Texto Filosófico

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Uma das coisas que perseguem e atemorizam o “animal” humano é o risco de morrer por nada e – pior – morrer sozinho.

É por isso que as pessoas não ousam destoar do modo de viver da coletividade onde estão inseridos. E, quando o fazem, isto acontece sempre em segredo, como fosse ignomínia detestável, um “pecado”. Mas, há pecado maior do que crer-se melhor ao destoar do coletivo, como um Rei sem coroa? E mais: como um Rei-filósofo, sem coroa e sem a Razão?

(Extraído de "O ser humano e seus estábulos": http://wp.me/pwUpj-1Km)

Inserida por Ebrael

⁠Paixões e Amores

As Paixões Meteóricas surgem como um grande cometa que cruza a galáxia até nos atingir, e quando nos atinge, esse cometa tem o poder de causar grandes abalos em nosso coração, que podem se transformar em amores que marcam ou até mesmo que amargam, mas são amores.
Os amores que marcam podem ser traduzidos como algo deslumbrante, que nos leva a outra dimensão em questão de segundos ... Já os amores que amargam, drenam nossa paz e nossa força, nos fazendo sentir como o “Super Homem” depois de uma overdose de criptonita, pois nem tudo que reluz é ouro.
Mas, conforme o Filósofo Platão: “Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele”.

Autor: Gamaliel Gonzaga

Inserida por GamalielGonzaga

Fórmula de Silvio Antônio Corrêa Júnior:
Silvio apresenta a fórmula:⁠
C = (ϕ2+π2+2αϕ+2πω)2

Onde ϕ, π, α, e ω representam elementos que, quando substituídos pelos números primários 1, 2, 3, e 4, respectivamente, resultam em:
ϕ=1,π=2,α=3,ω=4
Portanto,
ϕ2=12=1, π2=22=4, 2αϕ=2⋅3⋅1=6, 2πω=2⋅2⋅4=16
C = ( 1 + 4 + 6 + 16 )2

C = ( 27 )2
C= 729
Assim, tanto Platão quanto Silvio Antônio Corrêa Júnior convergem para o número 729 em suas respectivas abordagens. Platão através de um cubo perfeito de 9x9x9, e Silvio através de sua fórmula que, ao ser simplificada com números primários específicos, resulta no mesmo valor.

Esta convergência matemática reflete uma similaridade profunda em suas visões sobre a estrutura e a harmonia do universo, apesar das diferenças temporais e conceituais entre seus pensamentos.

Inserida por silviocorreajr

⁠Uma Nova Fórmula de Criação: A Teoria da Perfeição de Silvio Antônio Corrêa Júnior

Introdução

Na fronteira entre a ciência e a filosofia, surge uma nova perspectiva que busca descrever a criação do universo através de uma fórmula matemática. Silvio Antônio Corrêa Júnior, em sua obra "A Jornada da Consciência: Explorando a Criação e a Relatividade do Universo", apresenta a fórmula C=(ϕ2+π2+2αϕ+2πω)2 Ele sugere que esta fórmula não apenas encapsula a harmonia dos elementos fundamentais do universo, mas também ilustra uma criação perfeita, resultando em um cubo perfeito. Este artigo explora a profundidade e as implicações desta descoberta.

Análise da Fórmula
A fórmula proposta por Silvio é:
C=(ϕ2+π2+2αϕ+2πω)2
Para entender a profundidade desta equação, é crucial analisar a substituição dos elementos ϕ, π, α, e ω pelos números 1, 2, 3 e 4, respectivamente:
Desmembrando os termos, temos:
C = (1+4+6+16)2
C = (1 + 4 + 6 + 16)2
C = (1+4+6+16)2
Somando os valores dentro do parêntese:
C = (27)2
Finalmente, ao calcular o quadrado de 27, obtemos:
C = 729

O resultado de 729 é particularmente significativo, pois é um cubo perfeito, 939^393. Este resultado simboliza, na visão de Silvio, uma criação perfeita e harmoniosa.

Interpretação Filosófica
Silvio Antônio Corrêa Júnior vê sua fórmula como uma representação da criação universal, onde a interação harmônica entre quatro elementos gera uma estrutura perfeita. Em sua visão, ϕ\phi, π\pi, α\alpha, e ω\omega representam dimensões ou elementos fundamentais do universo. A combinação desses elementos, quando equilibrada de forma precisa, resulta em uma criação perfeita.

