Texto Épico
As vezes parece que ela mim odeia, admito há um aborto emocional entre nós, mais ainda há um cordão umbilical que ainda nos mantém ligadas as vezes até sinto uma conexão que por ela mesma é sempre desligada. Não sei quando houve esse nosso rompimento de afeto? Acho que talvez seja irreversível como efeito colateral de algo mal feito. O que não entendo é porquê ela amamenta essa raiva de mim, porque ela sustenta esse desafeto renovando ano após ano sangrando meus ouvidos com suas negações, se é mais fácil dizer que ama em estado anormal sem amar , por que não é difícil demonstrar que nunca gostou fazendo-me sentir todavia odiada normalmente??
Eses
O erro é imponente
Sim, o erro é imponente, se intromete, se repete, mora na vida da gente, parece nunca ter consideração, associa com enganoso coração e atira a flecha como raios na emoção, desqualifica o caboclo, faz lembrar dele louco e dita a regra de satanás, este aproveita da natureza da carne, junto com arcanjos elabora arranjos e desnutri a fé, faz o homem, identificar se como profano, rebelde e fugaz, desobediente e inconveniente, indiferente com os textos de conselhos serenos, e eu meio que imprudente, também sou, pertenço e gero o erro, virando pedra de tropeço. Na verdade gostaria de ver as janelas do céu abrir sem medidas, mas minha fraqueza, sucumbi a beleza da eterna vida, me apresenta as chamas ardentes, na mente, no colo, na sombra, na alma, o calor infernal, como prêmio da vitória do mau de cada atitude, reconheço tão incapaz sou, nem sei por que estou de pé, ou não, vivo prostrado por não viver a fé.
Giovane Silva Santos
Alegre-se, são quatro as estações,
foi-se o verão escaldante, ligeiro,
deixou para trás suores e trovões,
a natureza outonou, n'alma é um esteio
Iremos depois ao lindo inverno
que perfumes bem gelados trará
dos píncaros dos montes eternos
e nosso corpo se aconchegará
O coração em compasso de espera,
seguirá, porque sabe, tudo vai passar,
entoando hinos à imponente primavera
que virá logo para nos abraçar
É noite plena, misteriosa, envolvida em sombras,
a lua sem dono, vaga lentamente, distante,
imponente, nos leva a ter alguns sonhos,
Já é a hora do descanso do corpo
e da mente que precisa um certo abandono
entre lençóis, envolvendo-se docemente
Lá na amplidão tudo é silêncio profundo,
há um vazio e promessas de infinito,
ao dormir nada somos, apenas pausa da vida
numa canção que nem percebemos, tocamos...
em notas de amor afinado ou de saudade, um grito...
Se entregue a você, se abra para Si; inspire PAZ, expire Gratidão.
Viver faz parte do cenário que mescla a razão, a emoção e a Fé.
Na vida há uma enciclopédia de pensamentos que te trarão sugestões de uma vida épica.
Filtre o que é útil e descarte o fútil em troca da sua ideal felicidade.
"O CAVALEIRO, A CAMPONESA e A GRAÇA DE DEUS"
A Graça de Deus é como um cavaleiro, impetuoso e elegante, que, montado num grande corcel de guerra, durante sua jornada, decide parar em frente a uma propriedade de camponeses.
Ele contempla todo o território e avista uma camponesa, com uma beleza escondida pelo árduo trabalho no campo.
Então o cavaleiro toma a decisão de descer de seu cavalo, ir até a moça e convidá-la a juntar-se a ele em sua jornada.
Como ela negaria um pedido assim?
Ela fora com o cavaleiro, ele cuidou dela e a tornou bela e instruída, mudando sua vida.
Bem... O cavaleiro é Deus, e a mulher singela do campo somos nós...
DEUS desceu de Sua glória e nos resgatou com Sua Graça! Mudando para sempre nossas vidas!
