Texto Épico
A inércia mediante o medo.
Se torne impossível e imponente.
Pois ignora o declínio e esse é simplicidade compreensão.
Ser inerte todavia estão o erro mais a resiliência o torna navegante..
O exploração das fraquezas são apse da ausência a intimidação pelo olha ja te faz vencer pois ignora quebrou o caos ambiente as formas frias são adereços da existência.
De nome imponente, fez-se importante para acompanha-lo. Dourada é a cor das suas vestes. Sua função? Reger uma orquestra de jovens principiantes que levarão o conhecimento à eterna brevidade de suas vidas. Suas armas? A língua e o lápis. Domina como ninguém o manejar daquele que sabe lidar com o formal e o informal do dito e do escrito. Letras, poesia e livros mistificam o seu universo. Dizem que os seus alunos são seres sem luz, mas o maestro dourado reflete o seu brilho nas opacas mentes e ilumina a fonte que jorra as transparentes águas do fluídico saber. Um homem de Uno, um homem de versos. Palavras descrevem os sentimentos que cadenciam e harmonizam as páginas que transbordam aventuras de anos navegados por lembranças de uma vida repleta de vírgulas, crases, mas ainda longe do seu ponto final. Nova é a Cruz que cada um carrega em seu percurso. Velhos, são os caminhos percorridos por esse ser que traceja uma vida repleta de coesão e imprudente coerência. Um mestre que leva consigo o tom correto de coordenar com primazia uma sala de aula e orquestrar uma desarmônica melodia, transformando-a, na mais bela sinfonia da língua portuguesa. Sua obra está nascendo, mas ele já é imortal, posto que as suas palavras douram vidas que outrora foram foscas. Vidas essas, que hoje, são chamas.
Para um Amigo. Para um Mestre. Para um Regente…Antenor Laurentino Ramos.
[Orquestra do conhecimento]
SINGRANDO ESTRELAS
No cimo do Everest imponente,
quedei afoito por mirar estrelas,
majestosas, refulgentes, belas,
quando ali engendrei insolente:
“Ah se eu fosse a nau brilhante
a singrar iguais aos venturosos
cometas no céu, mui luminosos,
através do universo alucinante?”
Nisso, uma nevasca do Oriente
veio açoitar a minha presunção,
quando escutei a voz do vento:
“Saibas que até o mais fulgente
astro dos céus na sua irradiação,
jamais singrou todo firmamento!”.
Do seu Livro "Cascata de Versos - 2019
01/05/2019
Belo, imponente, vistoso
é o que nos sugere
o amanhecer deste primeiro de Maio...
Maio que conduz
O dia do trabalho,
Das mães,
De Maria, de luz, de amor... do Criador.
Maio que vem também
Com muitas emoções, tradições e gratas devoções.
Maio tem flor, tem noivas,
tem de tudo que o coração deseja e a alma cobiça.
Maio tem fartura de motivos para abraçar e amar
Amar a vida, a lida
Amar o bem que virá para festejar com o coração em flor.
Maio muito nos seduz,
cativa
e conduz
Maio é luz é amor é calor
Viva, vibre muito neste Maio de flor.
"Palavra de Esperança e confiança na harmônia que nos conduz!"
O pato e a galinha
Imponente e bem seguro, Lorde-pato aprumou-se à beira da lagoa. Passeou o olhar pela superfície plácida que se estendia a sua frente e à margem verdejante, antes de arriscar alguns passos vacilantes. O sol, decerto lhe fez mal. Perambulou até encontrar descanso nas raízes de um tronco e ali adormeceu.
Algumas horas depois, acordou com um leve toque em suas asas.
– Não está me escutando, galinha Arabel?
– Quem? – questionou o pato, ainda sonolento – Uma galinha?
Mas a voz insistiu:
– A senhora anda muito dorminhoca ultimamente... – disse a toupeira risonha para um pato agora acordado e muito perplexo. – Esqueceu-se de que me pediu notícias de sua irmã no sítio vizinho?