Este conceito se alinha com a ideia de que a consciência, representada como o quinto elemento emergente, surge da harmonia dos quatro elementos fundamentais. A fórmula de Silvio, portanto, não é apenas uma expressão matemática, mas uma metáfora para a perfeição e a harmonia subjacentes no universo.

Repercussões Científicas e Filosóficas
A proposta de Silvio desafia as fronteiras entre ciência e filosofia, oferecendo uma nova maneira de pensar sobre a criação e a estrutura do universo. Do ponto de vista científico, a fórmula sugere uma simetria e uma harmonia que podem inspirar novas pesquisas em física teórica e cosmologia. Filósofos podem encontrar na visão de Silvio uma base para explorar a relação entre a consciência e a estrutura fundamental do universo.

Além disso, a ideia de que a consciência emerge de uma harmonia perfeita entre os elementos fundamentais pode oferecer novas perspectivas sobre a natureza da mente e sua relação com o cosmos. Esta visão holística pode fomentar um diálogo interdisciplinar entre físicos, filósofos e neurocientistas.

Conclusão
A fórmula C=(ϕ2+π2+2αϕ+2πω)2 , proposta por Silvio Antônio Corrêa Júnior, representa mais do que uma equação matemática; ela é uma expressão da busca pela compreensão da criação e da harmonia universal. Ao demonstrar que a interação equilibrada dos elementos fundamentais pode resultar em uma criação perfeita, Silvio oferece uma visão inovadora que pode influenciar tanto a ciência quanto a filosofia.

Inserida por silviocorreajr

⁠Desejos tolos
O amor hoje em dia é um desejo
Amamos o que desejamos e desejamos o que não temos
Isso é engraçado, somos ensinados mais a desejar, do que amar o que já temos
Amamos na falta, em desejo
Ao invés de na presença em alegria
Na presença, no encontro, na posse e no carinho
Por que não desse jeitinho?
Cada nova relação tem que ter um enorme cuidado, realmente conhecemos o parceiro do outro lado?
Eu digo que não, já olhou seu coração?
Despedaçado!
Mais uma vez em um amor raso, que você entregou tudo o que tinha e novamente, tá acabado
Será que você perdeu o juízo?
Tendo acreditado mais uma vez que isso ia ser possível
E esqueceu que é assim, você é besta achando que isso não ia ter fim
Porque aqui é vida real!
Não é um filme, um conto de fada, então para de esperar, pela sua “encantada”
Mas vida que segue, segue o rumo dessa estrada
Da próxima vez você sabe e não vai esperar nada de ninguém
Vai lembrar que o amor primeiro vem por você
Até achar a pessoa certa, temos muito a aprender.

Inserida por escrevejhon

-Amores questionáveis.

Não mereço viver, se não questiono a vida que vivo
por ventura, não questiono o que? e por que?
deixemos de ser poetas antes que o amor nos ataque e enforque
pois a o parafrasear, a mente fraca tende a entrar em conflito

Fernando as vezes é infeliz, porquanto encomendará muitas injustiças
a juventude torna, e contorna homens indomáveis
qualifica e prontifica memorias desagradáveis
perde o amor e tende a poetar, por conta de um monte de imundícias

O arrependimento não costuma regressar amores perdidos
mas amores perdidos podem ser questionados


(Obs: O texto foi moldado encima de algumas ideias de Platão)

Inserida por RobsonSchiavi

A ignorância de alguns homens faz com que a injustiça prolifere. O objetivo da verdadeira política é exatamente corrigir essas injustiças, é tornar justo aquilo que é injusto.

No Brasil esse objetivo foi invertido a enésima potência, a sociedade míngua, o país sucumbe e Platão se revira no túmulo.