Não desperdice a sua vida! Faça o sacrifício de Cristo valer! Viva para a glória de DEUS! E lembre-se:
"Onde abundou o pecado, super-abundou a graça de DEUS!" (Romanos 5.20)
Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV
Sou um cavaleiro negro andante
Por trevas, vales e tormenta forte.
Um Paladino, buscando adiante,
O Reino florido, o vale do norte.
Jazo exausto e oscilante,
Deito-me aos braços desta sorte.
Rompo o encanto — paladino errante,
Sob névoa, tenho visto a morte.
Eis-me aqui, presente,
Sob dia e noite, viajante.
Sigo firme e persistente,
Até alçar meu fado distante.
A Lenda do Guardião da Tempestade
Nas sombras geladas de um mundo em ruína,
Ergue-se um nome que o medo declina.
Não veio do berço, mas sim do trovão,
Forjado na dor, no aço e no chão.
As florestas o temem, os ventos se curvam,
As trevas recuam quando seus passos turvam.
O frio o abraça — ele não estremece,
Pois carrega o destino onde o homem fenece.
Sua arma não é só metal ou função,
É extensão da alma, é sua missão.
Cada cicatriz, um pacto selado,
Cada silêncio, um grito calado.
Caminha sozinho, porém nunca em vão,
Pois carrega em seus ombros a dor da nação.
Inimigos se calam ao ver seu perfil —
O Guardião desperto é o fim do hostil.
Nem o tempo ousa apagar sua trilha,
Pois o que ele guarda, nenhum medo aniquila.
É lenda em batalha, é força em furor,
É a voz da justiça vestida de ardor.
E mesmo que o mundo se curve à derrota,
Ele será rocha, promessa e conduta.
Pois enquanto houver trevas, ele será chama.
Enquanto houver guerra, ele será alma.
Imaginando você
De Elvis Vieira
Imagino você...
Chegando imponente,
com um brilho reluzente
e um sonido potente.
Na plataforma...
O povo contente,
aguardando ansiosamente,
seu aparecer surpreendente.
Com tamanha nostalgia,
imagino você noite e dia,
pensando como seria,
tua bela fotografia...
E embora pareça bobagem,
trago na mente sua imagem,
idealizando sua passagem,
por uma emocionante viagem...
Vontade de te beijar,
Milimetricamente, Preta.
Sentir nossas almas a procura do imponente amor,
Nossos olhos brilharem com uma sintonia magistral,
Ouvir da emoção que corpos juntos proporcionam,
Provar do sabor bom que esse momento tem.
Sem perder tudo o que se apresenta através dos sentidos,
E querer-te cada vez mais.
Como numa vitória,
Você bela e inteira.
Encontro Marcado
Parado ao longe te vejo chegar reluzente, altiva e imponente
Então me vês e abre um sorriso que me conforta
O tempo é curto e a saudade é imensa
No banco de trás, nossos corpos clamam pelo encontro
Os olhares, ahh... esses conseguem enxergar a volúpia que salta aos lábios
Peço ao chofer que nos leve para Ninho...
Já a sós, proclamo a soberania do teu corpo, Invasivo, rasgo tuas roupas
Timidamente tenta me conter, sem esforço fazer, agora não há resistência
Pede, me prende e sobre mim se espalha, outra vez me completo
Mastiga-me com vigor, ouço chamar por meu nome
Pressinto teu ápice, aumento meu ritmo
Profanas o Santo nome – “Oh Meu Deus!”
Ondas de choque percorrem teu corpo, me olhas como quem agradece um precioso alimento
Antes do fim a boca sacia a sede
Deixo-te ir
Sabendo que mais do que nunca carregas uma parte de mim
BRILHO ESCONDIDO
O sol majestoso e imponente
Ofuscado por pequena e simples nuvem;
Assim o nosso brilho pode às vezes,
Envolto em pesares que aturdem
Estar, sim escondido, e conquanto
Querer expor com força sua luz.