O Pato não se conteve: – Dona Toupeira, acaso está me confundindo com uma galinha? Não vê que sou Lorde-pato?
A toupeira emitiu um ruído de surpresa – Ora, mil perdões, Sr. Pato. Ao tocar sua plumagem tão macia, pensei que se tratasse de Arabel. Não enxergo quase nada e, por isso, sempre marcamos nossos encontros próximos ao Ipê.
– Pois bem! Era só o que me faltava! Uma toupeira a tratar-me feito galinha...
– E ambos não possuem um parentesco próximo? Qual o motivo da ofensa?
– Ora, pois! O fato de ser um mamífero não o eleva a condição de uma ovelha!
– Nem o pretendo ser – ponderou a toupeira constrangida.
O pato se levantou e bateu as asas num protesto.
– Caso não saiba, sou doutor na arte de ensinar a postura ideal às aves da Fazenda. Tenho títulos e prêmios que venho adquirindo a cada torneio. Já fui campeão três vezes na modalidade mergulho e meus voos atraem visitantes de todos os cantos, pois foram registrados como aparições inesquecíveis. E, num engano infeliz, vem o senhor atribuir-me a qualidade medíocre de uma galinha.
Nesse momento, já presenciando o diálogo há algum tempo, protestou Arabel:
– Ei, calma aí! Posso saber como se dá o direito de me chamar de medíocre? Sou mãe de mais de duzentos filhos... pintos que fui obrigada a ver partir sem escolha. Eu e minhas companheiras contribuímos para o sustento da fazenda com nossos ovos e ciscamos todo o terreiro ao redor da casa, recolhendo insetos, impurezas e até serpentes. Não se esqueça de que fazemos parceria na cata de parasitas do gado. Além disso, os galos anunciam cada amanhecer, cronometrando o tempo de descanso e lida dos trabalhadores. Está certo, patos são patos e galinhas são galinhas. Somos aves diferentes, papéis diferentes, mas ainda assim aves e nossas conquistas ou títulos não nos segregam em categoria de melhor ou pior. Não exiba seus prêmios como se fossem capazes de diminuir a minha história de vida. e se quer um conselho desta galinha que voz fala, não perca tempo em provar que é superior, a verdadeira sabedoria não está no fato de se tornar um mestre, lorde ou seja lá o que for, mas em reconhecer as diversidades e entender que além do que somos ou podemos ser, existe um mundo ao nosso redor. O que é grande se revela por si só.
Após trocar algumas palavras com a toupeira e marcar novo encontro, a galinha partiu ofendida. E lorde-pato esteve a refletir sobre a colocação de Arabel durante toda a noite. Afinal, sempre se preocupou tanto em aperfeiçoar-se para ensinar os outros patos, que se esqueceu de aprender.
Na manhã seguinte, o pato tomou uma decisão. Sua influência de mestre não seria em vão. Até a próxima temporada, estaria aberto o centro de reflexões filosóficas para as jovens aves. Seria um espaço ideal para a convivência dos filhotes que, independentemente da origem, iniciariam seu desenvolvimento interior, na arte de saber respeitar e valorizar as diferenças, desde a mais tenra idade.
Quando surge o alvinegro imponente
Sou Santos Futebol Clube desde que me conheço por gente. Talvez isso explique meu espírito velho. Ou meu espírito velho explique o Santos, quem sabe? Só fui vê-lo campeão em 2002, aos doze anos de idade. Antes disso, ouvia a chacota e a humilhação dos meus amiguinhos da escola e do bairro com a obstinação dos iluminados, como se algo me dissesse que aquela dor teria um fim. Agora penso: deve ser a mesma obstinação que sente vibrar no peito os palmeirensezinhos de hoje.
É verdade que ganharam uma Copa do Brasil esses tempos, mas caindo meses depois, fica difícil. Não conheço a dor da queda - e nem faço questão - mas imagino algo aterrador, horrível; posto que o futebol é o último suspiro das tragédias gregas.
