como se isso pudesse suprir aquele amor que deveríamos estar praticando, e do qual jamais deveremos fugir.

Uma reunião para um bate papo amistoso é fundamental, para que os filhos possam sentir que estão tendo atenção e carinho de seus pais, para que eles possam perceber que seus pais não são apenas aqueles que os sustentam, pagam suas contas, e tem a “obrigação” de lhes dar tudo. Mas sim, são aqueles que por amor também os castigam, também os fazem sentir que tem obrigações para com a vida, e para com eles, pais. É tudo uma troca, deve haver uma reciprocidade de sentimentos. O amor deve ser doado e recebido. Assim como o reconhecimento pelo que se faz, e o carinho. Muitas vezes, em uma palmada, em um castigo, existe mais amor do que na condescendência para tudo que os filhos fazem.

Pais e filhos precisam entender que o diálogo é a base de tudo. É o que pode manter o amor familiar, e para que isso seja possível, é necessária uma boa dose de compreensão, e de saber viver, assim como é algo vital o reconhecimento dos filhos pelo que os pais já fizeram para que eles possam usufruir de toda essa modernidade. E tudo se resume numa palavra mágica... AMIZADE...

E para tentar resgatar isso tudo, podemos começar tendo UM LINDO DIA, com um bom diálogo onde haja LUZ,PAZ, AMIZADE, AMOR...

Inserida por Marcial1Salaverry

Jejum...
Você sabe o que é realmente jejuar?
Não é só ficar sem comer...
Isso se não fizer de forma apropriada pode lhe trazer danos a saúde, comida é energia para o corpo...
Jejum tem muito sincronismo com renunciar.
Que tal jejuar ou renunciar de falar palavrões?
Que tal jejuar ou renunciar de ficar namorando todos?
Que tal jejuar ou renunciar do seu egoismo?
Que tal jejuar ou renunciar um pouco dessa vaidade toda?
Que tal jejuar ou renunciar dessa religiosidade desvairada?
Que tal jejuar ou renunciar dessa avareza e esperteza?
Que tal jejuar ou renunciar desse passado que lhe condena?
Que tal jejuar ou renunciar de mentiras?
Que tal jejuar ou renunciar desse seu achismo?
Que tal jejuar ou renunciar desse seu orgulho besta?
Que tal jejuar ou renunciar em apontar quem vai na igreja?
Que tal jejuar ou renunciar na inveja do vizinho?
Que tal jejuar ou renunciar em cobiçar a mulher alheia?
Que tal jejuar ou renunciar da bebida que derruba?
Que tal jejuar ou renunciar em bailes todo fim de semana?
Que tal jejuar ou renunciar em ofender seus pais e família?
Que tal jejuar ou renunciar em idolatrar cantores e pessoas?
E muitos outros tipos de jejum ou renuncias.
Jejuar e Orar...
Então comece a orar pelo seu irmão, pelo seu inimigo, por alguém desconhecido...
Ore pelo seu povo, pela sua gente, pelas suas raízes...
Ore e agradeça a Deus por tudo e não só peça.
Antes de jejuar, aprenda a ter o Temor a Deus.
Senão será somente mais um crente egoísta que quer só pra si e acha que indo ao culto ou missa somente já estará na lista da salvação... Deus salvará pela Graça, mas não seja um religioso hipócrita, e faça a sua parte.

Inserida por valdirventuri

Um gesto de coragem, o torna um ser forte.
Um gesto educado, te faz uma pessoa nobre.
Um gesto de amor, o coloca numa posição mais humana.
Um gesto de sabedoria, te faz mais semelhante à Deus.
Um gesto de empatia, mostra que você vive próximo desse grande Deus.
Um gesto de servidão, demonstra que você compreendeu a vontade Dele.
Um gesto de compaixão e perdão, traduz que você contém seu selo e caminha por suas vias.
Um gesto de edificação, sem imposição às pessoas, diz que você entendeu o que é pregar o verdadeiro evangelho.
Um gesto de respeito, reflete que você compreendeu o que é viver em paz.
E para o Reino, a sabedoria, empatia, paz, amor, perdão, educação, servidão, respeito, humildade, lhe darão a luz que Jesus quer que você se transforme.