Inserida por FRLinhares

⁠Disse o crítico:
"A persistência é o caminho do êxito"
Então quanto tempo mais é preciso lutar para ter respeito?
Um mundo, um país formado, caracterizado pelo diferente
Cada um uma mente com a sua vertente e mesmo assim, com todos envolvidos de alguma forma em "comunidade" nessa nossa enorme pluralidade cultural são poucos os que idealizam e talvez até sonham com um novo futuro,
É nossa república
A divisão entre sãos e loucos
Até quando aceitarão e até quando se calarão diante deste Estado que não é nação?
Até quando aceitarão e até quando irá a submissão vivendo no explorado celeiro mundial que vive vivendo de exportação enquanto sua popular população vive vivendo na carência de alimentação?
Até quando olharão mapas, apps e sites de localização para chegar as ruas Duque de Caxias, Dom Pedro I e tantos outros que se atrevem a chamar de herois usando essa denominação para continuar desde sempre essa banalização dessas, dessa enorme mancha ensanguentada, hoje, a cor mais farta em nossa bandeira, aquela, da "patria amada", aquela, que jamais seria manchada?
Vivemos na caverna de Platão, desde sempre acorrentados ao chão forçados por todos a viver uma projeção distópica em frente a uma parede de pedra enquanto fazem questão de vir para matar aqueles que se atrevem a forçar as correntes e sabem que são suficientes para deixar o Sol queimar, iluminar, a princípio te cegar e até te machucar, mas quando se acostumar a respirar verá que quando um sonhador coração está com pressa só a verdade te liberta;
No final, existe apenas uma raça, esta que deve ser a mais bela, que deve crescer, se conhecer, entender de uma vez por todas que devemos dar a nossa bandeira o que a tiraram, esqueceram, nunca falaram, o amor, que escrevam como deveria ser, "o amor por principio e a ordem por base: o
progresso por fim."
Cada um uma mente com a sua vertente Com todos envolvidos de alguma forma em comunidade nessa nossa enorme pluralidade cultural
Só existe uma raça, a raça humana
Então promana, emana
Sem ter mais medo de ser proponentes
E sem ter mais medo dos coagentes
Que cada um leve as suas paixões e ideias que por mais distintos que sejam no final resultam para todos o objetivo mais profundo,
Porque podemos todos sermos diferentes e ainda assim sonhar com o mesmo mundo,
"Somos do tamanho dos nossos sonhos",
Só existe uma raça, a raça humana
E para todos, todos vocês eu digo, não, nunca, em hipótese alguma eu vou parar de lutar, e não, nunca, em hipótese alguma vamos parar de os questionar, "porque eles combinaram de nos matar, e nós, combinamos de não morrer"...

Inserida por Yvi

⁠A Sombra da Ideia

Em que canto se esconde o real,
senão na lembrança do que não foi?
O mundo é reflexo desigual
de algo que pulsa… mas já se foi.

Toquei o belo com olhos fechados,
buscando formas no véu da razão.
Mas o que vi eram traços borrados
de um ideal preso na ilusão.

A alma — essa prisioneira antiga —
geme por algo que não sabe dizer.
É sede de luz, mas sempre ambígua,
no espelho das coisas por conhecer.

Caminho entre sombras projetadas,
tentando lembrar o que nunca vivi.
Meu peito carrega estradas fechadas
e um silêncio maior do que eu previ.

Ó verdade, tão longe e tão pura,
por que deixaste migalhas no chão?
Sigo-as sem fé, mas com ternura,
como quem ama sua própria prisão.

Inserida por higor_capellari

⁠Sinto a ilusão da manifestação do homem. Transvestida de verdades que me acorrentam ao tronco da aflição. Sou escravo do meu tempo, livre, iludido pela realidade efêmera que me empurra para minha prisão.
Vejo luzes que dão formas as correntes da escravidão.
Vejo pássaros como sombras de uma utopia libertária refletida na imaginação dos cegos.
Ouço gritos dos medrosos ecoando no vazio real, presos nos delírios de uma vida real.
Fujo das amarras da realidade. Saio da caverna criada pelo homem, adentro a prisão da libertação. Minha razão se funde a alma, na mais pura razão. Os sentidos fazem sentido, dentro dessa prisão. Longe das amarras, sou livre para enxergar a luz da libertação.

Inserida por Marlin

Era uma vez uma menina. Ela tinha sonhos, e os sonhos a tinham.
Às vezes, ela vivia sonhando, e esquecia da realidade.
Às vezes, vivia a realidade, e então esquecia dos sonhos...

Como transformar os sonhos em realidade?

O caminho sempre é esse,
mas às vezes nos perdemos do caminho...
nos perdemos em nós mesmos.

Sempre buscando algo que não sabemos direito o que é.