Foi o que falei ao meu amigo Victor, conhecido pela alcunha de Caboclo, assim que bateu em casa para tomar uma gelada. Mostrei-lhe este início de crônica que rabisquei em poucos minutos de intervalo e ele me disse que eu estava tentando copiar Nelson Rodrigues, ênfase para o 'tentando', que é o que mais dói. Contra-argumentei: - Todos copiam a todos. E segui com a digressão: Vinícius copiava Rimbaud; Drummond, Baudelaire. No começo do século passado todo romancista brasileiro queria ser Machado. Todos copiam. Tudo se é copiado, e desde sempre. Acontece que, antigamente, copiava-se os bons. Hoje se copia qualquer um. O poeta mais copiado da atualidade é o Paulo Leminski, Série C da poesia. Copiam até o comediante Gregório Duviviver, que não bate essa bola nem no varzeano. Se eu copio, concluí, pelo menos copio o melhor.
Assim como o Palmeiras, que ao invés das meias verdes, pôs as meias brancas, como que num pressentimento. Sabiam que o gol do alívio sairia dos pés que calçassem meias brancas. Copiando Paulo Coelho para provar que toda regra tem sua exceção: Maktub. E gol de Thiago Ribeiro. Gol no Parque Antártica. Comemora o mar verde em todos os cantos do Brasil. Nunca a torcida santista foi tão grande. Nunca a torcida palmeirense torceu para um time tão grande. Não restam dívidas, estamos quites, palestrinos.
Lembrei-me de Grafite, aquele centroavante que Dunga levou para a Copa de 2010 e que ficou marcado na formidável história do futebol brasileiro quando seus gols salvaram o Corinthians do rebaixamento no Paulistão de 2004. É verdade que o empate no Barradão também mantinha o Palmeiras na elite. O Gol - que heresia irei dizer - foi um detalhe. O grande lance foi os boleiros do Santos terem entrado para jogar, pois poderiam muito bem terem ido em clima de carnaval e aproveitado para ficar por Salvador mesmo.
Mas não tem jeito. O futebol é o esporte predileto do planeta terra, e de todos os outros planetas e seres que lá vivem. Se não fosse o gol do atacante santista ou a ponta dos dedos do goleiro Aranha, algum sopro divino no momento oportuno salvaria o Verdão. Não era a hora. Não novamente. É certo que o Palmeiras está no calvário de sua história, mas todo grande clube já precisou pagar seus pecados.
Quem sabe não melhora se, ano que vem, além das meias e calções, ponham também a camiseta branca? Não há combinação mais nobre na história do futebol. Mas, por gentileza, não deixem para a última rodada. Apesar de caridoso, às vezes o Santos joga de verde.
Há dias em que o mar amanhece escandalosamente agitado. Impetuoso e imponente, como um macho em pleno período de acasalamento exibe sua masculinidade com ondas assustadoramente gigantescas, num movimento de vai e vem quase indecente.
Ao entrar em contato com a areia morna e úmida espraia-se delicadamente afável, libidinoso e atrevido como um animal embriagado pelo cheiro excitante da fêmea.
Sem pressa cheira-a em toda sua extensão, lambe, beija, abraça com a sutileza de um amante amaroso e, deita-se sobre ela numa concupiscência dos deuses.
Despertar...
Curioso...
Nunca notara o arvoredo
imponente, à beira do atalho
por onde passo todos os dias.
Será que foi porque
ando alienada da beleza
que a vida ainda irradia?
Será que hoje o sol
brilha mais intenso e alaranjado
nesse findar de tarde?
...Ou será que foi o beijo
que ganhei de ti hoje,
que pôs sonhos nos meus acasos?
Não sei.
Talvez jamais saiba.
Mas como é lindo o arvoredo
à beira do caminho!
A Beleza.
Como és lindo Meu Amado.
Na altura imponente de seu porte.
Na beleza de seu par de olhos verdes.
No alabastrino sua pele.
Eles brilham como duas esmeraldas do mais puro valor.
Como és lindo Meu Amado .
O tempo foi vertiginoso com você.
O teu rosto já marcado pelas fases.