Inserida por valdirventuri

O autor descreve os preconceitos de uma sociedade desigual. O rico é sempre considerado bom, educado, culto e digno de respeito; o pobre é sempre tido como preguiçoso, sem valor, imoral, um peso que não merece ser levado a sério. Quem se dá ao trabalho de conferir tais preconceitos, acaba descobrindo que as coisas são exatamente o contrário. É no confronto social que ricos e pobres podem compreender o porquê de sua própria situação.
(nota de rodapé - Eclesiástico 13)

Inserida por pensandogrande

⁠O "rei" Pelé fez aniversário recentemente e um bando de idólatra proclamou calorosas homenagens (leia-se culto) a pessoa dele...
A própria mídia e diversos famosos sempre tendem a colocá-lo num pedestal, mesmo sabendo do absurdo que o tal "rei" cometeu com a própria filha.
Lendo os comentários das matérias e das redes sociais, entre muitos argumentos sensatos, têm sempre aqueles que tentam se justificar através da máxima:
"As pessoas precisam aprender a separar o pessoal do profissional!".
(Como se isso fosse possível)...
Não... Não precisamos - e NÃO DEVEMOS - forçar tal separação de personalidade!
Aliás, o que não poderia acontecer é ter pessoas achando isso normal e moralmente justo, como desculpa para endeusarem homens, quaisquer que sejam, ainda mais esse tipo de ídolo que se aproveita dessa máxima e da própria fama para cometer suas bizarrices.
Vemos muitos casos de famosos que praticam crimes, boa parte deles do meio futebolístico e da religião, e continuam a ser promovidos (e gozam disso).
Já pensou se essa moda pegasse para os meros mortais e todo mal caráter fosse "absolvido" por essa máxima? Como seria isso na lei?
Um pai comum que não quisesse reconhecer e assumir um filho, não seria preso pois teríamos que separar o fulano "pessoa" do fulano "pai"?
Ou seria possível dividi-lo ao meio para só uma parte dele (a parte falha) ser punida? Afinal, nem todo homem nasceu para a paternidade. Ou só o Pelé pode escolher de qual filho quer ser pai?
Não é à toa que muitas celebridades por aí fazem coisas horríveis, e quando são pegos, basta que aleguem dupla personalidade para transformarem-se nas reais vítimas.
Que perigo, se as pessoas tolas tornarem-se maioria no mundo!
Se é que já não são...

Inserida por ketantonio

Conforme sua evolução e sua fé, seu compromisso.
Se a idade está correta em ter passado por um acreditar que não tinha conhecimento, este não existe
Então não tem nada além de um conto.
Procure sua fé a onde se sinta bem, pois traços de passagens anteriores, a onde os cultos são oferecidos objetos embora seja apenas referência também tem seus valores!
"Cada um deve buscar conforto a sua escolha".

Inserida por Sergio-dos-Santos

⁠Os templos religiosos seriam, de fato, essenciais se servissem como hospitais de campanha, tal como eram utilizados em tempos de guerras.
Onde estão os líderes religiosos agora, para cuidarem do rebanho, dos fiéis e da comunidade em que estão inseridos (e são isentos dos impostos)?
Estão acovardados, porque não podem atuar nos púlpitos com suas igrejas cheias de fãs (e gazofilácios abarrotados), enquanto a verdadeira obra está aí bem na cara deles aguardando ATITUDE!
Como estão as "igrejas" de Cristo? Vazias... Fechadas... "Inúteis"... Enquanto os hospitais seguem lotados, com gente morrendo nos corredores por falta de leito e atendimento.
Não vi uma só igreja, um só padre ou pastor, se oferecer para servir nessa pandemia.
Vocês estão perdendo o melhor culto a Deus, em não abrir as portas dos templos para que a Igreja exerça a sua função, neste momento, como um local não apenas de oração, mas também de AÇÃO, de lava-pés e cura.
O papa é bom de blá blá blá, mas quanta falta faz neste momento, religiosos como a Madre Teresa, que "arregaçava as mangas" pra colocava o amor em prática...
"As mãos que ajudam, são mais sagradas do que os lábios que rezam."