Confie!! Pois a nuvem é passageira
E ao brilho ela até mesmo nos conduz.
Castelo
Posso ser grande imponente as vezes até, bonito, mas por trás desse muro bate um coração
Soberba todas acham que eu tenho, mas o que eu mais queria era um dia fazer sua alegria
Não tenha medo pode entrar, sou espaço, muitas vezes um labirinto propositalmente para evitar sua ida
Torres ao alto que tocam o céu, com o efeito extasiante ao alcançar, mas no fim há de recompensar a vista que se encontra por lá
De reis e rainhas eu sou morada, condes e duquesas já passearam pelos meus jardins, príncipes já bailaram aos sons das minhas galerias
Por montanhas e rios sou cercado, jamais alvejado mais sempre admirado pelos que querem me depauperar
Protetores até possuo, mas não é fácil me guarda, guerras, romances presenciei, mas nenhum deles conseguiu me escudar durante o todo sempre
Durante todo esse tempo que permaneci de pé, só me falto sua presença, pois além de você só o tempo pode me vencer.
O sol
É de manhã e vem o sol
rasgando o céu
tão imponente emergindo
o astro-rei
vai cintilando enquanto
a abelha faz o mel
adoça a fauna isso eu bem sei
Gado mugindo e um vaqueiro
aboiando vai se embrenhado
na caatinga, no sertão
Final de tarde ele vai se sumindo
submergindo sob o infinito
para de novo despertar
mais bonito no novo amanhã.
Emilly, teu nome dança como brisa,
No palco dos versos, tua essência canonisa
Nome Imponente e ao mesmo tempo afável
Aquela que fala de modo agradável.
Teus olhos guardam uma constelação secreta,
Refletem visões em noites repletas.
És a musa do sonho e da ilusão,
No teatro da vida, és a encenação.
Emilly, és a pintura em tela abstrata,
Na paleta da alma, és cor que desata.
Tua determinação é um rio incessante,
No escuro do quarto, é uma dançante.
Emilly, guerreira, és espada flamejante,
Na batalha do tempo, és a constante.
Do teu nome floresce esse poema
Inteligência, diligência e graça
Fazem parte do teu ecossistema.
Celebremos a tua existência,
Emmie, Mille, Mila, Lili
Que a vida seja pra ti,
Sempre afinada, Com amor e esperança, de alma lavada.
(FELIPE REIS)
A muralha imponente, de pedra e altivez,
Que o mundo enxergava em sua solidez.
Um sorriso sereno, um olhar a brilhar,
Ninguém via a guerra travada no lugar.
Pois dentro do forte, que a todos guardava,
Havia um silêncio onde nada restava.
Apenas ruínas, o eco de uma dor,
De um mundo que em cacos perdeu sua cor.
Por fora, um rochedo a enfrentar o mar,
Por dentro, a areia que o tempo vai levar.
O tempo é imponente! Ele não volta ele não para! Muitas pessoas param no tempo mas isso não impede que o tempo passe por elas e leve momentos, pessoas que amamos, lembranças, bons tempos.
O tempo nunca perde nós é que perdemos tempo então não faça do tempo seu inimigo, faça as pazes com ele e viva cada minuto e cada segundo, porque sem avisos o tempo acaba e a vida termina.
Do valor que se dá
E lá estava ela, no alto, no topo da frondosa e imponente árvore. Seu ninho parecia o mais belo visto daquela distância na ponta do penhasco que se erguia acima da floresta.
Naquele ninho teria encontrado o que procurava. Não era um ninho qualquer, mas sim um amontoado de gravetos torcidos e entrelaçados com pitadas de paixão, amor, prazer, esforço e dedicação.
No começo aquele lindo ninho supria as necessidades plenamente. Mesmo que estas fossem aumentando, e se tornando descabidas, até que em um momento, um segundo, um instante, tornou-se pouco relevante.