Nos vestígios definhados em rugas.
A tua fisionomia desejosa por novas aventuras.
Como és lindo Meu Amado.
Na doçura de suas palavras sedutoras.
Na emoção de te ver entrar no meu mundo.
No charme incontestável de você exala.
Me arrepia, me faz desejar, me faz sonhar acordada.
Como és lido Meu Amado.<3
Perdi.
Entre a Raposinha Apaixonada e o Príncipe Amado.
Existe uma muralha enorme e imponente, doce e maliciosa, arrogante e poderosa: A Rosa.
As lágrimas que escorrem incontrolavelmente dos olhos;
A dor que esmaga o coração;
A tristeza que consome a força vital;
A ânsia de querer ter o seu Príncipe;
A desolação de vê-lo cada dia mais unido com a Rosa;
São os espinhos que ferem o corpo, o coração e a alma da Raposinha Apaixonada.
A inércia de atitude.
O espanto ao notar a astúcia da rival.
A impotência frente á aquela que tira - lhe o chão, o ar e a vontade de viver...
A Raposinha Apaixonada vê-se caindo num buraco que abriu sobre suas delicadas patinhas. Ela vai caindo neste abismo sem fundo, escuro e solitário...
Um Vale de lágrimas e angustias, chamado Dor da Perda.
O tempo é um espanto
Um tanto arrogante, eu diria.
Caminha imponente, soberano
sem dar satisfação à ninguém.
É parcial, eu presumo.
A uns ele favorece, a outros
nem tanto.
É impaciente, eu percebo.
Não espere pelo tempo,
ele nunca espera por ninguém,
tá sempre dando voltas na gente.
É gênioso de dar medo.
Quando a gente não precisa ele quase para
E quando a gente mais precisa
ele foge por entre os dedos.
Tem quem diga que é precioso.
Eu afirmo: É precioso contumaz
Pois que um segundo perdido
Segue em sentido contrário
Deixa a gente arrependido
É não volta nunca mais.
Bom dia,
ótimo final de semana de Outubro.(2017)
A primavera segue imponente
já trazendo muita chuva:
ingrediente vital de renovação e geração de vida.
Flores de todas espécies e cores dão o tom de beleza e vaidade
que se exibem, mais lindas com nunca antes visto.
É a mágia da criação... que se curva para nossa admiração!
Veneremo-la, cultivemo-la preservando
e dando motivos para acreditar e amar!
É a lição de vida que se abre como nova página do livro
anunciando novo dia,
novo tempo de renovação espiritual em luz e amor!
Apus púrpura
Sua ternura e imponente magnificência
Reluzem os traços da perfeição na moldura
Pintado de meiguice, pureza e inocência
Inspirado em Bragi e sua insigne escultura
Se no Jardim inefável da arte habitares
Certamente serás dona absoluta da sublime formosura
Que unirá harmonicamente os seres sempares
Que entoaram cânticos e sopros de ternura
Seus olhos são comparáveis aos mares celestiais
Que reluzem a luz solar e sua indizível explosão
Expelindo o brilho dourado e suas sagradas constelações
Mudando a estação, comtemplo a face de meus ancestrais
Que navegam a margem do rio Estige, pairando na ilusão
Ressurgindo no paraíso dourado e em suas infinitas dimensões
EU
Nos momentos da nostalgia, fico admirar à Águia com sua
força imponente de voar alto, e contemplar o horizonte e o
entardecer, e sentir o vento bater em suas asas; fico há pensar
na vida de uma Baleia com seu tamanho grandioso, à mergulhar
nas profundezas dos mares e oceanos à procura de encontrar
o seu destino. Há momentos que observo o Guepardo pulcro,
correr atrás da sua presa, nos caminhos rodeado de relvas molhadas
e sentido o aroma do mato em suas narinas. Ás vezes eu reflito..
porque sou um ser humano racional que vive sempre apreciando
esse sublime prazer, sem saber à verdadeira essência da
da vida... que é viver!!!
Demétrio Mota.