Inserida por ketantonio

⁠Afinal...Igreja é um lugar onde vamos, ou é o lugar que somos?
Será que Jesus seria a favor da preservação dos templos constituídos por Ele, (vidas humanas), ou dos templos construídos por nós?
Onde prestamos culto? O que é culto? De que modo nossa fé rompe a subjetividade e se torna prática? Como esse amor se manifesta? Apenas indo ao templo?
Em um aparente conflito de direitos fundamentais, qual outro se sobrepõe à vida e à saúde?
São perguntas que me interpelam por aqui...

Inserida por lucas_benett

⁠"Lá pelos anos 60, os finais de semana eram sempre ansiosamente aguardados e o almoço de domingo, ah, este sim, era sempre um acontecimento!
O cardápio era escolhido a dedo durante a semana e, na sexta-feira começavam os seus preparativos, com idas ao mercado e visitas à horta caseira para a seleção de saladas e temperos. Importante também era o trato nas roupas que seriam usadas pela família no culto ou na missa do domingo de manhã.
Depois, após o alimento preparado e algumas reinações infantis, vinha o melhor do dia e de todo o fim de semana: o almoço que era um verdadeiro banquete, mesmo que com pouca coisa, mas sempre muito caprichado. Dependia das posses dos donos da casa, mas sempre especial porque era o "almoço de domingo"!
Naquela hora mágica se conversava de tudo, com pais, filhos, tios, avós e quem mais estivesse ali colocando as novidades em dia, num interminável zum-zum feliz se sobrepondo ao barulho dos copos, pratos e talheres em uso.
Era dia que casal não brigava e criança não apanhava.
Olhando de fora, lembravam passarinhos contentes, reunidos em delicioso alvoroço no ninho.
Após o almoço vinha a sobremesa aguardada igualmente com ansiedade por todos. Eram pudins, pavês, tortas e cassatas deliciosamente caseiras, feitas pelas mulheres da casa e sempre dignas de muitos elogios!
Também compareciam no pós almoço o sagu e a compota. Sagu cozido no vinho feito das parreiras próprias, e compotas com as frutas do quintal, pêssego, pera, maçã e outras. O que tivesse.
O que vinha depois?
Ah, a sensação de fim de semana bem usufruído, de descanso regado a boa comida e atenção. Isso sem falar nas brincadeiras infantis que iam até o anoitecer, na conversa dos adultos e nos assuntos colocados em dia.
Problemas? Haviam sim, muitos até, já naquele tempo futebol, política e fofoca geravam confusão, mas o domingo era a trégua, o dia de relaxar e aproveitar, dia de esquecer as diferenças e ser feliz.
Não tive vida fácil, a vida familiar enfrentou turbulências, escassez, brigas, vícios, separações e problemas inúmeros, mas a lembrança boa daqueles domingos é e será sempre maior que tudo. Acima de qualquer tristeza ou desconforto, era o dia em que a família se reunia mais estreitamente para celebrar o maior e mais belo motivo de estarem todos ali: o amor.
Hoje vejo pais e filhos perambulando pelos shoppings, sérios e indiferentes uns aos outros, comendo qualquer coisa, fazendo compras aleatórias e, quando param um pouco, se separam, mesmo juntos, mergulhando cada um em seus exigentes celulares.
Fico me perguntando então, entre tristeza e decepção, onde foi que erramos, em que ponto da estrada deixamos para lá os doces rituais do fim de semana da infância.
Por que o domingo, com suas missas e cultos, com os seus almoços deliciosos e a reunião familiar barulhenta e encantadora, deixou de ser importante?
O trabalho fora das mães? A correria de hoje? A falta de tempo? A ausência de motivos para um almoço especial? Cansaço?
Seja lá o que for, eu lamento. Lamento principalmente pelas crianças, que não terão, assim como eu tive, e acima de todos os problemas, um domingo para levar na memória, comprovando que sim, sempre há um dia feliz para se recordar na vida, um dia mágico onde boa comida e beijo e abraço de mãe e pai, de vô e vó, são coisas que o coração, aconteça o que acontecer, jamais esquecerá."
(Instituto André Luiz, "Relato de uma idosa", autoria Lori Damm)

Inserida por LoriDamm