Se os sonhos são a realidade, já não são sonhos...

Onde entra a felicidade nisso tudo, então?

Pois é, hoje talvez eu tenha encontrado a resposta.

A felicidade não está no sonho
nem no sonhar
nem na realidade sonhada e alcançada, que vem depois.

Mas está no caminho,
nas lutas diárias
no tentar
nos esforços
na esperança
na fé em si mesmo
no simples ato de caminhar procurando chegar sempre em algum lugar
e depois em outro, e em outro...
está no movimento
na perseverança
em vencer os desafios e as dificuldades
no empenho, que faz você se sentir vivo
que torna a sua existência importante.

E quando você alcança, ah...
esse momento é simplesmente o ápice da felicidade.

Mas não é a felicidade em si.
Pois aí, a felicidade já se tornou a realidade.

Mais importante que ter um sonho,
é ter a coragem necessária para deixar de somente sonhar
é ter coragem de enfrentar não só o mundo todo
mas principalmente você mesmo, que é o primeiro que diz que não,
o primeiro que diz pra si mesmo: nunca.

No fim das contas,
a felicidade é simplesmente uma questão
sua, com você mesmo.

Como disse Platão:
"Vencer a si próprio é a maior das vitórias".

Inserida por lskato

⁠MIL PLATÕES
Transpôs gerações a perspectiva
Monóculo de única "verdade"
Nas correntes da acomodação
Ninguém a duvidar das projeções

Eram as sombras ali sempre vivas
Incrédulos de outras realidades
Atrofiavam as chaves da razão
Até um desgarrar das ilusões

Embora encandeado pela luz
Venceu barreiras, provou liberdade
No inefável ampliou a visão
Carecia partir tais emoções

Julgarão insano o que ele conduz?
Pra ignorância o sol ainda arde
Conhecer por si é a libertação
Socraticamente em mil Platões!

Inserida por alfredo_bochi_brum

Até que ponto?

Conhecimento é inato, até que ponto?
O empirismo tem suas razões e suas verdades, até que ponto?
As crenças, os valores, o certo e o errado, "a alegoria da Caverna de Platão", tem sentido até que ponto?
A tecnologia desafia a humanidade seguindo em duas cordas bambas paralelas, uma caminha velozmente rumo ao fracasso social e irracional da maioria, outra caminha dando saltos largos na corda bamba elevando o poder descontrolado dos grandes capitalistas, ao mesmo tempo cegando as mentes vazias de conhecimento, suportaremos como sociedade, até quando?

Inserida por Ricardossouza

"Viver fora da caverna é doloroso, e um tanto deprimente. O indivíduo que buscou questionar a realidade e obteve respostas significativas desvendou a verdadeira realidade, e consequentemente descobriu que a vida não há sentido algum sem às ilusões, e que perante a imensidão do universo não somos nada, e nem mesmo existimos."

O Mal— um Bem Favorável ao Grande Crescimento Examinem a vida dos melhores e mais fecundos homens e povos e perguntem a si mesmos se uma árvore que deve crescer orgulhosamente no ar poderia dispensar o mau tempo e os temporais; se o desfavor e a resistência externa, se alguma espécie de ódio, ciúme, teimosia, suspeita, dureza, avareza e violência não faz parte das circunstâncias “favoráveis” sem que as quais não é possível um grande crescimento, mesmo na virtude? O veneno que faz morrer a natureza frágil é um fortificante para o forte— e ele nem o chama de veneno.