ESTA SAUDADE
Esta saudade que vem tão de repente
Tão forte e caprichosa e imponente
Que me rouba a paz e o sono
Não consigo mais conviver com esta saudade de você
E eu que já fiz de tudo pra te esquecer
Em vão, pois só vivo desta saudade,
Que me açoita e me mata todo dia
Ah saudade, por que tu não me deixas
Vai e diz a ela que sem ela eu não sei viver
Vai-te como vieste, mas me deixe
Já estou cheio e farto da verdade
De saber que a cada dia que passa
Só aumenta a minha saudade
MULHER
Bela. Imponente. Singular. Expressiva. Em cada curva, uma dúvida... Em cada linha uma certeza... Qual musa, mesmo calada explode em nossos sentidos, queima fundo em nossa carne, arde forte no coração do escravo, cativo das formas, da textura, do tato, da paixão avassaladora... Assim a arte, assim a vida, as pessoas, nosso tempo...
(Juares de Marcos Jardim)
amanheceu
mas nem todos os dias
o sol aparece imponente
às vezes ele só clareia
nos ilumina de forma modesta
e então nós vamos com força total
seguindo em frente
um passo de cada vez
correr se preciso for
vamos abraçar o mundo
e vibrar muito amor!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Velho Barreiro ...
Arquiteto da querência
Sempre teve tenência
no teu imponente castelo
Não usa martelo... e no bico leva a vida
Ajeitando sua guarida e seus filhos criar
neste rústico lar.
Te respeito velho Barreiro
por ser um passaro guapo
Tens a forma de um barraco
mas és o patrão da querência
adimiro tua resistência se arranchando
em algum palanque.
Quisera ter a persistência que tens passaro guapo...
Mestre de obra da natureza que Deus deu o dom
de mostrar teu valor .Ivens@breu
ÀS VEZES ME PERGUNTO: QUEM SOU EU?
Às vezes sou imponente como uma grande montanha.
Às vezes sou fraco como o lírio do campo que se verga ao menor dos ventos.
Às vezes compreendo e sou até um ombro amigo.
Às vezes me irrito ao menor barulho.
Às vezes falo “pelos cotovelos”.
Às vezes sou mestre do falar em silêncio absoluto.
Às vezes sou amante insaciável.
Às vezes nem reparo que do meu lado está alguém carente.
Às vezes perdoo erros quase imperdoáveis.
Às vezes condeno sem nem mesmo analisar os motivos para tal condenação.
Às vezes amei e fui amado.
Às vezes amei e fui rejeitado e, também, fui amado e não amei.
Às vezes escrevo coisas que nem eu mesmo entendo.
Agora, relendo o que escrevi acima, me encontrei: SOU UMA PESSOA COMO OUTRA QUALQUER.
Pedro Marcos
Disco voador
Um dia acordei.
Estava em um disco voador.
Várias vozes palpitando.
Uma imponente ditando.
E dizia em tom apavorador.
Nesse trocadilho avistei marte.
Toquei o planeta com mão.
Decidi trazer de lá água pro sertão.
De lá ouvi uma opinião.
O delírio é uma opção.
Muitos são loucos.
Por isso a loucura da nação.
Perguntei quem reinava Marte.
Disseram tu, mim é o rei.
Então falei porque estou morando em um disco voador.
Disseram que meu castelo se movia.
E dependo da escolha do dia.
Em qualquer lugar eu reinaria.
Perguntei onde é a padaria da educação.
Pois tem lugar necessitando desse pão.
Então eu levaria.
Também perguntei se Marte tem cofre.
Onde se esconde a integridade.
Ou se lá fabrica retidão.
Sabedoria em porção.
Pra derramar chuvas de adjetivos.
Pois esse seria alimento dos vivos.
Para consertar o porão.
Tocou em mim um intelectual.
Disse aperta aquele botão.
Terás o que precisa para o conserto das mentes.
Eu apertei todo contente.
Percebi que foi um encanto e delirei.
Minha cama era o disco e logo acordei.
Giovane Silva Santos