Desde então o ninho foi deixando de suprir as necessidades, em um primeiro momento puramente por se sentir pouco valorizado e solitário. Ela mal percebeu o que acontecia, pois passava o tempo a voar. Parecia ter se cansado ou se desinteressado daquilo que conquistou arduamente.
Lá fora tudo parecia mais lindo, mais intenso, mais gostoso, melhor. E a cada voo, mais parecia perceber que a felicidade estava lá, lá do outro lado, em outro lugar naquela floresta, linda, quente, úmida e cheia de possibilidades de novas descobertas.
O ninho ali permaneceu e se entregou. Já não tinha mais o valor que outrora tivera. Desistiu de qualquer esforço uma vez que logo percebeu do que se tratava. Uma ilusão comum, gerada por aves comuns que se faziam parecer diferentes, especiais, mas apenas estavam travestidas de penas compradas que lhes encobriam as verdadeiras. Compradas nas pedras, nos galhos altos, nos galhos baixos, nos cantos e recantos da floresta.
Ela voando avistou outros ninhos, cada um mais belo e interessante que o outro. Uma libélula amiga do ninho, pousada em prosa com ele, passou um tempo a observar o que ele observava e se manifestou. “Olha meu amigo, o que vejo é o simples vazio. Um mimo ao ser ganhado e conquistado deixa de ter valor para dar lugar a outro mimo mesmo que este seja o mesmo mimo.” O ninho suspirou e sorriu. Estava pronto para receber nova visita, novas penas que não se soltassem com facilidade.
Ela pousou em um destes ninhos e foi feliz, logo depois noutro e feliz foi novamente e noutro e noutro e noutro. O problema é que entre um e outro momento de felicidade dava-se o seu contrário. A infelicidade. Ora, dizia ela, sempre culpa destes ninhos.
Num destes momentos de insatisfação avistou o ninho no alto, no topo da imponente árvore e sentiu-se como sempre. Que ninho belo e interessante. Pensou logo que poderia dar umas rodopiadas por lá para ver como estava. Mas ele estava diferente. Mas era o mesmo, igual. Ficou intrigada.
Ela, num dia alisando as penas nas pedras para embeleza-las encontrou outra. Outra que contava garbosa como era seu ninho. Ela então se deu conta de que aquela conversa trazia saudades. Saudades do mesmo ninho, mas que agora aninhava outra.
Restou-lhe voar e encontrar outros ninhos, um aqui outro acola. Ou talvez o contrário pudesse se dar e esta história seria outra.
Você tem personalidade forte
Suas respostas não são vagas
São um tremendo corte!
Imponente, perspicaz e rígida,
Uma guerreira Amazona que nunca é vencida!
Hoje te chamo de ogra, feiosa e Fiona,um horror
Mas na verdade no fundo queria chamar de... você ja sacou né!?
Brincadeira a parte, talvez você não acredite, mas para os meus olhos você não é Fiona , na verdade pra mim você é Arte!
J.C
Nunca te Esqueci
A Igreja ao fundo ao lado as muralhas do exército imponente,
minha casa com a vista de frente daquela praça, eram férias de verão, naquele dia acordei cedo fui a janela o Sol estava leve e radiante dando brilho aquela bela praça do interior.
Aconteceu ali, o amanhecer mais doce da minha vida.
Eu menino do interior, ela linda menina loira com traços de princesa recém- chegada da capital para passar suas férias.
Duas crianças, a inocência, dois corações ofegantes após o primeiro olhar.
Palavras, brincadeiras, toque suave nas mãos, nos divertimos sim, trocamos alguns selinhos, esqueci aquele dia que eu era muito tímido.
Quase um mês de felicidades, então veio o último abraço e um triste e doloroso adeus.
Conhecê-la foi a realização de um sonho, eu com o nome e jeito de Príncipe ela com o jeito de uma princesa e com o cheiro e nome de uma rosa.
Queria ter vivido mais um pouco o doce e inesquecível sonho de infância inocente.