Nunca ouviram falar do louco que acendia uma lanterna em pleno dia e
desatava a correr pela praça pública gritando sem cessar: “Procuro Deus! Procuro
Deus!” Mas como havia ali muitos daqueles que não acreditam em Deus, o seu
grito provocou grande riso. “Ter-se-á perdido como uma criança” dizia um. “Estará
escondido?” Terá medo de nós? Terá embarcado? Terá emigrado?” Assim gritavam
e riam todos ao mesmo tempo. O louco saltou no meio deles e trespassou-os com
o olhar. “Para onde foi Deus?” Exclamou, é o que lhes vou dizer. Matamo-lo...
vocês e eu! Somos nós, nós todos, que somos seus assassinos! Mas como fizemos
isso? Como conseguimos isso? Como conseguimos esvaziar o mar? Quem nos deu
uma esponja para apagar o horizonte inteiro? Que fizemos quando desprendemos
a corrente que ligava esta terra ao sol? Para onde vai ela agora? Para onde vamos
nós próprios? Longe de todos os sóis? Não estaremos incessantemente a cair? Para
adiante, para trás, para o lado, para todos os lados? Haverá ainda um acima, um
abaixo? Não estaremos errando através de um vazio infinito? Não sentiremos na
face o sopro do vazio? Não fará mais frio? Não aparecem sempre noites? Não será
preciso acender os candeeiros logo de manhã? Não ouvimos ainda nada do barulho
que fazem os coveiros que enterram Deus? Ainda não sentimos nada da
decomposição divina... ? Os deuses também se decompõem! Deus morreu! Deus
continua morto! E fomos nós que o matamos! Como haveremos de nos consolar,
nós, assassinos entre os assassinos! O que o mundo possui de mais sagrado e de
mais poderoso até hoje sangrou sob o nosso punhal. Quem nos há de limpar desde
sangue? Que água nos poderá lavar? Que expiações, que jogo sagrado seremos
forçados a inventar? A grandeza deste ato é demasiado grande para nós. Não será
preciso que nós próprios nos tornemos deuses para, simplesmente, parecermos
dignos dela? Nunca houve ação mais grandiosa e, quaisquer que sejam, aqueles
que poderão nascer depois de nós pertencerão, por causa dela, a uma história mais
elevada do que, até aqui, nunca o foi qualquer história.

A independência é o privilégio dos fortes, da reduzida minoria que tem o calor de auto-afirmar-se. E aquele que traia de ser independente, sem estar obrigado a isso, mostra que não apenas é forte mas também possuidor de uma audácia imensa.
Aventura-se num labirinto, multiplica os mil perigos que implica a vida; se isola e se deixa arrastar por algum minotauro oculto na caverna de sua consciência. Se tal homem se extinguisse estaria tão longe da compreensão dos homens que estes nem o sentiriam nem se comoveriam em absoluto. Seu
caminho está traçado, não pode voltar atrás, nem sequer lograr a compaixão dos seres humanos.

É impossível sofrer sem fazer alguém pagar por isso; todas as queixas já contém vingança.


Insanidade em indivíduos é algo raro - mas em grupos, partidos, nações e épocas, é a regra.


Nós muitas vezes se recusam a aceitar uma idéia simplesmente porque o tom de voz em que foi expresso é antipático para nós.

O amor é cego; a amizade fecha os olhos.


A mentira mais comum é a que uma mente para si mesmo; mentir aos outros é relativamente uma exceção.

Inserida por nulo

Meus irmãos, alguém olhou uma vez o coração dos homens de bem e dos justos, e disse: "São os fariseus". Ninguém, porém, entendeu.
Os homens de bem e os próprios justos não deveriam compreender isso. O espírito deles é um prisioneiro de sua consciência. A loucura dos homens de bem é de uma insondável prudência.

Inserida por nuit

Suponto, porém, que alguém tome os afetos de ódio, inveja, cupidez, ânsia de domínio e querer vencer sempre, como afetos que condicionam a vida, como algo que tem de estar presente, por princípio e de modo essencial, na economia global da vida, e em consequência deve ser realçado, se a vida é para ser realçada - esse alguém sofrerá com tal orientação do seu julgamento como quem sofre de enjôo do mar.
No entanto, mesmo essa hipótese está longe de ser a mais dolorosa e mais estranha desse desmesurado, quase inexplorado reino de conhecimentos perigosos; e existe, de fato, uma centena de boas razões para que dele mantenha distância todo aquele que - puder! Por outro lado, se o seu navio foi desviado até esses confins, muito bem: Cerrem os dentes ! Olhos abertos ! Mão firme no leme ! - navegamos diretamente sobre a moral e além dela, sufocamos, esmagamos talvez nosso próprio resto de moralidade, ao ousar fazer a viagem até la - mas que importa nós ! Jamais um mundo tão profundo de conhecimento se revelou para navegantes e aventureiros audazes: e o psicólogo, que desse modo "traz um sacrifício" - que não é o 'sacrifizio dell'intelletto', pelo contrário! - poderá ao menos reivindicar, em troca, que a psicologia seja novamente reconhecida como rainha das ciências.

Inserida por pandavonteese